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Pedofilia: O Mal entre Nós

Semana passada nós publicamos aqui a tradução de um artigo do News Real Blog a respeito de um “estudo” da Universidade do Havaí sobre a relação entre a da pornografia infantil e o abuso sexual de crianças. A conclusão absurda do pesquisador é que legalizar a primeira leva à redução do segundo.
Ao final da tradução, escrevemos uma breve nota dizendo que a normalização da pedofilia seguiria o mesmo caminho que a normalização da homofilia, começando com o aparecimento de estudos científicos fajutos alegando que este é um comportamento humano absoluamente natural.
Já tínhamos conhecimento das investigações pseudo-científicas de Alfred Kinsey a respeito da suposta sexualidade das crianças, tendo inclusive publicado uma tradução a respeito do assunto, feita a pedido do Júlio Severo.
O que não sabíamos e só descobrimos após o artigo sobre o estudo de araque da Universidade do Havaí é que a edição de verão do Journal of Sex Research de 1997 já havia publicado um artigo intitulado A Meta-Analytic Review of Findings from National Samples on Psychological Correlates of Child Sexual Abuse [Um exame meta-analítico das descobertas resultantes da amostragem nacional sobre os efeitos do abuso sexual infantil], da autoria Bruce Rind e Philip Tromovitch, em que os pesquisadores questionavam os “supostos” efeitos perniciosos do abuso sexual de crianças. Aí no ano seguinte, Rind, Tromovitch e Robert Bauserman publicaram um novo artigo, do tipo revisão por pares, baseado naquele anterior, na Psychological Bulletin, a publicação oficial da American Psychological Association, intitulado A Meta-Analytic Examination of Assumed Properties of Child Sexual Abuse Using College Samples [Um exame meta-analítico dos supostos efeitos do abuso sexual infantil usando amostragem das universidades].
Só para você ter uma idéia, o abstract do artigo é o seguinte:
Muitos leigos e profissionais acreditam que o abuso sexual infantil (ASI) causa um grande mal, independentemente do gênero, por toda a população em geral. Os autores examinaram 59 estudos baseados em amostras de universidades. Meta-análises revelaram que os estudantes com ASI eram, na média, levemente menos ajustados do que os controles. Entretanto, este desajuste não pode ser atribuído ao ASI, porque o ambiente familiar (AF) foi confundido consistentemente com o ASI, o AF explicou consideravelmente mais a disparidade de adaptação do que o ASI e as relações de adaptação envolvendo o ASI geralmente tornam-se insignificantes quando os estudos [são] controlados por AF. Reações e efeitos auto-relatados envolvendo o ASI indicaram que os efeitos negativos não são nem profundos nem tipicamente intensos, e que os homens regiram muito menos negativamente do que as mulheres. Os dados das universidades foram completamente consistentes com as amostragens nacionais. As crenças essenciais da população em geral sobre o ASI não foram confirmadas. [Destaque nosso]
O assunto gerou discussão nos círculos conservadores dos EU no ano seguinte e alguns esquerdistas (como estes sujeitos aqui e aqui) saíram em defesa do tal “estudo”, alegando sua cientificidade e acusando de obscurantismo as pessoas que o viram com horror. Quem desencadeou este debate foi a radialista de talk show Laura Schlessinger, que dedicou alguns programas ao tema e escreveu um artigo sobre o caso na Perspective de junho de 1999. Abaixo, sua tradução.
– O Mal Entre Nós –
Laura Schlessinger: Tegenwitch, sem data
Original: Evil Among Us
Tradução links: Dextra
Um novo estudo pseudo-científico tenta normalizar a pedofilia, alegando que o “sexo adulto-infantil” não é necessariamente uma coisa ruim. Este é o mais perigoso ataque contra nossos filhos, nossas famílias e nossas sociedade.

A menos que você tenha estado em uma caverna durante todas as últimas semanas, você me ouviu no ar criticando severamente um artigo recentemente publicado no Boletim da Associação de Psicologia Americana, chamado “A Meta-Analytic Examination of Assumed Properties of Child Sexual Abuse Using College Samples [Um exame meta-analítico dos supostos efeitos do abuso sexual infantil usando amostragem das universidades].

Em resumo: os três pesquisadores sustentam que o abuso sexual infantil não causa necessariamente danos intensos e duradouros – e chegam a sugerir que quando houver um contato sexual “voluntário’ entre um adulto e uma criança, ele seja tratado pelo termo “de valor neutro” “sexo adulto-infantil”!

Eu li e reli este estudo até ficar enojada e, ainda assim, escrever estas palavras quase me deixa sem fala – e vocês sabem o quanto isto é raro.

Quando eu ouvi falar pela primeira vez disto, eu não quis acreditar. Mas eu fiz minha própria pesquisa e não posso ressaltar o bastante o quanto isto aí é grave.

Este estudo é o primeiro passo no caminho da normalização da pedofilia – exatamente como a homossexualidade tornou-se corrente, ao ponto em que a tolerância não é mais suficiente: é preciso “assumi-la”.

Quero recapitular para você minha própria história de como cheguei a esta história horrível: como eu primeiro fiquei sabendo deste estudo, como eu o examinei mais detidamente, conversei com especialistas na área, que criticaram severamente a metodologia dos autores e suas conclusões, e como recebi centenas de cartas indignadas, chocadas e sentidas de ouvintes que sabem muito bem o quanto são “duradoros e profundos” os malefícios do abuso sexual infantil – e que não é nunca uma experiência “voluntária” e “de valor neutro”.

SOA O ALARME – Começou com uma carta

Eu estava no meio do meu programa, um dia, quando recebi um fax de Don, pai de dois filhos, que tinha acabado de ouvir Dom Giordano, que é apresentador de um talk show matutino em minha afiliada na Filadélfia, a WWDB, entrevistar um dos autores deste estudo. Don escreveu:

“[O autor] afirmou que nem todas as crianças que mantêm contatos sexuais voluntários com adultos mostram algum prejuízo duradouro. Ele ainda observou que chamar isto de ‘abuso’ é um equívoco, porque é consensual…” [Eu acredito que os pesquisadores tinham] uma agenda que deveria assustar todas as pessoas decentes. Da próxima vez que um tarado for pego com uma criança, eu tenho certeza de que este é o primeiro estudo que o seu lixo de advogado vai sacar para para defender seus atos.”

Eu imediatamente pensei, “Esta é uma carta muito inteligente, mas isto não pode estar acontecendo.” Eu não acreditei. Então, começamos a rastrear a coisa.

Em seguida, recebemos da NARTH, a Associação Nacional para o Estudo e Terapia da Homossexualidade, uma associação que respeito, uma folha corrida. O nome do relatório da NARTH era: “O porblema da pedofilia: o sexo adulto-infantil não é necessariamente abuso, dizem alguns psicólogos.”

O artigo da NARTH apontou que um dos autores do artigo do Boletim da Associação Americana de Psicologia já havia sido anteriormente co-autor de um artigo em uma edição especial do prestigiado Jounal of Homossexuality, intitulado “Intimidade Inter-generacional Masculina.” Esta edição foi basicamente uma propaganda a respeito dos “benefícios” da pedofilia, afirmando que o pedófilo amante pode oferece a uma criança o “companheirismo, a segurança e a proteção” que nem seus pares nem seus pais podem dar e que os pais deveriam olhar para o pedófilo “como um parceiro na criação do menino, alguém que deve ser bem-vindo em sua casa…”!

Eis aqui alguns trechos do reltório da NARTH; gostaria de agradecer ao Dr. Joseph Nicolosi, diretor da instituição, por nos dar permissão para citá-lo.

“A Associação Americana de Psicologia não denunciou as opiniões expostas no Journal of Homossexuality. Na verdade, a AAP recentemente publicou um novo e extenso estudo escrito por um daqueles mesmos autores do Journal. Este novo artigo aparece na AAP, em seu próprio e prestigioso Psychological Bulletin. Ele dá uma visão geral de toda a pesquisa acerca do mal resultante do abuso sexual na infância.”

“A conclusão dos autores? Que o abuso sexual na infância está, em média, apenas levemente associado com danos psicológicos e que o dano pode nem ser devido à experiência sexual, mas aos fatores familiares negativos no ambiente da criança. Quando o contato sexual não é forçado, e especialmente quando é experimentado por um menino e ele gosta, pode não ser prejudicial em absoluto…”

“Na verdade, os autores do artigo da Psychological Bulletin propõe um outro modo de entender a pedofilia. Que ela pode ser abuso se a criança se sente mal com o relacionamento. Eles estão, na verdade, sugerindo uma repetição dos passos pelos quais a homossexualidade foi normalizada.”

Em seu primeiro passo rumo a remoção da homossexualidade do Manual de Diagnósticos, a AAP disse que o estado era normal, desde que a pessoa não se sentisse mal em relação a ele…

“De acordo com o último manual de diagnósticos (DSM-IV [Manual de Estatísticas e Transtornos Mentais]), uma pessoa não tem mais um transtorno psicológico simplesmente porque molesta crinças. Para ser diagnosticado como perturbado, é preciso que ele sinta-se aflito em relação ao molestamento ou esteja prejudicado em seu trabalho ou relações sociais. Deste modo, a AAP deixou lugar para o pedófilo psicologicamente ‘normal'”.

Agora, preciso reiterar algo que já tentei explicar várias vezes em meu programa. A psicologia tornou-se uma espécie de escritura sagrada para o público em geral. Mas não é. A psicologia não é uma ciência concreta. Só porque um punhado de psicólogos fazem pronunciamentos que soam intelecuais sobre o modo como as coisas são – não quer dizer necessariamente que sejam assim!

Então, deixa eu fazer uma pergunta aos psicólogos e psiquiatras deste mundo: se a pedofilia não é um transtorno mental, o que é, então? É normal?

Quando a homossexualidade foi retirada do DSM, a agenda virou “a homossexualidade é normal”. Se você dissesse qualquer coisa em contrário, isto queria dizer que você estava cheio de ódio e era intolerante. O desvio foi redefinido como diversidade e a tolerância foi definida como aceitação e então celebração. Parece que com a pedofilia vamos dar o próximo passo.

Voltando à folha corrida da NARTH: “Se a psicologia de fato reconhecer a pedofilia consensual como inofensiva, então a legislação civil e as normas sociais serão pressionadas a seguiram a direção das assim chamadas ciências sociais, como de fato foi o caso no que diz respeito à homossexualidade. Quando a psiquiatria declarou a normal a homossexualidade, nossos tribunais e nossos teólogos começaram a reescrever a legislação civil e a teologia moral baseando-se no que a psiquiatria dizia ter descoberto através da ciência empírica.”

Joe Nicolosi me mandou depois um memorando com algumas considerações adicionais extremamente importantes:

“1. O estudo usou uma amostragem em idade universitária, o que quer dizer que a maioria dos pesquisados era provavelmente solteira. Teriam os resultados deste estudo sido diferentes se ele tivesse sido conduzido dez anos mais tarde com os mesmos analisados? Teriam os pesquisados uma maior tendência ao divórcio, alcolismo e abuso de crianças? Seus (suas) conjuges concordariam que eles eram bem ajustados, sexual e emocionalmente? Nós duvidamos.”

“2. Os autores do estudo tentam nos convencer por todos os meios a dissociarmos o “errado” (normas socio-morais) do “prejudicial” (danos psicológicos). Acreditamos que as normas sociais acerca do que é errado não são arbitrárias, mas derivam das observações ancestrais dos grandes filósofos religiosos acerca do que é “errado” – ou seja, são sua descoberta do dano psicológico para o indivíduo e a sociedade.”

“3. O estudo faz uma distinção entre o sexo adulto-infantil ou adulto-adolescente consentido e o coagido. Qual é a criança capaz de tomar uma decisão bem informada em relação ao consentimento sexual?”

A VERDADE SAI DO ARMÁRIO

Muito embora eu não quisesse acreditar que isto pudesse estar acontecendo, eu percebi que era chegada a hora de pesquisar isto por mim mesma.

Então eu peguei o artigo original, publicado ano passado pela Associação Americana de Psicologia em seu Psychological Bulletin. Esta é uma publicação com revisão por pares, o que significa que um certo número de clínicos deve ter lido e aprovado este artigo para publicação. Embora talvez esta não seja uma afirmação da posição oficial da AAP, eu os considero responsáveis por isto que, segundo me disseram vários profissionais da área, é lixo em matéria de ciência.

Antes de mais nada, examinemos o título do estudo: “Um exame meta-analítico…”: Meta-análise significa que você não faz nada do seu próprio trabalho; você examina a literatura, pega um monte de estudos, todos feitos por diferentes pessoas, junta todos eles, faz um monte de contas e publica.

Os pesquisadores escolheram analisar 59 estudos. Destes, 38 por cento não foram publicados. São teses e dissertações de doutorado e mestrado. Logo, 23 dos 59 estudos não foram sequer submetidos a algum tidpo de revisão por pares – ou seja, ao escrutínio técnico da comunidade da psicologia.

Estes 59 estudos todos usaram relatos em primeira pessoa de estudantes universitários, que foram perguntados a respeito dos efeitos do abuso sexual como eles o sentiam. Pense neste termo, “relatos em primeira pessoa”: eis aí um modo brilhante de fazer pesquisa, não é? Aqui você tem bastante objetividade.

Os pesquisadores afirmam que, de acordo com algumas próprias descrições destes estudantes universitários, os efeitos negativos do abuso sexual não foram “nem profundos nem tipicamente intensos e que os homens reagiram muito menos negativamente do que as mulheres.” Esta é aí é a experiência pessoal de alguém? Isto aí lembra a você de algum conhecido que foi molestado quando era cirança?

De acordo com suas descobertas, dois terços dos homens abusados e mais de um quarto das mulheres abusadas “relataram reações neutras ou positivas.” Logo, em seu próprio estudo – e tenha sempre em mente a natureza dúbia de seus métodos – um terço dos rapazes e 75 por cento das moças foram sofreram danos. Não são mesmo maravilhosas as estatísticas?

O que realmente me apavora é a idéia de que este estudo será agora utilizado para normalizar a pedofilia, para mudar o sistema legal e para destruir ainda mais o que sobrou da família, após o que eu vejo como um ataque já antigo à família.

Não sou a única que tem esta opinião. Discuti com o Dr. Gerard van den Aardweg of Hollahd, que viu em primeira mão os progressos feitos neste país pelos ativistas da pedofilia.

O Dr. van den Aardweg tem é Doutor em Psicologia, escreveu tese sobre a homossexualidade, está na área clínica privada há muitos anos e escreveu vários livros e artigos sobre homossexualidade, pedofilia, neuroses e assuntos familiares.

“A tese é que certos resultados em certos testes é que indicam o dano, e que se o dano não for demonstrado por seu desempenho nos testes, então o dano não existe,” diz o Dr. van den Aardweg.

“Eu acho que estas pessoas estão tão ávidas em propagar a normalidade do contato sexual adulto-infantil que elas estão cegas para uma possibilidade óbvia: ‘Se meu teste não mostrou nenhum dano, talvez seja porque meu teste não o mediu.”

“Os testes são questionários de amostragens ou perguntas breves em modelo de entrevista. No máximo elas podem dar uma indicação muito rudimentar de um desconforto percebido subjetivamente. Mas na maioria dos casos eles não fazem nem isto. O dano é muito mais do que: “Eu estou ou não estou bem,” ou “Eu gosto ou não gosto desta experiência”. O dano após o abuso sexual infantil muitas vezes é um stress ampliado, no que diz respeito aos adultos; uma visão distorcida e não-sadia da própria sexualidade; um conceito distorcido do próprio sexo ou do sexo oposto. E ainda podem ser outras anormalidades sexuais.”

“Pode ser o casamento e outros problemas de relacionamento que apareçam mais tarde na vida; problemas em seu desempenho como pai ou mãe; às vezes, promiscuidade, em uma idade mais avançada; e em muitos casos, complexos de inferioridade, porque as crianças que foram abusadas muitas vezes sentem que não têm valor.”

“Em resumo, o que estes psicólogos oferecem aqui é um insulto a qualquer cientista de credibilidade, que tenha um verdadeiro raciocínio científico. É uma psicologia espúria.”

UMA CRISE GLOBAL

Eis aqui uma discussão posterior que eu e o Dr. van den Aardweg tivemos no telefone:

Dr. van den Aardweg: Eu acho que os movimentos de reforma sexul do Ocidente têm como um de seus objetivos liberar a sexualidade em todas as suas formas. E então há uma cooperação silenciosa – não tão silenciosa aqui na Holanda – das organizações de reforma sexual com a causa dos pedófilos militantes. Aqui é muito claro. Por exemplo, nossa Associação Holandesa para a Reforma Sexual têm encontros especiais para pedófilos todas as semanas, na maioria das cidades holandesas.

Dr. Laura: Isto é assustador. Aqui neste país estes grupos ganham poder e autoridade atacando a oposição como fóbica, intolerante em relação à diversidade, fanática e mesquinha.

VDA. Você fará uma coisa ótima se conscientizar as pessoas disto e disser a elas: “Não se deixe intimidar. não duvide de sua própria opinião baseada no senso comum a respeito destas coisas. Eles pensam: “Quem sou eu? Talvez eu esteja errado, eu sou antiquado, eu sou uma vítima da cultura ocidental.” Mas eles têm que ser apoiados em relação a suas próprias convicções.”

DL: Então o objetivo de liberar os costumes sexuais é, no limite, ter acesso às crianças.

VDA- Sim.

DL: Tudo para isto: tornar as crianças sexualmente ativas e aí eles se tornaram sexualmente ativos com as crianças. Então há muitos modos de eles pegarem nossas crianças. Eles podem recrutá-las como a raça senhora da Pátria, podem tirá-las das cidades e forçá-las a que se tornem soldados, ou podem apoiar a educação para o sexo seguro nas escolas, a começar do jardim da infância, e torná-las ativas e liberadas e abertas a novas experiências sexuais – como o sexo com um adulto.

VDA. Os pedófilos tem uma obsessão. Não é um tipo normal de desejo sexual, é uma obsessão patológica. É o núcleo de toda sua vida. Como muitas pessoas perturbadas, sua atitude não é dizer “eu tenho que mudar”, mas “o mundo tem que mudar”.* [Destaque nosso] E portanto, são eles que fazem cruzadas para mudar o mundo e realmente pensam que podem por fim fazer com que pais e mães normais dêem seus filhos para os pedófilos por motivações educacionais e de esclarecimento.

*[Nota do tradutor: observe que você pode dizer exatamente a mesma coisa do comportamento dos homófilos. Não é interessante? É o caso, por exemplo, de um Luiz Mott, que diz que cruzou com mais de 500 homens ou de homófilos que encomendam caixões decorados com desenhos de homens nus.]

Aqui na Holanda, um dos defensores da pedofilia, que acabou da falecer, tinha recebido uma distinção real há alguns anos por seu trabalho para “liberar” a homossexualidade, como eles dizem. Ele estava no senado holandês com um senador muito estimado e respeitado.

Repare: o público não sabe o que está acontecendo. A rede pedófila é mundial.

Você pode imaginar a tempestade que eu desencadeei ao dedicar uma hora inteira de meu programa no rádio a este tópico, bem como ao voltar ao assunto por vários dias subsequentes.

Eu não tinha nem terminado de falar quando os faxes começaram a chegar aos montes. Os ouvintes estavam horrorizados com o que estavam ouvindo e eu logo vou mostrar alguns deste comentários. O artigo – e minha franca oposição a ele – receberam grande atenção da mídia, como você pode ver na sessão “O que a mídia está dizendo”, na página 12.

E, surpresa!, a Associação Americana de Psicologia foir rápida em se desassociar do artigo em sua própria publicação, de acordo com um comunicado à imprensa que eles soltaram:

“Como editora de pesquisa sobre psicologia, a AAP publica milhares de artigos de pesquisa todos os anos.”

“Mas a publicação, por um periódico da AAP, destas descobertas de um projeto de pesquisa não é, de forma alguma, um endosso, por parte da Associação, a estas descobertas…”

“Infelizmente, as descobertas desta meta-análise… estão sendo distorcidas por alguns na mídia. A verdadeira conclusão é que, no caso deste segmento da população (os estudantes universitários), o abuso sexual que sofreram na infância foi menos prejudicial a eles, como se descobriu, do que geralmente se crê. Entretanto, uma das descrições gerais dos resultados foi que os alunos que foram vítimas dos abusos eram, em média, levemente menos ajustados do que os alunos que não foram vítimas, quando crianças…”

“Os que dizem que o estudo afirma que o contato sexual com adultos durante a infância não é prejudicial às crianças estão distorcendo as conclusões.”

Talvez eles não tenham lido sua própria publicação: Os pesquisadores dizem especificamente que “este desajuste não pode ser atribuido ao ASI [abuso sexual infantil] [o destaque é meu – DL] porque o ambiente familiar foi consistentemente confundido com o ASI… .”

Além do mais, os autores afirmam claramente ao final de seu estudo: “Um encontro voluntário com reações positivas deveria ser considerado simplesmente como sexo adulto-infantil, um termo de valor neutro… Além do mais, o termo ‘crianças’ deveria ser restrito a crianças não-adolescentes” – como se uma criança não-adolescente tivesse a maturidade emocional, psicológica ou intelectual para ter um contato sexual com um adulto!

Eu ainda estou perplexa com esta lógica.

Finalmente, estes são apenas alguns entre a enchente de comentários que chegaram dos leitores:

VÍTIMA/PEDÓFILO
“Eu sou uma vítima de abuso sexual reiterado e fui condenado por abusar sexualmente de crianças. Eu sei como ambos os lados se sentem, e quero compartilhar algumas de minhas opiniões com você.

“Emocionalmente, eu parei de me desenvolver quando começaram os abusos, quando eu tinha 11 anos. O que se seguiram foram anos de confusão de identidade, explosões emotivas, isolamento intenso e uma busca sem fim pela normalidade.

“O abuso sexual torna a vítima indefesa e este processo de ser uma vítima profissional e reagir de acodo com meu raciocínio complicado e emotivo me levaram a racionalizar que era certo traumatizar meninos, porque eu sabia como era se sentir traumatizado e eu teria o cuidado de cuidar bem destes meninos. EU SABIA QUE NÃO ERA CERTO! Eu sabia do mal que eu estava causando e não me importava, porque minhas necessidades eram mais importantes.

“Estou em terapia há quatro anos, peguei cinco anos de condicional e estou fichado com criminoso sexual com condenação por crime grave. Mas eu não me queixo; na verdade, mereço todas estas consequências. Eu sei que nós, como sociedade, temos nojo de pervertidos como eu, mas existe ajuda para isto.”

POLICIAL FEDERAL APOSENTADO
Sou policial federal recentemente aposentado, com muitos anos de experiência na área da segurança, já tendo investigado vários casos de molestamento e estupro de crianças por pedófilos. Durante mais de um ano eu trabalhei como agente infiltrado na comunidade homossexual, coletando informações sobre pedófilos que agenciavam garotos e os atraim para relações sexuais. Investiguei pessoalmente tantos casos de pedofilia que já fui chamado a testemunhar como especialista em julgamentos.

O lema da NAMBLA é “Coito, só se for antes dos oito” e há anos ela faz lobby para reduzir a idade de consentimento sexual para oito anos. Imagine por um instante um homem de 50 anos ganhando o direito legal de ter relações sexuais com uma criança de oito anos e um pai não poder fazer nada para impedir.

Os homens que praticam este tipo de atividade com crianças estão cometendo uma atividade criminosa que é odiosa e pervertida. Ao invés de chamar isto de “sexo adulto-infantil”, isto deveria ser chamado do que é: estupro e molestação de crianças. Eu deploro que de algum modo isto esteja sendo falsamente apresentado como uma “opção de estilo de vida.” Para o menino de oito anos, não há nenhuma escolha envolvida aqui.”

Minha percepção geral é que quando a Associação Americana de Psicologia redefine um comportamento pervertido como uma abstrata opção de estilo de vida, isto normalmente é causado por sua incapacidade em criar um programa de tratamento adequado a “curar” o problema. Em outras palavras: se não é mais um desvio, então não é mais um problema. É a forma de negação, por parte da AAP. Isto se deve, em parte, ao fato de que não há atualmente um plano de tratamento ou medicação que impeça um pedófilo de reincidir. Um pedófilo sempre será um pedófilo, enquanto viver.

Uma constante nas leis da física é que, para toda ação, há uma reação igual e oposta. Neste caso, para cada grupo de pessoas que ganha um direito, um outro grupo tem que perder um direito. Será que realmente queremos tirar de uma criança o direito de ser protegida de criminosos sexuais e dar aos molestadores o direito de atacar nossos filhos?

A AAP não deveria ser vista com nada além de desprezo por suas concessões a molestadores e pervertidos. O que eles deveriam estar fazendo é dar apoìo à prisão perpétua dos pedófilos, para que eles não reincidam. Negar as verdades básicas sobre a pedofilia é cometer uma grande injustiça contra toda a sociedade. Por favor, continue sua luta pela verdade.

EX-PACIENTE
“Os profissionais da área da psicologia não se incomodaram em pegar meu dinheiro, há sete anos, quando meu mundo caiu, devido aos efeitos de meu molestamento, aos quatro. Por quantos anos isto não foi uma galinha dos ovos de ouro para a área deles? Agora eles dizem que esta possivelmente foi uma experiência positiva na minha vida! Eu acho que é bastante óbvio que nós somos apenas peões usados para cumprir a agenda de alguém.”

AGENTE APOSENTADO DO F.B.I.
“Um amigo da família, aposentado depois de 35 anos no FBI, me disse há vários anos que o termo ‘gay’ foi um plano de marketing cuidadosamente pensado para tornar este estilo de vida aceitável (ou, como você diz, ‘normalizado’). Os homosexuais achavam os termos faggot, queer [baitola, bicha] ofensivos, então eles decidiram vir com um novo nome para si mesmos, que caísse bem, junto ao gosto do público. Bom, funcionou muito bem.

Nesta mesma conversa, meu amigo me disse que os molestadores de crianças estavam seguindo a cartilha dos homossexuais e estavam no meio de uma campanha para ‘normalizar’ seu comportamento.”

VÍTIMA GAY
“Como homem que foi sexualmente abusado quando criança por dois homens adultos e heteressoxuais diferentes, eu poso testemunhar sobre os efeitos duradouros destes danos. Como gay, eu fico e sempre fiquei enojado e ofendido com QUALQUER organização que sugira que as crianças gostem ou se beneficiem de contatos sexuais com adultos. Na verdade, a maioria da comunidade gay e todos os gays que conheço têm horror à NAMBLA. Tenho nojo de QUALQUER grupo (seja de psicólogos ou homossexuais) que sugiram que o sexo adulto-infantil possa ser de algum modo saudável. As crianças são incapazes de tomarem um decisão destas e eu sei em primeira mão o quanto este comportamento é destrutivo e de efeitos duradouros.”

ADVOGADO
“Eu não quero que passe despercebido para você o quanto será positiva a remoção da pedofilia do DSM IV [Manual psiquiátrico de diagnósticos de doenças mentais]. Eu sou advogado e senti nojo, ao longo dos anos, com os molestadores de crianças e seus psiquiatras alegando que as ações dos molestadores eram produto de um distúrbio mental. Isto lhes dava direito a sentenças reduzidas (em alguns casos, a nenhum tempo que fosse na cadeia!); e a programas financiados pelo estado, entre outras regalias. E ainda pior, isto perpetuou a falsa idéia de que estas pessoas são doentes, ao invés de más. Esta crença torna mais fácil eles molestarem de novo, mais fácil perdoar um molestador e mais fácil acreditar que ele foi curado e, portanto, está apto a se aproximar de crianças de novo.”

O QUE VOCÊ PODE FAZER?
A quantidade de cartas e telefonemas que eu recebi de pessoas desesperadas para fazerem algo a respeito deste esforço absurdo para desestigmatizar a pedofilia me inspirou a começar um movimento, chamado “Os Guerreiros de Dr. Laura.” Veja Dr.LauraLand na página 16 para mais informações sobre esta campanha.

Todos vocês que escreveram, ligaram ou me enviaram um fax têm minha gratidão ilimitada por se comprometerem a defender os valores fortes, a moralidade e a ética que são nossa única esperança como sociedade e civilização.
FONTE:DEXTRA

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Um comentários

  1. EX-PACIENTE
    "Os profissionais da área da psicologia não se incomodaram em pegar meu dinheiro, há sete anos, quando meu mundo caiu, devido aos efeitos de meu molestamento, aos quatro. Por quantos anos isto não foi uma galinha dos ovos de ouro para a área deles? Agora eles dizem que esta possivelmente foi uma experiência positiva na minha vida! Eu acho que é bastante óbvio que nós somos apenas peões usados para cumprir a agenda de alguém."
    ESSA AGENDA É DA NOVA ORDEM MUNDIAL QUE VAI LIBERAR GERAL E AO MESMO TEMPO ESCRAVIZAR

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