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O Impacto da Maçonaria na Igreja: Por Que um Pastor Seria Leniente ou Defenderia a Maçonaria?

A permissão para tradução e disponibilização desta série de artigos foi gentilmente cedida por Ephesians5-11.org. “E não comuniqueis com as obras infrutuosas das trevas, mas antes condenai-as.” 
[Efésios 5:11]
 

Atualmente, a questão da participação na Maçonaria está sendo considerada em um crescente número de igrejas nos EUA. Muitas pessoas que nunca se envolveram na Maçonaria sabem muito pouco sobre ela. Como fomos membros da loja maçônica, estamos em condições de lançar luz sobre essa situação e ajudar na compreensão do assunto.
Em quase todos os casos, quando as igrejas consideram a questão da Maçonaria, ocorre como resultado uma forte posição contrária à organização. Em algumas igrejas, aqueles que estão em posição de autoridade decidiram que considerar a questão não seja apropriado. Por quê? Antes de enfocarmos as questões específicas sobre a Maçonaria, é útil termos uma base nas Escrituras sobre as questões subjacentes.
Paulo, em seu discurso de despedida aos anciãos da igreja em Éfeso, advertiu-os para estarem de guarda porque lobos devoradores atacariam o rebanho:
“Portanto, no dia de hoje, vos protesto que estou limpo do sangue de todos. Porque nunca deixei de vos anunciar todo o conselho de Deus. Olhai, pois, por vós, e por todo o rebanho sobre que o Espírito Santo vos constituiu bispos, para apascentardes a igreja de Deus, que ele resgatou com seu próprio sangue. Porque eu sei isto que, depois da minha partida, entrarão no meio de vós lobos cruéis, que não pouparão ao rebanho; e que de entre vós mesmos se levantarão homens que falarão coisas perversas, para atraírem os discípulos após si. Portanto, vigiai, lembrando-vos de que durante três anos, não cessei, noite e dia, de admoestar com lágrimas a cada um de vós.” [Atos 20:26-31].
Paulo sabia que a igreja não somente seria atacada, mas também infiltrada. Ele escreveu a Timóteo, exortando-o a não simplesmente pregar o Evangelho, mas também a estar sempre preparado para corrigir os erros e repreender aqueles que estivessem envolvidos neles. O conselho de Paulo a qualquer pastor é:
“Conjuro-te, pois, diante de Deus, e do Senhor Jesus Cristo, que há de julgar os vivos e os mortos, na sua vinda e no seu reino, que pregues a palavra, instes a tempo e fora de tempo, redarguas, repreendas, exortes, com toda a longanimidade e doutrina. Porque virá tempo em que não suportarão a sã doutrina; mas, tendo comichão nos ouvidos, amontoarão para si doutores conforme as suas próprias concupiscências; e desviarão os ouvidos da verdade, voltando às fábulas. Mas tu, sê sóbrio em tudo, sofre as aflições, faze a obra de um evangelista, cumpre o teu ministério.” [2 Timóteo 4:1-5].
Judas sabia, ainda no primeiro século, que a igreja seria infiltrada. O segredo era uma tática usada pelos homens ímpios. Judas soou o alarme e exortou os crentes a batalhar pela fé:
“Amados, procurando eu escrever-vos com toda a diligência acerca da salvação comum, tive por necessidade escrever-vos, e exortar-vos a batalhar pela fé que uma vez foi dada aos santos. Porque se introduziram alguns que já antes estavam escritos para este mesmo juízo, homens ímpios, que convertem em dissolução a graça de Deus, e negam a Deus, único dominador e Senhor nosso, Jesus Cristo.” [Judas 3-4].
Paulo advertiu os colossenses para estarem de sobreaviso, para que não fossem tomados cativos por aqueles que tinham abandonado o evangelho de Jesus Cristo:
“Tende cuidado, para que ninguém vos faça presa sua, por meio de filosofias e vãs sutilezas, segundo a tradição dos homens, segundo os rudimentos do mundo, e não segundo Cristo.” [Colossenses 2:8].
Nestes dias atuais, as palavras de Paulo, Judas e dos outros apóstolos que advertiram os crentes a permanecerem firmes, reverberam bem alto. A igreja está sob ataque de fora, de dentro, e algumas vezes até mesmo a partir do púlpito. Muitas congregações foram infiltradas e levadas à contemporização. O grupo mais coeso de infiltradores que a igreja já viu é o dos maçons. Eles trabalham por trás dos bastidores para subverter o evangelho e, na verdade, reúnem-se em segredo para ensinar salvação com base em outro salvador. Sabemos disso, pois fomos membros da organização. Fomos maçons no passado.
Os maçons juram segredo, não uma vez, mas três vezes, antes de participarem no ritual em que Hirão-Abi prefere morrer, é enterrado e depois ressuscita do túmulo. No fim do ritual, os que estão na loja são instruídos a imitar Hirão-Abi para que possam entrar no céu. Quando se considera o fato que nem todos os homens que participam no ritual são cristãos, isso é visto não somente como uma zombaria da morte, sepultamento e ressurreição do nosso Senhor e Salvador, mas uma clara declaração que a fé em Jesus Cristo não é necessária para entrar nos céus. Lamentamos profundamente que tenhamos participado nessa falsidade e tenhamos sido levados cativos por essa heresia. Deus, em sua misericórdia nos tirou da Maçonaria e após nosso arrependimento, nos purificou de toda a injustiça [1 João 1:8-9]. Ele nos libertou dos juramentos que fizemos na loja [Levítico 5]. Não somos os primeiros a deixar a loja; outros homens continuam a renunciar à Maçonaria. Alguns deles são destemidos o bastante para falar a verdade sobre a loja, enquanto outros estão tão feridos espiritualmente pela experiência que permanecem inoperantes por algum tempo. Alguns ex-maçons continuam a defender a loja, devido ao medo e à servidão espiritual.
Muitos daqueles que estão atualmente envolvidos na heresia da Maçonaria afirmam serem cristãos. Um número significativo tornou-se maçom antes de tornar-se membro de uma igreja. Alguns desses homens infiltraram-se na igreja e, afirmando que a Maçonaria não é uma religião, tomaram muitos cativos por meio de uma rasa e enganosa filosofia, que depende dos ensinos de um sistema mundano corrupto, em vez de fé em Jesus Cristo.
Já que a Maçonaria ensina salvação com base na imitação de Hirão-Abi, em vez de fé em Jesus Cristo, parece absurdo que um pastor possa ser leniente com a Maçonaria, e muito mais que a defenda, ou na verdade, que a adote. No entanto, isso é o que tem acontecido nestes dias em mais congregações do que poderíamos contar. A apostasia está generalizada hoje em dia.

Por Que um Pastor Seria Leniente ou Defenderia a Maçonaria?

Se assumimos que um pastor compreende o evangelho de Jesus Cristo, existem somente duas possibilidades. Ou ele é ignorante acerca dos fatos referentes à Maçonaria, ou conhece os fatos e decidiu que o custo da oposição à Maçonaria é alto demais.
É possível que o pastor não tenha investigado o assunto por si mesmo. Ele pode ter feito algumas perguntas sobre a loja a um ou mais maçons na congregação e aceitou as respostas que recebeu. Não é incomum que maçons exerçam cargos de professor de Escola Dominical, diácono ou presbítero em muitas congregações. Geralmente o pastor passa a confiar nesses homens. Entretanto, se o pastor acredita que receberá respostas honestas às perguntas importantes de um maçom praticante, é óbvio para nós que ele sabe muito pouco sobre a Maçonaria.
Os maçons são altamente motivados a não divulgar a verdade sobre a Maçonaria por duas grandes razões. Primeiro, fazem juramento de manter as informações em segredo. O primeiro juramento, feito quando o homem está com uma venda nos olhos, com uma corda em volta do pescoço contém as seguintes palavras:
“Eu, (nome), juro e prometo, de minha livre e espontânea vontade, pela minha honra e pela minha fé, em presença do Supremo Arquiteto do Universo, que é Deus perante esta assembléia de maçons, solene e sinceramente, nunca revelar quaisquer dos mistérios que sempre ocultarei e nunca revelarei qualquer uma das artes secretas, partes ou pontos dos mistérios ocultos da Maçonaria que me vão ser confiados, senão a um bom e legítimo irmão ou em loja regularmente constituída, nunca os escrever, gravar, traçar, imprimir ou empregar outros meios pelos quais possa divulgá-los. Juro também ajudar e defender meus irmãos em tudo o que puder e for necessário, e reconhecer como Potência Maçônica regular e legal no Brasil, o Grande Oriente do Brasil, ao qual prestarei obediência. Se violar este juramento, seja-me arrancada a língua, o pescoço cortado, e meu corpo enterrado nas areias do mar, onde o fluxo e o refluxo das ondas me mergulhem em perpétuo esquecimento, sendo declarado sacrílego para com Deus, e desonrado para com todos os homens. Amém.”
Os maçons não encaram com leviandade esses juramentos, que preferem chamar de “obrigações”.
A segunda principal razão por que os maçons não revelam os ensinos da Maçonaria para aqueles que não pertencem à organização, especialmente àqueles que estão na igreja, é porque a Maçonaria não seria tolerada se os fatos fossem amplamente conhecidos. Os membros da loja não podem se dar ao luxo de contar a verdade a um pastor que seja fiel a Deus e que esteja fazendo perguntas sobre a Maçonaria, a não ser que estejam se arrependendo de sua associação. Eles precisam manter a pose de cristãos sinceros que apóiam a obra de Deus. Um plano convincente que tem sido utilizado para influenciar favoravelmente os pastores é a prática de os membros de uma loja presentearem o pastor de uma igreja com uma viagem à Terra Santa. Esse investimento pode render dividendos significativos à loja.
O segredo que envolve a organização permite que os maçons usem a dúvida como uma defesa ao lidarem com leigos e pastores que sabem pouco a respeito da loja maçônica e mesmo assim têm suspeitas sobre o caráter da Maçonaria. Quando um não-maçom faz uma afirmação que o ensino no ritual maçônico é contrário ao evangelho, um maçom pode responder assim: “Você nunca foi maçom, de modo que não pode compreender o significado do ritual. Há muito mais no ritual maçônico do que apenas as palavras. Você precisa ver os gestos, as expressões faciais e considerar o contexto para compreendê-lo.” Se alguém fizer uma pergunta e pedir uma explanação, o maçom pode dissuadir a conversa dizendo algo como, “Não posso revelar nada sobre isso. Fiz um juramento para realizar nossas boas obras em segredo, etc.”.
A verdade da questão é que as explicações para as grandes porções do ritual maçônico estão escritas em português e são publicadas para os maçons pela direção das Grandes Lojas. Se o não-maçom obtivesse um desses documentos da Grande Loja e tendo uma boa compreensão do idioma, poderá compreender as explicações em detalhes suficientes para avaliar com precisão o caráter da Maçonaria. Entretanto, a maioria dos não-maçons não tem acesso aos documentos da Grande Loja.
Se houver oposição à Maçonaria por alguém na congregação, os maçons precisam adotar a postura de cristãos que estão sendo perseguidos por estarem envolvidos em uma organização que realiza boas obras. “A Maçonaria sempre teve seus inimigos”, dizem. E podem acrescentar, “Geralmente, são pessoas que foram rejeitadas como membros ou ex-maçons que foram desligados por alguma infração ou conduta imprópria.” Pode ser difícil para um pastor saber quem está dizendo a verdade nessas questões. Todavia, se ele quiser saber a verdade, documentos maçônicos autênticos estabelecerão os fatos sem deixar dúvidas. Se for uma questão de falta de conhecimento, podemos ajudá-lo a obter materiais que você poderá compartilhar com seu pastor para que ele fique bem informado. Se a ignorância (uma falta de conhecimento específico) realmente for o problema, um bom pastor não terá razão para não querer conhecer a verdade. Algumas vezes, um pastor proclamará que não conhece muito sobre a Maçonaria e resistirá em aprender mais, quando em realidade ouviu o suficiente que precisa ser classificado na segunda categoria.
Existem vários fatores que poderiam motivar um pastor que esteja na segunda categoria a ser leniente ou defender a Maçonaria, embora saiba que ela tenha um falso plano de salvação. Consideremos primeiro o pastor que não é maçom, mas que conhece os fatos.
O pastor pode ter superestimado a força da influência maçônica dentro da congregação e pode não sentir que os cristãos na congregação suportarão uma posição pela verdade no meio do clamor que ocorrer quando a verdade concernente à Maçonaria for claramente proclamada. Logicamente, ele pode compreender da forma correta o nível da influência maçônica. Em algumas congregações infiltradas pela Maçonaria, a maioria, ou às vezes até todos os presbíteros ou diáconos são maçons. Muitas vezes os maçons tentam recrutar os pastores. Satanás quer que o pastor acredite que não possa vencer uma batalha contra os maçons. Satanás usará o temor em uma tentativa de fazer o pastor cair no papel de dizer somente aquilo que os ouvidos com comichão desejam ouvir. O pastor não perceberá que o poder aparente da oposição não é tão importante quando você está no time de Deus. Um com Deus já é maioria. Se houver um número significativo de homens na congregação que estejam se reunindo em segredo para ensinar salvação com base na imitação a Hirão-Abi, há um número significativo de membros de igreja que estão na fila para receber a condenação no dia do juízo. Quanto maior for o número de maçons, mais imperativo é que o pastor pregue todo o conselho de Deus.

A Unidade Dentro da Igreja é Vital

Pouco antes de ser preso, Jesus Cristo orou ao Pai pela unidade entre os crentes:
“E não rogo somente por estes, mas também por aqueles que pela sua palavra hão de crer em mim; para que todos sejam um, como tu, ó Pai, o és em mim, e eu em ti; que também eles sejam um em nós, para que o mundo creia que tu me enviaste. E eu dei-lhes a glória que a mim me deste, para que sejam um, como nós somos um. Eu neles, e tu em mim, para que eles sejam perfeitos em unidade, e para que o mundo conheça que tu me enviaste a mim, e que os tens amado a eles como me tens amado a mim.” [João 17:20-23].
Alguns pastores estão preocupados que lidar com a questão da Maçonaria causará divisão e destruirá a unidade da igreja. Nada, porém, poderia estar mais longe da verdade. Quando os maçons estão presentes, a igreja já está dividida. Os maçons se reúnem em segredo para ensinar salvação com base na imitação a Hirão-Abi, enquanto os cristãos na congregação compartilham abertamente o evangelho de Jesus Cristo. Como pode haver unidade na igreja se alguns secretamente constituíram outro como salvador? Simplesmente não é possível. Unidade em uma igreja infiltrada por maçons é somente uma ilusão. O único modo de haver unidade é quando há uma total separação entre a igreja e a loja. Os maçons que afirmam serem cristãos devem ser levados a fazer uma escolha: “A igreja ou a loja, qual será?” Se escolherem a loja, quanto mais cedo se desligarem da igreja, melhor. Os cristãos nunca podem alcançar unidade com aqueles que ensinam salvação com base em outro salvador. O fato de fazer isso somente em secreto não faz diferença. A crença que tratar do problema destruirá a unidade somente pode ser atribuído à ignorância, à imaturidade espiritual ou à servidão demoníaca.
Algumas vezes, um pastor reconhecerá que a Maçonaria é anticristã em sua natureza, porém não se oporá a ela devido à servidão espiritual que é trazida a nu por meio do envolvimento familiar na Maçonaria. Os pastores que têm pais, tios, irmãos ou outros parentes a quem amam, envolvidos na Maçonaria, estão relutantes em tomar uma posição que condenaria os próprios membros da sua família. No entanto, o fato é que permanecer silencioso não alterará as conseqüências eternas para aqueles membros da família que já faleceram e não será bom aos membros da família que ainda estão vivos. A Maçonaria é uma maldição familiar. Se membros da família se envolveram na Maçonaria, a geração mais jovem ficará mais propensa a ingressar na loja. Se o pastor não disser nada, alguns de sua própria família provavelmente concluirão que como o pastor não se opõe à Maçonaria, ela deve ser boa. Deixar de lidar com a questão maçônica, porque será doloroso para os membros da família, é equivalente a deixar de anunciar o evangelho simplesmente porque condenará todos os membros da família que não aceitarem a Jesus. Ensinar a salvação com base na imitação a Hirão-Abi constitui rejeição a Jesus Cristo. Será se Jesus Cristo verá de forma diferente?
Outro fator que pode motivar a contemporização é a ambição. Muitos pastores têm a ambição de construir grandes igrejas. Foram seduzidos a acreditar que podem servir melhor a Deus fazendo o maior número possível de pessoas vir à igreja, concentrando-se simplesmente no evangelismo, em vez de na apologética, ou no treinamento e no discipulado. O legado de tal liderança são os cristãos imaturos e outros que acreditam serem cristãos, porém tiveram uma compreensão apenas intelectual do evangelho. Muitos membros dessas congregações nunca foram desafiados a estar em alerta com relação às falsas doutrinas e não estão equipados a defender a fé quando a necessidade aparecer. Alguns caem vítimas do laço da Maçonaria e das seitas.
O que o pastor ganharia com a criação de tal organização? Poder, uma grossa prebenda, uma posição de destaque dentro da comunidade ou da denominação, o respeito e a admiração dos outros pastores e quaisquer outros benefícios que são concedidos aos líderes das grandes organizações. Para quem vê pelo lado de fora, parece que a igreja está prosperando. No entanto, ouça aos sermões cuidadosamente na congregação em que você encontra maçons satisfeitos e perceberá que o pastor contemporiza em muitas áreas. Ele toma o cuidado de não pregar sobre aquelas questões que possam ferir a consciência dos homens. Geralmente, não enfatiza aqueles ensinos das Escrituras que contradizem diretamente a prática da Maçonaria, como estar em jugo desigual com infiéis, o fato de Jesus Cristo ser o ÚNICO caminho para a salvação, o fato de que a salvação é pela graça e não pelas obras, o fato de que todas as religiões pagãs adoram aos demônios e não ao Deus da Bíblia, bem como a necessidade de arrependimento do pecado como uma condição para a salvação. A presença de maçons satisfeitos em uma congregação é um indício do tipo de sermões que eles estão ouvindo do púlpito. Os pastores que servem nessa capacidade são motivados pela boa prebenda e pela grande congregação, em vez de um desejo de ganhar almas e levar as pessoas a um relacionamento íntimo com Jesus Cristo. São como executivos de empresas, que estão preocupados apenas com as estatísticas.
Embora alguns pastores tenham grandes congregações e recebam uma grossa prebenda, outros estão dispostos a se contentar com muito menos. Eles temem os maçons dentro da congregação mais do que temem a Deus. Estão mais preocupados com sua prebenda, que provê o bem estar físico de sua família, do que se preocupam com as almas dos homens. Nessas situações, apenas alguns poucos maçons podem efetivamente controlar toda a igreja.
Estamos preocupados com os pastores que conhecem a verdade, mas são lenientes com a Maçonaria, pois almas estão na fila para a perdição. Eram as nossas almas, e são as almas de nossos pais, tios e irmãos maçons que esses pastores decidiram permitir que vão para o inferno sem receber uma única palavra de advertência do púlpito. Sabemos que a Maçonaria é um assunto importante, pois como maçons, estávamos diretamente envolvidos no ensino de um falso evangelho. Gálatas 1:8-9 deixa bem claro que a penalidade por ensinar um falso evangelho é a condenação.
Quando maçons estão presentes em uma congregação, suas almas não são as únicas que estão correndo risco. Se os maçons na congregação decidirem iniciar um diálogo com seu filho, ou neto, quem os advertirá dos perigos? Alguns pastores acham que desde que os maçons não estejam aliciando outros homens, não farão nada de mal. Se os maçons realmente não aliciam, como podemos explicar o número significativo de maçons em algumas igrejas? Uma pergunta simples de um menino pode plantar a semente que se transformará em um laço anos mais tarde. Ele pode perguntar ao seu professor da Escola Dominical qual é o significado do emblema no seu anel ou no prendedor da gravata. Freqüentemente, os maçons iniciam o diálogo com os membros potenciais. A abordagem usada normalmente é similar à seguinte: “Alguma vez já pensou em se tornar maçom? Acredito que realmente iria gostar.” Se um diálogo favorável se desenvolver, o maçom pode dizer algo como, “Não posso lhe pedir para ingressar, pois ninguém é convidado a ingressar na loja. No entanto, se quiser ingressar, eu estaria disposto a ajudá-lo.” Quem zelará pela alma dos seus filhos e netos se não houver uma liderança espiritual genuína que se oponha àqueles que querem enlaçá-los? Quem aconselhará sua filha a não se casar com um rapaz maçom ou filho de maçom? A Maçonaria tem organizações coligadas especificamente destinadas às mulheres, aos meninos e às meninas. Quantas filhas e netos não serão enlaçados por que o pastor que compreende os perigos deixou de anunciar todo o conselho de Deus?
Não somente estamos preocupados com as almas dos maçons e daqueles que irão enlaçar, mas também estamos preocupados com esses pastores. Eles certamente precisarão comparecer diante de Deus com sangue em suas mãos. A Escritura é clara:
“Mas, se quando o atalaia vir que vem a espada, e não tocar a trombeta, e não for avisado o povo, e a espada vier, e levar uma vida dentre eles, este tal foi levado na sua iniqüidade, porém o seu sangue requererei da mão do atalaia.” [Ezequiel 33:6].
É muito mais fácil manter um homem longe da loja do que tirá-lo de lá uma vez que tenha sido enlaçado espiritualmente. Os pastores que sabidamente toleram os maçons como membros da congregação sem emitir uma advertência clara do púlpito simplesmente têm um emprego, e não um chamado. João explicou que aqueles que dão as boas-vindas aos apóstatas compartilham das suas más obras:
“Todo aquele que prevarica, e não persevera na doutrina de Cristo, não tem a Deus. Quem persevera na doutrina de Cristo, esse tem tanto ao Pai como ao Filho. Se alguém vem ter convosco e não traz esta doutrina, não o recebais em casa, nem tampouco o saudeis. Porque quem o saúda tem parte nas suas más obras.” [2 João 9-11].
Em João 10, Jesus Cristo fala sobre os pastores que cuidam do rebanho. O bom pastor dá sua vida pelas ovelhas quando elas ficam sob ataque do lobo. Jesus explicou que alguns que parecem ser pastores fogem quando vêem o lobo. Eles não são pastores; são mercenários. Nestes dias, existe outro tipo de pastor ocupando os púlpitos das igrejas. Eles afirmam serem pastores que defendem o rebanho, porém na verdade ingressaram na loja maçônica. Não fogem quando os lobos se aproximam; pelo contrário, ajudam os lobos, defendendo a Maçonaria e levando outros homens à loja. Os maçons defenderão vigorosamente um pastor maçônico e o ajudarão, para que não tenha de fazer todo o “trabalho sujo”. Se um membro da igreja que é maçom começar a questionar a compatibilidade da Maçonaria com o cristianismo, como resultado da ação do Espírito Santo, os outros maçons e o pastor tentarão convencê-lo que não há problema algum em participar da loja. “Se houvesse um problema com a Maçonaria, nosso pastor não seria membro da loja”, podem dizer. Como aprendemos a estar em submissão aos nossos líderes espiritual, muitos estão relutantes a acreditar que possa haver alguma coisa errada com a loja, se o pastor nada vê de errado. Alguns de nós estivemos confusos durante certo tempo por causa dos pastores maçons, dos diáconos maçons, ou de outros membros da igreja que não estavam seguindo a Jesus Cristo. Entretanto, com o tempo, o Espírito Santo nos convenceu.
Logicamente, quando os maçons estão na liderança da igreja, precisam se opor a qualquer leigo na congregação que fale a verdade concernente à Maçonaria; ele seria uma ameaça ao controle maçônico da congregação. Os pastores maçons não podem ser classificados como pastores, e não podem ser classificados como mercenários. São lobos em pele de ovelha. Jesus Cristo não quer que você esteja confuso, que seja ferido ou desviado por eles.

Um Sermão Maçônico

Para compreender a impossibilidade de um pastor cristão legítimo concordar com o ensino maçônico, considere o que aconteceria se um pastor maçom pregasse um sermão no púlpito que contivesse o mesmo ensino do grau Mestre Maçom. Haveria uma palestra e um drama ritual no sermão. O pastor faria a palestra, mas precisaria de ajuda — alguns homens da loja — para a parte do drama ritual do seu sermão. O cenário para o drama é a construção do Templo de Salomão. Um dos assistentes faria o papel de Hirão-Abi, o Grande Mestre no projeto do templo. Hirão seria abordado três vezes. Cada vez, receberia a opção de revelar os segredos de um Mestre Maçom, ou perder sua vida. A cada vez que for abordado, recusará dizendo, “Perco a vida, mas não revelo os segredos.” Nas duas primeiras vezes em que for abordado, ele somente seria ferido pelos agressores. Entretanto, na terceira vez, ele morrerá por não querer revelar os segredos de um Mestre Maçom.
Na parte do ritual do sermão, após Hirão-Abi ser morto, os três homens que o abordaram percebem que não receberam o segredo em que estavam interessados e precisam se desfazer do cadáver, para que seus atos não sejam descobertos. O corpo de Hirão-Abi seria enterrado em uma colina. No próximo dia, quando Hirão for procurado e não encontrado, o rei Salomão, possivelmente representado pelo pastor, envia um grupo para descobrir o paradeiro de Hirão. Quando o túmulo novo é encontrado, Hirão-Abi é ressuscitado da sepultura.
O que você teria acabado de ver é um ritual em que Hirão-Abi preferiu morrer, foi enterrado e depois ressuscitado do túmulo.
No fim do sermão, o pastor concluiria com as seguintes palavras, resumindo o ensino do drama do ritual com estas palavras do ritual do Terceiro Grau, Mestre Maçom:
“Finalmente, então, meus irmãos, imitemos nosso Grande Mestre, Hirão-Abi, em sua conduta virtuosa, sua piedade genuína a Deus, em sua inflexível fidelidade ao que lhe estava confiado, para que, como ele, possamos receber o severo tirano, a Morte, e recebê-lo como um gentil mensageiro enviado por nosso Supremo Grande Mestre, para nos transportar desta imperfeita para a perfeita, gloriosa e celestial Loja lá em cima, em que o Supremo Arquiteto do Universo preside.”
Se analisar com cuidado as palavras do sermão do pastor, concluirá que ele o instruiu a imitar Hirão-Abi para que possa entrar no céu. Seria um falso evangelho, baseado na imitação a Hirão-Abi, em vez de fé em Jesus Cristo.
Se um pastor pregasse tal sermão, você acreditaria que ele é um cristão sincero que está dependendo de sua fé em Jesus Cristo para obter sua salvação? Acreditaria que ele é um líder espiritual na igreja de Cristo, que vela pelas almas, como quem precisará dar contas delas a Deus? [veja Hebreus 13:17].
A razão para existir o segredo maçônico é óbvia. Se não houvesse o segredo, como o pastor maçom e outros maçons conseguiriam enganar o rebanho?
Se o sermão ritual seria um falso evangelho quando pregado a partir do púlpito da igreja, como não é um falso evangelho quando o mesmo conteúdo é ensinado na loja? Se não é aceitável para um pastor pregar um sermão em que recomenda que a igreja imite Hirão-Abi como modo de entrar no céu, por que é aceitável para os membros da igreja concordarem quando for ensinado na loja? Jesus Cristo vê alguma diferença?
Os pastores maçons devem ser confrontados pelos leigos, ou por outros pastores. Devem ser advertidos que estão participando no ensino de um falso evangelho. Não espere que um pastor maçom veja a verdade, ou compreenda o problema, a não ser que você tenha orado muito sobre o assunto. Eles foram confrontados pela verdade toda vez que assistiram ao ritual do Terceiro Grau. Satanás cegou seus olhos. Possivelmente, não são cristãos convertidos de verdade.

Bons Pastores

Felizmente, nem todos os pastores são mercenários ou lobos. Louvamos a Deus pelos bons pastores que estão dispostos a se levantar com firmeza e falar contra a Maçonaria do púlpito, particularmente quando enfrentam considerável oposição. Freqüentemente, esses pastores sofrem grandes perdas. Muitos são destituídos pela congregação imediatamente após adotarem tal posição, em uma assembléia administrativa que é previamente planejada pelos maçons que são membros da congregação. Normalmente, essas assembléias são caracterizadas pelo súbito aparecimento de muitos membros que estiveram afastados há meses, ou até anos. Eles respondem às ligações telefônicas dos seus irmãos maçons e superam numericamente os membros fiéis da congregação, que são pegos desprevenidos por essa ação rápida. Os leigos normalmente subestimam a necessidade de apoiar um bom pastor que adotou uma posição contra a heresia. Os leigos subestimam a importância das assembléias administrativas, sejam do tipo regular ou extraordinária. Os cristãos sinceros freqüentemente assumem que a resposta a um sermão contra a heresia será o arrependimento, em vez de o desafio; assumem que as outras pessoas são tão sinceras em seu relacionamento com Jesus Cristo quanto eles são. Embora não devemos pensar de nós mesmos mais do que convém, também não devemos subestimar o controle que Satanás exerce sobre outras pessoas. Ele está procurando a quem possa devorar. A maioria das pessoas não compreende a natureza espiritual da Maçonaria. Não muitas pessoas na igreja viram os maçons em ação, porque nas décadas passadas poucos pastores tomaram a decisão de se posicionar contra a Maçonaria.
Os pastores que consideram a questão da Maçonaria precisam reconhecer que Deus é responsável por sua segurança e tomará conta de suas necessidades físicas, bem como as necessidades da família. Se podem confiar nele para a salvação eterna, podem confiar nele agora ao pregarem uma mensagem sem contemporização aos maçons e aos outros que subvertem o evangelho. Se não crêem que podem confiar nele agora, realmente crêem que possam confiar nele mais tarde? Os pastores que decidem adotar uma posição percebem que os sacrifícios que precisam fazer não é nada comparável a ter as mãos e os pés perfurados por enormes pregos. No curto prazo, no mínimo, haverá algum trauma por adotar uma posição contra a Maçonaria. O trauma pode durar uma hora, uma semana, ou muito mais. Algumas vezes, a congregação é abençoada muito além da compreensão no curto prazo, pois ocorrem arrependimentos e reavivamento. No longo prazo, até mesmo os pastores que parecem ter pago o preço mais alto por causa de uma posição firme contra a Maçonaria foram ricamente abençoados. Não conhecemos nenhum caso de alguém que tenha sido assassinado ou que tenha passado fome.
Como homens que deixaram a loja maçônica, compreendemos o sacrifício e o custo de carregar a cruz. Foi difícil para muitos de nós sair da loja. Alguns foram rejeitados e tornaram-se estranhos para os membros da própria família. Perdemos muitos contatos sociais, que pensávamos que fossem amizades. Freqüentemente, verifica-se que nossos amigos maçons não eram amigos coisa nenhuma, mas simplesmente maçons que associavam-se conosco porque também éramos maçons. Ainda nos preocupamos com eles, embora nos rejeitem — simplesmente por termos rejeitado incondicionalmente a Maçonaria. Após serem membros da loja maçônica por vinte anos, ou mais, alguns de nós não tinham amigos fora da loja. Alguns ficaram desanimados, mas sabíamos que não tínhamos escolha, senão pedir o desligamento da loja. Alguns de nós perderam seus empregos, outros perderam seus negócios, outros foram rejeitados pelos próprios irmãos e pelos pais, que permanecem na loja. Entretanto, quando consideramos o que Jesus Cristo sofreu por nós, não podemos imaginar estar diante dele e dizer que teria sido muito doloroso deixar a loja ou que envolveria um custo muito grande.
Em comparação com o preço que Jesus Cristo pagou para nos resgatar, nossos sacrifícios não são nada. Fomos ricamente abençoados como resultado de pedir o desligamento da loja. A servidão espiritual foi quebrada com a confissão e o arrependimento e nosso relacionamento com Jesus Cristo foi fortalecido além do que podíamos imaginar enquanto éramos maçons.
Se você é membro de uma congregação que aceita que maçons sejam recebidos como membros, podemos ajudá-lo a obter materiais que lhe permitirão conhecer a verdade sobre a Maçonaria, para que possa exortar os membros da loja, ou o pastor que está sendo leniente com a Maçonaria, ao arrependimento. Oferecemos videoteipes de encenações do ritual maçônico e testemunhos de ex-maçons que escolheram seguir a Jesus Cristo e deixaram a loja. Documentos da Grande Loja que explicam os significados dos rituais e inúmeros outros itens que o ajudarão a expor a heresia da Maçonaria estão disponíveis em uma rede de ministérios com os quais cooperamos. Membros de Ex-Masons for Jesus estão disponíveis para dar seu testemunho em congregações nos EUA. Nenhum pastor precisa ficar sozinho ao defender o evangelho contra a heresia da Maçonaria. Os membros da igreja têm o direito de ouvir todo o conselho de Deus a partir do púlpito. Há uma descrição para o trabalho dos pastores na segunda epístola de Paulo a Timóteo. Eles devem pregar a palavra e estar preparados a tempo e fora de tempo, para corrigir, repreender e exortar, com toda a longanimidade e doutrina. Nada menos do que isso deve ser tolerado, ou suportado. As almas estão em jogo. 
 

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