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OS MISTÉRIOS DO 11 DE SETEMBRO “PORQUE A VERSÃO OFICIAL NÃO PODE SER VERDADEIRA”

e se alçavam as torres gémeas. (foto tomada em julho do 2007)

Hipótese conspirativas

Artigo principal: Conspirações do 11-S

Desde que produziram-se os atentados têm surgido varias hipótese às que
se costuma agrupar baixo a denominação de teorias conspirativas, que
sustentam que as conclusões atingidas na investigação oficial não
resultam consistentes com os factos.

Em general, nestas teorias questionam-se a possibilidade de que um
Boeing 757 tivesse embestido contra o Pentágono; que as Torres Gémeas ou
a Torre Nº 7 do World Trade Center tivessem podido se derrubar como o
fizeram a raiz do impacto dos
aviões, e não como consequência da colocação de ónus explosivas, em uma
demolição feita a controle remoto; que no voo 93 de United tivesse
existido um confronto entre os passageiros e os terroristas… Pelo
geral estes autores afirmam ter encontrado incongruencias que põem em
dúvida toda a versão governamental. Algumas das supostas inconsistencias
que os críticos mencionam seriam o facto de que, em teoria, era
impossível que um avião pudesse se acercar ao Pentágono sem accionar as
defesas antiaéreas ou que o FBI tivesse localizado o passaporte intacto
de um dos terroristas dentro dos restos humeantes do World Trade Center.[81] Outras incongruencias estão baseadas nas irregularidades económicas acaecidas, dantes, durante e após os atentados.

Quanto aos autores, algumas destas teorias sustentam que alguns membros do governo dos Estados Unidos conheciam
os planos de atentar contra as torres gémeas mas não fizeram nada para
os impedir. Outras chegam inclusive a acusar directamente ao próprio
governo dos Estados Unidos de planear e executar os atentados.

Entre os principais opositores à versão dada pelo governo estadounidense
encontra-se o jornalista francês e director do site de extrema
esquerda Rede Voltaire Thierry Meyssan, quem escreveu um livro titulado A grande impostura . Em seu trabalho,
Meyssan exibe uma série de razões e argumentos pelos que, segundo ele,
não é possível dar por verdadeira a versão governamental.

Outro dos mais acérrimos críticos é o professor estadounidense David Ray Griffin, autor do livro Desenmascarando o 11-S[82] onde
faz uma análise ponto por ponto dos factos ocorridos o 11 de setembro
de 2001. Griffin afirma ter encontrado ao menos 115 falhas lógicas
graves[83] na versão “oficial” dos atentados.[84]

A destruição do World Trade Center:
Porque a descrição oficial não pode ser verdadeira

Versão autorizada (com referências & notas)

por Dr. David Ray Griffin [*]

1. O colapso das Twin Towers
2. Testemunhos acerca de explosões e fenómenos relatados nas histórias orais do 11/Set
3. Implicações
4. Outros factos suspeitos
5. O colapso do Edifício 7
6. Conclusão
Notas
Referências 

Edifícios do WTC.Em The New Pearl Harbor: Disturbing Questions about the Bush Administration and 9/11  (2004), sumariei dúzias de factos e relatórios que lançam dúvidas sobre a estória oficial acerca do 11/Set. A seguir, em The 9/11 Commission Report: Omissions and Distortions  (2005a),
discuti o modo como estes vários factos e relatórios foram tratados
pela Comissão do 11/Set, nomeadamente através da distorção ou
simplesmente da sua omissão. Também adoptei a abordagem do grande quadro geral, com acumulação de argumentos, nos meus ensaios e palestras anteriores sobre o 11/Set (Griffin, 2005b e 2005d). [1] Esta
abordagem, que mostra serem problemáticos todos os aspectos da estória
oficial, proporciona o mais efectivo desafio à mesma.

Mas
este modo de apresentar a evidência tem uma grande limitação,
especialmente quando utilizado em palestras e ensaios. Significa que o
tratamento de toda questão particular deve ser bastante breve, portanto
superficial. Com isso as pessoas podem ser levadas a suspeitar que um
tratamento mais completo de qualquer questão particular poderia mostrar,
afinal de contas, ser plausível a estória oficial.

Neste
ensaio, vou concentrar-me numa questão: porque as Twin Towers e o
edifício 7 do World Trade Center entraram em colapso. Uma vantagem desta
concentração, além do facto de permitir entrar em consideráveis
pormenores, é que a destruição do World Trade Center proporciona-nos uma
das melhores janelas para a verdade acerca do 11/Set. Uma outra
vantagem desta focalização é que nos permitirá olhar para as revelações
contidas nas histórias orais do 11/Set, as quais foram registadas pelo
New York Fire Department logo após o 11/Set mas divulgadas para o
público só em Agosto de 2005.

Começarei com a questão de porque as Twin Towers entraram em colapso, a seguir levantarei a mesma questão acerca do edifício 7.

1. O COLAPSO DAS TWIN TOWERS

Logo
após o 11/Set, o presidente Bush aconselhou o povo a não tolerar
“ultrajantes teorias conspiratórias acerca dos ataques do 11 de
Setembro” (Bush, 2001). [2] Philip
Zelikow, que dirigiu o trabalho da Comissão 11/Set, advertiu igualmente
contra “ultrajantes teorias conspiratórias” (Hansen, 2005). O que
querem estes homens significar com tal expressão? Eles não podem querer
dizer que deveríamos rejeitar todas as teorias da conspiração acerca do
11/Set, porque a própria prestação de contas do governo é uma teoria da
conspiração, em que os conspiradores são todos membros da al-Qaeda. Eles
querem dizer apenas que deveríamos rejeitar teorias ultrajantes.

Mas
o que distingue uma teoria ultrajante de uma não ultrajante? Esta é uma
das questões centrais em filosofia da ciência. Quando confrontados por
teorias rivais — digamos a evolução neo-darwiniana e a concepção
inteligente — cientistas e filósofos da ciência perguntam qual teoria é
melhor e porque. A marca de uma boa teoria é que ela pode explicar, de
um modo coerente, todos ou pelo menos a maior parte dos factos
relevantes e não é contraditada por qualquer deles. Uma má teoria é
aquela que é contraditada por alguns dos factos relevantes. Uma teoria
ultrajante seria aquela que fosse contraditada por virtualmente todos os
factos relevantes.

Tendo
esta definição em mente, vamos olhar para a teoria oficial acerca da
Twin Towers, a qual diz que eles entraram em colapso devido ao efeito
combinado do impacto dos aviões e dos incêndios resultantes. O relatório
publicado pelo FEMA diz: “O dano estrutural recebido por cada torre
devido ao impacto, combinado com os incêndios que se seguiram,
resultaram no colapso total de cada edifício” (FEMA, 2002). [3] Esta
teoria pertence claramente à categoria das teorias ultrajantes, porque é
contraditada por virtualmente todos os factos relevantes. Embora esta
declaração possa parecer extrema, explicarei porque não é.

NENHUM COLAPSO ANTERIOR INDUZIDO POR INCÊNDIO 

A
teoria oficial verificou-se implausível devido a dois grandes
problemas. O primeiro é o simples facto de que o fogo nunca — antes ou
depois do 11/Set — levou edifícios altos com estrutura de aço a entrarem
em colapso. Os defensores da estória oficial raramente, se é que alguma
vez, mencionam este simples facto. Na verdade, o relatório supostamente
definitivo publicado pelo NIST — o National Institute for Standards and
Technology (2005) — insinua mesmo que colapso de grandes edifícios com
estrutura de aço induzidos por incêndios são acontecimentos normais
(Hoffman, 2005). [4] Contudo, longe de serem normais: tais colapsos nunca ocorreram, excepto para os alegados casos do 11/Set.

Os
defensores da teoria oficial, naturalmente, dizem que os colapsos foram
provocados não simplesmente pelo fogo e sim pelo fogo combinado com os
danos provocados pelos aviões. As torres, entretanto, foram concebidas
para aguentarem o impacto de aviões aproximadamente da mesma dimensão
dos Boeing 767s. [5] Hyman Brown, o administrador da construção das Twin Tower, afirmou: “Elas foram super-projectadas (over-designed) para
aguentarem quase qualquer coisa, incluindo furacões, … bombas e um
choque de avião [sobre elas]” (Bollyn, 2001). E mesmo Thomas Eagar, um
professor do MIT de engenharia dos materiais que apoia a teoria oficial,
diz que o impacto dos aviões não teria sido significativo, porque “o
número de colunas perdidas com o impacto inicial não foi grande as
cargas eram comutadas pelas colunas remanescentes nesta estrutura
altamente redundante” (Eagar e Musso, 2001, pp. 8-11). Da mesma forma, o
Relatório NIST, ao discutir como o impacto dos aviões contribuiu para o
colapso, foca primariamente a afirmação de que os aviões removeram (dislodged) um bocado da protecção anti-fogo (fire-proofing) do aço. [6]

A
teoria oficial do colapso é, portanto, essencialmente uma teoria do
incêndio, assim não pode ser demasiado enfatizado que incêndios nunca
provocaram colapsos de grandes edifícios com estruturas de aço — nunca,
seja antes do 11/Set ou após o 11/Set, ou em qualquer lugar do mundo,
excepto alegadamente na Cidade de Nova York.

Alguém
pode dizer, naturalmente, que há uma primeira vez para todas as coisas,
e que um incêndio verdadeiramente extraordinário pode induzir um
colapso. Vamos examinar esta ideia. O que significaria um incêndio
extraordinário? Dadas as propriedades do aço, um incêndio precisaria ser
muito quente, muito quente e de muito longa duração. Mas os incêndios
das torres não tiveram nenhuma destes características, e muito menos
todas as três.

Tem
havido afirmações, certamente, de que os fogos foram muito quentes.
Alguns especiais da televisão afirmaram que as torres entraram em
colapso porque o incêndio era suficientemente quente para fundir o aço.
Exemplo: um especial da BBC News citou Hyman Brown como tendo dito: “o
aço funde, e 24 mil galões [90,7 mil litros] de combustível de aviação
fundiram o aço”. Outra pessoa, apresentada como engenheiro de
estruturas, disse: “Foi o fogo que matou os edifícios. Não há nada sobre
a terra que possa sobreviver àquelas temperaturas com aquela quantidade
de combustível a queimar … As colunas teriam fundido” (Barter,
2001). [7]

Estas afirmações, contudo, são absurdas. O aço nem mesmo começa a fundir antes de atingir 2800º Fahreinheit [1538º Celsius] [8] E
mesmo assim incêndios abertos alimentados por hidrocarbonetos como o
querozene — que é o jet fuel — podem no máximo elevar-se a 1700ºF
[927ºC], temperatura que está quase 1100 graus F [593ºC] abaixo do ponto
de fusão do aço. [9] Podemos, consequentemente, afastar a afirmação de que as torres entraram em colapso porque as suas colunas de aço fundiram-se. [10]

A
maior parte dos defensores da teoria oficial não faz, de facto, esta
afirmação absurda. Ele dizem simplesmente que o fogo aqueceu o aço até o
ponto em que este perdeu tanto da sua resistência (strenght) que envergou(buckled) [11] Thomas
Eagar, por exemplo, diz que o aço perde 80 por cento da sua resistência
quando aquecido a 1300ºF e argumenta que foi isto o que aconteceu. Mas
para esta afirmação ser plausível, os fogos ainda teriam tido de ser
bastante quentes.

Mas
não foram. Foram feitas afirmações, como vimos, acerca do jet fuel. Mas
grande parte dele queimou-se muito rapidamente nas enormes bolas de
fogo produzidas quando os aviões bateram nos edifícios, e o resto
consumiu-se dentro de 10 minutos, [12] após
os quais as chamas extinguiram-se. Fotografias das torres tiradas 15
minutos após terem sido batidas mostram poucas chamas e bocados de fumo
negro, um sinal de que os fogos estavam a morrer por falta de oxigénio.
Thomas Eagar, reconhecendo este facto, diz que os fogos estavam
“provavelmente apenas a cerca de 1200 ou 1300ºF” [649 ou 704ºC] (Eagar,
2002).

Além
disso, há razões para acreditar que os fogos não estavam sequer àquela
temperatura. Como mostram as fotografias, os fogos não romperam vidraças
e nem mesmo se espalharam muito para além dos seus pontos de origem
(Hufschmid, 2002, p. 40). Esta evidência fotográfica é apoiada por
estudos científicos executados pelo NIST, os quais descobriram que das
16 colunas do perímetro examinadas, “apenas três tinham evidência de que
o aço atingira temperaturas acima dos 250°C [482°F],” e nenhuma
evidência de que qualquer das colunas centrais tivesse mesmo atingido
aquelas temperaturas (2005, p. 88).

O
NIST (2005) afirma que “não generalizou estes resultados, uma vez que
as colunas examinadas representavam apenas 3 por cento das colunas do
perímetro e 1 por cento das colunas centrais dos pisos incendiados”. Que
apenas uma porcentagem tão diminuta das colunas estivesse disponível
deveu-se, claro, ao facto de responsáveis governamentais terem
imediatamente vendido e embarcado para o estrangeiro a maior parte das
colunas. Em qualquer caso, as descobertas do NIST, com base nesta
diminuta porcentagem das colunas, não são irrelevantes. Elas significam
que quaisquer especulações de que algumas das colunas centrais atingiram
temperaturas muito mais elevadas seriam apenas isso — pura especulação
não suportada por qualquer evidência empírica.

Além
disso, mesmo se o fogo tivesse atingido 1300º F [704º C], como supõe
Eagar, isto não significa que qualquer parte do aço teria atingido tal
temperatura. O aço é um excelente condutor de calor. Aplique um fogo
numa parte de uma longa barra de aço e o calor rapidamente espalhar-se-á
às outras partes e a quaisquer outras peças de aço com as quais aquela
barra esteja conectada. [13]

Para
fogos terem aquecido algumas das colunas de aço a qualquer coisa
próxima à sua própria temperatura, eles precisariam ser muito grandes,
relativamente à dimensão dos edifícios e à quantidade de aço dentro
deles. As torres, naturalmente, eram enormes e tinha uma enorme
quantidade de aço. Um fogo pequeno, localizado, de 1300ºF [704ºC] nunca
teria aquecido quaisquer das colunas de aço mesmo a uma temperatura
próxima daquela, pois o calor ter-se-ia dispersado rapidamente por todo o
edifício.

Alguns
defensores da estória oficial afirmaram que os incêndios na verdade
foram muito grandes, transformando os edifícios em “infernos
grandiosos”. Mas toda a evidência vai contra esta afirmação,
especialmente em relação à torre sul, que entrou em colapso primeiro.
Esta torre foi batida entre os pisos 78 e 84, de modo que esta é a
região onde o fogo teria sido mais intenso. E mesmo assim Brian Clark,
um sobrevivente, disse que quando desceu ao 80º piso: “Podia-se olhar
através da parede e das fendas e ver chamas … apenas lambidelas, não
um inferno barulhento, apenas chamas tranquilas e algum fumo a
alongar-se através da parede”. [14] De igual modo, um dos chefes de bombeiros que alcançou o 78º piso descobriu apenas “dois bolsões isolados de fogo”. [15]

A
torre norte, certamente, tinha fogos que eram suficientemente grandes e
quentes para levar muitas pessoas a saltarem para a morte. Mas como
sabe qualquer um com uma lareira ou forno, o fogo que não danifica o aço
ou mesmo o ferro queimará a carne humana. Em muitos casos também pode
ter sido mais o fumo do que o calor o que levou pessoas a saltarem.

De
qualquer forma, os fogos, para enfraquecerem as colunas de aço, teriam
precisado ser não apenas muito grandes e muito quentes como também muito
duradouros. [16] Disseram
ao público que as torres tinham tais fogos, com a CNN a dizer que fogos
“muito intensos queimaram durante um longo tempo”. [17] Mas
não foi assim. A torre norte entrou em colapso uma hora e 42 minutos
depois de ser batida, a torre sul entrou em colapso depois de apenas 56
minutos.

Para
verificar quão ridícula é a afirmação de que os incêndios de curta
duração nas torres poderiam ter induzido um colapso estrutural, podemos
compará-los com alguns outros incêndios. Em 1988, um incêndio no First
Interstate Bank Building em Los Angeles ardeu durante 3,5 horas e
destruiu 5 dos 62 andares do edifício, mas não houve dano estrutural
significativo (FEMA, 1088). Em 1991, um enorme incêndio no One Meridian
Plaza, de Filadélfia, perdurou por 18 horas e destruiu 8 dos 39 andares
do edifício, mas, afirma o relatório do FEMA, embora “traves e vigas
mestras tenham-se vergado e deformado … sob severas exposições ao fogo
…, as colunas continuaram a suportar suas cargas sem dano óbvio”
(FEMA, 1991). Em Caracas, em 2004, um incêndio num edifício de 50
andares ardeu durante 17 horas, destruindo completamente os 20 andares
superiores do edifício, e mesmo assim ele não entrou em colapso (Nieto,
2004). E contudo nós somos supostos acreditar que um incêndio de 56
minutos levou a torre sul a entrar em colapso.

Além
disso, ao contrário dos incêndios nas torres, os incêndios em Los
Angeles, Filadélfia e Caracas foram suficientemente quentes para partir
vidraças.

Uma
outra importante comparação é proporcionada por uma série de
experimentos efectuados na Grã-Bretanha em meados da década de 1990 a
fim de verificar que espécie de danos podiam ser infligidos a edifícios
com estrutura de aço sujeitando-os a incêndios extremamente quentes,
todos eles a consumi-los durante muitas horas. O FEMA, tendo examinado
aqueles experimentos, afirmou: “Apesar de a temperatura das vigas de aço
ter atingido 815-927ºC (1500-1700ºF) em três dos testes …, não foi
observado colapso em nenhum dos seis experimentos” (1988, Apêndice A).

Estas
comparações revelam o absurdo da afirmação do NIST de que as torres
entraram em colapso porque os aviões golpearam a protecção contra o fogo
das colunas de aço. A protecção anti-fogo proporciona defesa durante
apenas umas poucas horas, assim o aço nos edifícios em Filadelfia e
Caracas foi directamente exposto ao fogo durante 14 horas ou mais e
mesmo assim não vergou. O NIST afirma, no entanto, que o aço na torre
sul vergou porque foi exposto directamente às chamas durante 56
minutos. [18]

Uma
afirmação produzida por alguns defensores da teoria oficial é especular
que havia algo nas Twin Towers que as tornaria singularmente
vulneráveis ao fogo. Mas estas especulações não são apoiadas por
qualquer prova. E, como destacou Norman Glover: “Quase todos os grandes
edifícios serão local para um grande incêndio durante a sua vida útil.
Nenhum edifício de grande altura alguma vez entrou em colapso devido ao
fogo. O WTC foi o local de um incêndio em 1975, entretanto o edifício
sobreviveu com danos menores, foi reparado e retornou ao serviço”
(Glover, 2002).

MÚLTIPLAS EVIDÊNCIAS DE DEMOLIÇÃO CONTROLADA 


uma verdade reversa para o facto de que, além dos alegados casos do
11/Set, o fogo nunca ter provocado colapsos em grandes edifícios com
estrutura de aço. Esta verdade reversa é que todos os colapsos totais
anteriores foram provocados pelo procedimento conhecido como “demolição
controlada”, no qual explosivos capazes de cortar aço foram colocados em
lugares cruciais por todo o edifício e a seguir deflagrados numa ordem
particular. Justamente por saber que as torres entraram em colapso, a
suposição natural portanto seria que elas foram deitadas abaixo por
explosivos.

Esta
suposição a priori é, além disso, suportada por um exame empírico da
natureza particular dos colapsos. Aqui chegamos ao segundo grande
problema com a teoria oficial, nomeadamente de que os colapsos tinham
pelo menos onze características que seriam de esperar se, e apenas se,
fossem utilizados explosivos. Descreverei brevemente estas onze
características.

Início súbito: Numa
demolição controlada, o início do colapso é súbito. Num primeiro
momento, o edifício está perfeitamente imóvel; no momento seguinte ele
subitamente começa a entrar em colapso. Mas o aço, quando aquecido, não
verga nem se parte subitamente. Assim, em colapsos induzidos por
incêndios — se tivéssemos quaisquer exemplos dos mesmos — o início seria
gradual. Vigas horizontais e pilastras (trusses) começariam a
perder firmeza, colunas verticais, se sujeitas a forças fortes,
começariam a vergar. Mas como mostram os vídeos das torres, [19] não
havia sinais de envergamento ou perda de firmeza, mesmo sobre os
andares exactamente acima dos danos provocados pelo impacto dos aviões.
Os edifícios estavam perfeitamente imóveis até o momento em que
começaram os seus colapsos.

Caimento a pique (Straight Down): A
coisa mais importante numa demolição controlada de um edifício alto
próximo a outros edifícios é que ele venha cair a direito, dentro, ou
pelo menos próximo, do seu próprio terreno, de modo a que não danifique
os outros edifícios. Toda a arte da ciência da demolição controlada é
orientada primariamente em torno deste objectivo. Como explicou Mark
Loizeaux, presidente da Controlled Demolition, Inc., “para deitar [um
edifício] abaixo como queremos, de modo a que … nenhuma outra
estrutura seja danificada”, a demolição deve ser “totalmente planeada”,
utilizando “o explosivo correcto [e] o padrão correcto de disposição das
cargas” (Else, 2004). [20] Se
os 110 andares das Twin Towers houvessem caído mal, eles teriam
provocado uma enorme quantidade de danos a edifícios que cobriam muitos
quarteirões da cidade. Mas as torres caíram a direito. Consequentemente,
a teoria oficial, ao implicar que o incêndio produziu colapsos que
imitavam perfeitamente aqueles que normalmente se verificam somente por
explosivos colocados com precisão, exige um milagre. [21]

Velocidade quase de queda livre: Edifícios
deitados abaixo por explosão controlada colapsam à velocidade quase de
queda livre. Isto pode ocorrer porque os apoios para os pisos mais
baixos são destruídos, de modo que quando os pisos superiores vêm abaixo
eles não encontram resistência. O facto de que os colapsos da torres
imitassem esta característica da demolição controlada foi mencionada
indirectamente pelo Relatório da Comissão do 11/Set (The 9/11 Commission
Report), o qual afirmou que a “Torre Sul colapsou em 10 segundos” (Kean
e Hamilton, 2004, p. 305). [22] Os
autores do relatório evidentemente pensaram que a rapidez deste colapso
não entrava em conflito com a teoria oficial, conhecida como a teoria
“panqueca”. De acordo com esta teoria, os pisos acima dos pisos que
foram enfraquecidos pelo impacto do avião caíram sobre o piso de baixo, o
que provocava uma reacção em cadeia, de modo que os pisos “panquecaram”
todo o caminho abaixo.

Mas
se foi isto que aconteceu, os pisos inferiores, com todo o seu aço e
betão, teriam proporcionado resistência. Os pisos superiores não podiam
ter caído através deles à mesma velocidade que cairiam através do ar.
Contudo, os vídeos dos colapso mostram que o entulho a cair dentro do
perfil do edifício caia à mesma velocidade que o entulho do lado de
fora [23] (Jones, 2006). Como arquitecto e físico, Dave Heller (2005) explica:

os
andares não podiam ter estado a cair como panquecas. Os edifícios
caíram demasiado rapidamente. Os andares devem ter caído todos
simultaneamente para atingir o chão num espaço de tempo tão curto. Mas
como? … No método conhecido como demolição controlada, cada piso de um
edifício é destruído justamente no momento em que o piso de cima está
prestes a cair sobre ele. Assim, os andares caem simultaneamente, e em
virtual queda livre. (Garlic e Glass 6)

Colapso total: A
teoria oficial é ainda mais decisivamente rejeitada pelo facto de que
os colapsos foram totais. Estes edifícios de 110 andares colapsaram em
pilhas de entulho com apenas uns poucos andares de altura. Como foi isto
possível? O núcleo de cada torre continha 47 colunas em caixa de aço
maciças. [24] De
acordo com a teoria da panqueca, os suportes horizontais de aço
escaparam das colunas verticais. Mas se foi isto que aconteceu, as 47
colunas centrais teriam permanecido de pé. A Comissão do 11/Set sugeriu
uma solução ousada para este problema. Ela simplesmente negou a
existência das 47 colunas centrais, dizendo: “O núcleo interior dos
edifícios era um poço de aço vazio (a hollow steel shaft), no
qual foram agrupados elevadores e escadas” (Kean e Hamilton, 2004, 541
note 1). Voila! Sem quaisquer 47 colunas centrais, o problema principal
está removido.

O
Relatório NIST manipulou este problema muito difícil ao afirmar que
quando os pisos entraram em colapso os mesmos puxaram as colunas,
levando a que as do perímetro se tornassem instáveis. Esta instabilidade
aumentaria então o peso da carga sobre as colunas centrais, as quais
teriam sido enfraquecidas pelos incêndios tremendamente quentes no
núcleo, os quais, afirma o NIST, atingiriam 1832ºF (1000ºC), e esta
combinação de factores de algum modo produziu o “colapso global” (NIST,
2005, pp. 28, 143).

Esta
teoria defronta-se com dois problemas. Primeiro, a afirmação do NIST
acerca de incêndios tremendamente quentes no núcleo está completamente
desapoiada pela evidência. Como vimos anteriormente, os seus próprios
estudos não descobriram qualquer prova de que quaisquer das colunas
centrais tivesse atingido temperatura de mesmo 482ºF (250ºC), de modo
que a sua teoria envolve um acréscimo puramente especulativo de mais de
1350ºF (732ºC). [25] Segundo,
mesmo que esta sequência de eventos tivesse ocorrido, o NIST não
apresenta explicação da razão porque teria provocado colapso global —
isto é, total. O Relatório NIST assevera que a “falência das colunas”
ocorreu tanto nas do centro como nas do perímetro. Mas isto permanece
uma afirmação vazia. Não há explicação plausível da razão porque as
colunas se teriam rompido ou mesmo vergado de modo a produzir colapso
global à velocidade virtual de queda-livre, mesmo que tivessem atingido
tais temperaturas. [26]

Aço cortado (Sliced Steel): Nas
demolições controladas de edifícios com estrutura de aço são utilizados
explosivos para cortar em pedaços colunas e vigas de aço. Um
representante da Controlled Demolition, Inc., afirmou que o RDX, um dos
explosivos poderosos utilizados habitualmente, corta o aço em fatias tal
como uma “lâmina de navalha atravessa um tomate”. O aço é, além disso,
não simplesmente cortado em fatias, é cortado em fatias com comprimentos
manejáveis. Como diz a Controlled Demolition, Inc. na sua publicidade:
“Nosso sistema DREXSTM … segmenta componentes de aço em pedaços que
cumprem a capacidade de elevação do equipamento [guindastes] disponível”. [27]

Os
colapsos das Twin Towers, aparentemente, de certo modo também
conseguiram imitar esta característica das demolições controladas. Jim
Hoffman (2004), depois de estudar várias fotos do sítio do colapso,
disse que grande parte do aço parecia estar “cortado em pequenos pedaços
… secções que podiam ser facilmente carregadas para cima do
equipamento que estava a limpar o terreno (Ground Zero) “. [28]

Pulverização do betão e outros materiais: Outra
característica da demolição controlada é a produção de um bocado de
poeira, porque explosivos suficientemente poderosos para cortar aço
pulverizarão betão e a maior parte das outras substâncias não-metálicas
em micro partículas. E Hoffman (2003) relata: “aproximadamente todos os
constituintes não-metálicos das torres foram pulverizadas em um pó
fino”. [29] Esta
observação também foi feita pelo coronel John O’Dowd, do U.S. Army
Corps of Engineers. “Nos sítios do World Trade Center”, disse ele ao
History Channel, “parecia como se tudo estivesse pulverizado” (History
Channel, 2002).

Este
facto cria um problema para a teoria oficial, segundo a qual a única
energia disponível era a gravitacional. Esta energia teria sido
suficiente para partir a maior parte do betão em peças bastantes
pequenas. Mas ela não teria estado de modo algum próxima da quantidade
de energia necessária para transformar o betão e virtualmente todos os
conteúdos não-metálicos dos edifícios em micro partículas de pó.

Nuvens de pó: Uma
outra característica comum às demolições controladas é ainda a produção
de nuvens de pó, as quais resultam das explosões quando ejectam a
poeira a partir do edifício com grande energia. E, como se pode ver ao
comparar vídeos na web, os colapsos das torres produziram nuvens que são
muito semelhantes àquelas provocadas por demolições controladas de
outras estruturas, tais como o Kigdome de Seattle. A única diferença é
que as nuvens produzidas durante os colapsos das torres foram
proporcionalmente muito maiores.[30]

A
questão da fonte de energia necessária levanta-se outra vez. Hoffman
(2003), focando a expansão da nuvem de pó da Torre Norte, calcula que a
energia exigida para esta expansão — ignorando a energia necessária para
cortar o aço e pulverizar o betão e outros materiais — excedeu em pelo
menos 10 vezes a energia gravitacional disponível.

O
conto oficial, portanto, envolve uma enorme violação das leis da física
— uma violação que se torna ainda mais gigantesca quando consideramos a
energia exigida para pulverizar o betão (e quem dirá a energia exigida
para romper o aço).

Além da quantidade absoluta (sheer) de
energia necessária, um outro problema com a teoria oficial é que a
energia gravitacional é totalmente inadequada para explicar a produção
destas nuvens de pó. Isto é mais obviamente o caso nos primeiros poucos
segundos. Palavras de Hoffman: “Você pode ver espessas nuvens de betão
pulverizado a serem ejectadas dentro dos primeiros dois segundos. Isto é
quando o movimento relativo do topo da torre para a porção intacta era
de apenas uns poucos pés por segundo”. [31] Jeff
King (2003), na mesma linha, afirma: “[Uma grande quantidade de] pó de
betão muito fino é ejectado do topo do edifício muito antes do colapso
… [quando] fatias grossas de betão [teriam estado] a chocar-se umas
contra as outras a [apenas] 20 ou 30 mph” (32 ou 48 km/h).

A
importância da questão de King pode ser apreciada justapondo-a à
afirmação de Shyam Sunder, investigador principal do NIST, de que embora
as nuvens de pó criadas durante os colapsos das Twin Towers possam dar a
impressão de uma demolição controlada, “é o desmoronamento (pancaking) dos pisos que leva àquela percepção” ( Popular Mechanics, 2005).
O desmoronamento, segundo a teoria oficial defendida por Sunder,
começou no piso debaixo dos buracos criados pelo impacto dos aviões.
Como destaca King, esta teoria não pode lidar com o facto, revelado
pelas fotografias e pelos vídeos, de que as nuvens de pó foram criadas
muito acima das zonas de impacto.

Ejecções horizontais: Outra
característica comum das demolições controladas é a ejecção horizontal
de outros materiais, além do pó, daquelas áreas do edifício nas quais
são deflagrados explosivos. No caso das Twin Towers, fotos e vídeos
revelam que “pesadas peças de aço foram ejectadas em todas as direcções a
distâncias de mais de 500 pés (152 metros), enquanto a cobertura de
alumínio era atirada a mais de 700 pés (213 m) das torres” (Paul e
Hoffman, 2004, p. 7). Mas a energia gravitacional é, naturalmente,
vertical, de modo que não pode nem mesmo começar a explicar estas
ejecções horizontais.

Cadeias (rings) de demolição: Ainda
outra característica comum aos colapsos induzidos por explosivos são
cadeias de demolição, nas quais séries de pequenas explosões
desencadeiam-se rapidamente por um edifício. Esta característica também
se manifestou nos colapsos das torres. [32]

Sons produzidos pelas explosões: A
utilização de explosivos para induzir colapsos produz, naturalmente,
sons provocados pelas explosões. Tal como todas as características
anteriores exceptuado o corte das colunas de aço dentro do edifício,
esta pôde ser observada pelas testemunhas. E, como veremos abaixo, há
testemunhos abundantes da existência de tais sons antes e durante os
colapsos das torres.

Aço fundido: Uma
décima primeira característica que só seria de esperar se fossem
utilizados explosivos para cortar as colunas de aço seria aço fundido, e
a sua existência no sítio do WTC foi na realidade relatada por várias
testemunhas, incluindo as duas principais figuras envolvidas na limpeza,
Peter Tully, presidente da Tully Construction, e Mark Loizeaux,
presidente da Controlled Demolition, Incorporated. Tully afirma que viu
poças de “aço literalmente fundido” no sítio. Loizeaux afirmou que
várias semanas após o 11/Set, quando o entulho estava a ser removido,
“pontos quentes de aço fundido” foram descobertos “nas bases dos poços
dos elevadores das torres principais, sete níveis abaixo [porão]” (ambas
as declarações citadas em Bollyn, 2004). [33]

Leslie
Robertson, o engenheiro chefe de estruturas das Twin Towers, também
afirmou: “Até 21 dias após o ataque, os fogos ainda estavam a arder e
aço fundido ainda corria” (Williams, 2001). A jornalista Jennifer Lin,
da Knight-Ridder, abordando Joe “Toolie” O’Toole, um bombeiro do Bronx
que trabalhou durante muitos meses nos esforços de resgate e limpeza,
escreveu: “Fogos subterrâneos arderam durante meses. O’Toole recorda-se
que em Fevereiro viu um guindaste puxar verticalmente uma trave de aço
das profundidades no interior das catacumbas do Piso Zero. “Ela estava a
pingar de aço fundido”, afirmou ele”‘ (Lin, 2002). Greg Fuchek,
vice-presidente de vendas da LinksPoint, Inc., que forneceu algum alguns
dos equipamentos de computação utilizados para identificar restos
humanos no local, descreveu as condições de trabalho como “infernais”,
parcialmente porque durante seis meses a temperatura do chão variou
entre 600 graus Fahrenheit e 1500 graus ou mais (316 a 816ºC). Fuchek
acrescentou que “por vezes, quando um trabalhador puxava uma trave de
aço das ruínas, a ponta da trave pingava aço fundido” (Walsh, 2002). E
ainda mais testemunhas falam de aço fundido. [34]

Estes
testemunhos são de grande significado, uma vez que seria difícil
imaginar o que, além de explosivos potentes, poderia ter levado uma
parte do aço a fundir.

A
importância da natureza dos colapsos, como resumidos nestas 11
características, é mostrada pelo fato de que tentativas de defender a
teoria oficial tipicamente ignoram a maior parte delas. Exemplo: um
artigo em Popular Mechanics (2005), procurando desmascarar aquilo
a que chama alguns dos mitos mais predominantes acerca do 11/Set
fabricado por “teóricos da conspiração”, ignora totalmente a
subitaneidade, a verticalidade, a rapidez e a totalidade dos colapsos e
também deixa de mencionar os testemunhos acerca do aço fundido, das
cadeias de demolição e dos sons de explosões. [35]

2. TESTEMUNHOS ACERCA DE EXPLOSÕES E FENÓMENOS RELATADOS NAS HISTÓRIAS ORAIS DO 11/SET

A
maior parte destas 11 características — quase todas excepto o corte das
colunas centrais e o aço fundido nos porões —, se tivessem ocorrido
antes ou durante os colapsos das torres, podia ter sido observada pelas
pessoas na área. E, de facto, testemunhos acerca de alguns destes
fenómenos têm estado disponíveis, logo após o 11/Set, de repórteres [36] , bombeiros [37] , oficiais da polícia [38] , pessoas que trabalhavam nas torres [39] e um eminente técnico em explosivos, Van Romero [40] ,
que afirmou no próprio dia, depois de ver os videotapes, que os
colapsos não só se assemelhavam àqueles produzidos por implosões
controladas como deviam, de facto, ter sido provocados por “alguns
dispositivos explosivos dentro dos edifícios” porque eles eram
“demasiado metódicos” para terem sido resultados casuais de choques de
aviões (Uytterbrouck, 2001) [41] .
Alguns destes testemunhos foram muito impressionantes. Houve, contudo,
apenas uns poucos deles e foram dispersos aqui e ali. Nenhum grande
corpo de testemunhos esteve imediatamente acessível.

Mas
esta situação mudou dramaticamente. Logo após o 11/Set, o New York Fire
Department registou mais de 500 histórias orais, nas quais bombeiros e
trabalhadores da emergência médica contaram suas experiências daquele
dia [o Emergency Medical Services tornou-se uma divisão dentro do Fire
Department (Dwyer, 2005a).] A administração de Bloomberg, presidente da
municipalidade, contudo, recusou-se a divulgá-los. Mas então o New York Times, juntamente com várias famílias vítimas do 11/Set, abriu processo e, após uma longa tramitação, o Tribunal de Apelo de Nova York (New York Court of Appeals) ordenou à cidade que divulgasse a maior parte destas histórias orais, o que foi feito em Agosto de 2005 [42] (Dwyer, 2005b). The Times a seguir fê-las publicamente disponíveis (NYT, 2005). [43]

Estas
histórias orais contem muitas dúzias de testemunhos que falam de
explosões e fenómenos característicos relacionados com demolição
controlada. Darei alguns exemplos.

EXPLOSÕES 

Vários
indivíduos relataram terem testemunhado uma explosão imediatamente
antes de uma das torres entrar em colapso. O chefe de Batalhão John
Sudnik afirmou: “ouvimos … o que soava como uma explosão surda e
levantando os olhos vi a torre dois começar a vir abaixo” (NYT, Sudnick,
p. 4).

Várias
pessoas relataram explosões múltiplas. O paramédico Kevin Darnowski
afirmou: “Ouvi três explosões, e a seguir … a torre dois começou a vir
abaixo” (NYT, Darnowski, p. 8).

O
bombeiro Thomas Turilli afirmou: “quase soava como bombas a explodirem,
como bum, bum, bum, algo como sete ou oito” (NYT, Turilli, p. 4).

Craig
Carlsen afirmou que ele e outros bombeiros “ouviram explosões a virem
da … torre sul … Houve cerca de dez explosões … Percebemos então
que o edifício começou a vir abaixo” (NYT, Carlsen, pp. 5-6).

O
bombeiro Joseph Meola afirmou, “parecia como se o edifício estivesse a
arrebentar por todos os quatro lados. Nós realmente ouvimos as
detonações” (NYT, Meola, p. 5).

O paramédico Daniel Rivera também mencionou “detonações.” Perguntado de como soube que a torre sul estava a vir abaixo, afirmou:

Era um ruído maldito (frigging). A
princípio pensei que era — como quando se vê demolição profissional em
que eles colocam as cargas em certos pisos e a seguir você ouve ‘pop,
pop, pop, pop, pop’? … Pensei que era isso. (NYT, Rivera, p. 9)

O
colapso principiou abaixo da zona de impacto e de incêndio de acordo
com o relato oficial, o “panquequeamento” começou quando os pisos acima
do buraco provocado pelo avião caíram sobre os pisos abaixo. Algumas
testemunhas, contudo, relataram que o colapso da torre sul começou um
pouco mais abaixo.

Timothy
Burke afirmou que “o edifício estourou, mais abaixo do que o local do
incêndio .. Eu estava a ir, oh meu deus, há um dispositivo secundário
devido ao modo como o edifício estourou. Pensei que era uma explosão”
(NYT, Burke, pp. 8-9).

O
bombeiro Edward Cachia afirmou: “Aquilo realmente deu-se num piso mais
baixo, não no piso em que o avião bateu … Nós inicialmente pensámos
que era como uma detonação interna, explosivos, porque foi em sucessão,
bum, bum, bum, bum, e a seguir a torre veio abaixo” (NYT, Cachia, p. 5).

A
importância destas observações é reforçada pelo facto de que o autores
do Relatório NIST, depois de terem divulgado um minuta para o público,
sentiram a necessidade de acrescentar a seguinte declaração ao Sumário
Executivo:

O
NIST não descobriu prova que corroborasse hipóteses alternativas
sugerindo que as torres WTC foram deitadas abaixo por demolição
controlada utilizando explosivos instalados antes do 11 de Setembro de
2001 … Ao contrário, fotos e vídeos de vários ângulos mostraram
claramente que o colapso iniciou-se nos andares do incêndio e do impacto
e que o colapso progrediu para baixo a partir dos andares em que
tiveram início.

Os
bombeiros Burke e Cachia agora presumivelmente precisam perguntar-se:
Em que é que vamos acreditar, nos nossos próprios olhos ou num relatório
oficial do governo?

CHISPAS E CADEIAS DE DEMOLIÇÃO 

Algumas das testemunhas falam de chispas (flashes) e de fenómenos que sugerem cadeias (rings) de
demolição. O comissário assistente Stephen Gregory afirmou: “Pensei …
antes … de a Nº 2 vir abaixo, que vi chispas de baixo nível … eu
… vi uma chispa chispa chispa … [no] nível mais baixo do edifício.
Sabe, como quando eles demolem um edificio?” (NYT, Gregory, pp. 14-16).

O
capitão Karin Deshore afirmou: “Em algum lugar em torno do meio …
havia esta chispa laranja e vermelha a sair. Inicialmente era apenas uma
chispa. Então esta chispa continuou a estourar a toda volta do edifício
e aquele edifício começou a explodir … Com cada som de estouro havia
inicialmente uma chispa inicialmente laranja e a seguir vermelha para
fora do edifício e então ela contornava exactamente todo o edifício em
ambos os lados, tanto quanto eu podia ver. Estes sons de estouro e as
explosões foram ficando maiores, indo tanto para cima como para baixo e
então contornando todo o edifício” (NYT, Deshore, p. 15).

O
bombeiro Richard Banaciski afirmou: “Houve apenas uma explosão. Parecia
como na televisão quando eles explodem estes edifícios. Parecia como se
estivesse a contornar como um cinturão, todas estas explosões” (NYT,
Banaciski, pp. 3-4).

O
vice-comissário Thomas Fitzpatrick afirmou: “Parecia como uma
cintilação em torno de uma camada específica do edifício … Minha
reacção inicial foi que isto era exactamente do modo que aparece quando
eles lhe mostram aquelas implosões na TV” (NYT, Fitzpatrick, pp. 13-14).

EJECÇÔES HORIZONTAIS 

Umas
poucas testemunhas falam de ejecções horizontais. O chefe Frank
Cruthers afirmou: “Havia o que parecia ser … uma explosão. Apareceu no
topo extremo, simultaneamente de todos os quatro lados, materiais
cuspidos horizontalmente. E então pareceu haver um retardamento
momentâneo antes que você pudesse ver o princípio do colapso” (NYT,
Cruthers, p. 4).

Este
testemunho é importante, porque a teoria oficial sustenta que as
ejecções foram produzidas pelos andares a entrarem em colapso. Assim,
ouçamos o bombeiro James Curran, que afirmou: “Olhei para trás e …
ouvi como todo o andar estalava. Olhei para trás e devido à pressão
todas as coisas estavam a pôr-se fora dos pisos antes de ele realmente
entrar em colapso” (NYT, Curran, pp. 10-11).

O
chefe de batalhão Brian Dixon afirmou, “o piso mais abaixo do incêndio
na torre sul parecia realmente como se alguém houvesse plantado
explosivos em torno porque … tudo estourava num único piso” (NYT,
Dixon, p. 15).[44]

EXPLOSÕES SINCRONIZADAS 

Algumas
testemunhas afirmam que as explosões pareciam estar sincronizadas. O
bombeiro Kenneth Rogers, por exemplo, afirma: “houve uma explosão na
torre sul … Continuei a observar. Piso após piso após piso. Um piso
sob um outro sob um outro … Parecia como uma sincronizada e deliberada
espécie de coisa” (NYT, Rogers, pp. 3-4).[45]

Por que o público nada sabe deste relatos? Se
todos estes bombeiros e trabalhadores médicos testemunharam todos estes
fenómenos sugestivos de demolição controlada, pode-se querer saber
porque o público não os conhece. Parte da resposta é fornecida pelo
tenente bombeiro auxiliar Paul Isaac. Tendo dito que “houve
definitivamente bombas nos edifícios, mas eles receiam pelos seus
empregos se admitirem isto porque as altas patentes (‘higher-ups’) proíbem
discussões deste facto” (Lavello, n.d.). Uma outra parte da resposta é
que quando umas poucas pessoas, como Isaac e William Rodriguez falaram, a
imprensa de referência (mainstream press) não relatou suas declarações.

3. IMPLICAÇÕES

A
teoria oficial acerca do colapso das torres, como sugeri, torna-se
extremamente implausível por dois factos principais: Primeiro, à parte a
alegada excepção do 11/Set, edifícios de grande altura com estrutura de
aço nunca entraram em colapso devido a incêndios; todos os colapsos dos
mesmos foram produzidos por explosivos cuidadosamente colocados.
Segundo, os colapsos da Twin Towers manifestaram pelo menos 11
características distintivas de explosões controladas. A probabilidade de
que qualquer destas características pudesse ocorrer na ausência de
explosivos é extremamente baixa. A probabilidade de que todas as 11
ocorressem é essencialmente zero. [46]

Podemos
afirmar, portanto, que a teoria oficial acerca das torres está tão
perfeitamente refutada quanto uma teoria poderia ser, ao passo que toda a
evidência pode ser explicada pela teoria alternativa, segundo a qual as
torres foram deitadas abaixo por explosivos. A teoria oficial é,
consequentemente, uma teoria ultrajante, ao passo que a teoria
alternativa é, de um ponto de vista científico, a única teoria razoável
disponível. [47]

4. OUTROS FACTOS SUSPEITOS

Além
disso, embora já tenhamos considerado evidência suficiente para a
teoria de que as torres foram deitadas abaixo por explosivos, ainda há
mais.

Remoção do aço: Antes de mais, o aço dos edifícios foi removido rapidamente antes que pudesse ser examinado adequado [48] , sendo todo ele virtualmente vendido a sucateiros, os quais embarcaram-no em navios para a Ásia [49] .
Remover qualquer evidência da cena de um crime é geralmente um delito
federal. Mas neste caso, responsáveis federais facilitaram a remoção. [50]

Esta remoção provocou protestos. No dia do Natal de 2001, o New York Times afirmou:
“A decisão de reciclar rapidamente as colunas de aço, traves e
pilastras do WTC nos dias imediatamente a seguir ao 11/Set significa que
respostas definitivas nunca poderão ser encontradas” [51] . Na semana seguinte, a revista Fire Engineeringafirmou:
“Estamos literalmente a tratar o aço removido do local como lixo, não
como evidência crucial da cena do incêndio (Brannigan, Corbett, e Dunn,
2002). … A destruição e remoção da evidência devem cessar
imediatamente” (Manning, 2002).

Contudo,
Bloomberg, presidente da municipalidade, defendendo a decisão de
descartar o aço, afirmou: “Se quiser dar uma olhadela em métodos de
construção e concepção, é isto que fazem os computadores neste dia e
era.[52] Apenas olhar para uma peça de metal geralmente não lhe conta grande coisa”. [53] Mas isto não é verdade. Um exame do aço podia ter revelado se ele foi cortado por explosivos.

Esta
remoção de uma quantidade de material sem precedentes da cenas de um
crime sugere que um crime sem precedentes estava a ser encoberto. [54]

A
prova de que este encobrimento foi continuado pelo NIST é proporcionada
pelo seu tratamento de uma descoberta provocante relatada pelo FEMA, a
qual era de que alguns dos espécimes de aço foram “rapidamente corroídos
pela sulfidação” (FEMA, 2002, Apêndice C). Este relatório é
significativo, porque a sulfidação é uma consequência de explosivos. O
FEMA, correctamente, exigiu nova investigação desta descoberta, a qual
New York Times classificou como “talvez o mais profundo
mistério desvelado na investigação” (Killough-Miller, 2002). Um problema
estreitamente relacionado, expresso logo após o 11/Set pelo dr.
Jonathan Barnett, Professor de Engenharia de Protecção de Incêndios
(Fire Protection Engineering) no Worcester Polytechnic Institute, é que
“o incêndio e o dano estrutural … não explicariam pedaços de aço nas
ruínas que parecem ter sido parcialmente evaporados” (Glanz, 2001). Mas o
relatório NIST, na sua secção intitulada “A aprender com o aço
recuperado”, deixa de mencionar tanto a sua evaporação como a sua
sulfidação. [55] Por que deveriam os cientistas do NIST partilhar o aparente desdém de Bloomberg por estudos empíricos do aço recuperado?

Queda da antena da Torre Norte: Outro
problema observado pelo FEMA é que os vídeos mostram, nas palavras do
Relatório FEMA, que “a torre de transmissão sobre o topo da torre norte
começou a mover-se para baixo e ligeiramente de lado antes que fosse
evidente movimento na parede exterior. Isto sugere que o colapso começou
com uma ou mais falhas na área central do núcleo do edifício” (FEMA,
2002, cap. 2). [56] Esta queda também foi mencionada num artigo no New York Times de
James Glanz e Eric Lipton, os quais disseram: “Vídeos do colapso da
torre norte parecem mostrar que a sua antena de televisão começou a cair
uma fracção de segundo antes do resto do edifício. As observações
sugerem que o núcleo de aço do edifício de certa forma cedeu primeiro”
(Glanz and Lipton, 2002). No supostamente definitivo NIST Report não
descobrimos qualquer menção a este facto. Isto é uma outra omissão
conveniente, uma vez que a explicação mais plausível, e talvez a única
possível, seria que as colunas do núcleo foram cortadas pelos explosivos
— uma explicação que se ajustaria ao depoimento de várias testemunhas.

Inclinação (tipping) e desintegração da Torre Sul: Se
a queda da torre norte foi anómala (da perspectiva da teoria oficial), o
colapso da torre sul conteve uma anomalia ainda mais estranha. Os
andares mais altos — acima do nível batido pelo avião — começou a
inclinar-se em direcção ao lado (corner) mais danificado pelo
impacto. De acordo com as leis de conservação-de-momento, este bloco de
aproximadamente 34 pisos deveria ter caído ao chão muito fora do terreno
do edifício. “Contudo”, observam Paul e Hoffman, “quando o topo então
começou a cair, a rotação desacelerou. Então reverteu a direcção
[embora] a lei da conservação do momento angular declare que um objecto
sólido em rotação continuará a rodar à mesma velocidade a menos que
influenciado por uma força de torção (torque) ” (Paul and Hoffman, 2004, p. 34).

E
assim, nas palavras de Steven Jones, professor de física na BYU, “este
bloco transformou-se principalmente em pó no meio do ar!” Esta
desintegração parou a inclinação e permitiu que os andares mais altos
caíssem a prumo, ou pelo menos próximo disso, no terreno do edifício.
Como observa Jones, este comportamento extremamente estranho foi uma das
muitas coisas que o NIST conseguiu ignorar em virtude do facto de que a
sua análise, nas suas próprias palavras, “realmente não incluíram o
comportamento estrutural da torre depois de as condições para o início
do colapso terem sido atingidas” (NIST 2005, p. 80, n. 12). Isto é
conveniente porque significa que o NIST não tem resposta à pergunta de
Jones: “Como podemos entender este estranho comportamento, sem
explosivos?” (Jones, 2006).

Este
comportamento, contudo, não é estranho para peritos em demolição
controlada. Mark Loizeaux, responsável da Controlled Demolition, Inc.,
afirmou: “Controlando diferencialmente a velocidade da derrubada (failure) nas
diferentes partes da estrutura, você pode faze-la passear, faze-la
girar, faze-la dançar … Nós tivemos estruturas inicialmente voltadas
para norte e acabaram virando para noroeste”. (Else, 2004)

Mais
uma vez, algo que é inexplicável nos termos da teoria oficial torna-se
algo natural se a teoria da demolição controlada for adoptada.

Segurança do WTC: A
sugestão de que possam ter sido utilizados explosivos levanta a questão
de como alguém desejoso de colocar explosivos nas torres poderia ter
passado através dos exames de segurança. Esta questão conduz-nos a um
facto possivelmente relevante acerca de uma companhia — agora chamada
Stratesec mas então chamada Securacom — que estava como responsável pela
segurança do World Trade Center. De 1993 a 2000, período em que a
Securacom instalou um novo sistema de segurança, Marvin Bush, o irmão do
presidente, foi um dos directores da companhia. E de 1999 até Janeiro
de 2002, o seu primo Wirt Walker III foi o presidente (CEO, Chief
Executive Office) (Burns, 2003).[57] Alguém poderia pensar que estes
factos deveriam ter constado no noticiário da noite — ou pelo menos no
Relatório da Comissão do 11/Set.

Estes
factos, em todo o caso, podem ser relevantes de acordo com alguns
relatos feitos por pessoas que trabalharam no World Trade Center. Alguns
deles disseram que embora nas semanas anteriores ao 11/Set tivesse
havido um alerta de segurança que obrigou a utilizar cães farejadores de
bomba, aquele alerta foi suspenso cinco dias antes do 11/Set 9/11
(Taylor and Gardiner, 2001).

Além
disso, um homem chamado Scott Forbes, que trabalhou para o Fiduciary
Trust — a companhia para a qual trabalhou o marido de Kristen
Breitweiser — escreveu:

No fim da semana [de 8-9 de Setembro de 2001] houve uma condição de desligamento de energia(“power down”) na
… torre sul. Esta condição de desligamento significou que não houve
abastecimento eléctrico durante aproximadamente 36 horas desde o piso 50
para cima … A razão apresentada pelo WTC para o desligamento era que a
cablagem na torre estava a ser melhorada (upgraded) 
Naturalmente, sem energia não havia câmeras de segurança, nem fechaduras
de segurança nas portas [enquanto] muitos, muitos “engenheiros”
[estavam] a entrar e a sair da torre. [58]

Além disso, um homem chamado Ben Fountain, que foi analista financeiro do Fireman’s Fund na torre sul, foi citado na People Magazine como tendo dito que, durante as semanas anteriores ao 11/Set, as torres foram evacuadas “um certo número de vezes” ( People Magazine, 2001).

Conhecimento prévio do colapso: Outro
facto possivelmente relevante é que o então presidente da
municipalidade Rudy Giuliani, falando à ABC News acerca do seu centro de
comando de emergência temporária na Barkley Street 75, afirmou:

Estávamos
a operar fora dali quando nos disseram que o World Trade Center estava a
ir para o colapso, e ele entrou em colapso antes de podermos sair do
edifício. [59]

Isto
é uma declaração espantosa. Antes do 11/Set um incêndio nunca deitou
abaixo uma estrutura de aço de grande altura. Os bombeiros que atingiram
o 78º piso da torre sul certamente não acreditavam que estivesse a
entrar em colapso. Mesmo a Comissão do 11/Set relatou que, no seu
conhecimento, “nenhum dos chefes [de bombeiros] presentes acreditou que
um colapso total de qualquer das torres fosse possível” (Kean e
Hamilton, 2004, p. 302). Assim, por que alguém contaria a Giuliani que
pelo menos uma das torres estava prestes a entrar em colapso?

A
resposta mais razoável, especialmente à luz da nova evidência, é que
alguém sabia que explosivos haviam sido postos na torre sul e estavam
prestes a serem descarregados. É mesmo possível que os explosivos
estivessem a ser descarregados mais cedo do que o planeado originalmente
porque os fogos na torre sul estavam a apagar-se mais rapidamente do
que o esperado, pois demasiado jet fuel do avião havia queimado na bola
de fogo do lado de fora do edifício. [60] Isto
poderia explicar porque a torre sul, embora tenha sido batida em
segundo lugar, sofreu menos danos estruturais, e teve incêndios mais
pequenos, entrou em colapso primeiro — depois de apenas 56 minutos. Isto
é, se a estória oficial fosse aquela de que o incêndio provocou o
colapso, o edifício tinha de ser deitado abaixo antes de o fogo
extinguir-se completamente. [61]

Além
disso, sabemos agora através de histórias orais que Giuliani não foi o
único a quem foi dito que o colapso estava para vir. Pelo menos quatro
dos testemunhos indicam que pouco antes do colapso da torre sul o Office
of Emergency Management (OEM) havia previsto o colapso de pelo menos
uma torre. [62] O director do OEM relatou directamente a Giuliani. [63] Assim,
embora Giuliani tenha dito que ele e ouros “foram avisados” de que as
torres estavam para entrar em colapso, era o seu próprio pessoal quem
estava a avisar.

Como destacou o repórter do New York Times Jim Dwyer, a Comissão do 11/Set tinha acesso às histórias orais[64] . Ela deveria ter discutido estes factos, mas não o fez.

A
negligência para com a maior parte dos factos relevantes acerca dos
colapsos, manifestada pelo Relatório da Comissão do 11/Set, foi
continuada pelo Relatório NIST, o qual afirmou, espantosamente:

O
foco da investigação incidiu na sequência de eventos desde o instante
do impacto do avião ao início do colapso de cada torre. Para brevidade
neste relatório, esta sequência é mencionada como “provável sequência do
colapso”, embora realmente não inclua o comportamento estrutural da
torre depois de as condições para o início do colapso terem sido
alcançadas. … [Nossa simulação trata apenas] a deterioração estrutural
de cada torre desde o momento do impacto do avião até aquele em que o
edifício … estava prestes ao colapso (80n, 140).

Steven Jones comenta, adequadamente:

O
que há acerca dos colapsos subsequentes, completos, rápidos e
simétricos dos edifícios? … O que há acerca da antena a cair primeiro
na Torre Norte? O que há acerca do metal fundido observado nas áreas do
porão …? Não importa de todo que o NIST não discuta de modo algum
quaisquer dados ocorridos depois de os edifícios estarem “prontos para o
colapso” (“poised for collapse”). Bem, alguns de nós querem ver
todos os dados, sem simulações de computadores que são “ajustadas” para
faze-las combinar com resultado desejado. (Jones, 2006)

Sumário: Quando
acrescentamos estes cinco factos suspeitos adicionais às onze
características que os colapsos das Twin Towers tiveram em comum com
demolições controladas, temos um total de dezasseis factos acerca dos
colapsos destes edifícios que, apesar de serem inexplicáveis em termos
da teoria oficial, são plenamente compreensíveis com a teoria de que a
destruição das torres foi um trabalho interno.

5. O COLAPSO DO EDIFÍCIO 7

Como
vimos, a Comissão do 11/Set simplesmente ignorou os factos discutidos
acima. Ainda outro assunto não discutido pela Comissão foi o colapso do
edifício 7. Mas a estória oficial acerca dele é, se possível, ainda mais
problemática do que a estória oficial acerca das torres — como foi
sugerido pelo título de um artigo do New York Times, “Engenheiros estão
confusos sobre o colapso do WTC 7” (“Engineers Are Baffled over the
Collapse of 7 WTC”( (Glanz, 2001). [65]

AINDA MAIS DIFÍCIL DE EXPLICAR 

O
colapso do edifício 7 é ainda mais difícil de explicar do que o colapso
da torres em parte porque não foi batido por um avião, de modo que
nenhuma das teorias acerca de como os impactos dos aviões contribuíram
para os colapsos das torres pode ser aplicada em relação a ele.

Além
disso, toda a evidência fotográfica sugere que os incêndios neste
edifício foram pequenos, não muito quentes, e limitados a uns poucos
pisos. Fotografias do lado norte do edifício mostram fogos apenas no 7º e
12º pisos deste edifício de 47 andares. Assim, se o lado sul, que
estava virado para as torres, tivesse incêndios em muitos outros
andares, como afirmam os defensores do conto oficial, eles não eram
suficientemente grandes para serem vistos a partir do outro lado do
edifício. [66]

Não
seria surpreendente, naturalmente, que os incêndios neste edifício
fossem mesmo mais pequenos do que aqueles nas torres, porque não havia
jet fuel para ter o início de um grande incêndio. Alguns defensores da
estória oficial afirmaram, temos de admitir, que o diesel armazenado
neste edifício de alguma forma incendiou-se e criou um inferno. Mas se o
edifício 7 tivesse sido engolfado em chamas, porque nenhum dos muitos
fotógrafos e equipes de cameras da TV no local capturou esta imagem?

A
extrema dificuldade de explicar o colapso do edifício 7 — assumindo que
não é permissível mencionar a demolição controlada — foi reconhecida
pelos corpos oficiais. O relatório preparado sob a supervisão do FEMA
propôs um cenário empregando o combustível diesel, a seguir admitiu que
este cenário tinha “apenas uma baixa probabilidade de ocorrência”[67].
Mesmo esta declaração é generosa, porque a probabilidade de que alguma
versão da estória oficial do edifício 7 ser verdadeira é a mesma das
torres, essencialmente zero, porque violaria várias leis da física. Em
qualquer caso, a Comissão do 11/Set, talvez devida a esta admissão pelo
FEMA, evitou o problema simplesmente não mencionando o facto de que este
edifício entrou em colapso.

Esta
foi uma das mais espantosas omissões da Comissão. De acordo com a
teoria oficial, o edifício 7 demonstrava, ao contrário da convicção
universal anterior ao 11/Set, que grandes edifícios com estrutura de aço
podiam entrar em colapso a partir de incêndios autónomos (fire alone), mesmo
sem terem sido batidos por um avião. Esta demonstração deveriam ter
significado que os códigos de construção e prémios de seguros para
edifícios com estrutura de aço em todo o mundo precisariam ser
alterados. E mesmo assim a Comissão do 11/Set, ao preparar o seu
relatório de 571 páginas, não dedica uma única frase a este histórico
evento.

AINDA MAIS SEMELHANTE A IMPLOSÕES CONTROLADAS 

Outra
razão adicional porque o colapso do edifício 7 é especialmente
problemático é que ele foi mesmo mais parecido com os tipos de demolição
convencional mais conhecidos — nomeadamente, uma implosão, a qual
começa na base (enquanto o colapso de cada torre originou-se em grande
altura, próximo à região batida pelo avião). Como escreveu Eric
Hufschmid:

O
edifício 7 colapsou na sua base. … O interior caiu primeiro. … O
resultado foi uma pilha muito pequena de entulho, com o lado externo do
edifícios a colapsar sobre o topo da pilha. [68]

Implosion
World.com, um sítio web acerca da indústria da demolição, declara que
uma implosão é “de longe o tipo mais manhoso de projecto explosivo, e há
apenas um punhado de companhias de explosão no mundo que possuem
suficiente experiência. … para executar as verdadeiras implosões de
edifícios”. [69] Poderá
alguém acreditar que o incêndio teria acontecido apenas para produzir a
espécie de colapso que pode ser produzido confiavelmente por apenas
umas poucas companhias de demolição no mundo? O edifício tinha 24
colunas centrais e 57 colunas perimetrais. Asseverar que o incêndio
levou este edifício a entrar em colapso a prumo(straight down) significaria
acreditar que o incêndio levou todas as 81 colunas a falirem
exactamente ao mesmo tempo. Aceitar a estória oficial é, por outras
palavras, aceitar um milagre. O físico Steven Jones concorda, dizendo:

A
probabilidade de um colapso quase simétrico do WTC7 devido a fogos
aleatórios (a teoria “oficial”) — a exigir a falha quase simultânea de
muitas colunas de sustentação — é infinitesimal. Concluo que a evidência
da utilização no 11/Set de explosivos pré-posicionados no WTC7 (assim
como nas Torres 1 e 2) é verdadeiramente irrefutável.[70]

CONHECIMENTO PRÉVIO MUITO MAIS VASTO 

Outra
razão porque o colapso do edifício 7 cria problemas especiais envolve o
conhecimento prévio do seu colapso. Sabemos de apenas umas poucas
pessoas com conhecimento antecipado de que as Twin Towers estavam para
entrar em colapso, e a informação que temos seria consistente com a
suposição de que este conhecimento foi adquirido apenas uns poucos
minutos antes de a torre sul ter entrado em colapso. As pessoas podem
imaginar, portanto, que alguém viu alguma coisa a sugerir que o edifício
estava prestes a entrar em colapso. Mas o conhecimento prévio do
colapso do edifício 7 foi mais generalizado e de maior duração. Isto é
sabido há longo tempo, pelo menos pelas pessoas que lêem revistas de
bombeiros. [71] Mas agora as histórias orais proporcionaram um quadro mais completo.

Notificação ampla: Pelo
menos 25 dos bombeiros e trabalhadores médicos relataram que, em algum
momento daquele dia, souberam que o edifício 7 estava para entrar em
colapso. Bombeiros que estiveram a combater os incêndios no edifício
disseram que lhes foi ordenado deixar o edifício, após o que foi
estabelecida uma zona de colapso. Como trabalhador médico Decosta Wright
colocou isto: “eles mediram quão longe o edifício estava a preparar-se
para vir, assim nós sabíamos exactamente onde podíamos permanecer”, o
que era a “5 quarteirões de distância” (NYT, Wright, pp. 11-12).

Advertência antecipada: Quando
exactamente a expectativa do colapso começou a circular difere conforme
as testemunhas. Mas a maior parte da evidência sugere que a expectativa
do colapso foi comunicada com 4 ou 5 horas de avanço. [72]

A razão alegada para a expectativa: Mas
por que haveria esta expectativa de ser levantada? Os incêndios no
edifício 7 foram, conforme toda a evidência fotográfica, poucos e
pequenas. Assim por que os decisores no departamento decidiram retirar
os bombeiros para fora do edifício 8 e eles simplesmente permaneceram em
torno à espera de que entrasse em colapso?

Os
chefes deram uma explicação dupla: danos mais fogo. O chefe Frank
Fellini afirmou: “Quando [a torre norte] caiu, ela desgarrou aço para
fora entre o terceiro e sexto andares através da fachada sobre a Vesey
Street. Estávamos preocupados porque os incêndios em vários pisos e o
aço faltante resultaria no colapso do edifício” (NYT, Fellini, p. 3).


pelo menos dois problemas com cada parte desta explicação. Um problema
com a descrição do dano estrutural é que eles variam muito. Segundo o
testemunho de Fellini, havia um buraco no andar quatro entre o terceiro e
o sexto pisos. Na narração do capitão Chris Boyle, contudo, o buraco
estava a “20 andares de altura” (2002). Aparentemente Shyam Sunder, o
investigador principal do NIST, ajustou algo como um compromisso entre
estas duas visões, contando à Popular Mechanics que, “Sobre cerca
de um terço da frente até o centro e até a base — aproximadamente 10
andares — cerca de 25 por cento da profundidade do edifício foi
despejada(scooped out) ” ( Popular Mechanics, Março 2005).

As
diferentes descrições do problema no lado sul do edifício não são, além
disso, limitadas à questão da dimensão do buraco. Segundo o vice-chefe
Peter Hayden, o problema não era de todo um buraco mas uma “saliência”, e
esta era “entre os pisos 10 e 13” (Hayden, 2002).

O
segundo problema com estas descrições dos danos é que se havia um
buraco que estava a 10 ou 20 andares de altura, ou mesmo um buraco (ou
saliência) que estava a 4 andares de altura, porque este facto não foi
registado sobre filme por qualquer dos fotógrafos ou operadores de vídeo
na área naquele dia?

Em
relação às afirmações acerca do incêndio, as descrições mais uma vez
variam muito. O chefe Daniel Nigro falou de “incêndio muito pesado em
muitos andares” (NYT, Nigro, p. 10). Segundo Harry Meyers, assistente
chefe, “Quando o edifício veio abaixo estava completamente envolvido no
incêndio, todos os quarenta e sete andares” (citado em Smith, 2002, p.
160). Este exagero óbvio também foi declarado por um bombeiro que
afirmou: “O edifício 7 estava completamente engolfado. … Você podia
ver as chamas indo directamente de um lado do edifício para o outro”
(NYT, Cassidy, p. 22).

Vários
dos testemunhos, contudo, não apoiam a linha oficial. O técnico médico
Decosta Wright, por exemplo, disse: “Penso que o quarto andar estava em
chamas. … Vocês rapazes estão a ir extinguir aquele fogo?” (NYT,
Wright, p. 11). O chefe Thomas McCarthy disse: “Eles estavam à espera de
que o World Trade 7 viesse abaixo. … Eles tinham … incêndios em
três pisos separados …, apenas a queimar alegremente. Era
admiravelmente bonito, você sabe, é a tarde na parte baixa de Manhattan,
um grande prédio está a queimar, e eles dizem ‘nós sabemos’ ” (NYT,
McCarthy, pp. 10-11).

O
segundo problemas com a descrição oficial aqui é que se havia “incêndio
muito intenso em muitos pisos”, por que este facto não ficou registado
em qualquer filme? O fotógrafo que temos no lado norte do edifício apoia
a visão do chefe McCarthy de que havia incêndio em três pisos. Mesmo se
houvesse incêndios pisos adicionais no lado sul do edifício, não há
suporte fotográfico para a afirmação de que “as chamas [nestes pisos
adicionais] iam directamente de um lado ao outro do edifício.

Além
disso, mesmo que a estória oficial do departamento acerca do colapso do
edifício 7 não fosse contraditada pela evidência física e algumas das
histórias orais, ela não explicaria porque o edifício entrou em colapso,
porque nenhuma magnitude de incêndio e de danos estruturais, a menos
que provocados por explosivos, alguma vez provocou o colapso total de um
grande edifício com estrutura de aço. [73] E
isto certamente não explicaria a natureza particular do colapso — que o
edifício implodiu e caiu a prumo ao invés de cair de lado em alguma
direcção, como aparentemente esperavam aqueles que deram a ordem para
criar uma grande zona de colapso. O chefe de batalhão John Norman, por
exemplo, afirmou: “Esperávamos que caísse para o sul” (Norman, 2002).
Nem tão pouco a teoria do dano-mais-incêndio explicaria o colapso deste
edifício à velocidade virtualmente de queda-livre ou a criação de uma
enorme quantidade de pó — características adicionais dos colapsos que
são tipicamente ignoradas pelos defensores da descrição oficial.

A grande dificuldade apresentada pelo colapso do edifício 7 à teoria oficial acerca do WTC é ilustrada por um livro recente, 102 Minutes: The Untold Story of the Fight to Survive Inside the Twin Towers  , um dos autores do qual é o repórter do New York Times Jim Dwyer, que escreveu os artigos no Times acerca
da divulgação das histórias orais do 11/Set. Em relação à Twin Towers,
Dwyer e o seu co-autor, Kevin Flynn, apoiam a teoria publicada pelo NIST
segundo a qual as torrer entraram em colapso porque os aviões
chocaram-se com a protecção de incêndios das colunas de aço, tornando-as
vulneráveis ao “calor intenso” dos fogos que se seguiram. [74] Quando
eles chegam ao edifício 7, contudo, Dwyer e Flynn não perguntam porque
entraram em colapso, uma vez que não foi batido por um avião. Eles dizem
simplesmente: “Os bombeiros decidiram deixar o fogo a arder ali” (Dwyer
e Flynn, 2005, p. 258). Mas isto, naturalmente, não foi o que
aconteceu. Ao invés disso, dentro em breve, após as 5:20 daquele dia, o
edifício 7 subitamente entrou em colapso, essencialmente no mesmo dia em
que entraram as Twin Towers.

Não
deveria este facto ter levado Dryer e Flynn a questionar a teoria do
NIST de que as Twin Towers entraram em colapso porque as suas protecções
anti-incêndios haviam sido perdidas com os choques? Eu pensaria que
Dwyer, que relatou acerca da divulgação das histórias orais do 11/Set,
deveria reavaliar a teoria do NIST à luz da abundante evidência de
explosões nas torres proporcionada por aqueles testemunhos. [75]

Uma outra explicação: Há,
em qualquer caso, apenas uma teoria que explica tanto a natureza como a
expectativa do colapso do edifício 7. Explosivos haviam sido colocados,
e alguém que sabia isto espalhou o boato para os chefes dos bombeiros.

De forma bastante surpreendente, uma versão desta teoria foi declarada publicamente por um conhecedor profundo (insider), Larry
Silverstein, que possuía o edifício 7. Num documentário da PBS
difundido em Setembro de 2002, Silverstein, discutindo o edifício 7,
disse:

Recordo
ter recebido um telefonema do comandante do departamento de bombeiros a
contar-me que eles não estavam certos de que fossem capazes de conter o
fogo, e eu disse: “Tivemos tão terríveis perdas de vida, talvez a coisa
mais inteligente a fazer seja derrubá-lo (the smartest thing to do is pull it) “. [76] E eles tomaram aquela decisão de derrubá-lo e nós observámos o edifício a entrar em colapso. (PBS, 2002) [77]

É
muito desconcertante, sem dúvida, que Silverstein, que estava pronto
para receber milhares de milhões de dólares em pagamentos de seguros
pelo edifício 7 e pelo resto do complexo do World Trade Center, na
suposição de que haviam sido destruído por actos de terrorismo, tivesse
feito uma tal declaração em público, especialmente com câmaras de TV a
filmarem. Mas esta afirmação de que o edifício 8 foi deitado abaixo
pelos explosivos, qualquer que seja o motivo por trás, explica porque e
como entrou em colapso.

Ainda
temos, contudo, a questão de porque o departamento de bombeiros ficou à
espera de que o edifício entrasse em colapso. Seria interessante,
naturalmente, se esta informação viesse da mesma agência, o Office of
Emergency Management, que informou antecipadamente o departamento de que
uma das torres estava prestes a entrar em colapso. E temos isso na boa
autoridade que o fez. O capitão Michael Currid, presidente da Uniformed
Fire Officers Association, disse que algum tempo após o colapso da Twin
Towers, “Alguém do Office of Emergency Management da cidade” contou-lhe
que o edifício 7 era “basicamente uma causa perdida e não deveríamos
perder ninguém a tentar salvá-lo”, após o que foi dito aos bombeiros no
edifícios para se afastarem. (Murphy, 2002, pp. 175-76). [78]

Mas
esta resposta, assumindo ser correcta, deixa-nos com mais questões,
principiando por: Quem no Office of Emergency Management sabia
antecipadamente que as torres e o edifício 7 estavam a ir para o
colapso? Como souberam eles disto? E assim por diante. Estas questões só
poderiam ser respondidas por uma investigação real, a qual ainda tem de
começar.

6. CONCLUSÃO

De
qualquer modo, já é possível saber, para além de qualquer dúvida
razoável, uma coisa muito importante: a destruição do World Trade Center
foi um trabalho a partir de dentro, orquestrado por terroristas
internos. Terroristas estrangeiros não podiam ter conseguido acesso aos
edifícios para colocar os explosivos. Eles provavelmente não teriam tido
a cortezia de assegurar que os edifícios colapsassem a prumo (straight down), ao
invés de cair sobre edifícios em torno. E eles não poderiam ter
orquestrado um encobrimento, desde a rápida retirada do aço conforme o
FEMA Report, o The 9/11 Commission Report e o NIST Report. Todas estas
coisas só poderiam ter sido orquestradas por forças dentro do nosso
próprio governo.

A evidência deste conclusão até agora tem sido amplamente ignorada pela imprensa de referência (mainstream),talvez
sob o pretexto de obedecer ao conselho do presidente Bush de não
tolerar “ultrajantes teorias conspiratórias”. Vimos, entretanto, que é a
teoria da conspiração do presidente Bush que é ela própria ultrajante,
porque é violentamente contraditada por numerosos factos, incluindo
algumas leis básicas da física.

Há,
naturalmente, uma outra razão porque a imprensa de referência não
apontou estas contradições. Como disse uma carta recente ao Los Angeles Times: 

O
número de contradições na versão oficial do … 11/Set é tão esmagador
que … ela simplesmente não pode ser acreditada. Mas … a versão
oficial não pode ser abandonada porque a implicação de rejeitá-la é
muitíssimo perturbadora: que estamos sujeitos a uma conspiração do
governo das proporções e insídia dos ‘X-Files’. [79]

As
implicações são na verdade perturbadoras. Muitas pessoas que sabem ou
pelo menos suspeitam da verdade sobre o 11/Set provavelmente acreditam
que revelá-la seria tão perturbador para a psique americana, para forma
de governo americana e para a estabilidade global que é melhor fingir
acreditar na versão oficial. Eu sugeriria, contudo, que seja qual for o
mérito que este argumento possa ter tido anteriormente ele foi
ultrapassado pelos acontecimentos e percepções mais recentes. Pois muito
mais devastadora para a psique americana, para a forma de governo
americana e para o mundo como um todo será o domínio continuado daqueles
que nos trouxeram o 11/Set, porque os valores reflectidos naquele
horrendo evento também foram reflectidos nas mentiras da administração
Bush para justificar o ataque ao Iraque, no seu desprezo pelo ciência
ambiental e a Bill of Rights, na sua negligência criminosa tanto antes
como após o Katrina, e agora no seu plano evidente de não só armar o
espaço como também de autorizar a utilização de armas nucleares num
ataque antecipativo (preemptive). 

À
luz desta situação e dos factos discutidos neste ensaio — bem como em
dúzias de problemas adicionais no relato oficial do 11/Set discutidos
nos meus livros — apelo ao New York Times para tomar a dianteira e
finalmente expor ao povo americano e ao mundo a verdade sobre o 11/Set.
Tomar a dianteira numa tal notícia, naturalmente, envolverá riscos
enormes. Mas se há alguma organização de notícias com o poder, o
prestígio e a credibilidade para romper [o silêncio] é o Times. Ele
efectuou o serviço miúdo de recolher a histórias orais do 11/Set e
registá-las. Mas agora o bem estar da nossa república e talvez mesmo a
sobrevivência da nossa civilização depende de conseguir que a verdade
sobre o 11/Set seja exposta. Conclamo o Times a que não perca a ocasião.

29/Janeiro/2006

NOTAS 

[1] Ambas as palestras estão disponíveis também em DVDs editados por Ken
Jenkins (kenjenkins@aol.com). Ver também Griffin, 2005c.

[2] A declaração mais completa de Bush foi: “Devemos falar a verdade
acerca do terror. Nunca toleraremos teorias conspiratórias ultrajantes
quanto aos ataques do 11 de Setembro — mentiras maliciosas que tentam
remover a culpa para longe dos próprios terroristas, para longe do
culpado”. Excelente conselho.

[3] Este relatório foi executado pela American Society of Civil
Engineers (ASCE) em nome da Federal Emergency Management Agency (FEMA). O
público foi exposto a esta teoria desde cêdo, com a CNN a dizer logo
após o 11/Set: “O colapso, quando sobreveio, foi provocado pelo
incêndio. … O incêndio enfraqueceu aquela porção da estrutura que
permaneceu após o impacto … ao ponto em que não mais podia suportar a
carga” (CNN, 24/Setembro/2001).

[4] O NIST descreve os colapsos das torres como exemplos de “colapso
progressivo”, o qual acontece quando “um edifício ou porção de um
edifício colapsa devido à difusão desproporcionada de uma falha local
inicial” (NIST Report, p. 200). O NIST com isso implica falsamente que
os colapsos totais dos três edifícios WTC foram exemplos específicos de
uma categoria geral com outros exemplos. O NIST afirma mesmo que os
colapsos foram “inevitáveis”.

[5] O engenheiro chefe de estruturas, Leslie Robertson, afirmou que a
Twin Towers foram concebidas para aguentarem o impacto de um Boeing 707,
naquele tempo (1966) o maior avião de linha. Ver “The Fall of the World
Trade Center,” BBC 2, March 7, 2002 (http://www.bbc.co.uk/science/horizon/2001/worldtradecentertrans.shtml ). Para uma comparação do 707 e do 767, ver “Boeing 707-767 Comparison,” What Really Happened ( http://www.whatreallyhappened.com/boeing_707_767.html ).
Também relevante é o facto de que em 1945 um bombardeiro B-25 chocou-se
com o Empire State Building no 79º andar, criando um buraco de 20 pés
de altura (6m). Mas nunca houve a mais leve indicação de que este
acidente levaria o edifício a entrar em colapso (ver Glover, 2002).

[6] O NIST Report (2005, pp. xliii and 171) afirma: “as torres aguentam
os impactos e teriam permanecido de pé se não fosse pela deslocação do
isolamento (protecção contra incêndios) e os subsequentes incêndios
multi-pisos”.

[7] Apoiado por estas autoridades, o show prosseguiu afirmando que “como
incêndios lavravam nas torres, induzidos pelo combustível de aviação,
os núcleos de aço em cada edifício teriam finalmente atingido 800°C
[1472°F] — calor suficiente para começar o envergamento e o colapso”.

[8] In Griffin, 2004, pp. 12-13, cito o reconhecimento do Professor Thomas Eagar deste facto.

[9] Dado o facto de que a afirmação de que os incêndios nas torres
fundiram o seu aço é quase tão absurda, de um ponto de vista científico,
quanto a afirmação de que podia fundir, é admirável ver que alguns
jornais científicos pareciam ansiosamente apressar-se a por em letra de
forma esta afirmação. Sobre o dia 11/Set, por exemplo, o New Scientist publicou
um artigo que dizia: “Cada torre [depois de ter levado o choque] permaneceu de pé por aproximadamente uma hora. Finalmente incêndios
furiosos fundiram as escoras de aço de suporte” (Samuel e Carrington,
2001). O título do artigo, “Design Choice for Towers Saved Lives”,
reflecte a afirmação igualmente absurda — atribuída a “John Hooper,
engenheiro principal na companhia que forneceu conselhos de engineering
quando o World Trade Center foi concebido” — de que “a maior parte dos
edifícios teria vindo abaixo imediatamente”.

[10] Declarar este ponto óbvio, contudo, pode ser custoso para
empregados de companhias com ligações estreitas ao governo. Em 11 de
Novembro de 2004, o Site Manager do Environmental Health Laboratories,
que é uma divisão dos Underwriters Laboratories, escreveu por email uma
carta ao Dr. Frank Gayle, vice-chefe da Divisão de Metalurgia, Ciência
dos Materiais e Laboratório de Engineering, do National Institute of
Standards and Technology (NIST). Nesta carta Ryan declarou: “Sabemos que
os componentes de aço foram certificados para ASTM E119. O tempo de
curvas de temperatura para este padrão exige que as amostras sejam
expostas a temperaturas em torno dos 2000ºF (1093ºC) durante várias
horas. E, como todos nós concordamos, o aço aplicado cumpre aquelas
especificações. Adicionalmente, penso que podemos todos concordar em que
mesmo aço desprotegido de incêndios não fundirá até alcançar
temperaturas de vermelho de aproximadamente 3000ºF (1649ºC). A
insinuação do Dr. Brown de que 2000ºF fundiria o aço de grande segurança(high grade) daqueles
edifícios não faz sentido de todo”. Depois de Ryan ter permitido que a
sua carta se tornasse pública, foi despedido. A sua carta está
disponível em http://www.septembereleventh.org/newsarchive/2004-11-11-ryan.php .

[11] Uma bem conhecida tentativa de defender a descrição oficial tentou
utilizar o absurdo do aço a fundir contra aqueles que a rejeitam. No seu
número de Março de 2005, a revista Popular Mechanics publicou
uma peça intitulada “9/11: Debunking the Myths”
(http://www.popularmechanics.com/science/defense/1227842.html?page=1&c=y).
Este artigo propôs-se a desvendar o que ele alega serem “16 das
afirmações mais predominantes feitas pelos teóricos da conspiração”. Uma
destas “afirmações venenosas”, segundo a Popular Mechanics, resulta
do facto de que estes “teóricos da conspiração” criaram um argumento
espantalho — pretendo que a teoria oficial afirma que os edifícios
vieram abaixo porque o seu aço fundiu — no qual os teóricos da
conspiração podiam então bater à vontade. A Popular Mehanics “refuta”
este argumento espantalho ao instruir-nos de que “o jet fuel queima a
800º a 1500ºF, não suficientemente quente para fundir aço (2750ºF,
1510ºC). Contudo, os peritos concordam em que para as torres entrarem em
colapso as suas estruturas de aço não precisavam fundir-se, elas haviam
apenas perdido alguma da sua resistência estrutural”. Como vimos,
contudo, a ideia de que as torres entraram em colapso devido à fusão do
seu aço foi colocada na consciência pública por alguns dos primitivos
defensores da teoria oficial. Para críticos desta teoria mostrarem o
absurdo desta afirmação não é, portanto, atacar um espantalho. A ideia
de que a teoria oficial é baseada sobre esta afirmação absurda é, em
qualquer caso, não uma das “afirmações mais predominantes” daqueles que
rejeitam a teoria oficial.

[12] Mesmo Shyam Sunder, o investigador condutor do estudo do NIST,
afirmou: “O jet fuel provavelmente queimou em menos de 10 minutos”
(Field, 2004). O próprio NIST Report afirma (p. 179): “Os incêndios
iniciais dos jet fuel perduraram no máximo uns poucos minutos”.

[13] O NIST Report (2005, p. 68), tentando argumentar que o aço é muito
vulnerável a menos que seja protegido por isolamento, afirma:
“Componentes de aço desnudos podem aquecer rapidamente quando expostos a
um fogo mesmo de intensidade moderada. Portanto, alguma espécie de
protecção térmica, ou isolamento, é necessária”. Como destaca Hoffman
(2005), entretanto: “Estas declarações são sem sentido, porque ignoram o
efeito da condutividade térmica do aço, o qual arrasta o calor para
longe, e a considerável massa térmica das 90.000 toneladas de aço em
cada Torre”. De mais a mais, posso apenas ter curiosidade de saber se os
autores do NIST Report reflectiram sobre as implicações da sua teoria
para o ferro ou o aço a rangerem nas suas lareiras. Espalharão eles nova
protecção anti-fogo depois de desfrutarem o calor por umas poucas
horas?

[14] Citado em “WTC 2: There Was No Inferno,” What Really Happened ( http://www.whatreallyhappened.com/wtc2_fire.html ).

[15] Citado em “Tape Sheds Light on WTC Rescuers,” CNN, August 4, 2002 ( http://archives.cnn.com/2002/US/08/04/wtc.firefighters/ ).
As vozes dos bombeiros confirmadamente “não mostravam pânico, nenhum
sentimento de que os eventos estivessem a correr para além do seu
controle”. (Dwyer e Fessenden, 2002)

[16] Como afirma Eric Hufschmid (2002, p. 33): “Um incêndio não afectará
o aço a menos que este esteja exposto a ele por um longo … período de
tempo”.

[17] CNN, 24/Setembro/2001.

[18] Kevin Rya, na sua carta a Frank Gayle (ver nota 10, acima),
escreveu como crítica ao relatório preliminar do NIST: “Esta estória
simplesmente não resulta. Se o aço daqueles edifícios amolecesse ou
fundisse, estou certo de que todo nós podem concordar em que isto
certamente não era devido a incêndios de jet fuel de qualquer espécie,
deixados por si só a queimar por breve tempo naquelas torres. … É
favor fazer o que puder para eliminar rapidamente a confusão quanto à
capacidade dos incêndios de jet fuel para amolecerem ou fundirem aço
estrutural”.

[19] Ver, por exemplo, Eric Hufschmid’s “Painful Deceptions” (disponível em www.EricHufschmid.Net ); Jim Hoffman’s website (http://911research.wtc7.net/index.html ); e Jeff King’s website ( http://home.comcast.net/~jeffrey.king2/wsb/html/view.cgi-home.html-.html ), especialmente “The World Trade Center Collapse: How Strong is the Evidence for a Controlled Demolition?”

[20] Incrivelmente, depois de explicar quão precisamente os explosivos
devem ser colocados para assegurar que um edifício caia a pique,
Loizeaux diz que, depois de ver os incêndios nas Twin Towers, ele soube
que a torres estavam “indo abaixo como panqueca, quase verticalmente.
Era o único modo que elas podiam cair. Era inevitável”. Dado o facto de
que o fogo nunca provou o colapso de edifícios com estruturas de aço,
deixando de lado que imitou perfeitamente uma demolição controlada, a
declaração de Loizeau é um motivo de assombro. A sua companhia,
casualmente, foi contratada para remover o aço do sítio do WTC após o
11/Set.

[21] A teoria do incêndio torna-se ainda mais improvável se as duas
primeiras características forem tomadas em conjunto. Para um incêndio
ter induzido um colapso que começou subitamente era inteiramente
simétrico, de modo que caísse a pique, os incêndios teriam necessitado
de provocar que todas as partes cruciais dos edifícios caíssem
simultaneamente, mesmo que os incêndios não se difundissem igualmente
através dos edifícios. Como escreveu Jim Hoffman: “Todas as 287 teriam
de ter enfraquecido ao ponto de entrarem em colapso no mesmo instante”
(“The Twin Towers Demolition,” 9-11 Research.wtc7.net, n.d., http://911research.wtc7.net/talks/towers/slides.html ).

[22] Tal declaração é provavelmente um ligeiro exagero, pois os vídeos,
de acordo com a maior parte dos estudantes, parecem sugerir que os
colapsos levaram algo entre 11 e 16 segundos. Mas isto ainda estaria
próximo da velocidade em queda livre através do ar.

[23] Como físico, Steven Jones coloca isto: “as Torres caíram muito
rapidamente ao chão, com a parte superior a cair aproximadamente tão
rápido como os resíduos ejectados os quais proporcionam referências para
a queda-livre. … Onde está o intervalo de tempo que deve ser esperado
devido à conservação de momento — uma das Leis fundamentais da física?
Isto é, quando pisos superiores caem sobre pisos inferiores — e intactas
colunas de aço de suporte — a queda deve ser significativamente
impedida pela massa impactada. … Mas isto não aconteceu. … Como
pisos superiores caem tão rapidamente, então, e ainda conservam momento
no colapsar dos edifícios? A contradição é ignorada pelos relatórios do
FEMA, NIST e Comissão do 11/Set em que a conservação do momento e os
tempos de queda não foram analisados” (Jones, 2006, até então disponível
em http://www.physics.byu.edu/research/energy/htm7.html ).

[24] Cada caixa de coluna, além de ter pelo menos 36 por 16 polegadas
(91 por 41 cm), tinha paredes que eram de pelo menos 4 polegadas (10 cm)
de espessura na base, estreitando-se nos andares superiores, os quais
tinham menos peso para suportar. Fotos das colunas podem ser vistas na
página 23 de Hufschmid, 2002. A razão para a qualificação do “pelo
menos” nestas declarações é que Jim Hoffman recentemente concluiu que
algumas delas eram ainda maiores. Em relação ao seu artigo “The Core
Structures: The Structural System of the Twin Towers,” 9-11
Research.wtc7.net, n.d. [http://911research.wtc7.net/wtc/arch/core.html ],
ele escreveu (email de 26/Outubro/2005): “Anteriormente estive a dizer
que o núcleo das colunas tinha dimensões extenas de 36″ x 16″, mas agora
penso que pelo menos 1/3 delas tinha dimensões de 54″ x 22” (137 x 56
cm), baseado em artigos antigos noEngineering News Record e em
fotografias que tomei de perto das fotos da construção em exibição no
Skyscraper Museum em Manhattan. … Além disso, de acordo com a
ilustração da Engineering News Record, a espessura do aço nas bases era 5″ e não 4″.

[25] E, como afirma Hoffman (2005), a afirmação do NIST acerca destes
fogos tremendamente quentes no núcleo é especialmente absurda dado o
facto de que o núcleo “tinha muito pouco combustível, estava longe de
qualquer fonte de ar fresco, tinha enormes colunas de aço para espalhar o
calor; [e] não mostra evidência de incêndios em qualquer das
fotografias ou vídeos”. Toda a evidência, por outras palavras, sugere
que nenhuma das colunas centrais teria (a partir do incêndio) atingido
as temperaturas mais elevadas alcançadas por algumas das colunas do
perímetro.

[26] O NIST descansa a sua teoria sobre a ideia de que o colapso começou com a falha das pilastras (trusses). Sendo
muito mais pequenas e também menos interconectadas, as pilastras teriam
sido muito mais fáceis de aquecer, assim não é surpreendente que o NIST
Report foque sobre elas. Para tentar fazer a sua teoria funcionar,
contudo, o NIST afirma que as pilastras tornaram-se mais quentes do que a
sua própria evidência sustenta. Isto é, embora o NIST não descubra
qualquer evidência de que o aço tenha ficado mais quente do que 1112ºF
(600ºC), ele afirma que algumas das pilastras de aço foram aquecidas até
1292ºF (700ºC) (2005, pp. 96, 176-77). Um argumento supostamente
científico não pode acrescentar arbitrariamente 180ºF apenas porque
acontece dele precisar. Em qualquer caso, além do facto de que este
número é inteiramente não apoiado por qualquer evidência, a teoria do
NIST depende finalmente da afirmação de que as colunas centrais falharam
“em resultado tanto das falhas das conexões de junções como da fractura
das próprias colunas”, porque foram “enfraquecidas significativamente
por … efeitos térmicos” (2005, pp. 88, 180). Mas não há qualquer
explicação de como estas colunas maciças teriam sido causadoras da
“fractura”, mesmo que as temperaturas tivessem atingido aquelas alturas.
Como colocou um estudo emitido no Reino Unido: “A expansão térmica e a
resposta da estrutura total para este efeito não foi descrita [pelo
NIST] ainda” (Lane and Lamont, 2005).

[27] A citação do RDX está emTom Held, ‘Hoan Bridge Blast Set Back to
Friday,’ www.jsonline.com (Milwaukee Journal Sentinel), Updated Dec. 19,
2000 (http://www.jsonline.com/news/metro/dec00/hoan20121900a.asp ). A
citação do DREXS está no vídeo de Hufschmid, “Painful Deceptions” (www.EricHufschmid.Net ).

[28] Naquela declaração, Hoffman afirma que a maior parte das secções
parecia ter não mais de 30 pés (9 m) de comprimento. Ele posteriormente
reviu isto, dizendo que, a julgar por uma imagem aérea tomada 12 dias
após os ataques, a maior parte das peças parecia ter entre 24 e e 48 pés
(4 a 14 m) de comprimento, com apenas umas poucos com mais de 50 pés
(15 m). Ele também observou que “os comprimentos das peças tem pouca
semelhança com os comprimentos das partes de aço que se sabe terem
partido na construção”, o que significa que alguém podia não
razoavelmente inferir que as peças simplesmente partiram-se nas suas
junções

[29] A evidência disponível, afirma Hoffman (2003), sugere que as
partículas de poeira eram na verdade muito pequenas — da ordem de 10
microns.

[30] Hoffman (“The Twin Towers Demolition”) afirma que as nuvens
expandiram-se cinco vezes o diâmetro das torres nos primeiros dez
segundos. A demolição do Kingdome pode ser vista no sítio web de
Controlled Demolition, Inc. ( http://www.controlled-demolition.com/ ). A demolição do Reading Grain Facility pode ser vista em ImplosionWorld.com ( http://implosionworld.com/reading.html ).

[31] Jim Hoffman, “The Twin Towers Demolition.”

[32] Para experiência visual disto e das características anteriores
(excepto aço cortado), ver Painful Questions de Hufschmid; vídeo
“Painful Deceptions” de Hufschmid’s (disponível em
www.EricHufschmid.Net); no sítio web de Jim Hoffman ( http://911research.wtc7.net/index.html ); e no sítio web de Jeff King’ (http://home.comcast.net/~jeffrey.king2/wsb/html/view.cgi-home.html-.html ), especialmente “The World Trade Center Collapse: How Strong is the Evidence for a Controlled Demolition?”

[33] Bollyn afirma (email de 27/Outubro/2005) que estas declarações lhe
foram feitas pessoalmente durante entrevistas telefónicas com Tully e
Loizeaux, provavelmente no verão de 2002. Bollyn acrescentou que embora
ele não seja positivo acerca da data das entrevistas telefónicas, ele é
sempre “muito preciso acerca de citações” ( http://www.americanfreepress.net/09_03_02/NEW_SEISMIC_/new_seismic_.html ).

[34] O Professor Allison Geyh (2001) da Johns Hopkins, que fez parte da
equipe de investigadores da saúde pública que visitou o sítio logo após o
11/Set, escreveu: “Em alguns bolsões agora a serem descobertos eles
estão a encontrar aço fundido”. O Dr. Keith Eaton, que algum tempo
depois andou no sítio com um engenheiro, disse que lhe foram mostrados
diapositivos de “metal fundido, o qual ainda estava quente semanas após o
evento” ( Structural Engineer,2002, p. 6). Herb Trimpe (2002),
um diácono episcopal que actuou como capelão no Ground Zero, afirmou:
“Estava realmente mais quente sobre o sítio. Os fogos queimava, até 2000
graus, subterrâneo … conversei com muitos empreiteiros e eles
disseram … traves foram fundidas totalmente devido ao calor”.

[35] Este artigo na Popular Mechanics é, para ser franco,
espectacularmente mau. Além dos problemas destacados aqui e na nota 11,
acima, e na nota 39, abaixo, o artigo faz esta afirmação espantosa: “Na
década anterior ao 11/Set, o NORAD interceptou apenas um avião civil
sobre a América do Norte: golfer Payne Stewart’s Learjet, in October
1999. Na realidade, como sabem genuínos investigadores do 11/Set, o FAA
relatou numa notícia emitida em 09/Agosto/2002, que havia interceptado (scrambled) com
caças 67 vezes entre Setembro de 2000 e Junho de 2001, e o Calgary
Herald (13/Outubro/2001) relatou que o NORAD interceptou com caças 129
vezes em 2000. Por extrapolação, podemos inferir que o NORAD havia usado
caças para interceptação mais de 1000 vezes na década anterior ao
11/Set. A afirmação da Popular Mechanics podia ser verdadeira só
se em todos estes casos, excepto no incidente de Payne Stewart, os caças
foram chamados de volta à base antes de realmente interceptarem o avião
em causa. Isto é uma possibilidade mais improvável, especialmente à luz
do facto de que o major Mike Snyder, um porta-voz do NORAD,
confirmadamente declarou ao Boston Globe uns poucos dias após o 11/Set que “os caças [da NORAD] interceptam aviões rotineiramente” (Johnson, 2001).

Por que a Popular Mechanics teria publicado um artigo tão mau?
Uma pista é dada talvez pelo facto de que o “investigador senior” do
artigo foi Benjamin Chertoff, de 25 anos, primo de Michael Chertoff, o
novo chefe do Department of Homeland Security (see Bollyn, 2005a). Um
outro facto relevante é que o artigo foi publicado logo após um golpe
nesta revista de propriedade da Hearst, no qual o editor-chefe foi
substituído (ver Bollyn, 2005b). O artigo de desmistificação do jovem
Chertoff foi ele próprio efectivamente desmistificado por muitos
investigadores genuínos do 11/Set, tais como Jim Hoffman, “Popular
Mechanics’ Assault on 9/11 Truth,” Global Outlook 10 (Spring-Summer
2005), 21-42 (que era baseado no Hoffman, “Popular Mechanics’ Deceptive
Smear Against 9/11 Truth,” 911Review.com, February 15, 2005
[http://911review.com/pm/markup/index.html]), e Peter Meyer, “Reply to
Popular Mechanics re 9/11,”
http://www.serendipity.li/wot/pop_mech/reply_to_popular_mechanics.htm.
Temos que admitir que estes artigos de Hoffman e Meyer, se bem que
concordem em muitos pontos, adoptam diferentes abordagem em resposta a
algumas das questões levantadas. Mas ambos os artigos demonstram que a Popular Mechanics deve aos seus leitores uma desculpa por publicar um artigo tão grosseiramente defeituoso sobre um assunto de tal importância.

[36] Pat Dawson da NBC relatou a partir do WTC na manhã do 11/Set que
lhe fora dito por Albert Turi, o vice-assistente chefe de segurança do
Departamento de Bombeiros, que “haverá … uma outra explosão … uma
hora após o primeiro choque … em uma das torres daqui. Assim,
obviamente … ele pensa que haverá realmente dispositivos que foram
plantados no edifício ((Watson e Perez, 2004). Um repórter do Wall Street Journal afirmou:
“Ouvi este estrondo metálico, olhei para cima e vi que aquilo que eu
pensava ser apenas um sítio peculiar de pisos individuais, um após o
outro explodiam para fora. Pensei para mim mesmo, ‘Meu Deus, eles estão a
deitar o edifício abaixo”. E eles, seja quem for que seja ‘eles’,
HAVIAM COLOCADO CARGAS … Eu vi as explosões” (Shepard e Trost, 2002). O
repórter da BBC Steve Evans afirmou: “Eu estava na base da segunda
torre … aquela que foi batida … Houve uma explosão … A base do
edifício tremeu … Então, quando estávamos do lado de fora, aconteceu a
segunda explosão e a seguir houve uma série de explosões” (BBC,
11/Set/2001; citado em Bollyn, 2002).

[37] Em Junho de 2002 a televisão NBC apresentou um trecho de fitas
registadas no 11/Set que continha o seguinte diálogo envolvendo
bombeiros na torre sul:
Oficial: Batalhão 3 para despacho, acabámos de ter uma outra explosão.
Oficial: Batalhão 3 para despacho, acabámos de ter uma outra explosão.
Dispatcher: Recebido, comando do batalhão. Explosão adicional (“911
Tapes Tell Horror Of 9/11,” Part 2, “Tapes Released For First Time”,
NBC, June 17, 2002 [ www.wnbc.com/news/1315651/detail.html ]).

O bombeiro Louie Cacchioli relatou que, ao entrar no átrio da torre
norte, viu portas de elevadores completamente explodias e pessoas a
serem atingidas por resíduos. “Recordo pensar … como podia isto
acontecer tão rapidamente se um avião bateu acima?” Quando ele alcançou o
24º piso encontrou pó pesado e fumo, o que ele considerou estranho à
luz do facto de o avião ter batido o edifício mais de 50 andares mais
acima. Logo após, ele e outro bombeiro, “ouviram esta enorme explosão
que soou como uma bomba. Era um ruído surdo, desligou as luzes e
enguiçou o elevador”. Depois de olharem com curiosidade fora do
elevador, ele relatou: “uma outra enorme explosão semelhante à primeira
aconteceu. Esta outra aconteceu cerca de dois minutos depois … [e] fiquei a pensar, ‘Oh Meu Deus, estes bastardos puseram bombas aqui tal
como o fizeram em 1993!’ … Então, logo que chegámos às escadarias,
ouvi uma outra enorme explosão tal como as outras duas. A seguir ouvi
bang, bang, bang — enormes bangs” (Szymanski, 2005a). Um breve relato do
testemunho de Cacchioli foi disponibilizado no número de
24/Setembro/2001 da revista People, uma parte do qual é citado em Griffin, Cap. 1, nota 74.

[38] Terri Tobin, tenente do gabinete de informação pública do NYPD (New
York Police Department), afirmou que durante ou após o colapso da torre
sul, “tudo que ouvi foram explosões extremamente ruidosas, pensei que
estávamos a ser bombardeados” (Fink e Mathias, 2002, p. 82). Um artigo
no Guardiandizia: “Em Nova York, oficiais da polícia e dos
bombeiros estavam a efectuar a primeira onda de evacuações quando a
primeira das torres do World Trade Centre entrou em colapso. Algumas
testemunhas oculares relatam ter ouvido uma outra explosão exactamente
antes de a estrutura desmoronar. A polícia disse que parecia quase como
uma ‘implosão planeada’ ” (Borger, Campbell, Porter, e Millar, 2001).

[39] Teresa Veliz, que trabalhava numa companhia de desenvolvimento de
software, estava no 47º piso da torre norte quando subitamente “todo o
edifício abalou … [Logo após] o edifício abalou outra vez, desta vez
mais violentamente”. Veliz então desceu-o e saiu. Durante este período,
afirmou ela: “Houve explosões a acontecerem por toda a parte. Eu estava
convencida de que havia bombas plantadas por toda a parte e que alguém
estava sentado num painel de controle a pressionar botões detonadores”
(Murphy, 2002).

William Rodriguez trabalhava como porteiro na torre norte. Enquanto
estava na recepção a trabalhar no gabinete no sub-nível 1 às 09h00,
relata ele, ele e as outras 14 pessoas no gabinete ouviram e sentiram
uma explosão maciça abaixo deles. “Quando ouvi o som da explosão”,
afirma, “o chão debaixo dos meus pés vibrou, as paredes começaram a
rachar e tudo começou a chocar-se. … Segundos [depois] ouvi uma outra
explosão vinda de cima. …
Embora estivesse inconsciente naquele momento, isto era o avião a bater
na torre”. Então o colega de trabalho Felipe David, que estivera em
frente a um elevador de cargo, entrou no gabinete com severas
queimaduras na cara e nos braços a gritar “explosão! explosão!
explosão!” Segundo Rodriguez: “Ele foi terrivelmente queimado. A pele
estava descolada das suas mãos e braços. Seus ferimentos não podiam ter
vindo de um avião acima, mas só de uma explosão maciça abaixo”
(Szymanski, 2005b).

O engenheiro Mike Pecoraro, que estava a trabalhar na sexta sub-cave da
torre norte, declarou que depois de o seu colega ter relatado ter visto
luzes a piscar eles telefonaram aos andares de cima para descobrir o que
acontecera. Foi-lhes dito que houvera uma explosão surda e que todo o
edifício parecia sacudir. Pecoraro e Chino subiram então para o nível C,
onde havia uma pequena loja de máquinas, mas não havia ninguém lá. “Não
havia nada excepto lixo”, afirmou Pecoraro. “Estamos a falar acerca de
uma prensa hidráulica de 50 ton — partida!” Eles foram então para a
garagem de parqueamento, mas descobriram que, também, estava deserta.
“Não havia paredes”. Então, no Nível B, descobriram que porta anti-fogo
de aço e betão, que pesava cerca de 300 libras (136kg), fora amarrotado
“como uma peça de papel de alumínio”. Finalmente, quando eles subiram
para o piso da rua: “Todo o átrio estava coberto de fuligem e negro, as
portas dos elevadores estavam faltando. O mármores estava faltando em
algumas das paredes” ( Chief Engineer, 2002).

Uma das “afirmações predominantes” dos cépticos do 11/Set que a Popular Mechanics tenta
desmistificar (ver nota 11, acima) é a afirmação de que foram detonados
explosivos nos pisos mais baixos da torre. A revista, contudo,
convenientemente ignora os testemunhos de Veliz, Rodriguez e Pecoraro.

[40] Este perito é Van Romero, vice-presidente de investigação no New
Mexico Institute of Mining and Technology. Romero fora anteriormente
director do Energetic Materials Research and Testing Center deste
instituto, que estuda os efeitos de explosões em edifícios.

[41] Romero, é verdade, mudou a sua posição pública 10 dias depois, como
anunciado em Fleck, 2001. Mas esta retractação não foi convincente.
“Conversações subsequentes com engenheiros estruturais e um olhar mais
pormenorizado da fita”, segundo este artigo, levaram Roberto a concluir
que “o calor intenso dos incêndios do jet fuel enfraqueceram as traves
estruturais de aço dos arranha-céus ao ponto de que elas cederam sob o
peso dos pisos acima”. Mas não há indicação do que esse engenheiro
estrutural disse, ou do que Romero viu no seu “olhar mais pormenorizado
da fita” que o levou a alterar a sua visão anterior de que os colapsos
foram “demasiado metódicos” para terem sido produzidos por qualquer
outra coisa senão explosivos. Não há sugestão de como traves
enfraquecidas teriam conduzido a um colapso total que começou
subitamente e ocorreu a uma velocidade virtualmente de queda-livre.
Romero subsequentemente afirmou que não alterou sua postura. Ao invés
disso, afirmou que fora citado erroneamente no primeiro artigo. “Fui
citado como a dizer que pensava serem explosivos trazidos para baixo do
edifício. Eu só disse que era o que parecia” ( Popular Mechanics, 2005).
Mas se isto é verdade, é estranho que a segunda notícia, escrita por
Fleck, não diga isto mas ao invés diga que Romero mudou de parecer.
Romero mudou claramente de parecer — ou, para ser mais preciso, de
parecer público.

Uma pista para desvendar a razão desta mudança pode ser proporcionada
por uma outra declaração no artigo original, a qual diz que quando o
Pentágono foi atingido, “[Romero] e Denney Peterson, vice-presidente
para administração e finanças [do New Mexico Tech], estavam a caminho de
um edifício de escritórios próximo ao Pentágono para discutir programas
de investigação financiados pela defesa no Tech” (Uyttebrouck, 2001).
Na verdade, como foi destacado num artigo posterior no sítio web do New
Mexico Tech (“Tech Receives $15 M for Anti-Terrorism Program” [http://infohost.nmt.edu/mainpage/news/2002/25sept03.html ]), o número de Dezembro de 2003 da revista Influence nomeou
Romero como um dos “seis lobbyists que fizeram um impacto em 2003”,
acrescentando que “uma grande parte do trabalho [de Romero] envolve
lobbying por financiamento do governo federal, e se o ano fiscal de 2003
constitui alguma indicação, Romero foi uma super-estrela”, tendo obtido
cerca de US$56 milhões para o New Mexico Tech só naquele ano.
Considerando o facto de que Romero não deu razões científicas para a sua
mudança de postura, não parece injustificável inferir que a razão real
foi a sua percepção, que talvez lhe tenha sido forçada por responsáveis
do governo, que a menos que se retractasse publicamente das suas
declarações iniciais, sua efectividade no lobbying por fundos do governo
federal seria grandemente reduzida. Romero, com certeza, nega isto
dizendo: “Teóricos da conspiração vieram dizer que o governo induziu-me.
Isto é a coisa mais distante da verdade” ( Popular Mechanics, 2005).
Mas isto, naturalmente, é o que se esperaria que Romero dissesse em
qualquer caso. Ele podia ter esvaziado a acusação somente dando uma
descrição persuasiva de como os edifícios podiam ter vindo abaixo, da
maneira como o fizeram, sem explosivos.

[42] Como explicou Dwyer, as histórias orais “foram reunidas
originalmente por ordem de Thomas Von Essen, que era o comissário dos
bombeiros da cidade no 11%Set, que disse pretender preservar aquelas
descrições antes que se transformassem numa memória colectiva”.

[43] As histórias orais do 11/Set estão disponíveis no sítio web do New York Times 
http://graphics8.nytimes.com/packages/html/nyregion/20050812_WTC_GRAPHIC/ met_WTC_histories_full_01.html ).
Estou profundamente em dívida para com Matthew Everett, que localizou e
passou-me virtualmente todas as declarações que citei destas histórias
orais.

[44] Tal como muitos outros, Dixon assinalou que mais tarde veio a
aceitar a interpretação oficial, acrescentando. “Então imaginei alguma
medida do tempo que olhámos para aquilo e percebemos, não, realmente
entrou em colapso. Foi isto que estourou as vidraças, não que houvesse
uma explosão ali mas aquelas vidraças estouraram”. Tenho focado aqui,
entretanto, o que as testemunhas disseram terem experimentado e pensado
primeiro, distintas de qualquer interpretação que possam ter aceite
depois.

[45] Algumas das testemunhas também mencionaram a criação de uma nuvem
de pó após as explosões. Um bombeiro afirmou: “Você ouvia como buns
surdos … e então ficámos cobertos com fragmentos e pó” (NYT, Viola, p.
3). Outro disse: “É como quando o inferno vem abaixo. Era como uma
grande, enorme explosão. … O vento corria. …, todo o pó … e tudo
ficou escuro” (NYT, Rivera, p. 7). O tenente William Wall afirmou:
“Ouvimos uma explosão. Olhámos para cima e o edifício estava a vir
abaixo … Corremos um bocado e então fomos alcançados repentinamente
pela nuvem” (NYT, Wall, p. 9). O paramédico Louis Cook, tendo dito que
havia “uma incrível quantidade de pó e fumo”, acrescentou que havia “sem
exagero, um pé e meio de pó sobre o meu carro” (NYT, Cook, pp. 8, 35).

[46] Mesmo se fossemos generosos com uma falha e permitíssemos que esta
pudesse ser tão elevada como uma probabilidade de 1 em 10 (uma
probabilidade muito mais elevada do que 1 em 100, ou 1 em 500) que
qualquer uma das 11 características pudesse ocorrer sem explosivos, a
probabilidade de todas as 11 ocorressem em conjunto seria de uma em 100
mil milhões. (Este cálculo com a muito generosa suposição de 1 em 100
assume que as 11 são independentes umas das outras. Para maior
completude, se apenas 6 fossem independentes enquanto 5 fossem
correlacionadas com outras, ainda teríamos uma probabilidade em um
milhão. Mas, se a probabilidade fosse de 1 em 100 e cada característica
fosse independente, teríamos uma probabilidade de um em 10 elevado à 22
potência).

Se fôssemos também acrescentar ao cálculo que todas estas
características ocorreriam nos três edifícios no mesmo dia, a
probabilidade tornar-se-ia tão diminutamente pequena que dificilmente
seria distinguível de zero.

Por outro lado, se foram explosivos nos edifícios, haveria uma alta
probabilidade de que todas as 11 características teria ocorrido em todos
os três edifícios. Para esta argumentação estou em dívida para com
James Fetzer, que — através do seu ensaio “‘Conspiracy Theories’: The
Case of 9/11” — inspirou isto, e a Paul Zarembka, que ajudou com a
formulação final.

[47] Um lindo sumário do argumento para esta conclusão foi proporcionado
por Nila Sagadevan (comunicação por email em 08/Novembro/2005) em
resposta a uma pessoa que perguntou: “Está você a dizer que todos estes
pisos simplesmente caíram abaixo como se nada houvesse a suportá-los?”
Ao declarar que isto é precisamente o que ele estava a dizer, ele
sugeriu então o seguinte experimento mental:

Imagine um cabo de aço maciço, pendente de um alto guindaste, preso
firmemente ao meio do mais alto piso (110º) de uma das torres.
Agora, imagine que este piso fosse de alguma forma separado do resto da estrutura por baixo dele.
Chame o seu génio pessoal e ele tem de fazer todos os 109 pisos e
estruturas de suporte por baixo desta laje agora suportada desaparecerem
magicamente.
O que temos agora é a nossa piso de laje de betão a balouçar a 1350 pés
(411m) nos céus, suspensa por um cabo do nosso guindaste imaginário.
Agora, o nosso génio cortou o cabo.
O seu 110º piso cairia agora em queda livre através do ar e chocar-se-ia
com o chão em cerca de 9 segundos (o que é tempo que demorou para os
pisos superiores de ambas as torres atingirem o chão).
Agora, imagine uma variação deste cenário. Não separaremos o piso do topo nem nos envolveremos com um guindaste.
Ao invés disso, perguntaremos ao nosso genial génio para magicamente
“amolecer” todas as colunas de suporte dos 109 pisos mais baixos.
Será que cada um de todos estes pisos e das suas agora amolecidas
estruturas de suporte não começariam imediatamente a vergar sob o peso
do 110º piso?
Será que este envergamento não reduziria significativamente a descida do
piso do topo por continuar a oferecer um certo grau de resistência à
sua descida?
Será que estes progressivos obstáculos viscosos — o aço amolecido
ajudado por rebites soltos, parafusos cortados e soldaduras fundidas —
não reduziria significativamente a velocidade da queda do piso do topo?
Não seria isto causa para o piso do topo gastar um bocado mais do que 9
segundos para finalmente chegar ao fim da sua descida e juntar-se ao
resto no alto da pilha esmagada de pisos por baixo de si?
Mas no 11 de Setembro de 2001, todos os pisos, de todas as torres, caíram como se nada existisse por baixo deles senão o ar.
Para isto acontecer, todas as colunas de suporte (isto é, de
resistência) por baixo de todo piso em processo de colapso teria de ter
sido retirada do caminho.
Somente explosivos bem colocados podem fazer isso.
Isto é o que acontece numa demolição controlada.

O ponto de Sagadevan não é afectado significativamente se dissermos que o
tempo do colapso foi mais próximo dos 15 segundos, uma vez que é ainda
muito próximo da velocidade de queda-livre através do ar.

[48] Os investigadores oficiais consideraram que tinham menos autoridade
do que equipes de limpeza, um facto que levou o Science Committee da
House of Representatives a relatar que “a falta de autoridade dos
investigadores para apreender (impound) peças de aço para exame antes que estas fossem recicladas levou à perda de importantes peças de evidência”
http://www.house.gov/science/hot/wtc/wtc-report/WTC_ch5.pdf ).

[49] “Baosteel Will Recycle World Trade Center Debris,” Eastday.com, January 24, 2002 ( http://www.china.org.cn/english/2002/Jan/25776.htm ).

[50] Esta remoção foi, além disso, executada com o mais absoluto
cuidado, porque “as cargas consistiam material altamente sensível”. Cada
camião estava equipado com um Vehicle Location Device, conectado a GPS.
“O software registava cada viagem e a localização, enviando alertas se o
veículo afastava-se da rota, chegava tarde ao seu destino, ou
desviava-se das expectativas por qualquer outro caminho. … Um condutor
… fez uma pausa estendida para um almoço de uma hora e meia … Ele
foi demitido” (Emigh, 2002).

[51] New York Times, 25/Dezembro/2001.
Este protesto foi reflectivo pelo Professor Abolhassan Astaneh-Asl,
Professor of Civil Engineering at the University of California at
Berkeley, que afirmou:: “Quando há um acidente de carro e duas pessoas
são mortas, você mantem o carro até que o processo esteja acabado. Se um
avião cai, você não só mantem o avião como reúne todas as peças,
leva-as para um hangar e coloca-as juntas. Isto se faz só para 200 ou
300 pessoas, quando morrem. Neste caso, você tem 3000 pessoas mortas.
Você tem uma grande … estrutura fabricada pelo homem. Meu desejo era
que tivéssemos gasto seja o que for que levasse. … Juntar todo este
aço, transportá-lo para um terreno. Ao invés de reciclá-lo. … Afinal
de contas, isto é um cenário de crime e você de descobrir exactamente o
que aconteceu” (CBS News, March 12, 2002).

[52] Bloomberg estava com isso a recomendar precisamente o que Bill Manning, o editor da Fire Engineering, havia
prevenido quando escreveu: “Como as coisas agora se colocam …, a
investigação do incêndio do World Trade Center e o colapso
corresponderão a papel e hipóteses geradas por computador” (Manning,
2002). Aquilo que Bloomberg desejou e Manning temeu foi exactamente o
que aconteceu com o NIST Report. É, de facto, muito pior. O físico
Steven Jones, depois de destacar que há “zero exemplos de colapsos de
arranha-céus provocados por incêndio” e que mesmo os “modelos reais [de
computador] do NIST não entram em colapso”, pergunta: “Assim, como fará a
equipe do NIST para justificar os colapsos do WTC?” Ele responde:
“Fácil, o NIST confeccionou hipóteses geradas por computador para casos
muito ‘severos’ “, e então estes casos foram novamente modificados para
obter o resultado desejado. O NIST Report, acrescenta Jones, admite
isto, dizendo na página 142: “O caso mais severo … foi utilizado para a
análise global de cada torre. Conjuntos completos de simulações foram
então preparados para estes casos. Na medida em que as simulações
desviavam-se da evidência fotográfica ou de relatos de testemunhas
oculares, os investigadores ajustavam o input” (Jones, 2006).

[53] “Baosteel Will Recycle World Trade Center Debris.”

[54] Bill Manning escreveu: “O dano estrutural provocado pelos aviões e
pela ignição explosiva do jet fuel nos mesmos não era suficiente para
deitar abaixo as torres. Fire Engineering tem boas razões para acreditar que a ‘investigação oficial’ abençoada pelo FEMA … é uma farsa simplória (half-baked) que
já pode ter sido comandada por forças políticas cujos interesses
primários, para colocar isto suavemente, estão situados muito longe da
revelação completa. Excepto pelo benefício marginal obtido de um passeio
de três dias, com acompanhamento visual dos sítios de evidência
conduzido pelos membros do comité de investigação do ASCE — descritos
por uma fonte próxima como ‘tourist trip’ — ninguém está a investigar a
evidência para qualquer coisa” (Manning, 2002).

[55] Ver a secção intitulada “The ASCE’s Disclosures of Steel Sulfidation” em Hoffman, 2005.

[56] Para evidência visual, ver Hoffman, “North Tower Collapse Video
Frames: Video Evidence of the North Tower Collapse,” 9-11
Research.wtc7.net, n.d. (http://911research.wtc7.net/wtc/evidence/videos/wtc1_close_frames.html ).

[57] O papel de Marvin Bush na companhia é mencionado em Craig Unger, 2004, p. 249.

[58] A declaração de Forbes está em www.apfn.org/apfn/patriotic.htm.

[59] Para a declaração completa de Giuliani, ver “Who told Giuliani the
WTC Was Going to Collapse on 9/11?”, What Really Happened, n.d. (http://www.whatreallyhappened.com/wtc_giuliani.html ); it can be heard at www.wireonfire.com/donpaul .

[60] Como destaca Hufschmid, “as fotos mostram chamas espectaculares a
extinguirem-se rapidamente, e a seguir o incêndio … vagarosamente a
diminuir” (2002, p. 38).

[61] “Se a … intenção foi lançar a culpa do colapso sobre os incêndios”,
escreveu Peter Meyer, “então o último momento em que as torres podiam
entrar em colapso seria justamente quando os incêndios estavam a
extinguir-se. Uma vez que o incêndio na Torre Sul resultou da combustão
de menos jet fuel …, o incêndio na Torre Sul começou a desaparecer
mais cedo. … Aqueles que controlavam a demolição tiveram então de
provocar o colapso da Torre Sul antes de provocarem o da Torre Norte”
(Peter Meyer, n.d.).

[62] O chefe de divisão da Emergency Medical Services (EMS), John
Peruggia, afirmou terem-lhe dito que “a torre norte estava em perigo de
um colapso iminente”. O técnico médico Richard Zarrillo, evidentemente
uma ligação entre o OEM e o EMS, afirmou que lhe disseram que “os
edifícios vão entrar em colapso”. O chefe de bombeiros Stephen Mosiello e
o vice-assistente chefe Albert Turi também utilizaram o plural
(“buildings”) ao relatar o que haviam ouvido de Zarrillo. Turi relatou
que quando perguntaram a Zarrillo “onde estamos nós a obter estas
noticias?”, a sua réplica foi: “você sabe, não estamos certos, a OEM
está apenas a noticiar isto” (NYT, Oral Histories of Peruggia, Zarrillo,
Mosiello, and Turi).

[63] Em “A Brief History of New York City’s Office of Emergency
Management,” lemos: “1996: Por ordem executiva, é criado o Mayor’s
Office of Emergency Management. O director reportará directamente ao
Mayor e actua como o Director da Defesa Civil local” (http://www.nyc.gov/html/oem/html/other/oem_history.html ).

[64] “A cidade … inicialmente recusou acesso aos registos a
investigadores da … Comissão do 11/Set” mas “cedeu quando foi ameaçada
de acção local” (Dwyer, 2005b).

[65] Glanz (2001) escreveu que “peritos disseram que nenhum edifício cmo
este, um arranha-ceus moderno, de aço reforçado, alguma vez entrou em
colapso devido a um incêndio não controlado”.

[66] Para fotografias e discussão, ver Hufschmid, 2002, pp. 62-65, e a
secção intitulada “The ‘Raging’ Fires at WTC Tower Seven” in “The World
Trade Center Fires (Not So Hot Eh?),” Global Research, September 27,
2004 ( http://globalresearch.ca.myforums.net/viewtopic.php?t=523 ).

[67] FEMA, 2002, Ch. 5, Sect. 6.2, “Probable Collapse Sequence,” discutido em Griffin, 2004, p. 22.

[68] Hufschmid, 2002, p. 64. O colapso do edifício 7 também teve todas
as outras características das demolições convencionais, tais como começo
súbito e a seguir vir abaixo à velocidade virtualmente de queda-livre —
o que neste caso significou menos de 7 segundos. Esta similaridade com
implosões convencionais foi comentada por Dan Rather. Ao mostrar um
vídeo do colapso do edifício 7 na CBS naquela mesma noite, Rather disse
que isto “recordava aquelas fotografias que todos nós anteriormente
vimos demasiado na televisão quando um edifício era deliberadamente
destruído por dinamite bem colocada a fim de derrubá-lo” (CBS News,
September 11, 2001). Vídeos do colapso do edifício 7, que raramente
aparecem nos principais canais de televisão, podem ser vistos em vários
sítios web, incluindo www.geocities.com/killtown/wtc7.html e www.whatreallyhappened.com/wtc7.html . Particularmente bom para esta finalidade é o DVD de Eric Hufschmid, “Painful Deceptions” (disponível em www.EricHufschmid.Net ).

[69] Implosion World.com ( http://www.implosionworld.com/dyk2.html ).

[70] Steven Jones, email letter, October 10, 2005.

[71] Ve Norman, 2002, and Firehouse Magazine, 2002a and 2002b.

[72] O chefe Frank Fellini afirmou que a zona de colapso foi
estabelecida “cinco ou seis horas” antes de o edifício vir abaixo, o que
teria sido em torno do meio dia (NYT, Fellini, p. 3). Este tempo
ajusta-se com o testemunho de um bombeiro que disse ter “ouvido relatos
ao longo de todo o dia do World Trade 7 possivelmente a ruir” e de um
outro que afirmou: “Nós aguardámos durante horas para o sete vir abaixo”
(NYT, Murray, p. 12, e Massa, pp. 17-18).

[73] Mesmo tremores de terra, que produziram alguns colapsos parciais, nunca produziram colapsos totais.

[74] “Investigadores federais concluíram que foi primariamente o impacto
dos aviões e, mais especificamente, os incêndios extremos que se
espalharam em consequência, que levaram os edifícios a cair. … Depois
de os aviões baterem, … muito da protecção anti-fogo na zona de
impacto foi deslocada, deixando o aço estrutural exposto e mortalmente
vulnerável ao calor intenso” (Dwyer e Flynn, 2005, p. 252). Estes
co-autores (p. 253) endossam mesmo a afirmação do NIST —- que é
totalmente infundamentada (Hoffman, 2005) — de que os colapsos
tornaram-se “inevitáveis.”

[75] Dwyer, de facto, escreveu um artigo intitulado “Vast Archive Yields New View of 9/11,” New York Times, August 13, 2005 (http://www.nytimes.com/2005/08/13/nyregion/nyregionspecial3/
). Mas ele não mencionou a “nova visão” que seria sugerida pelos testemunhos acerca das explosões.

[76] A declaração de Silverstein tem sido citada em muitos lugares,
incluindo Morgan e Henshall (2005). Uma crítica a este livro intitulada
“9/11 Revealed? New Book Repeats False Conspiracy Theories,” publicada
pelo U.S. State Department
(http://usinfo.state.gov/media/Archive/2005/Sep/16-241966.html ), afirma
que “o proprietário do edifício referia-se a retirar um contingente de
bombeiros para fora do edifício a fim de salvar vida porque ele parecia
instável”. Mas isto dificilmente será uma interpretação plausível,
especialmente devido à seguinte sentença e ao facto de que em outro
lugar durante o documentário (PBS, 2002) ouvimos a expressão utilizada
claramente para significar “deitar o edifício abaixo” (“bring the
building down)”

[77] A declaração de Silverstein pode ser visionada em ( http://www.infowars.com/Video/911/wtc7_pbs.WMV ) ou ouvida em áudio file (http://VestigialConscience.com/PullIt.mp3 ). Para uma discussão, ver Baker, n.d.

[78] Currid, casualmente, foi reeleito presidente em 2002 ( http://www.uniondemocracy.com/UDR/34-NYC%20Public%20Employees.htm ).

[79] Carta ao LA Times Magazine, September 18, 2005, de William
Yarchin, de Huntington Beach, California, em resposta a uma entrevista
comigo naquela revista, conduzida por Mark Ehrman, intitulada “Getting
Agnostic about 9/11,” publicada em 28/Agosto/2005.

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© Copyright David Ray Griffin, 911truth.com, 2006

Autor de numerosas obras sobre assuntos filosóficos e políticos. Actualmente é director do Center for Process Studies .

O original encontra-se em http://www.globalresearch.ca/ . Tradução de JF 

Este artigo encontra-se em http://resistir.info/ .

Veja-se também

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Bibliografía

Documentos

Comissão Nacional do 11-S

Da National Commission on Terrorist Attacks Upon the United States
(Comissão Nacional sobre Ataques Terroristas contra os Estados Unidos):

Congresso dos Estados Unidos

FEMA (Administração Federal de Gestão de Emergências de EEUU)

Human Rights Watch

Enlaces externos

Lugares com informação sobre o 11-S

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Um comentários

  1. Realmente, se o Voo 93 matou todo mundo, quem estaria vivo para ter provas de que os passageiros lutaram contra os terroristas?

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