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Pastor diz à esposa moribunda: Agarre-se a Jesus, nós nos encontraremos de novo — Testemunho vem na esteira de atrocidades islâmicas na Nigéria

O pastor James Musa Rike com sua esposa Dune James Rike, sua filha Sum James Rike (atrás) e outros dois filhos

WND: 10 de maio de 2011
Tradução (feita por recomendação e a pedido de Júlio Severo): DEXTRA
Um pastor nigeriano diz que segurou a mão de sua esposa enquanto ela morria e lhe disse: “Agarre-se à sua fé em Jesus que vamos nos encontrar e nunca nos separaremos de novo”, após um ataque de criminosos muçulmanos à sua pequena vila.
O relato vem do escritor Obed Minchakpu, que enviou a matéria para o serviço de notícias da  Compass Direct , que se especializa em cobrir a perseguição aos cristãos no mundo todo.
O pastor James Musa Rike diz que sua esposa estava no chão, após ser baleada por agressores muçulmanos e ser golpeada a facão em Kurum, na Nigéria.
Dune James Rike olhou nos olhos cheios de lágrimas de seu esposo e perguntou: “É o fim entre nós, então não vamos ficar mais juntos?”
Minchakpu relata que os extremistas muçulmanos que atacaram a vila de Kurum, na zona governamental local de Bogoro, no estado nigeriano de Bauchi, já havia matado dois dos filhos do casal em uma onda de violência há apenas dois dias. James Rike, pastor de uma congregação da Igreja de Cristo na Nigéria, ouviu, em seguida, os gritos de sua filha de 13 anos, Sum James Rike, a poucos metros de distância.
“Fui correndo até minha filha e a achei depois de ela ter sido golpeada no estõmago com um facão e seu intestino estava todo para fora”, diz ele. “Eu segurei a mão dela e comecei a orar, sabendo que ela logo ia morrer. Ela me disse que os militantes muçulmanos disseram a ela que eles iam matá-la e “ver como Jesus ia salvá-la.'”
De acordo com a Compass Direct, a garota disse a seu pai que ela respondeu dizendo a eles que Jesus já a tinha salvo e que ao matá-la eles apenas tornavam possível para ela estar com Ele.
O pastor Rike orou por ela enquanto ela morria.
Atirando e incendiando casas, os extremistas muçulmanos mataram outros 12 cristãos no ataque. A polícia de Bauchi informou que 16 pessoas morreram — um homem, três mulheres e doze crianças.
A Compass Direct informa que o pastor Rike disse que os agressores tentaram entrar à força em sua casa.
“Eu abri uma porta nos fundos e saí correndo no escuro da noite enquanto os militantes islâmicos nos perseguiam,” diz ele. “Eles balearam minha filha e dois de nossos filhos enquanto eles tentavam escapar.”
Minchakpu conta que o pastor Rike disse que depois de matarem as duas crianças, Faith James Rike e Fyali James Rike, de um ano de idade, os agressores cortaram o abdomen de sua esposa com um facão.
“Fiquei chocado com o que vi”, disse ele. “Eu sabia que minha esposa não tinha muito tempo e a única coisa que eu fiz foi encorajá-la a se agarrar a sua fé em Jesus.”
Os extremistas muçulmanos incendiaram mais de 20 casas antes de saírem da vila, disse ele.
O pastor Rike e seu filho sobreviveram ao ataque e ele disse que sua filha adotiva, Whulham James Rike, foi ferida e estava recebendo tratamento do Hospital Geral de Bogoro. Ele disse que cinco outras pessoas também estavam hospitalizadas.
Entre os mortos, disseram fontes religiosas à Compass Direct, estão Murna Ayuba, Angelina Ezekiel, Dorcas Sunday, Asabar Toma, Rhoda Joseph, Dhunhgwa Zakka, Bukata Amos, Ishaku Amos, Kalla Amos, Amos Daniel, Samidah Joel e Changtan Joel.
A Compass Direct informa que a área tem um histórico de violência sectária e o ataque se segue às mortes de centenas de pessoas em Bauchi e outros estados do norte no mês passado, depois que muçulmanos se rebelaram por causa da eleição de 16 de abril, em que um cristão, Goodluck Jonathan, foi eleito presidente. Ele derrotou um candidato muçulmano, Muhammadu Buhari. Destacando que mais de 200 igrejas foram queimadas, os líderes cristãos na região norte da Nigéria pedem uma investigação federal a respeito da violência, na qual cristãos organizaram contra-ataques.
A igreja onde o pastor Rike ministra tem cerca de 30 membros e existe há mais de 50 anos. Os mortos eram membros das três igrejas na vila — a igreja de Rike, a Igreja Católica de São João e uma congregação da Igreja da África Ocidental.
“Qualquer que seja a situação, nunca vou abandonar a Cristo”, disse o pastor Rike. “Todos os seres humanos são criados por Deus e nossos agressores devem saber que eles precisam abandoar qualquer coisa que os leve a destruir as criações de Deus.”

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Comentário

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2 Comentários

  1. não dá pra comparar,nos países que possuem "liberdade de culto", a estrategia de satanás é outra, a perseguição tem outras formas,mas o objetivo é o mesmo.
    Lá eles tentam fazer com que os irmãos neguem ao Senhor, destruindo a familia, matando,saqueando,ameaçando,cometendo atrocidades, mas por aqui basta acabar com a vida social de um crente que ele nega(não generalizando).
    triste, oque aconteceu com estes irmãos, mas neste caso, quem perdeu foi satanás!

  2. O Brasil precisa ter esse espirito de fé e luta, nosso cristianismo é uma vergonha comparado ao deles.Poucas pessoas que conheço morreria para pregar o evangelho.Que Deus os abençoe muito.

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