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OS NEPHILIM E A PIRÂMIDE DO APOCALIPSE: TESTEMUNHA DAS ESTRELAS – Parte 8

Pirámide:

Moisés escreveu os cinco primeiros livros do Antigo Testamento, conhecidos como Pentateuco, por volta de 1490 a.C. Assim, durante 2.500 anos antes disso (ver Apêndice), não houve relato escrito da história da queda do homem, seus percalços nesse ínterim e sua redenção final. Não teria Iahweh deixado pista ou testemunho de Seus planos para a humanidade durante esses anos intermediários, ou teria Ele empregado outros meios para comunicar seu projeto às gerações? A resposta está contida no primeiro capítulo do Gênesis.

Deus disse:

 14  Disse Deus: Haja luminares no firmamento do céu para separar o dia da noite. Sirvam eles de sinais para marcar estações, dias e anos,
 15  e sirvam de luminares no firmamento do céu para iluminar a terra. E assim foi.
 16  Deus fez os dois grandes luminares: o maior para governar o dia e o menor para governar a noite; fez também as estrelas.

Gênesis 1:14-16

A palavra sinal provém da raiz hebraica aveh que significa “marcar”. Assim, as estrelas servem para marcar ou querer dizer a alguém ou alguma coisa que venha. Então, à primeira menção dos corpos celestes somos informados de que uma de suas funções é marcar ou querer dizer a alguém ou a alguma coisa especial que venha. Já vimos que todas as estrelas receberam nomes e números de Iahweh (Salmo 147:4). A maioria desses nomes se perdeu, mas mais de 100 deles foram preservados através dos séculos nas línguas semíticas. Originalmente, todos esses nomes e seus significados teriam sido conhecidos dos patriarcas de antigamente e transmitidos verbalmente à geração seguinte. Josefo nos assegura que a astronomia bíblica foi transmitida por meio de Adão, Set e Enoque, e dessa maneira, à posteridade. O salmo 19:1-6 fornece mais informações sobre as estrelas:

 1  Os céus proclamam a glória de Deus, e o firmamento anuncia as obras das suas mãos.
 2  Um dia discursa a outro dia, e uma noite revela conhecimento a outra noite.
 3  Não há linguagem, nem há palavras, e deles não se ouve nenhum som;
 4  no entanto, por toda a terra se faz ouvir a sua voz, e as suas palavras, até aos confins do mundo. Aí, pôs uma tenda para o sol,
 5  o qual, como noivo que sai dos seus aposentos, se regozija como herói, a percorrer o seu caminho.
 6  Principia numa extremidade dos céus, e até à outra vai o seu percurso; e nada refoge ao seu calor.

Uma análise cuidadosa dessa passagem mostra que as estrelas em sua trajetória realizam quatro coisas: elas prenunciam, dão conhecimento, ressaltam a glória de Iahweh e manifestam Seus objetivos. É o posicionamento e o ato de dar nomes às estrelas que nos dá esse conhecimento e profecia relativos “àquele” que vai chegar e a acontecimentos especiais que deverão ocorrer. Esses agrupamentos de estrelas são conhecidos como o Zodíaco, que significa graus ou degraus, e assinalam as etapas do curso do Sol nos céus, que corresponde aos 12 meses do ano. Aqui só poderemos dar uma breve explanação de astronomia bíblica e seu significado. (Para estudos suplementares, indico ao leitor as fontes relacionadas no final deste volume.) Qual é, então, o acontecimento especial ou o indivíduo especial que esses sinais deveriam indicar na revelação estelar? Já falamos disso num capítulo anterior, mas agora temos de voltar ao tema. Ao confrontar a serpente e Adão e Eva, o Senhor disse:

 15  Porei inimizade entre ti(serpente) e a mulher, entre a tua descendência e o seu descendente. Este te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar.

Essa é a primeira profecia e a promessa da vinda do Messias, o descendente da mulher. O calcanhar do Messias seria ferido pela serpente. Mas, no final, Ele esmagaria a cabeça da serpente. Conforme já afirmamos, esse versículo abarca toda a história da queda do homem e sua redenção final. Nesse versículo lemos que o descendente vindouro da mulher receberia do descendente da serpente um ferimento temporário e não-fatal no calcanhar, mas que o Messias reivindicaria a vitória final ao esmagar a cabeça da serpente sob seu tacão. Também somos informados do nome de três dos atores principais da saga, cujos signos são encontrados em todos os Zodíacos antigos. A mulher é Virgem , de cujo ventre viria o Messias. A estrela dEle é Leão, que pode ser visto no planisfério dos céus esperando para atacar e desferir um golpe esmagador e fatal na serpente (Escorpião) . No capítulo 49 de Gênesis, tomamos conhecimento de uma profecia que refere-se claramente a uma das constelações, Leão. Nessa passagem, Jacó está em seu leito de morte e conversa com o filho Judá a respeito dos seus 12 filhos e a descendência destes.

 9  Judá é leãozinho; da presa subiste, filho meu. Encurva-se e deita-se como leão e como leoa; quem o despertará?
 10  O cetro não se arredará de Judá, nem o bastão de entre seus pés, até que venha Siló; e a ele obedecerão os povos.

 

Aqui, Jacó identifica Judá com um leão. É uma indicação clara de que Siló (outro nome para o Messias) viria da linhagem de Judá. Mas em termos astronômicos, ele viria do signo de Leão. Lemos também que “o cetro não se afastará de fada, nem o bastão de chefe de entre seus pés”. Em hebraico, árabe e aramaico “pés” é regai. Na constelação de Leão, a estrela mais brilhante é Regulus. De maneira que, nessa passagem das Escrituras, temos a estrela mais brilhante, Regulus, relacionada com o Messias, o Poder Supremo, na constelação de Leão. Além disso, Regulus está relacionada com o futuro rei (Messias) e encontra-se estrategicamente localizada entre os pés de Leão, pronta para atacar e esmagar a cabeça da serpente, Escorpião. Prova adicional de que o Messias viria da linhagem de Judá encontra-se no Apocalipse, cujas profecias ainda estão para serem cumpridas. Todavia, um dos anciãos me disse:

Todavia, um dos anciãos me disse: Não chores; eis que o Leão da tribo de Judá, a Raiz de Davi, venceu para abrir o livro e os seus sete selos.

Apocalipse 5:5

Fica evidente, aqui, que o Messias viria da linhagem de Judá, que está ligada à constelação de Leão. Nas Escrituras, há muitas referências a indicar que os agrupamentos das estrelas receberam nomes a fim de comunicar à humanidade o plano e o projeto de Iahweh. Esses nomes de estrelas e seus agrupamentos eram bem conhecidos e recitados pelos patriarcas e foram transmitidos verbalmente de geração a geração. Quando Moisés finalmente escreveu os cinco primeiros livros e a estes se seguiram outros de salmistas e profetas, deixou de haver necessidade da escrita celeste. Assim, com a passagem do tempo, seus significados foram esquecidos e se perderam. O que temos hoje é a astrologia, uma degeneração das verdades originais e uma falsificação da verdadeira astronomia como ela era no início. Além de tudo, segundo Isaías e outros profetas, a astrologia e outras pseudo previsões devem ser rigorosamente evitadas.
Nem todo esse conhecimento astronômico perdeu-se de uma só vez. O profeta Daniel era bem-versado na verdadeira astronomia e tinha a seu cargo transmitir esse conhecimento aos Magoi que estavam sob seus cuidados. É muito provável que esses Magoi fossem os antecessores dos Magos, que viram nos céus a estrela do Messias prometido e foram a Belém à procura do “Rei dos Judeus”. Esses sábios eram zoroastristas da Pérsia, atual Irã. Através dos anos, desde a época de Daniel, por volta de 500 a.C., esses Magos foram iniciados no verdadeiro significado das constelações e suas estrelas. Quando perceberam as múltiplas atividades pressagiando o nascimento do prometido “descendente da mulher”, compreenderam que isso significava a vinda do Messias. Precisamente o que viram e quando isso ocorreu ainda é objeto de muita conjectura. Em agosto do ano 3 a.C., Júpiter, conhecido como o planeta rei, entrou em conjunção com Vênus na constelação de Leão. Em 11 de setembro desse mesmo ano, o Sol estava diretamente no centro de Virgem enquanto ao mesmo tempo a Lua nova estava diretamente sob os pés de Virgem . Isso está assim descrito em Apocalipse 12:1,2:

 1  Viu-se grande sinal no céu, a saber, uma mulher vestida do sol com a lua debaixo dos pés e uma coroa de doze estrelas na cabeça,
 2  que, achando-se grávida, grita com as dores de parto, sofrendo tormentos para dar à luz.

 

E em 14 de setembro, ano 3 a.C., houve uma conjunção entre o planeta Júpiter e Regulus na constelação de Leão (que é o signo de Judá). Essa conjunção ocorreu mais algumas vezes durante os meses seguintes. De maneira que a data mais provável do nascimento do Messias, segundo a predição em Gênesis 3:16, era 11 de setembro do ano 3 a.C. É fato confirmado que ele não nasceu em 25 de dezembro do ano zero. Os Magos observavam todos esses desdobramentos celestes incomuns e, por estarem plenamente conscientes das profecias relativas ao descendente da virgem que estava por vir, sabiam que se tratava do Messias prometido, o Rei dos Judeus. Em 17 de junho, ano 2 a.C., Júpiter estava em conjunção com Vênus, o que produzia uma luz brilhante no céu ocidental noturno na constelação de Leão. Foi esse fenômeno a “estrela” que pairou sobre Belém e que guiou esses astrônomos persas até lá para prestarem homenagem. Foi depois de um ano e três meses (2 de dezembro, ano 2 a.C.) quando os Magos chegaram a Belém e encontraram o Messias criança, com um ano de idade nessa ocasião. Isso teria dado aos Magos tempo suficiente para observar os primeiros deslocamentos das estrelas pertinentes em suas constelações, o que os convenceu de que seus cálculos estavam corretos. Além disso, tiveram tempo de preparar-se para sua viagem à Jerusalém, capital de Judá e localização do trono do rei prometido. Isso também explica por que, ao ouvir dos Magos que um rei ia nascer, Herodes mandou matar todas as crianças de até 2 anos de idade. Se o rei recém-nascido tivesse nascido há apenas algumas horas, por que matar todas as crianças até a idade de 2 anos? Herodes não queria correr nenhum risco. Os Magos lhe haviam dito que a criança tinha mais de um ano; assim, para não cometer enganos, ordenou a seus homens que matassem todas as crianças com até 2 anos de idade. Portanto, a criança tinha aproximadamente um ano e três meses quando os Magos do Oriente finalmente a encontraram e lhe ofereceram presentes. A propósito, não está escrito que havia três Magos. Poderiam ter sido cinco, ou oito, ou dez. Mas esses astrônomos zoroastrianos, que conheciam bem a verdadeira astronomia bíblica, estavam aguardando sinais celestes que anunciariam o nascimento do descendente da mulher, o Messias prometido. Apenas uns poucos conheciam essas profecias. Assim, também, só aqueles que conhecem as profecias relativas ao segundo advento do Messias saberão ler os sinais e perceber o que pressagiam. Nas Escrituras, existem outras passagens que nos fornecem os nomes de diversas estrelas e aludem ao Zodíaco e aos planetas. Mas informações técnicas em demasia podem sobrecarregar o leitor e causar confusão. Os dados que acabamos de ver são suficientes para mostrar que a história original da queda e redenção do homem, do Gênesis ao Apocalipse, está registrada nos doze signos do Zodíaco. Essas verdades estão escritas nas estrelas, onde homem algum pode tocá-las ou corrompê-las. Os doze signos do Zodíaco estão divididos em três livros de quatro capítulos cada, e formam um círculo no céu que corresponde aos doze meses do ano. Mas onde começamos a ler esse livro e onde termina a leitura? Talvez o enigma da esfinge nos forneça um indício. O estudioso da Bíblia e escritor E. W. Bullinger é de opinião que a esfinge tem cabeça de mulher (Virgem ) e corpo e cauda de leão (Leão) . Assim, nossa história começa com a virgem e o descendente prometido e prossegue através de toda a história zodiacal e termina no futuro com o rei (Leão) em triunfo sobre o arqui-inimigo (Escorpião: a serpente), exatamente como Iahweh havia previsto já em Gênesis 3:15. Mas aí é que está a dificuldade. Além de todos esses seres sobrenaturais sobre os quais já falamos neste capítulo e que conheciam essas profecias astronômicas, havia outro grupo de entidades também extremamente bem informadas sobre o assunto. Lucifer, a estrela da manhã original, era profundo conhecedor de tais predições. Não nos esqueçamos de que ele era o “querubim ungido da guarda que dava proteção”. Tinha todo o conhecimento e era cheio de sabedoria e esplendor e entendimento. Além de tudo, ele e sua hoste estavam presentes quando a Terra fora criada. A questão é que Satã e todos os seus aliados sobrenaturais estão muito habituados com as estrelas e seus agrupamentos. Mas conseguiram transformar o verdadeiro significado da astronomia bíblica na falsa arte da astrologia e do oculto e de outras “ciências” correlatas. Isso explica, até certo ponto, por que muitos dos templos e monumentos antigos são decorados com configurações zodiacais. Pois aqueles que os construíram estão intrinsecamente ligados às estrelas e seus deslocamentos. E são chamados de “estrelas”. Sua habitação original era um lugar chamado “Céu”, localizado em algum lugar entre as estrelas, e muito provavelmente, eles têm nomes de estrelas individuais. (“Ele conta o número das estrelas, e chama cada uma pelo nome.” Salmo 147:4.) Assim, assuntos celestiais são parte da herança deles. Ademais, o líder deles, Lúcifer, a Estrela da Manhã, estava no Éden, o jardim de Deus. Estava no monte santo de Deus e andava no brilho das pedras. E em seu coração ele disse: “Eu subirei ao Céu, acima das estrelas de Deus exaltarei o meu trono… Subirei acima das mais altas nuvens do Altíssimo”… (Ezequiel 28 e Isaías 14). Mas a rebelião dele foi em vão e seus planos não deram em nada. Ele e sua hoste foram expulsos do Céu para a Terra. Mas continuam obcecados pela tentativa de voltar à sua morada celeste. Assim, os muitos monumentos que construíram são, frequentemente, reflexões terrestres de configurações estelares. Segue-se um breve resumo dos 12 signos do Zodíaco e seus significados bíblicos (sugiro ao leitor que consulte a obra de E. W. Bullinger, Witness of the Stars, para conhecer um estudo mais minucioso e completo). Os 12 signos são divididos em três livros de quatro capítulos (ou signos). Cada livro, portanto, é constituído de quatro signos.

I.Virgem – A Profecia do Descendente Prometido

1. Cabeleira de Berenice: Mulher e criança

2. Centauro: A desdenhada oblação ao pecado

3. Boieiro: Aquele que vem com o ramo

II. Libra – A Obra de Expiação Redimida

1. Cruzeiro do Sul: A Cruz suportada

2. Lobo: A Vítima sacrificada

3. Coroa: A Coroa outorgada

III. Escorpião – O Conflito do Redentor

1. Serpentário: Ataque ao calcanhar do homem

2. Ofiúco: O Homem agarrando a serpente

3. Hércules: O Homem possante vitorioso

IV. Sagitário – O Triunfo Redimido

1. Lira: Louvor preparado para o conquistador

2. Ara: Fogo preparado para os inimigos dele

3. Dragão: O Dragão desalentado

V. Capricórnio – O Resultado do Sofrim ento do Redentor

1. Flecha: A Flecha de Deus arremessada

2. Águia: A queda dAquele que foi golpeado

3. Delfim: O Morto ressuscita novamente

VI. Aquário A Benção Assegurada

1. Peixes: As Bênçãos outorgadas

2. Pégaso: A Bênção chegando rapidamente

3. Cisne: Aquele que abençoa certamente voltando

VII. Peixes – As Bênçãos Suspensas

1. O Cordão: O grande inimigo

2. Andrômeda: O redimido em servidão

3. Cefeu: O Libertador vindo para libertar

VIII. Áries – A Bênção Consumada

1. Cassiopeia: O cativo libertado

2. Baleia: O grande inimigo atado

3. Perseu: O Rompedor libertando

IX. Touro – O Messias Chegando para Reinar

1. Orion: O Redentor manifestando-se em forma de luz

2. Erídano: A Ira manifestando-se em forma de dilúvio

3. Cocheiro: Proteção para seus redimidos no dia da ira

X. Gêmeos – O Messias com o Príncipe dos Príncipes

1. Lebre: O inimigo pisoteado

2. Cão Maior: O Príncipe glorioso que virá

3. Cão Menor: O Redentor sublime

XI. Câncer – Os Bens do Messias Resgatados

1. Ursa Menor: O aprisco secundário

2. Ursa Maior: O rebanho e a congregação

3. Argos: O peregrino torna ao lar

XII. Leão A Profecia do Triunfo Cumprida

1. Hidra: A velha serpente destruída

2. Taça: A taça da ira derramou-se

3. Corvo: As aves de rapina devorando

Assim terminam as Escrituras do Céu. No início deste capítulo citamos o Salmo 19:1-6. Leiamos novamente os quatro primeiros versículos:

 1  Os céus proclamam a glória de Deus, e o firmamento anuncia as obras das suas mãos.
 2  Um dia discursa a outro dia, e uma noite revela conhecimento a outra noite.
 3  Não há linguagem, nem há palavras, e deles não se ouve nenhum som;
 4  no entanto, por toda a terra se faz ouvir a sua voz, e as suas palavras, até aos confins do mundo. Aí, pôs uma tenda para o sol,
 5  o qual, como noivo que sai dos seus aposentos, se regozija como herói, a percorrer o seu caminho.
 6  Principia numa extremidade dos céus, e até à outra vai o seu percurso; e nada refoge ao seu calor.

As 36 constelações abrangem as Escrituras dos Céus, e essa é a história que contam. É o “discurso” que “proferem”. É o “conhecimento” que “manifestam”. Não há linguagem clara e bem ordenada nem voz, e não se ouvem palavras; mas aquilo que dizem chegou até os confins do mundo.

Conclusão

Desde que pela primeira vez se mencionam estrelas no primeiro capítulo do Gênesis, lemos que estas não são apenas para iluminar, mas também para servir de sinais para assinalar a vinda de algo ou de alguém. Ficamos sabendo que esse conhecimento das estrelas teria sido transmitido de geração a geração por meio da tradição oral. Mas estava já quase completamente perdido, uma vez que depois do advento da palavra escrita tornara-se desnecessário. Vimos também que outros seres sobrenaturais possuem esse conhecimento astronômico, já que questões referentes a estrelas lhes dizem respeito. Dessa maneira, muitas das pirâmides e outros monumentos portam informações astronômicas e particularidades que se restringiriam apenas aos iniciados. Concluímos esta seção com uma citação de 1 Coríntios 15:39-41.

 39  Nem toda carne é a mesma; porém uma é a carne dos homens, outra, a dos animais, outra, a das aves, e outra, a dos peixes.
 40  Também há corpos celestiais e corpos terrestres; e, sem dúvida, uma é a glória dos celestiais, e outra, a dos terrestres.
 41  Uma é a glória do sol, outra, a glória da lua, e outra, a das estrelas; porque até entre estrela e estrela há diferenças de esplendor.

Hoje em dia empregamos a palavra “estrela” para nos referir aos famosos: atores, personalidades do esporte e outras celebridades. Mas outros homens de fama, estrelas e heróis de antigamente, viveram nesta terra no passado distante e nebuloso, há 5.500 anos. É para estes que voltaremos agora nossa atenção.

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Comentário

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3 Comentários

  1. bom estudo.
    cabe algumas observações, sem intenção de crítica:
    – A serpente não era satanás e nem satanás possuiu a serpente; mas sim, a serpente se deixou enganar por satanás assim como eva(houve algum acordo), o texto diz: sendo a serpente a MAIS astuta entre os animais…(por isso ela recebeu uma sentença, assim como Adão, Eva e satanás).
    – O entendimento de 3 magos, da-se devido os presente oferecidos(mirra,incenso e ouro), que apesar de seus significados correlacionados a vida, morte e ressurreição de Jesus Cristo; também apresenta significados cultural e religioso de cada mago que presenteou.
    – satanás não tinha e nem tem todo o conhecimento sobre astronomia ou qualquer outro assunto(caso contrário, ele entenderia q as estrelas falam também de sua queda e derrota)
    – Em relação a esfinge egípcia com rosto de faraó, trata-se de uma alteração escultural feita por ordem do próprio faraó Quéfren, onde reesculpiu a cabeça original pela sua. Com o avanço da arqueologia, alguns arqueólogos estão propensos em afirmar q o corpo da esfinge não representa um leão, mas sim um cão(anubis, deus da morte).
    Gostei do seu estudo e da capacidade em apresentá-lo. Parabéns.

  2. ótima esta serie aborta um dos melhores temas o Apocalipse

  3. Muito clara sua visão, principalmente sobre o armagedon ( as profecias de zacarias ), quando eu acabar de ler a série voltarei a ler de novo.
    Obrigado.

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