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FUTURO SEM VISÃO

Nos últimos anos, o mundo tem testemunhado crescentes catástrofes! Secas, ciclones e terramotos devastadores, que se repetem sem interrupcção. Milhares têm perdido as suas vidas, ou têm sido afectados, em terra, no mar, ou no ar. Milhões morrem de fome, e países tais como o Brasil e o México estão falidos, incapazes de pagarem as suas dívidas. Guerras, revoluções, explosão demográfica, e a contínua destruição da natureza, têm contribuído para que muitos se sintam alarmados em relação ao futuro. Ora, muitos desses acontecimentos foram claramente preditos na Bíblia (Mat.24,4-31; Luc.21,25-28; Apoc.6,12-17; 16; 17; 18). Deus sempre tem advertido antecipadamente a humanidade acerca dos seus juízos vindouros, que se haveriam e haverão de manifestar, em consequência da sua impiedade e apostasia (Isa.24,5-20; 46,9.10; Am.3,7; Apoc.1,1).

APRENDER COM O PASSADO Deus anunciou, por exemplo a Noé, a chegada do grande Dilúvio, a Abraão e a Ló, do completo aniquilamento das cidades de Sodoma e Gomorra, e a Moisés, das pragas que pairariam sobre o Egipto.Estes acontecimentos foram relatados para que pudéssemos tirar partido dos seus ensinamentos, são registos passados que nos ajudam a reflectir e a estabelecer um paralelo com situações actuais. É um facto que todas as profecias bíblicas se cumpriram até hoje de maneira surpreendente. Ora, isto só vem demonstrar que também se cumprirão as profecias do final dos tempos, sobre as quais somos hoje advertidos
(I Cor.10,6-12; II Ped.2,5-9; Hebr.4,11). A clara advertência de Deus, para a última geração da humanidade, representada pela

encontra-se no capítulo 14 do livro do Apocalipse (Revelação) de João, e constitui a última chance de salvação dada ao homem por Deus, antes do regresso de Jesus Cristo, em glória, como Rei e Juíz. Nestas mensagens encontra-se a advertência mais importante contida na Bíblia relativamente ao julgamento que está para vir. 1. “Temei a Deus e dai-lhe glória, porque é vinda a hora do seu juízo; e adorai aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas.” 2. “Caíu, caíu Babilónia,aquela grande cidade, que a todas as nações deu a beber do vinho da ira da sua prostituição.” 3. “Se alguém adorar a besta, e a sua imagem, e receber o sinal na sua testa, ou na sua mão. Também o tal beberá do vinho da ira de Deus, que se deitou, não misturado, no cálice da sua ira; e será atormentado com fogo e enxofre, diante dos santos anjos e diante do Cordeiro. E o fumo do seu tormento sobe para todo o sempre; e não têm repouso, nem de dia nem de noite, os que adoram a besta e a sua imagem, e aquele que receber o sinal do seu nome“. (Apoc.14,7-11). Esta proclamação, é absolutamente vital para a vida de cada terrestre! Mas, como é que podemos evitar adorar a besta, e a sua imagem, ou aceitar a sua Marca, se nós não conhecemos o significado de cada uma delas? A falta de conhecimento sobre este tema ser-lhe-á fatal! “O meu povo foi destruído, porque lhe faltou o conhecimento;…” Ose.4,6; comp. Isa.29,13.14. Mas Deus prometeu sabedoria a todas as pessoas sinceras (Prov.2,1-7; Dan.12,4.10; Mat.7,7-8). “Vivo eu, diz o Senhor JEOVÁ, que não tenho prazer na morte do ímpio, mas em que o ímpio se converta do seu caminho, e viva: convertei-vos, convertei-vos dos vossos maus caminhos; pois, por que razão morrereis,ó casa de Israel?” Eze.33,11 (comp. II Ped.3,10.11; Mal.3,18-20).

Antes de abordarmos ‘a Besta’, precisamos compreen-der o contexto e o desenvolvimento histórico que a antecedeu; a melhor maneira de o fazer é estudar o livro de Daniel onde é profetizada, de forma magnífica, a história desde seis séculos antes de Cristo até aos nossos dias. A interpretação dos símbolos ali empregues não deve ser feita de forma leviana, baseando-se em suposições humanas. Profecia bíblica é precisamente a história revelada antecipadamente. A própria bíblia fornece-nos também a chave para a sua compreensão (II Ped.1,20). Em Dan.2,27-45 encontramos uma estátua cujos elementos constituíntes simbolizam a sequência exacta dos grandes impérios mundiais, desde Babilónia até à Europa actual. Existe um paralelismo exacto entre Dan.2 e Dan.7, onde os ditos impérios e suas características são representados por “animais”: “Estes grandes animais, que são quatro, são quatro reis… o quarto animal será o quarto reino na terra…” (Dan.7,17.23). Em Dan.7,3 está escrito: “E quatro animais grandes,… subiam do mar.” – nas profecias ” Mar” ou “água” simbolizam “… povos, e multidões, e nações, e línguas” (Apoc.17,15; comp. Isa.8,7).loewe.jpg     (25016 Byte) O LEÃO “O primeiro era como leão…” Dan.7,4 (comp. Dan.2,37.38). Trata-se da descrição do Império Babilónico (608-538 aC.), que dominava o mundo na época de Daniel. No Museu Pérgamon em Berlin, podemos ainda hoje admirar este “Leão Alado”, como testemunho daquele período histórico. baer.jpg (25685 Byte)O URSO “…e eis aqui o segundo animal, semelhante a um urso, o qual se levantou de um lado, tendo na boca três costelas entre os seus dentes; e foi-lhe dito assim: Levanta-te, devora muita carne.” Dan.7,5. Este animal tem o mesmo significado que o peito e os braços de prata representados em Dan.2,32.39. Trata-se do poder que suplantou o reino babilónico- o duplo reinado Medopérsico (538-331 aC.). Este reino foi dividido em dois; primeiro reinaram os médos e mais tarde os persas. Os dois braços do urso e a sua posição vertical assimétrica torna clara esta característica. Uma das metades constituíntes será mais forte do que a outra. As três costelas simbolizam as nações dominadas pelos medopersas, são elas a Babilónia, Lídia e o Egipto. O LEOPARDOpardel.jpg (31615 Byte) “Depois disto, eu continuei olhando, e eis aqui outro, semelhante a um leopardo, e tinha quatro asas de ave nas suas costas: tinha, também, este animal quatro cabeças, e foi-lhe dado domínio.” (Dan.7,6). Este animal encontra também sua correspondência em Dan.2,32.39. Trata-se do Império Grego (331-168 aC.), que subjugou os Persas sob a liderança de Alexandre “o Grande”, vindo a dividir-se após a sua morte, em quatro reinos, simbolizados pelas quatro cabeças (Macedónia, a Trácia, a Síria e o Egipto). Tier4.jpg (30362 Byte)O QUARTO ANIMAL “Depois disto, eu continuava olhando nas visões da noite, e eis aqui o quarto animal, terrível e espantoso, e muito forte, o qual tinha dentes grandes de ferro; ele devorava e fazia em pedaços, e pisava aos pés o que sobejava; era diferente de todos os animais que apareceram antes dele, e tinha dez pontas Dan.7,7. Também encontramos este animal em Dan.2, versículos 33 e 40. O quarto grande poder que se seguiu ao grego, foi o Império Romano (168 aC.- 476 dC.). Este animal era tão diferente dos que Daniel conhecia, que não lhe foi possível descrevê–lo em pormenor. Os “10 chifres” simbolizam, “… daquele mesmo reino se levantarão dez reis…” (Dan.7,24). Isto é uma realidade histórica. O Império Romano extinguiu-se em 476 dC., dando lugar a 10 Reinos, os 10 povos Germânicos, que vieram a dar origem aos actuais estados Europeus. Paralelo a Dan.7,7 eles são representados em Dan.2,41.42 pelos 10 dedos dos pés da estátua. Passamos a enunciar os povos acima referidos: 1-Alemães (Alemanha), 2-Francos (França), 3-Anglo-Saxões (Grã-Bretanha), 4-Burgundos (Suíça), 5-Visigodos (Espanha), 6-Suevos (Portugal), 7-Lombardos (Itália), 8-Hérulos, 9-Vândalos, 10-Ostrogodos. O PEQUENO CHIFRE klhorn.jpg (27105 Byte) “Estando eu considerando as pontas (chifres), eis que entre elas subiu outra ponta pequena (chifre pequeno), diante da qual três das pontas primeiras foram arrancadas; e eis que, nesta ponta (chifre), havia olhos, como olhos de homem, e uma boca que falava grandiosamente.” Dan.7,8 As diversas características de identificação do pequeno chifre: 1- Surgiria em cima entre os dez chifres (Reinos), e três deles viriam a ser exterminados quando do seu aparecimento. 2- Em Dan.7,24 vem escrito que o pequeno chifre seria posterior aos 10 chifres. Ora, existe apenas um único poder na história que corresponde a esta descrição. Na própria Roma, no centro de um império em decadência, surgia o Papado, o regime “monárquico” do catolicismo após 476 dC. Por quererem resistir ao seu poder foram destruídos “foram arrancados…” três, dos dez povos germânicos, citamos, os Hérulos, os Vândalos e os Ostrogodos. Em 533 dC. em consequência da promulgação do Codex Justinianus levada a cabo pelo imperador Justiniano da Roma oriental, o bispo de Roma viria a ser nomeado chefe de todas as igrejas cristãs. Quando o último dos três povos que se opôs a esta promulgação (os Ostrogodos) foi aniquilado no ano 538 dC. pelo general imperialista Belisarius, a Roma papal revelou-se de imediato pela imposição de uma poderosa supremacia que deveria dominar durante um período predicto proféticamente (Veja próximos estudos). afsg8-9.jpg (8216 Byte)3- Em Dan.7,25, pode ler-se que “destruirá os santos do Altíssimo…” o que apontava para uma grande perseguição aos cristãos. Nenhum conhecedor da história pode negar que esta declaração não se concretizou debaixo do mandato do Papado. As terríveis perseguições que assombraram a Idade-Média (fogueiras, processos contra hereges, enforcamentos), são sem dúvida um capítulo negro e bem conhecido da história. 4- Ainda em Dan.7,25 podemos ler: “… e cuidará em mudar os tempos e a lei…” O sistema Papal ousou efectivamente alterar a Lei de Deus, os 10 mandamentos. O segundo mandamento: “Não farás para ti imagem de escultura… Não te encurvarás a elas, nem as servirás:…” foi por e simplesmente retirado do catecismo, e o quarto mandamento: “Lembra-te do dia do sábado, para o santificar” (o único mandamento que se refere ao “tempo”), alterado, o dia de descanso de Deus passou do sétimo para o primeiro dia da semana (comp. II Tess.2,3.4; Sal.94,20). “O tempo” de adoração foi modificado e passou a santificar-se um dia que nunca fôra santificado por DEUS. O sábado imutável (Exo.20,8-11; 31,13.16.17; Eze.20,12; Isa.56,2.3.6.7; Sal.89,35; Heb.4,1-11; Tiag.2,10), que Cristo e os seus apóstolos legítimamente guardaram (Luc.4,16; Mat.24,20; Actos 13,42; Hebr.4,10.11), fôra substituído pelo primeiro dia da semana, (o “dia do Sol” dos pagãos), que DEUS jamais ordenara como dia de adoração; pelo contrário, Ele sempre avisou o seu povo relativamente às adorações pagãs e idólatras (Apoc.14,9-11; 16,2; 19,20; comp. Eze.8,16-18). 5“E foi-lhe dada uma boca para proferir grandes coisas e blasfémias; e deu-se-lhe poder para continuar por quarenta e dois meses. E abriu a sua boca em blasfémias contra Deus, para blasfemar do seu nome, e do seu tabernáculo, e dos que habitam no céu.” Apoc.13,5.6 (comp. Dan.7,8.25; 11,36; II Tess.2,3.4). Como é que a Bíblia define blasfémias? Estando uma vez Jesus a pregar, acusaram-no de blasfémias: “… porque, sendo tu homem, te fazes Deus a ti mesmo.” João10,33. Uma outra forma de blasfémia aparece em Luc.5,21: “…Quem é este que diz blasfémias? Quem pode perdoar pecados, senão Deus?” As duas formas atrás referidas enquadram-se perfeitamente com a imagem do Papado (“…nós possuímos sobre a terra o lugar do Deus Omnipotente…” Carta Encíclica do Papa Leão XIII, 20 Jun.1894). É frequente denominar o papa de “Santo Pai”, muito embora Jesus o tenha proibído (Mat.23:9) uma vez que essa denominação se aplica única e exclusivamente ao nosso querido Pai do céu (João 17,11). 6- A duração da supremacia Papal foi profetizada. Em Dan.7.25; 12,7 e Apoc.12:14, por um tempo, dois tempos e metade dum tempo; em Apoc.11,2 e 13,5; por 42 meses; e em Apoc.11,3 e 12,6, por 1260 dias. A contagem bíblica do tempo para os diversos períodos proféticos, 1Dia=1Ano (ver Eze.4,6 e Num.14,34), deixa bem claro que se referem a um mesmo tempo – 1260 anos reais. “Um tempo” significa 1 ano, outrora contado em anos lunares, contendo 360 dias. 1 mês lunar corresponde a 30 dias (Gen.7,11.24; 8,4). Atendendo a estes factos deduz-se então que, 3 tempos e meio (anos), multiplicados por 12 meses, dão 42 meses; 42 meses multiplicados por 30 dias prefazem 1260 dias, ou seja, 1260 anos reais, como se pode comprovar na história. A Bíblia não só nos informa da existência do papado, como também nos declara com alta precisão o tempo de duração do seu mandato. Por volta do ano 538 dC., o aniquilamento definitivo do último obstáculo à supremacia Papal, então representado pelos Ostrogodos – o seu último “chifre” oponente – é considerado na história em geral, como o ponto de início real deste poder soberano, a Roma-Papal. Somando-se ao ano 538dC., os 1260 anos da profecia, chegaremos a 1798dC. Exactamente o ano em que o Papa PioVI foi feito prisioneiro pelo General francês Bertièr durante a Revolução Francesa, vindo pouco depois a morrer na prisão; assim se cumprindo mais uma profecia;“…se alguém leva em cativeiro, em cativeiro irá…” Apoc.13,10 (Conc. NT). Desde então, o Papado nunca mais teve a influência e supremacia que tinha dantes. Roma foi declarada república, e foi-lhe instituída uma constituição democrática, quebrando então o poderoso poder político do Papismo Monárquico Romano como havia sido predito nas profecias- 1260 anos. Em Apoc.13,1-10 é-nos revelado o percurso do poderoso sistema papal, desde a sua origem, saíndo do Império Romano pagão, e governando com poder absoluto durante 1260 anos, até o momento em que recebe uma ferida mortal. 7- Em Apoc.13,3 diz: “E vi uma das suas cabeças como ferida de morte, e a sua chaga mortal foi curada; e toda a terra se maravilhou após a besta.” Isto indica claramente que este poder existirá até ao regresso de Cristo (comp. Dan.7,21.22). 8-No espaço de tempo que vai desde a ferida mortal da primeira besta, e o restabelecimento parcial do seu poder, irá despontar uma outra besta poderosa: “E vi subir da terra outra besta, e tinha dois chifres semelhantes aos de um cordeiro; e falava como o dragão. E exerce todo o poder da primeira besta na sua presença, e faz que a terra, e os que nela habitam, adorem a primeira besta, cuja chaga mortal fôra curada.” Apoc.13,11.12. Qual é o poder a que a descrição se refere? Usatier.JPG (29280 Byte) Existe apenas um único poder na história que corresponde às cinco descrições proféticas a saber: os Estados Unidos da América, que se uniram entre 1763 e 1800. Em Apoc.13,11-18, é-nos relatado que começou por ser uma nação pacífica, mas que no final dos tempos, se desenvolveria como uma potência mundial dominadora. Foi profetizado, que a América, através da criação de uma imagem, irá obrigar os homens a adorar a besta que recuperara da sua ferida mortal. No fundo tudo isto não passa de uma cópia exacta, daquilo que foi o Papismo no decorrer dos seus 1260 anos de soberania. O tipo de adoração imposta acima referida aponta para um poder religioso-político. Em Dan.3,5.10.14.18.28, torna-se claro que: Adoração religiosa de imagens humanas ou dos símbolos do seu poder, equivalem a idolatria e representam uma transgressão ao segundo mandamento Divino (Exo.20,4-6). O domingo representa um símbolo de poder papal, um sinal da sua autoridade – acrescentar/alterar mandamentos (veja em baixo a caracterização que a igreja católica faz de si própria!). A profecia revela-nos assim, que a América através da criação de uma “imagem” irá impôr a santificação do domingo (“Marca da besta“). A imagem não é mais do que, o Protestantismo apóstata inserido num Movimento Ecuménico Mundial de Igrejas, que em breve se aliarão ao poder civil, para poderem, impôr leis de carácter religioso. O mundo inteiro obedecerá ao mandamento que diz respeito à santificação do domingo (veja no livro: “A grande controvérsia”). O facto de poder ter alterado os dez mandamentos constitui um orgulho para o papado. A pergunta decisiva que se colocará no futuro, que representa uma escolha entre a vida e a morte (Apoc.13,14.15) será: obedecer a DEUS, ou aos mandamentos dos homens (Mal.3,18.19; Apoc.16,2).

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