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As Regras da Desinformação: Vinte e Cinco Maneiras de Suprimir a Verdade

H. Michael Sweeney.

Construído em cima das “Treze Técnicas para Suprimir a Verdade
de David Martin, a lista que se segue pode ser útil para o iniciado no
mundo de verdades veladas e meias verdades, mentiras e supressão da
verdade, que acontecem quando crimes graves são discutidos em fóruns
públicos. Isto, infelizmente, inclui todos os meios de comunicação de
hoje em dia, que são as maiores fontes de desinformação.

Sempre que o crime envolver uma conspiração, ou uma conspiração para
encobrir um crime, haverá invariavelmente uma campanha de desinformação
lançada contra aqueles que procuram descobrir e expor a verdade e/ou
conspiração. Existem táticas específicas que artistas da desinformação
tendem a aplicar, as quais apresentarei em seguida.

Os artistas da desinformação e aqueles que os controlam (aqueles que
irão sofrer se o crime for resolvido) devem procurar evitar um exame
completo e racional de qualquer cadeia de provas que fosse
incriminá-los. Uma vez que fatos e verdades raramente caem por conta
própria, eles devem ser superados com mentiras e enganos. Aqueles que
são profissionais na arte da mentira e do engano, como a comunidade de
inteligência, as autoridades governamentais e obviamente a mídia
corporativa, tendem a aplicar neste processo ferramentas razoavelmente
bem definidas e observadas. No entanto, o público em geral não é bem
armado contra essas armas, e é muitas vezes facilmente enganado por
essas táticas.

Surpreendentemente, nem os meios de comunicação nem as autoridades
legais foram treinados para lidar com estas questões. Na maior parte do
tempo, apenas os desinformantes compreendem as regras do jogo.

Espero que seja de grande valia para aqueles que estão começando a ver
como as coisas realmente funcionam, bem como para aqueles que
instintivamente já perceberam como estas táticas são utilizadas,
conhecer exatamente cada uma das táticas e subterfúgios daqueles que
pretendem esconder a verdade:

1. Não ouça o mal, não veja o mal, não fale do mal.
Independentemente do que você sabe, não discuta, especialmente se você é
uma figura pública, âncora de TV, etc. Se você não for informado é
porque não aconteceu, e você nunca terá que lidar com os problemas.

2. Torne-se incrédulo e indignado. Evite discutir os principais
problemas e ao invés foque em questões laterais que podem ser utilizadas
para mostrar o tema como sendo crítico de algum grupo ou tema
intocável. Este método é também é conhecido como o “Como você se atreve!“.
Um bom exemplo é quando alguém questiona a versão oficial do 11 de
setembro e a mídia diz isto é uma afronta às famílias das vítimas.

3. Crie boateiros. Evite discutir os problemas, descrevendo todas
as acusações, independentemente das provas, como meros rumores e
acusações selvagens. Outros termos depreciativos mutuamente exclusivos
da verdade podem funcionar muito bem. Este método funciona especialmente
bem com a silenciosa imprensa, porque a única maneira que o público
poderá conhecer os fatos são através destes “boatos incertos”. Se você
puder associar o material com a Internet, use isto para certificar a
acusação como uma “fofoca” que não pode ter base na realidade. Isto foi
muito usado pela rede globo durante a falsa pandemia da gripe suína.

4. Use um “espantalho”.  Ache ou crie um elemento do argumento de
seu oponente que você possa facilmente derrubar para você se sair bem e
o seu adversário ficar em uma posição desfavorável. Ou então crie um
problema que você possa implicar com segurança que exista com base na
sua interpretação do adversário, nos argumentos do adversário ou da
situação, ou então selecione o aspecto mais fraco das acusações mais
fracas. Amplifique o seu significado e as destrua de uma forma que
pareça desmentir todas as acusações, reais e as fabricada, enquanto na
verdade evita a discussão das questões reais.

5. Desvie os adversários através de xingamentos e ridicularização. Isso também é conhecido como o estratagema do “ataque ao mensageiro
, embora outros métodos qualifiquem como variantes dessa abordagem.
Associe adversários com títulos impopulares, como “malucos”, “de
direita”, “liberal”, “esquerda”, “terroristas”, “teóricos da
conspiração”, “radicais”, “milícias”, “racistas”, “religiosos fanáticos
“, “drogados”, “desviados sexuais”, e assim por diante. Isso faz com que
outros removam o seu apoio com medo de receber o mesmo rótulo, e assim
você evita lidar com os problemas. Esta tática foi muito utilizada
quando Charlie Sheen veio a público questionando a versão oficial do 11 de setembro.

6. Bata e Corra. Em qualquer fórum público, faça um breve ataque
ao seu oponente ou a posição de adversário e em seguida pule fora antes
de que uma resposta possa ser dada, ou simplesmente ignore qualquer
resposta. Isso funciona muito bem em ambientes de internet e em cartas
ao editor, onde um fluxo constante de novas identidades podem ser
utilizadas sem ter que explicar o raciocínio crítico – simplesmente faça
uma acusação ou outro ataque, nunca discutindo as questões, e nunca
respondendo a qualquer resposta posterior, por que isto dignificaria o
ponto de vista do oponente.

7. Questione os motivos. Distorça ou amplifique qualquer fato que
possa insinuar que o adversário opera a partir de uma agenda oculta
pessoal ou esteja sendo tendencioso de qualquer outra forma. Isso evita
discutir as questões e força o acusador a ficar na defensiva.

8. Invoque autoridade. Reivindique para si mesmo autoridade ou se
associe com autoridade e apresente seu argumento com o “jargão” ou
“minúcias” o suficiente para ilustrar que você é “quem sabe”, e
simplesmente diga que não é assim, sem discutir as questões ou demonstrar concretamente o porquê ou citar fontes.

9. Banque o idiota. Não importa o argumento de que a evidência ou
lógica é oferecido, evite discutir questões negando que elas têm
qualquer credibilidade, fazem qualquer sentido, fornecem qualquer prova,
contém ou esclarecem uma questão, tem lógica, ou dão apoio a uma
conclusão. Misture bem para ter o máximo efeito.

10. Associe as acusações do adversário com notícias antigas.
Normalmente um derivado da estratégia do “espantalho”, em qualquer
assunto de grande escala e alta visibilidade, alguém irá fazer acusações
no início que podem ser ou já foram resolvidos facilmente. Se futuras
acusações forem previsíveis, faça o seu lado levantar uma questão
“espantalho” e a trate no início, como parte dos planos de contingência.
As acusações subseqüentes, independentemente da validade ou mesmo que
cubram novas descobertas, elas geralmente podem ser associadas com a
acusação inicial e refutadas como sendo uma simples repetição que pode
ser refutada sem a necessidade de abordar as questões atuais – ainda
melhor quando o adversário está ou esteve envolvido com a fonte
original.

11. Estabeleça posições onde você possa retroceder. Usando uma
questão ou elemento menos importante dos fatos, aja com classe
“confesse” com franqueza que algum erro inocente, em retrospecto, foi
feito, mas que os adversários aproveitaram a oportunidade para colocar
tudo fora de proporção e implicam criminalidades maiores que,
simplesmente “não é assim.” Outros podem reforçar isto em seu nome mais
tarde. Feito corretamente, isso pode angariar a simpatia e o respeito de
“jogar limpo” e “reconhecer” os seus erros, sem abordar as questões
mais graves. Esta tática foi muito utilizada pelo IPCC
quando veio a público que grande parte de suas estimativas de
derretimento de geleiras, perda da floresta amazônica, entre outros,
eram exageradas e não eram baseadas em estudos científicos.

12. Enigmas não têm solução. Inspirando-se na cadeia de eventos
em torno do crime e da multiplicidade de participantes e eventos, pinte
todo o assunto como muito complexo para ser resolvido. Isso faz com que
aqueles que acompanhem o assunto comecem a perder o interesse mais
rapidamente sem ter que resolver os problemas reais.

13. Lógica da “Alice no País das Maravilhas”. Evite o debate das
questões raciocinando de trás para a frente com uma aparente lógica
dedutiva de uma forma que deixe de fora qualquer fato material real.

14. Exija soluções completas. Evite as questões exigindo de seus
opositores a resolução do crime atual completamente, um truque que
funciona melhor para itens que qualifiquem-se para a regra 10 (Associe as acusações do adversário com notícias antigas).

15. Encaixe os fatos em conclusões alternativas. Isto requer um pensamento criativo, a menos que o crime tenha sido planejado com conclusões de contingência.

16. Desapareça com provas e testemunhas. Se elas não existirem, não existe fato, e você não terá de resolver o problema.

17. Mude de assunto. Normalmente utilizado em conexão com um dos
outros estratagemas listados aqui, encontre uma maneira de desviar a
discussão com os comentários abrasivos ou controversos, na esperança de
chamar a atenção para um tema novo, mais fácil de lidar. Isto funciona
especialmente bem quando os oponentes podem “discutir” com você sobre o
tópico novo e polarize a arena de discussões, a fim de evitar discutir
questões mais fundamentais.

18. Emotive, antagonize, e incite os oponentes. Se você não poder
fazer mais nada, repreenda e insulte os seus adversários e os leve a
respostas emocionais que possam fazê-los parecer tolos e emotivos, o que
geralmente tornam o seu material um pouco menos coerente. Não só você
vai evitar discutir os problemas em primeiro lugar, mas mesmo que a sua
resposta emocional foque na questão em discussão, você pode ainda evitar
as questões ao se concentrar em como eles “são sensíveis a críticas”.

19. Ignorar a prova apresentada, e exija provas impossíveis. Esta
é talvez uma variante da regra do “banque o tolo”. Independentemente do
material que possa ser apresentado por um adversário em fóruns
públicos, alegue que a prova material seja irrelevante e exija uma que
seja impossível para o adversário mostrar (ela pode existir, mas não
pode estar à sua disposição, ou pode ser algo que seja sabido que possa
ser facilmente destruída ou retida, tal como a arma de um crime). Para
evitar completamente discutir questões desminta categoricamente e seja
crítico da mídia ou livros como fontes válidas, negue que as testemunhas
sejam aceitáveis, ou mesmo negue que as declarações feitas por
autoridades governamentais ou outras têm qualquer significado ou
relevância.

20. Falsas provas. Sempre que possível, introduza novos fatos ou
pistas projetados e fabricados para entrar em conflito com as
apresentações do adversário para neutralizar questões sensíveis ou
dificultar a resolução. Isso funciona melhor quando o crime foi
planejado com contingências para este propósito, e os fatos não podem
ser facilmente separados das invenções.

21. Chame um Grande Júri, Promotoria Especial, ou outro organismo habilitado para investigações.
Subverta o processo para seu próprio benefício e efetivamente
neutralize todas as questões sensíveis, sem uma discussão aberta. Uma
vez convocado, as evidências e testemunhos devem ser secretos. Por
exemplo, se o advogado de acusação estiver do seu lado, ele pode
garantir que o Grande Júri não ouça nenhuma evidência útil e que as
provas sejam vedadas e indisponíveis para investigações posteriores.
Depois de um veredicto favorável (geralmente, esta técnica é aplicada
para inocentar o culpado, mas também pode ser utilizada para obter
acusações quando se procura enquadrar uma vítima) for alcançado, o
assunto pode ser considerado oficialmente encerrado.

22. Fabrique uma nova verdade. Crie o seu próprio perito(s),
grupo(s), autor(es), líder(es) ou influencie os existentes para forjar
novos caminhos através de pesquisa científica, investigativa ou social,
ou testemunho que conclua favoravelmente. Desta forma, se você realmente
precisar lidar com as questões relevantes, você pode fazê-lo com
autoridade.

23. Crie distrações maiores. Se as estratégias acima não
funcionarem para desviar questões sensíveis, ou para impedir a
indesejável cobertura da mídia de eventos que não se possa impedir, tais
como julgamentos, crie notícias mais importante (ou as trate como tal)
para distrair as multidões.

24. Silencie os críticos. Se os métodos acima não funcionarem,
considere remover os oponentes de circulação através de uma solução
definitiva, para que a necessidade de abordar as questões seja
totalmente removida. Isso pode ser através de sua morte, prisão e
detenção, chantagem ou destruição do seu carácter pela liberação de
informações de chantagem, ou simplesmente pela intimidação adequada
usando chantagem ou outras ameaças.

25. Desapareça. Se você é um portador de segredos importantes
relacionados a algum crime ou conspiração e você acha que o calor está
ficando muito quente, para evitar os problemas, desapareça.

Todos os comentários são muito bem vindos, mas os leitores deste blog
mais experientes podem contribuir apresentando exemplos específicos de
cada regra, os quais eu irei incluir no artigo.  

Fontes:

Proparanoid: DISINFORMATION vs. TRUTH
Thirteen Techniques for Truth Suppression by David Martin

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