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ATIRADOR DO REALENGO PROCLAMAVA-SE UM “FUNDAMENTALISTA ISLÂMICO” E DIZIA QUERER EXPLODIR UM AVIÃO NO CRISTO REDENTOR

Ambulâncias e viaturas policiais são vistas em frente à Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, na zona oeste do Rio de Janeiro.

Em entrevista à rádio Band News do Rio de Janeiro, Roselane, a irmã adotiva do atirador Wellington Menezes de Oliveira, 24, disse que ele estava muito ligado ao Islamismo, não saia muito de casa e ficava o tempo inteiro no computador. “Ele era muito estranho, não tinha amigos, vivia na internet”, disse a irmã. “Ele fala desse negócio de muçulmano”. Segundo ela, ele morava sozinho há oito meses, em local perto da escola, no bairro do Realengo. Os pais adotivos do rapaz já morreram. Oliveira, que seria ex-aluno da escola e teria ido à escola buscar documentos, invadiu na manhã desta quinta-feira (7) uma sala de aula da escola municipal Tasso da Silveira, na rua General Bernardino de Matos, em Realengo, na zona oeste do Rio de Janeiro. Ele disparou várias vezes contra os alunos.

Segundo o Corpo de Bombeiros, 22 pessoas foram feridas e pelo menos 13 pessoas morreram, inclusive o atirador. De acordo com a Polícia Militar, ele atirou contra a própria cabeça. Ele teria usado vários pentes de revolver calibre 38. Duas armas foram usadas. Em entrevista à Globo News, o coronel Djalma Beltrame, comandante do 14º BPM (Bangu), confirmou que Oliveira deixou uma carta que indica que ele tinha intenção de se matar. ” Foi um ato premeditado”, disse Beltrame.Segundo o coronel, a carta era “confusa” e apresenta conteúdo “fundamentalista islâmico”.

Veneração ao “11 de Setembro” e o fundamentalismo islâmico
O comportamento tímido escondia um vulcão de sentimentos conflitantes, revelou um primo do assassino, que depôs na noite de quinta-feira na Divisão de Homicídios da Polícia Civil. — Ele falava em jogar um avião no Cristo Redentor. Era fascinado pelo 11 de Setembro (atentado com aviões em Nova Iorque, em 11 de setembro de 2001, que deixou cerca de 3 mil mortos).

O primo que testemunhou aos policiais viveu com Wellington numa casa da Rua do Cacau, a cerca de três quarteirões da escola onde ele realizou a chacina. Ele ainda disse que o matador se dizia fundamentalista muçulmano e treinava pilotar aviões, num jogo de computador. Por ter deixado uma longa barba crescer, alguns vizinhos em Sepetiba (onde estava morando há cerca de dois anos) o chamavam de Bin Laden.

Fonte: Jornalista Políbio Braga, Zero Hora

NOTA: E, como disse o Julio Severo, progressistas correrão para por “panos quentes” em cima de tais declarações, que nos mostram a inevitabilidade da verdade assustadora: o extremismo islâmico ultrapassa quaisquer fronteiras, corre solto no Ocidente e, com a conivência criminosa e covarde da “social-democracia” que varreu os países ocidentais, deverá fazer, fatalmente, inúmeras outras vítimas. Tudo, tudo mesmo, evitável… e acontecido em nome dessa desgraça do “politicamente correto” que nos é imposto.

Em Cristo Jesus,
Pr. Artur Eduardo

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