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Ídolos de Barro : quem foi quem no mundinho pop — e o triste fim de cada um

 

”Não ameis o mundo, nem o que há no mundo. Se alguém ama o mundo, o amor do Pai não está nele.
Porque tudo o que há no mundo, o desejo da carne, o desejo dos olhos e a soberba da vida, não vem do Pai, mas sim do mundo.
Ora, o mundo passa, e o seus desejos; mas aquele que faz a vontade de Deus, permanece para sempre.”(JESUS CRISTO)
 
 
 
Este post foi motivado pela tradução que estamos fazendo de um artigo do Roger Scruton em que ele discute as relações entre música e moralidade e levanta novamente a questão já colocada por Platão: que tipo de leis criará uma socieadade viciada em música imoral?

“E mesmo que não proibamos estilos musicais por lei, nós devemos nos lembrar de que pessoas com gostos musicais fazem nossas leis; e Platão pode  estar certo, mesmo em relação a uma democracia moderna, sobre as mudanças na cultura musical andarem de mãos dadas com as leis, já que as mudanças nas leis muito frequentemente refletirem pressões da cultura.”Roger Scruton: Soul Music.

Abaixo, algumas das sumidades da música popular dos últimos 60 anos. Pergunto eu: em que tipo de políticos você acha que os fãs destas figuras vão votar?

Elvis Presley: O motorista de caminhão nascido no Mississipi Elvis Aaron Presley explodiu como cantor de música rock nos anos 50, tornou-se ator de filmes B na década seguinte e ressurgiu como ícone da música cafona nos anos 70, gravando clássicos imortais da música brega, como Sílvia e You don’t have to say you love me — esta última regravada no Brasil por Agnaldo Timóteo. Morreu precocemente em 1972, aos 42 anos, relativamente empobrecido, obeso e viciado em tranquilizantes.

Janis JoplinBaranga, porra-louca e cantando por meio de gritos e berros (que ela devia achar ser uma técnica vocal muito arrojada), Janis é venerada por milhões de fãs  como uma espécie de Santa Maria drogada da hagiografia roqueira. Bissexual, usuária de anfetaminas, alcólatra e heroinômana, ela morreu em 1970, aos 27 anos, de uma overdose de heroína.

Jim Morrison: o líder do grupo californiano de música rock The Doors aparece ao lado em um local convenviente — veja outro caso semelhante no ítem abaixo sobre os Sex Pistols. Bêbado, drogado e desordeiro, Jim morreu bem acima do peso em 1971,  em Paris, também aos 27 anos, para onde havia se mudado para se consagrar ao antigo sonho escrever poesia infanto-juvenil. Causa mortis: aparentemente, uma overdose de heroína somada a álcool.

Brian Jones: Ex-guitarrista dos Rolling Stones. Cocainômano, beberrão, fumador de maconha, tomador de LSD, heroína e bolinha. Morreu afogado na piscina de sua casa, em circunstâncias até hoje não totalmente esclarecidas, em 1969, aos 27 anos. Ao lado, o rapaz aparece fantasiado de oficial nazista, pisando em um judeu.
Jimmi Hendrix: Um dos músicos mais chatos e empolados da história da música rock. Mas justiça seja feita: seus fãs lhe fazem jus e também estão entre os mais chatos e empolados entre os devotos do pop. Morreu em 1970, aos 28 anos, sufocado pelo próprio vômito. Como os outros indivíduos acima ( e vários dos que vão se seguir logo abaixo) as circunstâncias de sua morte foram misteriosas. Tranquilizantes e álcool?

Syd Vicious: Os Sex Pistols, do qual Syd era o vocalista (ele é o mais à frente, inapropriadamente do lado de fora da caçamba de lixo), são a prova inapelável de que ninguém precisa saber cantar, compor ou tocar para se tornar um astro do pop. Syd morreu de overdose de heroína em 1979, aos 22 anos.

Syd Barret: Fundador do grupo inglês Pink Floyd. Gravou o primeiro disco da banda, em 1967
(o pernosticíssimo O flautista nos portões do amanhecer, sem dúvida um dos mais execráveis na história da história da música — supondo-se que o pop entre aqui, claro), e deixou o grupo para sempre no ano seguinte, aos 22 anos. Motivo: a demência provocada pelo uso excessivo de LSD. Morreu isolado, em 2006, aos 60 anos.

Chet Baker: Grande cantor e músico de jazz, de longe o mais talentoso entre este pessoal aqui. Mas como eles todos, atormentado pela dependência química. A heroína, que consumiu durante décadas,  o fez envelhecer precocemente. Também perdeu os dentes da frente em circunstâncias mal-explicadas — alguma briga? Morreu aos 59 anos, em 1988, depois de cair do segundo andar de um hotel em Amsterdã. Cocaína e horoína foram achadas em suas coisas.
Elis Regina: A mais sobrevalorizada entertainer brasileira. Gravou porcarias como o hino à eterna adolescência Como nossos pais. Morreu em 1982, aos 37 anos, de uma overdose de cocaína, álcool e tranquilizantes.

Bon Scott:  O cabeludo sorridente no canto esquerdo da capa do disco foi o vocalista da chatíssima banda britânico-australiana AC/DC, que gravou sucessos como “Auto-estrada para o Inferno” (ainda com ele no vocal) e “Sinos do Inferno” (já com o seu substituto, Brian Scott). Meses depois de lançarem o disco ao lado, Bon morreu de uma overdose alcólica e congelamento dentro de um automóvel em Londres, aos 34 anos, em 1980.

Fred Mercury: Bom cantor e péssimo compositor, líder do felizmente defunto grupo de rock gay Queen, Fred é um antepassado dos drag queens de hoje. O seu vício eram os homens — Fred era homófilo. Morreu de aids em 1991, aos 45 anos.
Cazuza: Inexpressivo como cantor e revoltante como compositor, Cazuza liderou o infame grupo carioca “Barão Vermelho”, que, infelizmente, continua até hoje em atividade, após sua morte por aids, em 1990, aos 32 anos. Bêbado, esquerdista e drogado, Cazuza era homófilo, como Fred Mercury, e tinha pretensões literárias, como Jim Morrison.
Renato Russo: Embora dono de boa voz, Renato é seguramente a figura  mais presunçosa e chata desta lista. Liderou o grupo Legião Urbana, de triste memória, durante os anos 80 (o qual, felizmente, se dissolveu após sua morte prematura) e foi venerado como um verdadeiro líder espiritual por seus seguidores adolescentes. Asneiras como “Pais e filhos”, “Faroeste cabloco” e “Geração Coca-cola” estragaram o gosto e inutilizaram para a vida adulta toda uma geração de brasileiros. Seu caso é o mesmo de Cazuza: veleidades literárias, droga, álcool, homofilia, e uma morte horrível por aids em 1996, aos 36 anos.
Kurt Cobain: Vide o comentário sobre os Sex Pistols. Para seu crédito, assim como Elvis, Kurt pelo menos teve o bom-senso de não tentar fazer o papel do “roqueiro papo-cabeça”, como um John Lennon ou um Bono Vox. Viciado em heroína, estourou os miolos em 1994, aos 27 anos.
Pantera: Difícil saber de onde vem toda a raiva existêncial que transborda da “música” (vamos chamá-la assim) do grupo texano. Mas boa parte dela acabou passando para seus admiradores. O guitarrista do grupo, Dimebag Darrell, morreu em um tiroteio durante um show com outra banda sua, a Damageplane, em 2004, na cidade de Columbus, no Ohio, aos 28 anos. Você consegue imaginar um tiroteio em um concerto de música clássica?
Cássia Eller: Uma das criaturas mais esquisitas que já apareceram no pop brasileiro, a andrógena Cássia morreu assim que estourou nacionalmente. Lésbica do tipo caminhoneira, alcólatra e cocainômana, ela morreu de overdose em 2001, aos 39 anos.
Michael Jackson: Michael protagonizou nos últimos 15 anos de sua vida um dos mais degradantes espetáculos de auto-destruição pública de que se tem notícia na história da cultura pop — como comparação, só consigo pensar em Mike Tyson. As centenas de milhões de dólares que ganhou entre os anos 80 e 90 se transformaram em uma dívida total de igual ou superior valor. O rosto (e sobretudo o nariz) foi destruído por inúmeras cirurgias plásticas e sua imagem pública se evaporou com os sucessivos escandalos envolvendo denúncias de pedofilia. Dependente de remédios para dores, Michael morreu aos 51 anos, em 2009, pelas mãos de um médico pessoal que lhe aplicou um medicamento em dose aparentemente excessiva.
Ainda vivos e atuantes: Pra você que ficou com pena — chora não, nenên. Nem todo mundo morre de forma trágica no mundo pop. Veja três exemplos de quem continua bem vivo e atuante no cenário musical pop.
IRON MAIDEN: Com 35 anos de carreira e diversas formações, esta banda inlgesa continua ativa, fazendo shows, vendendo discos e esplhando sua mensagem. O disco ao lado, “666, O Número da Besta”, é de 1982.
 

T.a.T.u: A dupla de “cantoras” russas Yulia Volkova e Lena Katina começou em 1999 e é a maior expressão do pop russo até hoje. 

 
É o Tchan: Apesar de sumidos, o grupo ainda existe. Ao lado, um momento marcante de sua trajetória, quando estouraram, em meados dos anos 90, como uma força da música brasileira contemporânea: a dançarina Carla Perez interpretando a “Dança da Garrafa”.
 
 
 
 
 
 
 
 
”Porque: Toda a carne é como a erva, e toda a sua glória como a flor da erva. Secou-se a erva, e caiu a sua flor;

mas a palavra do Senhor permanece para sempre. E esta é a palavra que vos foi evangelizada.”( 1 Pedro 1)

 

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Comentário

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8 Comentários

  1. Olá, eu achei que chatos são vocês

  2. Todos esses artistas que morreram,os que estão vivos e os que ainda estão por vir foram,são e serão usados pelo diabo.Isso explica a vida louca que eles levam, pois quem tem JESUS tem paz de espírito.

  3. Gosto muito do blog, mas preciso dizer que não gostei desse post.

    Vejo um fanatismo absurdo nesse texto, afinal, comparar a influência e fama de Elvis Presley com É O Tchan não faz o menor sentido. Não dou outros exemplos porque basta ler o texto. Assim como Amy Winehouse foi sacrificada, com certeza os maiores nomes da lista também foram! Ou um blog que fala sobre iluminatti vai dizer que eles realmente morreram por causa das drogas? Vais me dizer então que Whitney morreu por causa da cocaína? HAHA. Principalmente os que morreram com 27.

    Logo aqui, que se fala sobre o que acontece por trás da industria da musica você diz que morreram por overdose? sério mesmo? isso me parece usar uma mentira criada pela mídia para convencer as pessoas do que você pensa sobre eles.

    Mas como eu já disse, gosto muito do conteúdo do blog e digo essas coisas para que se torne cada vez melhor. Sugiro também que como o bom cristão que você parece ser, não julgue para não ser julgado e tome cuidado com o fanatismo (:

  4. Nossa… pessimo texto. Todos eles foram geniais… morreram graças às escolhas que fizeram…. você foi extremamente pessoal em suas colocações… quanto ódio no coração… cuidado que o próximo pode ser você… rs.

  5. Sinceramente acho que Elvis Presley apesar de tudo que possa ter feito tinha um temor a Deus muito maior do que varias pessoas que se dizem ¨evangelica¨ gravou pelo menos 3 albuns gospel,sendo record de vendas na epoca,com interpretaçao bastante emocionante,procure pesquisar a respeito… Em relaçao aos outros artistas achei todos os comentarios bastante preconceituosos e irronicos, acaso se esqueceu que somos todos criaçao Divina?? Ja pensou que por acaso estas pessoas nao tiveram na vida alguem que lhes pudessem falar sobre o amor de Cristo?? Falar dos mortos é muito facil,pois ja nao podem se defender,Nao julgueis para nao ser julgado… Essa materia é pessima!!

  6. cara vc detonou meus idolos mas ….. ficou super engraçado.

  7. Meus amigos a informação sobre a morte de Elvis está errada.
    Ele nasceu em 08 de janeiro de 1935 e morreu aos 42 anos em 16 de agosto de 1977.

    Fernando Pires de Almeida.

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