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PORTAIS PROIBIDOS- Tomo 16: Seduzidos pela meditação

A vida acelerada
e estressante talvez seja a característica mais marcante deste início
de século. A humanidade rompeu a aurora do século 21 vivendo
ou sobrevivendo com a adrenalina a mil por hora. As pessoas têm uma
vida de qualidade precária como conseqüência do corre-corre
das obrigações que as cercam, do estresse da vida moderna e
eletrizante, dos traumas físicos e psicológicos, de decisões
importantes e constantes a serem tomadas, da angústia e da ansiedade
com o dia de amanhã, da instabilidade no emprego, do desemprego alarmante
e das freqüentes crises de depressão. As pessoas estão
chegando ao limite da exaustão! O ser humano quer paz e tranqüilidade!
Portanto,
está pronta a mente perfeita (o palco perfeito) para a meditação
esotérica entrar em cena, disfarçada de uma super-técnica
milenar que reivindica ser capaz de devolver a harmonia de viver.
Ora, meu
leitor pode estar pensando: “A Bíblia endossa e incentiva a meditação.
As palavras ‘medita(o)’ ou ‘meditarei’ ou ‘meditação’
aparecem dezessete vezes na Bíblia. O que há, então,
de tão diferente entre os procedimentos recomendados pela meditação
das religiões orientais e os do cristianismo? Ora, será que
os evangélicos são contra a meditação?”
Bem, o que
tencionamos com este artigo é diferenciar os dois tipos de meditação:
a esotérica e a cristã, para que a Igreja de Cristo possa se
posicionar entre a febre crescente de meditação esotérica
que nos envolve e a meditação que é agradável
ao Senhor.
Meditação
Esotérica
A meditação
esotérica é oriunda do Oriente. Do Oriente que, espiritualmente,
não orienta, e sim desorienta. Ela faz parte do tripé do ocultismo
(meditação – iluminação – reencarnação).
As metodologias e os tipos de meditações místicas são
as mais diversas. O processo geralmente exige: uma postura correta, às
vezes jejum de algumas horas, longos períodos de silêncio, relaxar
o pensamento (inicialmente o praticante tem de esvaziar a mente), em seguida
realiza uma visualização (imaginar estar em uma floresta, às
margens de uma cachoeira, nas nuvens ou em qualquer local que transmita tranqüilidade),
muitas vezes recitação de mantras (sons aparentemente sem qualquer
significado, mas que quase sempre são nomes de divindades hindus ou
budistas), taquipnéia (respiração acelerada) forçada,
e, por fim, tentar comunicar-se com um “ser” dentro do próprio
praticante (esse “ser” é chamado de “Eu Superior”).
Sintetizando,
a meditação oriental (esotérica) tem dois passos: o primeiro
é esvaziar a mente da pessoa, e o segundo é direcionar essa
mente vazia e desprotegida para uma busca de um suposto “Eu Superior”
introvertido. Trata-se da busca de uma suposta deidade interior. É
o ser humano supostamente sentindo-se “um com deus”.
A meditação
mística se apresenta como uma técnica para relaxar e se “auto-conhecer”
(realização de uma “gnose”). No entanto, na verdade,
esse tipo de meditação coloca o praticante na boca do lobo espiritual,
tornando-o presa fácil para o predador Satanás. Ela equivale
a colocar um pé nas profundidades das trevas, a cair em terreno movediço.
Analisaremos,
de forma sucinta, apenas três das mais populares técnicas de
meditação mística:
1.
Yoga (ioga)
Como já
afirmamos no glossário do livro A Nova Era: Um Passo Para a Manifestação
do “Maitreya” e da Prostituta Babilônia:
Para
a maioria da ingênua população brasileira, a ioga é
apenas uma forma de relaxar, tranqüilizar, normalizar a pressão
arterial e o colesterol, ficar com a musculatura torneada e abolir algum vício.
No Brasil a ioga é praticada em academias de ginástica, spas,
escolas e até em igrejas.
A
palavra vem do indiano antigo (sânscrito) e literalmente significa “união
com Brâman”
(em inglês, Brahman). Brâman é
o deus do hinduísmo, caracterizado como uma força energética,
impessoal, que habita toda e qualquer criatura viva. Assim, os hindus acreditam
que Brâman está dentro do rato, da vaca, do ser humano e de outros
animais.
O
exercício de ioga é praticado há quase cinco mil anos
na Índia e não existe uma pessoa específica que possa
ser identificada como sendo seu criador. O adepto da ioga deve sentar no chão,
cruzar as pernas e colocar os ombros para trás (conhecida como a “posição
da flor de lótus”), embora existam também outras posturas
para se praticar a ioga. Em seguida, o praticante deve iniciar uma meditação
cujo objetivo é libertar a “consciência de divindade”
que existe dentro dele.[1]
José
Hermógenes, talvez o mais conhecido iogue brasileiro, incentiva aos
praticantes da ioga a capricharem no momento em que realizam as diferentes
posturas da ioga (chamadas de asanas). Hermógenes declara que
a asana é um movimento oferecido ao “Eu-Divino”: “Uma
pessoa em uma cadeira de rodas pode fazer ioga tão bem quanto eu. O
trabalho é espiritual. Ao fazer um asana, o iogue deve respirar pensando
em seu eu-divino e oferecer a Deus o que estiver fazendo. Por isso, o asana
tem que ser perfeito, pois é um exercício de devoção”.[2]
A yoga não
é mencionada na Bíblia Sagrada, mas em compensação
a Bhagavad-Gita hindu dedica um capítulo inteiro à prática
da yoga. Observe o que está por trás da yoga: “… a meta
última da prática de yoga é ver o Senhor dentro
de si, quem é consciente de Krsna (Krisna) já é
o melhor dos yogis“.[3] “… praticar yoga, em especial
a bhakti-yoga em consciência de Krsna, pode parecer uma tarefa
muito difícil. Mas se alguém seguir os princípios com
muita determinação, o Senhor certamente ajudará, pois
Deus ajuda a quem se ajuda”.[4] “Servir a Krsna com sentidos purificados
chama-se consciência de Krsna. Esta é a maneira de deixar os
sentidos sob completo controle. Aliás, esta é a mais elevada
perfeição da prática de yoga“.[5]
Rabi R. Maharaj,
um ex-guru hindu convertido ao Senhor Jesus, afirma: “Não existe
hinduísmo sem yoga e não existe yoga sem hinduísmo”.[6]
Rabi Maharaj
afirma também que nas suas viagens pela Índia encontrou vários
ocidentais que mergulharam na religião hindu como resultado de uma
simples iniciação em uma aula de yoga.[7]
2.
Meditação Transcendental com entoação de mantra
A Meditação
Transcendental (MT) é uma das formas mais popularizadas da yoga. Foi
o guru indiano Maharishi Mahesh Yogi que introduziu a MT no mundo ocidental.
Maharishi tem hoje mais de 83 anos e é um homem rico, famoso e poderoso.
Veja o que a revista Carta Capital expôs sobre esse guru:
Esse
velho ícone da Nova Era é hoje um dos homens mais ricos e poderosos
do mundo, controlando um império empresarial que já em 1993
era estimado em US$ 2 bilhões, incluindo vastas propriedades imobiliárias
na Índia, hotéis na Europa, editoras nos EUA, universidades
Maharishi em três continentes, clínicas holísticas, lojas
de alimentos naturais, parques temáticos espirituais e até um
partido político (Natural Law Party) presente nos EUA, em várias
países da Europa Ocidental e Oriental e na Índia (onde leva
o nome de Ajeya Bharat e deixa mais claro seu ideário fundamentalista
hindu).
Seus
adeptos pagam bem caro pelos cursos introdutórios e avançados
de Meditação Transcendental (MT) e fazem doações
regulares; os mais fanáticos dedicam-se de corpo e alma a engrandecer
o império Maharishi; os mais ricos pagam pequenas fortunas para conseguir
seus mantras secretos e pessoais. E estes não são poucos: a
MT surgiu como mais uma mania da contra-cultura dos anos 60, mas hoje é
extremamente popular entre altos executivos, militares e políticos,
incluindo, por exemplo, o líder do Partido Conservador britânico,
William Hague.[8]

algum tempo anunciou-se que o próprio Maharishi iria bancar a construção
bilionária (US$ 1,65 bilhão) do edifício mais alto do
mundo, o São Paulo Tower, na cidade de São Paulo,[9] obedecendo os ditames da arquitetura védica da religião hindu.
A MT é
um tipo de yoga mântrica. A palavra “mantra”, em sânscrito,
significa “libertação da mente”. São sílabas
originárias de uma seita esotérica chinesa chamada Mi Tsung.[10] Para alguns praticantes desinformados, os mantras são apenas “sons”
sem significado aparente. Mas, na verdade, são nomes de deidades hindus
e/ou budistas com intensos poderes ocultos.
Acreditamos
que uma boa maneira de percebermos o mundo tenebroso por trás desse
tipo de meditação é lermos os testemunhos de dois ex-instrutores
(Joan e Craig) de MT, relatados no livro Occult Invasion, de Dave Hunt:
Joan:
A iniciação que cada um tem de passar é uma cerimônia
de louvor hindu em honra a deuses hindus e mestres ascendidos, incluindo o
próprio guru já falecido de Maharishi, chamado Dev.
Como
professora de MT, fui instruída a mentir… dizer-lhes (aos iniciantes)
que o mantra que nós tínhamos dado a eles era um som sem significado,
a repetição do mantra os ajudaria a relaxar – no entanto, na
verdade, era o nome de uma deidade hindu com poderes ocultos tremendos.
Para
aqueles que realmente se envolveram com isso, a MT era como ter tomado uma
espaçonave para outro estado de consciência… Eles eventualmente
acreditariam… que eles poderiam se tornar Deus”.[11]
Craig:
Eu estava profundamente envolvido em MT por vários anos antes de começar
a reconhecer que tinha me associado a uma seita hindu. Àquela altura,
no entanto, já estava muito comprometido… para retroceder…
Centenas
de pessoas, de várias partes do mundo, estudaram por um mês com
Maharishi na Europa para se tornarem professores de MT… e o efeito que isso
teve foi às vezes muito tenebroso.
Alguns
viram espíritos grotescos sentados junto deles enquanto meditavam.
Alguns foram atacados pelos espíritos. Outros [foram]… tomados por
uma fúria cega, até com o impulso para cometer assassinato…
Maharishi explicou que carmas ruins de vidas passadas estavam sendo trabalhados
– uma parte necessária da nossa jornada para uma “consciência
mais elevada”.
Finalmente
eu alcancei a Consciência da Unidade… No entanto, o sentimento eufórico
inicial de que eu “tinha conseguido”… em breve deu lugar ao pânico.
Eu tinha perdido a habilidade de decidir o que era “real” e o que
não era.
Maharishi
me disse para parar de meditar. Gradualmente retornei à aparência
de normalidade – mas sofria de lapsos freqüentes de retorno à
Consciência da Unidade, muito parecidos com um lampejo de LSD.
Depois
de retornar para os Estados Unidos, trabalhei na Universidade Internacional
de Maharishi. Meu companheiro de quarto cometeu suicídio e eu fui confinado
a uma instituição psiquiátrica”.[12]
3.
Meditação Dinâmica
Quem inventou
esse tipo de meditação foi ninguém menos do que o guru
indiano Bhagwan Shree Rajneesh (1932-1990), também conhecido como “Osho”.
Osho foi
aquele guru indiano que estabeleceu a sua comunidade espiritual (os esotéricos
a chamam de “ashram”) em Antelope, Oregon/EUA, reivindicou ser Deus,
angariou fortunas e precipitou um escândalo internacional com suas cerimônias
tântricas*. Entre as posses de Osho constavam terrenos, um hotel e uma
frota de noventa Rolls-Royce. Entre as acusações que pesavam
sobre esse guru esotérico estavam a de perversão, realização
de lavagem cerebral e sonegação de impostos. Rajneesh foi deportado
dos Estados Unidos para a Índia, onde morreu.
Osho dividia
sua meditação em quatro partes de aproximadamente trinta minutos
cada uma. Na primeira sessão, os participantes eram conduzidos a uma
taquipnéia forçada realizando incursões respiratórias
rápidas e profundas. Esta hiperventilação era supostamente
para despertar a força da serpente Kundalini localizada na base da
coluna do praticante. Na segunda sessão, eram levados a extravasarem
todos os seus sentimentos gritando (alguns alunos chegavam a se debater no
chão), contorcendo-se, esperneando e rolando pelo chão. Pareciam
crianças tendo ataques de raiva. A terceira sessão era semelhante
à primeira: voltavam a apresentar a taquipnéia forçada
acompanhada do som “uh-uh-uh-uh…”. O corpo pulava sem parar e
tornavam-se “um com a energia”. Na quarta sessão, alguém
gritava “pare!”, e todos ficavam totalmente imóveis (catatônicos),
geralmente de olhos fechados durante vários minutos de silêncio
(“a mente pára”).
Alguns ex-praticantes
da meditação dinâmica afirmam que chega um momento em
que a pessoa deixa de pensar, para de raciocinar, parece que todos os pensamentos
fogem e os problemas se vão. A mente torna-se vazia e a pessoa aparentemente
se isola do mundo exterior.
Críticos
de Rajneesh afirmam que essa meditação é uma lavagem
cerebral que propicia um estado temporário de paz na consciência.
Eles afirmam que os problemas íntimos de cada um retornam à
mente depois de se passar algum período de tempo sem praticar essa
meditação e, em vez de serem solucionados, são protelados
e às vezes até esquecidos. Assim, para afastar (esquecer) os
problemas pessoais, o indivíduo fica preso a prática da meditação.
Conseqüentemente, a pessoa fica cativa à prática da meditação
para que sua mente continue “anestesiada” e as dificuldades do cotidiano
sejam amordaçadas e não a pertubem.

tantas formas de meditação sendo ensinadas que é impossível
listá-las todas.
Meditação
Cristã
A meditação
esotérica, motivada por Satanás, é passiva. A meditação
cristã é ativa.
Na meditação
bíblica, o indivíduo deve não apenas ler a Bíblia,
mas principalmente decorá-la e aplicá-la à sua vida,
além de falar com Deus através da oração e do
louvor.
O reverendo
Bob Larson, em seu livro Larson’s New Book of Cults, afirma:
“A
raiz da palavra meditação implica um processo ruminativo
de uma digestão vagarosa das verdades de Deus. Isso envolve um pensamento
concentrativo, dirigido, que medita nas leis, obras, preceitos, palavra e
pessoa de Deus. “Medite nEle”, é a mensagem da Escritura.
[…] A meditação mística cultua o próprio ser
como uma manifestação interior de Deus. A meditação
bíblica estende-se ao exterior para um Deus transcendental que nos
levanta acima da nossa natureza interna pecaminosa para comungar com Ele através
do sangue do Seu Filho”.[13]
Não
interessa se a experiência mística vem através do uso
de drogas, da prática de yoga, canalização, MT, mediunidade,
hipnose, experiências de quase-morte, cromoterapia ou de qualquer outra
metodologia. O processo de buscar orientação espiritual não
no Deus da Bíblia, mas em um “deus” (o “Eu Superior”)
que alega-se estar dentro de cada ser humano, é uma ilusão satânica.
Temos diversos testemunhos de ex-esotéricos que afirmam ter tido contatos,
durante a prática da meditação mística, com demônios
disfarçados até de “Jesus Cristo”.
Meditação
Esotérica x Meditação Cristã
As duas maiores
divergências entre a meditação esotérica e a cristã
são:
A primeira
é que a meditação cristã não aceita esvaziar
a mente (“a cessação do pensamento”). Mente vazia
é alvo fácil para a possessão demoníaca. Não
se esqueçam que Jesus afirmou que um demônio, após ter
saído de um certo homem, retornou para o mesmo homem, algum tempo depois,
porque este continuava espiritualmente desabitado (Mateus 12.43 a 45).
Quando alguém
se ausenta da mente, como ocorre com a meditação esotérica,
esta vira terra de ninguém, tão propícia aos demônios
quanto um terreno baldio a assaltantes de subúrbio. Assim, a mente
vazia torna-se local privilegiado do satanismo.
A segunda
divergência é que a meditação cristã é
sempre direcionada a Deus, às Suas obras maravilhosas, aos Seus sábios
preceitos e à Sua Palavra Sagrada. Jamais ela é direcionada
a uma contemplação vazia de algum aspecto da natureza e, tampouco,
direcionada à nossa própria intuição, pois o coração
do homem é enganoso (Jeremias 17.9).
A meditação
esotérica caracteriza-se pela exacerbação da intuição
em detrimento da razão. Ela utiliza como isca recursos capazes de nos
fazer sentir mais e pensar menos; mais urros e menos louvor; mais devaneios
e menos realidade; mais autoconhecimento egocêntrico e menos cristocêntrico
ou mais niilismo e menos cristianismo.
“Quanto
amo a tua lei! Nela medito o dia todo” (Salmos 119.97); “Na minha
cama, lembro-me de ti; medito em ti nas vigílias da noite” (Salmos
63.6); “Tenho mais entendimento do que todos os meus mestres, pois medito
nos teus estatutos” (Salmos 119.99); “Lembro-me dos dias antigos;
medito em todos os teus feitos e considero a obra das tuas mãos”
(Salmos 143.5).
Conclusão
De um lado,
o objetivo final da meditação esotérica é
o controle total das mentes dos praticantes por forças ocultas anticristãs.
Do outro lado, o alvo da meditação cristã é
o cultivo constante de um relacionamento de amor e dependência do homem
limitado com o seu único Deus – Maravilhoso, Criador, Onipresente,
Onipotente, Onisciente e Ilimitado.
As pessoas
estão cansadas e até certo ponto exaustas; procuram tranqüilidade
de espírito e estão dando ouvidos para o canto da sereia esotérica.
Escolher a opção pela meditação esotérica
(da Nova Era) é satisfazer-se com ilusões. Cair na sedução
da meditação oriental (esotérica) é andar por
caminhos movediços que conduzem à morte eterna.
A opção
espiritualmente correta é meditar na Palavra de Deus, que conduzirá
o ser humano pelo único caminho para a vida eterna – Jesus Cristo.
Você está cansado? Jesus disse: “Vinde a mim todos os
que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei” (Mateus 11.28).
Medite, pois,
no Senhor! Amém!
“Sejam
agradáveis as palavras da minha boca, e a meditação do
meu coração perante a tua face, ó Senhor, Rocha minha
e Redentor meu!” (Salmos 19.14).
(Dr.
Samuel Fernandes Magalhães Costa )
Bibliografia:
  1. Costa, Samuel Fernandes M., A
    Nova Era: Um Passo Para a Manifestação do “Maitreya”
    e da Prostituta Babilônia.
    Obra Missionária Chamada da
    Meia-Noite, Porto Alegre, RS, 1996, páginas 186 e 187.

  2. Artigo
    Ioga: Os Mestres da Flexibilidade. Revista Incrível. Bloch
    Editores S.A., Rio de Janeiro, RJ, Ano II – número 26, novembro de
    1994, páginas 48 e 49
  3. Prabhupãda,
    A. C. Bhaktivedanta Swami, Bhagavad-Gita: Como Ele É. The
    Bhaktivedanta Book Trust International, São Paulo, SP, 1995, página
    310.
  4. Id,
    página 320.
  5. Ibid,
    página 322.
  6. Documentário
    em fita de vídeo: Os Deuses da Nova Era. Buenna Vista Films,
    Rio de Janeiro, RJ (considerações sobre a yoga, feitas pelo
    ex-guru Rabi R. Maharaj).
  7. Id.
  8. Artigo
    “A Torre de Babel – A Ciência Védica da construção
    chega a São Paulo com o Maharishi”, Revista Carta Capital.
    São Paulo, SP, ano VI, número 110, 10 de novembro de 1999,
    páginas 21-22.
  9. Artigo
    “Prédio mais alto do mundo assusta arquiteto brasileiro”,
    Folha de São Paulo. São Paulo, SP, ano 79, número
    25.624, 30 de maio de 1999, caderno 3, página 6.
  10. Blofeld,
    John, Mantras: Palavras Sagradas de Poder. Editora Cultrix Ltda.
    São Paulo, SP, terceira edição, 1991, página
    31.
  11. Hunt,
    Dave, Occult Invasion: The Subtle Seduction of The World and Church.
    Harvest House Publishers, Eugene, Oregon, USA, 1998, página 283.
  12. Id.
  13. Larson,
    Bob, Larson’s New Book of Cults. Tyndale House Publishers Inc., Wheaton,
    Illinois, USA, 1994, páginas 55-56.

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