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OS NEPHILIM E A PIRÂMIDE DO APOCALIPSE: ODISSÉIA NO ESPAÇO – Parte 5

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ODISSÉIA NO ESPAÇO

Algonquin Indian Legend of a Red Bearded Race of Giants Eric the Red. We went to the Heavener Stone state park in OK. Stones with Viking writing. They were once thought to be native american, but were eventually identified as Viking.:

De acordo com o Livro de Gênesis (capítulo 6), os filhos de Deus tiveram relações com as filhas dos homens e geraram os Nephílím , os caídos que predominaram na Terra antes e depois do Dilúvio de Noé. Tanto os filhos de Deus, que engravidaram as mulheres, quanto sua prole eram extremamente maus, pois os versículos seguintes nos dizem: Viu o Senhor que a maldade do homem se havia multiplicado na Terra e que era continuamente mau todo desígnio do seu coração. Então, se arrependeu o Senhor de ter feito o homem na Terra e isso lhe pesou no coração. A Terra estava corrompida à vista de Deus e cheia de violência. Gênesis: 6:5, 6,11 A palavra hebraica que significa maldade é “zimmah”, definida como maldade m editada; tramada, planejada e intencional; finalidade iníqua ou lúbrica; particularmente os pecados da lascívia.
Em decorrência do casamento desses seres sobrenaturais com as mulheres e da influência de sua progênie, a população inteira do mundo conhecido de então, com exceção de Noé e sua família, tinha se corrompido irrecuperavelmente. A violência e a depravação moral cobriram o mundo todo. Mais à frente voltaremos com maiores detalhes ao tema desses seres sobrenaturais iníquos e seus atos imperdoáveis (pois o único objetivo do Dilúvio era destruir toda a humanidade). Mas primeiramente examinaremos os antecedentes desses filhos de Deus, quem eram eles e de onde vieram. Procuremos mais uma vez os textos das Escrituras hebraicas e deixemos que as palavras pintem um retrato desses seres sobrenaturais que a maioria das pessoas conhece como “anjos”. Será que a imagem evocada por essa palavra é a mesma que aquela que o texto das escrituras nos apresenta? Um dos primeiros aparecimentos desses “homens” ocorre num encontro entre Abraão e três pessoas muito importantes em Gênesis 18:

”Apareceu o Senhor a Abraão nos carvalhais de Manre, quando ele estava assentado à entrada da tenda, no maior calor do dia. Levantou ele os olhos, olhou, e eis que viu três homens de pé em frente dele. Vendo-os, correu da porta da tenda ao seu encontro, e prostrou-se em terra. E disse: “Senhor meu, se acho mercê em tua presença, rogo-te que não passes do teu servo;
Traga-se um pouco de água, lavai os pés e repousai debaixo desta árvore; Trarei um bocado de pão; refazei as vossas forças, visto que chegastes até vosso servo; depois, seguireis avante.” Responderam: “Faze como disseste.” Apressou-se, pois, Abraão para a tenda de Sara e lhe disse: “Amassa depressa três medidas de flor de farinha e faze pão assado ao borralho.” Abraão, por sua vez, correu ao gado, tomou um novilho tenro e bom, e deu-o ao criado, que se apressou em prepará-lo. Tomou também coalhada e leite e o novilho que mandara preparar e pôs tudo diante deles; e permaneceu de pé junto a eles debaixo da árvore; e eles comeram.”

Génesis 18:1-8

Aqui vemos Abraão oferecendo a característica hospitalidade oriental. Ao ver os três homens ele os compeliu a lavar os pés e a comer e beber. Depois, de conformidade com a cultura oriental, ele os serviu e ficou à disposição deles, mas não comeu com eles. Mas o detalhe mais espantoso desse registro é que os três homens com quem falou e a cuja subsistência proveu, eram ninguém menos que o próprio Senhor (Iahweh) e dois de seus auxiliares principais. Esses três indivíduos são descritos como “homens”. Além disso, sentaram-se à sombra, lavaram seus pés, e degustaram uma boa refeição de vitela com pão e coalhada e regaram tudo com leite fresco! Podemos pressupor que esses homens
usavam roupas e aparentavam ser, mais ou menos, pessoas normais. A lição que isso nos ensina é que Iahweh parece-se com um homem. Ou, para inverter as coisas, os homens se parecem com Iahweh. Em Gênesis 1:26 durante a criação, lemos:

“Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança.” Isso nos informa que a nossa “imagem” e “semelhança” é modelada nessa pessoa chamada Elohim, mais frequentemente chamada de Iahweh ou Jeovah no idioma hebraico.

(Ver também Gênesis 1:27; 5:1-3; 9:6; Tiago 3:9.)

Muitos crêem que Deus, sendo espírito, não tem forma. Mas assim como aludimos aos anjos como “espíritos ministrantes”, eles sempre são chamados de “homens” e aparecem como “homens”. Nessa passagem, a palavra hebraica que designa Senhor é Jeovah; e, no decorrer do capítulo, Jeovah aparece não menos do que 12 vezes. De maneira que um dos homens que Abraão recebeu e com quem depois teve um debate, era o próprio Jeovah. Depois que os três terminaram a refeição, prosseguiram em sua jornada para Sodoma. Abraão teve um debate um tanto enérgico com o Senhor e esforçou-se para fazer um trato com ele. Os outros dois homens, contudo, prosseguiram sós na jornada. A passagem abaixo nos conta mais:

”Ao anoitecer, vieram os dois anjos (hebraico: malak; agentes; enviados, mensageiros) a Sodoma, a cuja porta estava Ló assentado; este, quando os viu, levantou-se e, indo ao seu encontro, prostrou-se, rosto em terra. E disse-lhes: “Eis agora, meus senhores, vinde para a casa de vosso servo, pernoitai nela e lavai os pés, levantar-vos-eis de madrugada e seguireis o vosso caminho.” Responderam eles: “Não; passaremos a noite na praça.” Instou-lhes muito, e foram e entraram em casa dele; deu-lhes um banquete, fez assar uns pães asmos, e eles comeram. Mas, antes que se deitassem, os homens daquela cidade cercaram a casa, os homens de Sodoma, assim os moços como os velhos, sim, todo o povo de todos os lados; e chamaram por Ló e lhe disseram: “Onde estão os homens que, à noitinha, entraram em tua casa? Traze-os fora a nós para que os conheçamos.”

Génesis. 19:1-5

Por meio desse relato percebemos mais uma vez que esses dois “mensageiros” foram confundidos com homens comuns. Primeiramente, Ló os vê e lhes oferece sua hospitalidade. A princípio eles a recusam. Depois aceitam o convite para comer e dormir. Esses homens, ainda que seres sobrenaturais que não habitam a Terra, obviamente têm bom apetite, pois, pela segunda vez naquele dia, aceitaram uma lauta refeição. A entrada deles na casa de Ló não passa despercebida aos outros habitantes de Sodoma, já que todos se reúnem em volta da morada de Ló e insistem em ver os dois homens a fim de que possam “conhecê-los”. O que nos diz que esses
dois anjos, exceto pelo fato de aparentarem ser homens, devem ter sido indivíduos extremamente bem apessoados por terem chamado a atenção de praticamente todas as pessoas da cidade! Em vários outros locais do Antigo Testamento, verificamos que esses “homens” ou “mensageiros” são criados seres sobrenaturais e que eles existiram muito além da criação deste mundo atual como o conhecemos. No Salmo 148:5, lemos o seguinte a respeito de anjos: Louvem o nome do Senhor, Pois mandou ele, e foram criados. E no Salmo 104:4:

”Fazes a teus anjos ventos E a teus ministros, labaredas de fogo. Em Jó, Iahweh está debatendo a criação do mundo e diz, a respeito de anjos: Quando as estrelas da alva, juntas, alegremente cantavam e rejubilavam todos os filhos de Deus?

Livro de Jó 38:7

Como comentamos anteriormente, os “filhos de Deus” são anjos criados seres sobrenaturais. Mas, como já vimos, eles podem apresentar-se como homens e parecer, comer, beber e falar exatamente como seres humanos. Observe-se também que o versículo acima alude aos filhos de Deus na expressão “as estrelas da alva, juntas, cantavam “. Isso se tornará relevante mais tarde, quando examinarmos o significado astronômico de seres sobrenaturais e o alinhamento de certas construções com agrupamentos de estrelas e outras considerações referentes ao Zodíaco. Com o intuito de ressaltar que esses mensageiros, ou agentes, são homens, eu gostaria de apresentar mais alguns relatos. Do Livro de Daniel citamos os nomes de duas das principais entidades das hostes de Iahweh:

”Falava eu, digo, falava ainda na oração, quando o homem Gabriel, que eu tinha observado na minha visão ao princípio, veio rapidamente voando, e me tocou à hora do sacrifício da tarde. Ele queria instruir-me, falou comigo e disse: “Daniel, agora, saí para fazer-te entender o sentido.” Livro de Daniel 9:21, 22

Nessa passagem verificamos que esses agentes têm nomes e podem voar, ou seja, mover-se rapidamente. Como espíritos, não estão sujeitos às leis da física como nós. O nome desse mensageiro é Gabriel. Sua tarefa principal é levar mensagens, como ele o faz em muitos lugares, principalmente no Novo Testamento. Geralmente ele é acompanhado de outro mensageiro chamado Miguel. A função deste parece ser cuidar da segurança da missão, como podemos depreender do seguinte trecho:

No dia 24 do primeiro mês, estando eu (Daniel) à borda do grande rio Tigre, levantei os olhos, e olhei, e eis um homem vestido de linho, cujos ombros estavam cingidos de ouro puro de Ufaz; O seu corpo era como o berilo, o seu rosto, como um relâmpago, os seus olhos, como tochas de fogo, os seus braços e os seus pés brilhavam como bronze polido; e a voz das suas palavras era como o estrondo de muita gente. Então, me disse: “Não temas, Daniel, porque, desde o primeiro dia em que aplicaste o coração a compreender e a humilhar-te perante o teu Deus, foram ouvidas as tuas palavras… Mas o príncipe do reino da Pérsia me resistiu durante vinte e um dias; porém Miguel, um dos primeiros príncipes, veio para ajudar-me; e eu obtive vitória sobre os reis da Pérsia.”

Livro de Daniel 10:4-6; 11-13

Esse homem, que ainda é Gabriel, aqui aparece em trajes que não são propriamente comuns, mas vestindo uma linda roupagem. E reitera que foi “enviado” para informar Daniel relativamente a fatos que deverão acontecer no futuro. Mas algo incomum acontece. Ele diz a Daniel que, em seu trajeto, foi obstruído por um “príncipe da Pérsia”, que o deteve durante 21 dias. Aparentemente, esse príncipe da Pérsia é outro ser sobrenatural, mas maligno. Então Miguel, o assistente militar, teve de vir em auxílio de Gabriel e eliminar esse agente maléfico para permitir que Gabriel realizasse sua missão. Isso propicia uma introvisão interessante no reino do mundo espiritual. Gabriel é um homem enviado numa missão para levar informações a outro homem, Daniel. É emboscado por um anjo maligno obviamente poderoso chamado de “príncipe da
Pérsia”. Contudo, outro ser celestial, um militar com o nome de Miguel vem em auxílio de Gabriel e desobstrui o caminho para ele prosseguir em sua missão e entregar sua mensagem. Todas as personalidades implicadas nessa saga são homens. Não são homens de carne e osso, humanos como nós. Mas seres sobrenaturais. Homens de uma natureza diferente, mas, ainda assim, homens. Sendo seres sobrenaturais podem viajar mais rápido do que a velocidade da luz e deslocam-se entre a Terra e sua morada celestial onde quer que esta se localize. Agora avançamos para o futuro, para a época dos Evangelhos e damos uma rápida olhada nas aparências desses homens nos dias do Messias e posteriormente. No primeiro capítulo do Evangelho de São Lucas, lemos a história do nascimento de João Batista, que nasceu de uma mãe até então estéril, Isabel, e de seu marido sacerdote, Zacarias. Enquanto ele cumpria seus deveres sacerdotais, um dia, um anjo (do grego: aggelos: “mensageiro” ou “enviado”) apareceu para ele: Ora, aconteceu que, exercendo ele diante de Deus o sacerdócio na ordem do seu turno… E eis que lhe apareceu um anjo do Senhor, em pé, à direita do altar do incenso. Respondeu-lhe o anjo: “Eu sou Gabriel, que assisto diante de Deus, e fui enviado para falar-te e trazer-te estas boas-novas.” Lucas 1:8, 11, 19
Mais tarde nesse capítulo, esse mesmo homem, Gabriel, aparece para Maria e lhe diz que em breve ela dará à luz o Messias. A essa ocasião, Maria era provavelmente uma menina que teria entre 14 e 18 anos de idade. Mas o que ela e Zacarias viram foi um homem que começou a conversar com eles da mesma maneira que tinha feito com Daniel no relato anterior. Vamos agora mais ou menos 33 anos para o futuro, para a época da morte do Messias.

”Algumas das mulheres voltaram ao túmulo, onde o corpo dele havia sido sepultado, para embalsamá-lo. Mas, no primeiro dia da semana, alta madrugada, foram elas ao túmulo, levando os aromas que haviam preparado. E encontraram a pedra removida do sepulcro. Aconteceu que, perplexas a esse respeito, apareceram-lhes dois varões com vestes resplandecentes. ”

Lucas 24:1, 2, 4

Esses dois seres tiveram uma conversa com o grupo de mulheres que tinham ido embalsamar o corpo do Messias. Em todos os outros Evangelhos existe um relato semelhante. As pessoas chegam ao túmulo e o encontram vazio. Mas deparam com dois homens vestidos de branco que lhes divulgam certas informações. Um novo salto de mais alguns anos nos leva ao relato das atividades dos seguidores originais do Messias, que agora são chamados de “cristãos”. Vemos que há numerosas narrativas desses homens sobrenaturais que aparecem aos discípulos para orientá-los ou auxiliá-los em situações difíceis. Esses mensageiros são sempre descritos como homens.

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3 Comentários

  1. Clinton, vamos verificar, embora , pessoalmente não ligue muito pra isto, vide deficientes surdos, mudos, ou cegos,o nome do qual não podem pronunciar ou ouvir o nome de Deus…

  2. Gostaria que vocês fizessem um post sobre o nome de Deus e o nome de Jesus desde já agradeço e parabens por mais uma ótima serie

  3. É por isso que tenho certeza de que as conspirações são reais, pois estão diretamente ligadas ás profecias biblicas para a vinda de Nosso Senhor.
    Digo isso porque tem pessoas que pensam que a teoria da conspiração é coisa da cabeça de crente, que é paranóia, querem que desliguemos as conspirações das escrituras, como por exemplo dizendo que existe outra forma de se salvar sem que estejam do lado de Jesus (porque não creem), mas também não querem associar essas realidades.
    Creio que só o corpo de cristo pode oferecer resistência, e mesmo assim, uma resistência espiritual, saqueando o inferno ganhando almas.

    MAIS UMA ÓTIMA POSTAGEM!!!

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