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Como nos dias de Noé, o retorno do Nefilins: CONSIDERAÇÕES GERAIS SOBRE A VERDADEIRA IDADE DA RAÇA HUMANA E OS ANTIGOS GIGANTES – PARTE 17



trackscambodiacontext2sm O dinossauro de Angkor Watt 



















 Detalhe do templo de Angkor Wat, no Camboja. Numa das laterais do templo, erguido há 1.000 anos, segundo historiadores, há um detalhe claro de um estegossauro entalhado na pedra. Como o artista pôde ter idéia de um estegossauro se este animal, segundo a paleontologia tradicional, estaria extinto há 65 milhões de anos?



 Há muito material na Internet sobre gigantes, com milhares de horas de vídeos, cujas teorias vão das mais inverossímeis fontes, àquelas que podem ter algum respaldo na História. É fato que a Bíblia fala de gigantes. Eles podem ser vistos, primeiramente, no relato de Gênesis 6:4:

Havia naqueles dias gigantes na terra; e também depois, quando os filhos  de Deus entraram às filhas dos homens e delas geraram filhos; estes eram  os valentes que houve na antiguidade, os homens de fama“.

 A expressão “naqueles dias” pode ser interpretada como “nos dias pré-diluvianos”, ou os dias que antecederam o dilúvio bíblico universal; cataclisma que possui ecos nas histórias de inúmeros povos ao redor do planeta. A expressão “também depois” indica que houve gigantes após o dilúvio, fato que, na Bíblia, pode ser visto em inúmeras outras passagens do Antigo Testamento, como em Números 13:33; Deuteronômio 1:28, 2:10,11,20,21, 3:11,13, 9:2; Josuel 12:4, 13:12. Atualmente, com o advento de novas tecnologias e o acesso facilitado a áreas remotas, fruto da globalização sócio-econômico-cultural, mais e mais pessoas podem conferir e pesquisar algumas das mais controversas evidências que, antes, a maioria das pessoas só veria através de fotos em livros ou revistas.

Abaixo, apresento-lhes alguns vídeos com informações no mínimo intrigantes. São vídeos que, na maioria, não têm o respaldo das grandes organizações mais representativas da paleontologia tradicional, mas, particularmente, sempre achei que a paleontologia e a arqueologia, de um modo geral, com seu olhar ultraconservador e alinhado à teoria darwiniana da evolução, a priori, conscientemente fecham os olhos a um número cada vez maior de evidências que apontam, penso eu, para dois fatos defendidos por arqueólogos não-ortodoxos e pesquisadores em geral (jornalistas, escritores, engenheiros, arquitetos, historiadores):
– O primeiro é que houve, num passado remoto, uma civilização humana perdida, cuja origem e fim, de uma maneira geral, são desconhecidos e/ou ignorados pela ciência atual. A cronologia desta civilização não se encaixa nos padrões darwinianos da teoria da evolução humana, o que faria de nós, seres humanos, uma espécie muito, muito mais antiga do que se imagina. Penso que se isso coaduna-se melhor com a visão bíblica, pois, na mesma, o homem é criado inteligente (Adão) e, mesmo em épocas pré-diluvianas (o que deve ter acontecido antes de 12.000 anos atrás), o homem já dominava a metalurgia, a música, a astronomia etc. Seu legado foi destruído pelo cataclisma global chamado, na Bíblia, de “dilúvio” (como se pode ver em Gn. 6); aliás, uma teoria, como já dissemos, presente em várias culturas ao redor do planeta. 
– O segundo, é que houve, em tempos remotos, uma raça de gigantes na terra. Estas pessoas, seres humanos melhor adaptados ao antigo clima do planeta (que deveria ser completamente diferente antes do dilúvio bíblico), ao que indicam as evidências, não só eram muito maiores do que os humanos atuais, como eram mais longevos. A Bíblia fala de uma longevidade pré-diluviana que desafia os padrões atuais do que se conhece da fisiologia humana. Mas, como ressaltamos, a climatologia pré-diluviana era completamente diferente, com variáveis de pressão atmosférica, teor de oxigênio, camada de ozônio diferentes, que, podem sim, ter influenciado na estrutura física dos seres vivos naqueles tempos. Ademais, há um número crescente de indícios que mostram que os dinossauros viveram, de fato, com o ser humano, sendo um equívoco esta cronologia antiquíssima de sessenta e cinco milhões de anos desde sua extinção até nós! 
É claro que a paleontologia tradicional descarta tais hipóteses como “heresias acadêmicas”, mas, alguns pontos merecem ser levados em consideração e creio que os mesmos são trabalhados nos vídeos a seguir:

1 – Por que as construções pré-históricas são megalíticas? É algo visto no mundo todo e que não se encaixa com o que nos dizem os arqueólogos e paleontólogos tradicionais. Por que os antigos trabalhavam, ao que tudo indica, “da maneira mais difícil”? Por que deslocaram pedras gigantescas, para as ordenarem com uma precisão milimétrica, alinhadas com importantes fenômenos astronômicos, como os Equinócios e Solstícios? Como eles fizeram o que fizeram, haja vista que, mesmo atualmente, seria dificílimo, senão impossível, produzir seus feitos? (isto é dito por ENGENHEIROS, não por Arqueólogos que NÃO ENTENDEM DAS IMPLICAÇÕES TÉCNICAS DA ENGENHARIA MEGALÍTICA).

2 – É possível que a raça humana seja mais antiga do que se pensa? Se não, como é que se explicam as pegadas de seres humanos (algumas gigantes) encontradas no leito de rochas ao lado de pegadas de dinossauros? Como explicar artefatos humanos encontrados em camadas geológicas nas quais, pela arqueologia tradicional, seria impossível que os mesmos estivessem ali? Por que inúmeras evidências de seres humanos gigantes sumiram de alguns museus do mundo? Será que o stablishment científico teme que descobertas alterem a visão científica estabelecida de mundo que nos tentam repassar? 

Esta introdução é importante, prezado internaut, pois a ciência tradicional tenta ridicularizar os achados arqueológicos e peleontológicos que não se encaixam na concepção darwiniana de mundo. Isto é FATO. É claro que há fraudes e tudo o mais, mas é preciso ressaltar que houve, também, um escandaloso registro de fraudes na paleontologia tradicional!! Há questões que são, atualmente, inexplicáveis e que desafiam o stablishment científico e o midiático tradicionais, posto que este apóia aquele incondicionalmente! Espero que os vídeos aqui mostrados, nesta primeira leva de informações sobre este assunto, aqui no Fatos em Foco, auxilie-o, prezado internauta, a pesquisar mais e a procurar saber se as ditas “verdades científicas” estabelecidas provém realmente de árdua e imparcial observação e trabalho de campo, ou se provém mais de “paixão ideológica” e comprometimento prévio com uma visão de mundo bastante específica. Cabe a você decidir!

Este intrigante vídeo especula sobre um relato comum, nas histórias bíblica e egípcia, quanto à figura de “Noé”, um dos sobreviventes do dilúvio global. Também mostra evidências de que a civilização humana de fato foi composta, também, por seres gigantes.


Este é um vídeo amador feito em Mpumalanga, África do Sul, onde está incrustrada no que hoje é uma rocha de granito, uma suposta pegada humana de 1,5 metro. Se esta pegada for real, o indivíduo que a produziu deveria ter mais de 9 metros de altura!





Um conhecido documentário veiculado no Discovery Channel sobre seres humanos gigantes no passado remoto de nossa história.




Uma visita à impressionante cidade de Sacsayhuaman, Peru. Esta cidade, segundo os descendentes dos incas, foi construída a mando do deus “Viracocha”, um ser “de pele clara, barbado e muito alto”. No vídeo, teoriza-se sobre “aliens antigos” que contruíram a cidade… bem, deixada essa bobagem de lado, é interessante estudar o sítio megalítico de Sacsayhuaman e as histórias sobre sua antiquíssima construção que, conforme nos disseram os incas, foi elaborada e construída a mando de um gigante!


Documentário recente que investiga, com a opinião de arquitetos e engenheiros de renome, as possibilidades do homem antigo ter construído algumas das construções megalíticas espallhadas no planeta. As pirâmides de Gízé, no Egito, são o ponto central de onde e para onde a linha de investigação dos documentaristas os leva! Destaque especial ao tipo de construção megalítica, cuja técnica pode ser vista em diferentes partes do globo, como na Ilha de Páscoa, no Peru e no próprio Egito.


Documentário que explora a veracidade do diúvio global e das antigas e extraordinárias civilizações que existiam antes do mesmo!


A primeira parte do documentário “Em Busca da Civilização Perdida – Espelho do Paraíso”, do jornalista britânico Graham Hancock. Hancock foi um dos primeiros a  levar ao mundo a teoria da “antiga civilização”, através de alguns livros e do documentários “Em Busca da Civilização Perdida” e “Underworld”. Nesta primeira parte, vc pode verificar que as idéias destes pesquisadores de vanguarda merecem um olhar mais acurado da arqueologia tradicional.

OBS.: sabemos que alguns dos proponentes das idéias da antiga civilização pré-diluviana misturam o conhecimeto das recém-descobertas evidências com misticismo, espiritualismo obsucuro e teorias de alienígenas. Discordamos veementemente destas interpretrações, destacando que achamos que as mesmas só auxiliam o stablishmente midiático e científico a ridicularizarem um número cada vez maior de evidências que mostram, ao meu ver inequivocamente, que a cronologia da história da humanidade, conforme moldada sobre os pilares de filosofias naturalistas e do darwinismo, mostra-se equivocada, precisando ser revista, urgentemente! Cremos em um passado remoto da raça humana, cuja civilização alcançou um nível de conhecimento em diversas áreas fantasticamente avançados, o que seria o único meio de explicar construções megalíticas pré-históricas que, segundo a arqueologia tradicional, foram construídas sem o conhecimento técnico da roda, de ferramentas de ferro e polias, o que nos parece um extraordinário absurdo! Cremos que a história da raça humana precisa ser revista e os alicerces de nossa fundação, conforme nos mostram as Escrituras, por exemplo, encontram-se em uma força inteligente e, de fato, extra-planetária: Deus, o Criador de todo o Universo (Gn. 1:1).
Autor: Pastor Arthur Eduardo

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