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A Sociedade Idiotizada — Parte 1: Os Efeitos dos Medicamentos de Controle da Mente, dos Alimentos Transgênicos, do Flúor e do Aspartame

Existe um esforço deliberado por parte do governo
para idiotizar as massas? É difícil provar isto, mas existe uma grande
quantidade de dados que confirma que a elite governante não somente
tolera, mas também define políticas que têm um efeito prejudicial sobre a
saúde física e mental da população. Esta série de artigos examina os
muitos modos como o homem moderno está sendo idiotizado. A Parte 1
discute os venenos encontrados nos alimentos, nas bebidas e nos
medicamentos consumidos regularmente pela população.
Os temas da idiotização e desumanização das massas são frequentemente discutidos nos artigos do site The Vigilant Citizen.
Entretanto, a presença desses conceitos na cultura popular é somente a
expressão exterior e simbólica das profundas transformações que estão
ocorrendo em nossa sociedade. Os dados científicos provam que os
governos de todo o mundo toleram a venda de muitos produtos que têm um
efeito negativo e direto sobre a saúde física e cognitiva. Como veremos
neste artigo, muitos produtos usados no dia a dia causam danos ao
cérebro, prejudicam a capacidade de fazer julgamentos e até reduzem o
quociente de inteligência (QI).
Uma população mais idiotizada é algo desejável pelas
elites? Adolf Hitler certa vez disse: “Que bom para os líderes que os
homens não pensem.” Uma população educada conhece seus direitos,
compreende as grandes questões e toma atitudes quando não aprova aquilo
que está acontecendo. Julgando pela quantidade incrível de dados
disponíveis sobre o assunto, parece que a elite quer o oposto exato: uma
população sedada, enferma, amedrontada e confusa. Veremos os efeitos
dos remédios, dos pesticidas, do flúor e do aspartame no corpo humano, e
como esses produtos estão sendo promovidos pelas pessoas que pertencem à
estrutura do poder.

O Abuso dos Medicamentos Prescritos

Nas últimas décadas testemunhamos um surpreendente
aumento de medicamentos de prescrição obrigatória para tratar todos os
tipos de problemas. As crianças são particularmente afetadas por esse
fenômeno. Desde os anos 1990, uma proporção cada vez maior de crianças
está sendo diagnosticada com “doenças” como o Transtorno do Déficit de
Atenção, e estão recebendo medicações que alteram a mente, como o
Ritalin.
A DEA (Drug Enforcement Administration) ficou
alarmada pelo tremendo aumento na prescrição desses medicamentos em anos
recentes. Desde 1990, as prescrições do metilfenidato aumentaram em
500%, enquanto as prescrições de anfetamina para o mesmo propósito
aumentaram 400%. Agora, vemos uma situação em que de 7 a 10% dos meninos
estão tomando esses medicamentos, em algum ponto, bem como uma
crescente porcentagem de meninas. [Fonte].
Hoje, as crianças que mostram possuírem muita
energia, personalidade ou força estão sendo sedadas com medicamentos
poderosos, que afetam diretamente o funcionamento de seus cérebros. Será
se estamos indo na direção certa aqui?
Embora o Transtorno do Déficit de Atenção não esteja
claramente definido e documentado — ele não causa quaisquer efeitos
biológicos observáveis — as crianças estão sendo diagnosticadas com a
doença em grande número. Isso levanta importantes questões éticas.
“Pediatras e eticistas têm expressado suas preocupações com o uso desses estimulantes. Em um artigo publicado no jornal The New York Times,
eles questionaram a adequação de medicar as crianças sem ter um claro
diagnóstico na esperança que o desempenho escolar delas melhore. Eles
também perguntam se os medicamentos deveriam ser dados a adultos que
fracassam em suas carreiras ou que são procrastinadores. Eles questionam
a validade desses métodos.”
“Essa preocupação também foi expressa na edição de janeiro de 2005 da revista Pediatrics,
em que as grandes discrepâncias entre os padrões de prática dos
pediatras e as diretrizes da Academia Americana dos Pediatras para a
avaliação e tratamento das crianças com o Transtorno do Déficit da
Atenção com Hiperatividade (TDAH) foram apresentadas. O artigo também
declarava que, como a comunidade médica não chegou a um consenso sobre
como diagnosticar esses dois distúrbios, não deveria tomar decisões
importantes sobre como tratar os indivíduos que foram diagnosticados com
eles.”
O uso do Ritalin em uma idade precoce quebra o limiar
psicológico que as pessoas mantêm em relação ao uso das pílulas de uso
controlado, o que torna essas crianças mais propensas a consumirem
drogas psicotrópicas posteriormente em suas vidas. Não devemos ficar
surpresos se testemunharmos um crescimento drástico no consumo de
antidepressivos nos anos futuros. A tendência já começou:
“Em seu estudo, o Centro de Controle e Prevenção de
Doenças examinou os 2.4 bilhões de medicamentos prescritos nos
consultórios médicos e nos hospitais em 2005. Desses, 118 milhões eram
antidepressivos.”
“O uso de antidepressivos e outros medicamentos
psicotrópicos — aqueles que afetam a química cerebral — subiu
rapidamente na última década. O uso adulto dos antidepressivos quase
triplicou entre os períodos de 1988-1994 e 1999-2000. Entre 1995 e 2002,
o ano mais recente em que as estatísticas estão disponíveis, o uso
desses medicamentos subiu 48%, informou o CDC.” [Elizabeth Cohen, CNN].
O uso de pílulas vendidas sob prescrição médica pode
ser uma grande ajuda para casos específicos e corretamente
diagnosticados. Entretanto, a indústria farmacêutica, que tem muitos
“amigos” nos altos escalões do governo, está promovendo o uso
generalizado das drogas psiquiátricas dentro do público. Desde 2002, um
grande número de pílulas que afirmam corrigir todos os tipos de quadros
mentais estão sendo anunciadas para o público, mas muitas delas foram
aprovadas para a venda sem uma pesquisa apropriada dos efeitos
colaterais. E o que é ainda pior: os efeitos colaterais podem ser
conhecidos, porém formam ocultados do público. A seguir está uma lista
das advertências feitas sobre as drogas psiquiátricas comumente
vendidas. Alguns desses efeitos colaterais são na verdade
aterrorizadores, pois uma pílula não deveria ter um poder tão grande
sobre o cérebro humano. Considere o seguinte: alguns medicamentos foram
obrigados a incluir advertências do risco de levarem você a cometer
suicídio.

2004

  • 22 de março: A FDA (Food and Drug Administration) advertiu que antidepressivos como o Prozac (chamados de SSRI, ou Selective Serotonin Reuptake Inhibitors)
    poderiam causar “ansiedade, agitação, ataques de pânico, insônia,
    irritabilidade, hostilidade, impulsividade, acatisia (um estado de
    inquietação severa; a pessoa fica agitada, incapaz de relaxar ou ficar
    quieta), hipomania (entusiasmo acima do normal) e manias (psicoses
    caracterizadas por emoções exaltadas, ilusões de grandeza).”
  • Junho: A equivalente australiana da FDA, chamada de Therapeutic Goods Administration, reportou que as drogas antipsicóticas mais recentes poderiam aumentar o risco de diabetes.
  • Junho: A FDA ordenou que a embalagem
    do estimulante Adderall incluísse uma advertência sobre morte
    cardiovascular súbita, especialmente em crianças com histórico de doença
    cardíaca.
  • 15 de outubro: A FDA ordenou a
    colocação da tarja preta nos antidepressivos, advertindo que eles
    poderiam causar pensamentos e ações suicidas em pessoas menores de 18
    anos de idade.
  • 21 de outubro: O Comitê de Reações
    Adversas em Medicamentos, da Nova Zelândia, recomendou que os
    antidepressivos mais antigos e mais recentes não fossem prescritos para
    pacientes com menos de 18 anos de idade, por causa do risco de suicídio.
  • 17 de dezembro: A FDA exigiu que a
    embalagem para a droga Strattera, usada no tratamento do Transtorno do
    Déficit de Atenção com Hiperatividade, advertisse que “O dano severo ao
    fígado poderá avançar para a falência do órgão, resultando na morte ou
    na necessidade de um transplante em uma pequena porcentagem de
    pacientes.”

2005

  • 9 de fevereiro: Health Canada, a
    correspondente canadense da FDA, suspendeu a propaganda e
    comercialização do Adderall XR (dado uma vez ao dia) devido a relatórios
    de 20 mortes súbitas inexplicáveis (14 em crianças) e 12 derrames (2 em
    crianças).
  • 11 de abril: A FDA advertiu que o uso de drogas antipsicóticas em pacientes idosos poderia aumentar o risco de morte.
  • 22 de junho: A FDA anunciou sua
    intenção de fazer mudanças nos rótulos do Concerta e outros produtos
    Ritalina para incluir os efeitos colaterais: “alucinações visuais,
    ideias suicidas, comportamento psicótico, bem como agressão ou
    comportamento violento”.
  • 30 de junho: A FDA advertiu que o
    antidepressivo Cymbalta poderia aumentar o pensamento ou comportamento
    suicida em pacientes infantis que estivem tomando o medicamento. Ela
    também advertiu sobre o risco potencial maior de comportamento suicida
    em adultos que tomavam antidepressivos.
  • Agosto: A Therapeutic Goods Administration
    australiana encontrou um relacionamento entre os antidepressantes e
    propensão ao suicídio, acatisia, agitação, nervosismo e ansiedade em
    adultos. Sintomas similares poderiam ocorrer após a suspensão da
    medicação, a agência verificou.
  • 19 de agosto: O Comitê Sobre Produtos
    Medicinais, da Agência Europeia de Medicamentos, advertiu sobre o uso de
    antidepressantes para crianças, dizendo que os medicamentos provocavam
    tentativas e pensamentos de suicídio, agressão, hostilidade,
    comportamento e fúria hostis.
  • 26 de setembro: A Agenzia Italiana del Farmaco
    (equivalente italiana da FDA) advertiu sobre o uso de antidepressivos
    mais antigos (tricíclicos) em pessoas com menos de 18 anos de idade. Ela
    também verificou que as drogas estavam associadas com ataques do
    coração em pessoas de qualquer idade.
  • 29 de setembro: A FDA ordenou que a
    bula do medicamento Strattera, usado para tratar o Transtorno do Déficit
    de Atenção com Hiperatividade incluísse uma advertência sobre o risco
    maior de pensamentos suicidas em crianças e adolescentes que fizessem
    uso do produto.
  • 17 de outubro: A FDA advertiu que o antidepressivo Cymbalta poderia ser prejudicial ao fígado.
  • 24 de outubro: A FDA retirou o estimulante Cylert do mercado por causa do risco de ser tóxico para o fígado e poder levá-lo à falência.
  • Novembro: A FDA advertiu que o antidepressante Effexor poderia causar pensamentos homicidas.

2006

  • 9 de fevereiro: O Comitê Avaliador de
    Gerenciamento de Risco e Segurança dos Medicamentos, da FDA, recomendou
    que a advertência da tarja preta fosse usada para os estimulantes, pois
    eles podem causar ataques cardíacos, derrames e morte súbita.
  • 20 de fevereiro: Autoridades
    britânicas advertiram que o medicamento Strattera estava associado com
    as convulsões e podia potencialmente estender o período de tempo do
    ritmo cardíaco.
  • 22 de março: Um painel de avaliação da
    FDA ouviu evidências de quase 1.000 relatórios de crianças que
    experimentaram psicose ou mania durante o tempo em que tomaram
    estimulantes.
  • 3 de maio: Relatórios de reação
    adversas de medicamentos da FDA reportaram vínculos entre as drogas
    antipsicóticas com 45 mortes de crianças e 1.300 reações adversas
    sérias, como convulsões e baixo número de glóbulos brancos.
  • 12 de maio: O fabricante do Paxil advertiu que o antidepressivo aumentava o risco de suicídio em adultos.
  • 26 de maio: Health Canada fez
    novas advertências de riscos cardíacos raros para todas as drogas
    prescritas para o Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade,
    incluindo o risco de morte súbita.
  • 2 de junho: Um estudo da FDA
    determinou que a droga antipsicótica Risperdal poderia causar tumores na
    glândula pituitária. Essa glândula, na base do cérebro, excreta
    hormônios que promovem o crescimento e regulam as funções do organismo.
    Os antipsicóticos podem aumentar a prolactina, um hormônio na glândula
    pituitária, e esse aumento foi vinculado ao câncer. Foi descoberto que o
    Risperdal aumenta os níveis da prolactina mais frequentemente do que em
    outros antipsicóticos.
  • 19 de julho: A FDA disse que as caixas
    dos antidepressivos deveriam conter advertências que eles podem causar
    uma condição fatal nos pulmões dos recém-nascidos, se a mãe tomar os
    antidepressivos SSRI durante a gravidez. Os pacientes que sofrem de
    sinusite também precisam ser advertidos que combinar os medicamentos
    para tratar a sinusite com SSRIs pode resultar em um quadro clínico que
    pode ser fatal, conhecido como Síndrome da Serotonina.

A Contaminação dos Alimentos

O homem moderno ingere durante sua vida uma
quantidade incrível de substâncias químicas, sabores artificiais e
aditivos. Embora exista uma crescente preocupação com a alimentação
saudável, existem também muitas más informações e desinformações.
No tempo presente, uma única companhia — a Monsanto —
produz aproximadamente 95% de toda a soja e de todo o milho nos EUA.
Com isto em vista, os sucrilhos de cereal que você comeu no café da
manhã, o refrigerante que bebeu no almoço e o bife que comeu no jantar
provavelmente foram produzidos a partir das plantações realizadas com
sementes transgênicas patenteadas pela Monsanto. Existem diversos
documentos e filmes que expõem o braço forte da Monsanto no setor
agrícola, de modo que não vou expandir esse assunto. Entretanto, é
importante observar que existe atualmente um virtual monopólio na
indústria de alimentos e existe um vínculo nada saudável entre a
Monsanto e o governo norte-americano. Muitas pessoas que foram
fundamentais na aprovação de leis nos setores dos alimentos,
medicamentos e da agricultura estiveram também, em algum tempo, na folha
de pagamento da Monsanto. Em outras palavras, a elite decide quais
alimentos serão oferecidos a você.
Autoridades que já trabalharam no passado para a Monsanto:

  • O juiz da Suprema Corte Clarence Thomas
    trabalhou como advogado para a Monsanto nos anos 1970. Ele foi o relator
    na decisão de 2001 da Suprema Corte J. E. M. Ag Supply Inc. versus
    Pioneer Hi-Bred International Inc., que determinou que “as variedades
    de plantas recém-desenvolvidas são patenteáveis sob as leis gerais de
    patentes dos EUA.” Este caso beneficiou todas as companhias que lucram
    com as plantações geneticamente modificadas, das quais a Monsanto é uma
    das principais.
  • Michael R. Taylor era assistente de um
    comissário da FDA antes de sair para trabalhar para um escritório de
    advocacia para obter a aprovação da FDA dos hormônios artificiais do
    crescimento, da Monsanto, nos anos 1980. Taylor depois se tornou
    subcomissário da FDA, de 1991 a 1994. Mais tarde, ele foi novamente
    indicado para a FDA, em agosto de 2009, pelo presidente Barack Obama.
  • Dr. Michael A. Friedman era um subcomissário da FDA antes de ser contratado como vice-presidente sênior da Monsanto.
  • Linda J. Fisher era uma
    administradora-assistente na Agência de Proteção Ambiental (EPA) dos EUA
    antes de se tornar vice-presidente da Monsanto de 1995-2000. Em 2001,
    ela se tornou sub-administradora da EPA.
  • O ex-Secretário de Defesa Donald Rumsfeld foi
    presidente da G. D. Searle & Co., que a Monsanto adquiriu em 1985.
    Rumsfeld pessoalmente ganhou pelo menos 12 milhões de dólares na
    transação.
Muitas leis (aprovadas por ex-funcionários da
Monsanto) facilitaram o lançamento de alimentos geneticamente
modificados para o público.
“De acordo com as estatísticas atuais, 45% do milho e
85% da soja nos EUA são geneticamente modificados. Estima-se que de 70 a
75% dos alimentos industrializados que estão à venda nos supermercados
contêm ingredientes geneticamente modificados.”
“Outros alimentos geneticamente modificados são:
canola, mamão papaya, batata, arroz, abóbora, certas variedades de
melão, beterraba, linho, tomate, óleo de canola. Uma plantação de
produto não-alimentício que é comumente geneticamente modificada é o
algodão. O Hormônio Recombinante do Crescimento Bovino (rBGH, ou
Prosilac) geneticamente modificado foi um dos primeiros produtos dessa
classe a entrar na cadeia alimentar da nação. A FDA aprovou o rBGH da
Monsanto em 1993.” [Anna M. Salanti, Genetically Engineered Foods].
Embora ainda seja impossível determinar os efeitos de
longo prazo dos alimentos transgênicos no corpo humano, alguns fatos já
foram estabelecidos. Os alimentos transgênicos contêm menos nutrientes
e, mais importante de tudo, resistem aos produtos químicos dos
pesticidas.
“Uma das características do alimentos transgênicos é
sua capacidade de suportar a aplicação ilimitada de produtos químicos,
incluindo os pesticidas. O bromoxinil e o glifosato foram associados
com o desenvolvimentos de distúrbios em fetos, tumores,
carcinogenicidade, e linfoma não-Hodgkin. Os estudos indicam que o
Hormônio Recombinante do Crescimento Bovino (rBGH) da Monsanto faz as
vacas produzirem leite com um aumento de um segundo hormônio, o IGF-1.
Esse hormônio está associado com o câncer nos seres humanos. As
recomendações da agência “cão de guarda” do Congresso, o Government Accounting Office
(GAO), eram que o rBGH não fosse aprovado. A União Europeia, o Canadá e
outros países baniram o produto. A ONU também se recusou a certificar
que o uso do rBGH é seguro.” [ Ibidem].
As modificações genéticas criadas pela Monsanto
tornam seus produtos maiores e mais esteticamente bonitos. Outra
“melhoria”, esta menos discutida, é a capacidade das plantas suportarem
quantidades praticamente ilimitadas de pesticidas da marca Roundup. Isso incentiva os fazendeiros a usarem essa marca de pesticida, que é produzida pela… Monsanto.
Estudos sobre o Roundup vinculam o poderoso pesticida e herbicida a muitos problemas de saúde, como:
  • Riscos mais elevados de câncer linfático não-Hodgkin.
  • Abortos espontâneos
  • Transtorno do Déficit de Atenção (o real).

Flúor

Outra fonte de substâncias químicas nocivas
encontra-se nos reservatórios de água do homem moderno e nos
refrigerantes. Em 2002, as estatísticas do CDC mostraram que
aproximadamente 60% da população americana recebia água fluoretada nas
torneiras de suas casas. A razão oficial para a presença do flúor na
água é que ele ajuda a prevenir a cárie dentária. Realmente? Seria esse
benefício compensador para a população consumir grandes quantidades
dessa substância? Alguns estudos já negaram qualquer benefício da água
fluoretada para os dentes.
“Os cientistas agora acreditam que a principal ação
protetora do flúor não vem de ingerir a substância química, com os
dentes absorvendo-a a partir de dentro do corpo, mas da absorção direta
por meio da aplicação tópica. Isso significa que beber água fluoretada é
muito menos eficiente para combater as cáries do que escovar os dentes
usando uma pasta dental com flúor.” [Fonte].
Então, por que o flúor ainda é adicionado na água? Aqui estão alguns fatos rápidos sobre a fluoretação:
  • O flúor era usado antigamente como pesticida.
  • O flúor está registrado como “venenoso” na Lei dos Venenos de
    1972, no mesmo grupo das toxinas, como arsênico, mercúrio e o herbicida
    Paraquat.
  • O flúor é cientificamente classificado como mais tóxico que o
    chumbo, mas existe cerca de 20 vezes mais flúor do que chumbo na água.
Muitos estudos já foram realizados sobre os efeitos
do flúor no organismo humano e alguns efeitos adversos notáveis já foram
observados: ele muda a estrutura e resistência dos ossos, prejudica o
sistema imunológico e já foi vinculado com alguns tipos de cânceres.
Outra consequência alarmante da fluoretação é seu efeito nas funções
cerebrais:

“Em 1995, o neurotoxicologista e ex-diretor de
Toxicologia no Centro Dentário Forsyth, em Boston, o Dr. Phyllis
Mullenix, publicou uma pesquisa que mostrava o flúor acumulado no
cérebro de animais quando expostos a níveis moderados. Ocorreram danos
no cérebro e os padrões de comportamento dos animais foram afetados
adversamente. Os filhotes que nasceram das fêmeas grávidas que receberam
doses relativamente baixas de flúor mostravam efeitos permanentes no
cérebro que eram vistos como hiperatividade (como os sintomas do
Transtorno do Déficit de Atenção). Os animais jovens e adultos que
receberam o flúor experimentavam o efeito oposto — hipoatividade e falta
de ânimo. Os efeitos tóxicos do flúor no sistema nervoso central foram
subsequentemente confirmados por pesquisa classificada (secreta) do
governo. Dois novos estudos epidemiológicos que tendem a confirmar os
efeitos neurotóxicos do flúor sobre o cérebro mostraram que as crianças
expostas a níveis elevados de flúor têm um QI mais baixo.” [Fonte]
Um efeito colateral menos conhecido, porém extremamente importante do flúor é a calcificação da glândula pineal.

Até os anos 1990, nenhuma pesquisa tinha sido
realizada para determinar o impacto do flúor sobre a glândula pineal —
uma pequena glândula situada entre os dois hemisférios do cérebro e que
regula a produção do hormônio melatonina. Esse hormônio ajuda a regular o
início da puberdade e ajuda a proteger o organismo de danos nas células
causados pelos radicais livres.
Sabe-se agora — graças à pesquisa meticulosa da Dra.
Jennifer Luke, da Universidade de Surrey, na Inglaterra, que a glândula
pineal é o alvo principal da acumulação do flúor no organismo.
O tecido macio da glândula pineal adulta contém mais
flúor do que qualquer outro tecido macio no organismo — um nível de
flúor (cerca de 300 ppm) capaz de inibir as enzimas.
A glândula pineal também contém tecido rígido
(cristais de hidroxiapatita) e esse tecido rígido acumula mais flúor
(até 21.000 ppm) do que qualquer outro tecido rígido no organismo (por
exemplo, dentes e ossos). [Fonte].
Além de regular os hormônios vitais, sabe-se que a
glândula pineal serve a uma função esotérica. Ela é conhecida pelos
grupos místicos como o “Terceiro Olho” e é considerada em muitas
culturas como parte do cérebro responsável pela iluminação espiritual e o
“vínculo com o divino”. Estaria a iluminação para o homem moderno agora
livre das restrições?
“No cérebro humano existe uma pequena glândula
chamada corpo pineal, que é o olho sagrado dos antigos, e corresponde ao
terceiro olho dos Ciclopes. Sabe-se pouco a respeito da função do corpo
pineal, que Descartes sugeriu (mais sabiamente do que ele mesmo
imaginava) que poderia ser a habitação do espírito do homem.” [Manly P.
Hall, The Secret Teachings of All Ages].

Aspartame

O aspartame é um adoçante artificial usado em produtos “sem açúcar” como os refrigerantes Diet
e as gomas de mascar. Desde sua descoberta em 1965, o aspartame causou
grande controvérsia com relação aos riscos para a saúde — principalmente
tumores cerebrais — e a FDA negou a autorização para que ele pudesse
ser vendido ao público. A companhia Searle, que tentava colocar o
aspartame no mercado, escolheu então Donald Rumsfeld como
executivo-chefe em 1977… e as coisas mudaram drasticamente. Após um
breve período de tempo, o aspartame passou a ser encontrado em mais de
5.000 produtos.

“Donald Rumsfeld esteve na equipe de transição do
presidente Reagan e, no dia seguinte após a posse, indicou um
Comissário da FDA que aprovaria o aspartame. A FDA tinha criado uma
Junta Examinadora com seus melhores cientistas e eles disseram que o
aspartame não era seguro e que causava tumores cerebrais, de modo que a
petição para a aprovação foi rejeitada. O novo Comissário da FDA, Arthur
Hull Hayes, desconsiderou a decisão da junta e liberou o uso do
aspartame. Posteriormente, ele passou a trabalhar para a agência de
relações públicas do fabricante, a Burson-Marstellar, segundo rumores, a
1.000 dólares por dia, e se recusa a falar com a imprensa desde então.”
[Fonte: Donald Rumsfeld and Aspartame].
Anos após a aprovação pela FDA, cientistas proeminentes ainda aconselham a organização a banir o produto.
“O Dr. John Olney, que fundou o campo da neurociência
chamado Excitotoxidade, tentou parar a aprovação do aspartame com o
promotor James Turner, já em 1996. O próprio toxicologista da FDA, o Dr.
Adrian Gross, disse ao Congresso que, sem sombras de dúvidas, o
aspartame pode causar tumores cerebrais e câncer no cérebro e violava a
Emenda Delaney, que proíbe colocar qualquer produto sabidamente
cancerígeno nos alimentos. Informações detalhadas sobre isso podem ser
encontradas no Bressler Report (FDA Report on Searle).” [Ibidem].
Em 1995, a FDA foi forçada a liberar, pela Lei de Liberdade da Informação, uma lista de 92 sintomas causados pelo aspartame
reportados por milhares de vítimas. Entre eles, estavam: dores de
cabeça, distúrbios no equilíbrio, mudança de humor, vômito, náusea, dor
abdominal, mudança da visão, diarreia, convulsões, perda de memória,
fadiga, fraqueza geral, coceiras, dificuldades no sono, mudança no ritmo
cardíaco, inchaços, dificuldades respiratórias, etc. Os produtos que
apresentaram maior índice de reação no público foram: refrigerantes,
adoçantes, gelatinas, pudins, goma de mascar, chocolate quente,
sucrilhos, etc.
Entretanto, esses sintomas são apenas a ponta do
iceberg. O aspartame já foi vinculado a doenças severas e problemas de
saúde de longo prazo.
“De acordo com os principais médicos e pesquisadores
do assunto, o aspartame causa dor de cabeça, perda de memória,
convulsões, perda da visão, coma e câncer. Ele piora ou imita os
sintomas de doenças e quadros clínicos como fibromalgia, esclerose
múltipla, lúpus, Transtorno do Déficit de Atenção, diabetes, Mal de
Alzheimer, fadiga crônica e depressão. Outros perigos salientados é que
o aspartame libera o álcool metílico. O envenenamento crônico com o
metanol resultante afeta o sistema de dopamina do cérebro, causando a
dependência. O metanol, também chamado de álcool da madeira, constitui
um terço da molécula do aspartame e está classificado como um veneno e
narcótico metabólico severo.” [Ibidem].

Conclusão

Se a principal mensagem do Apocalink
até aqui tem sido “observar aquilo que entra na sua mente”, a principal
mensagem deste artigo foi “observar aquilo que entra no seu corpo”. O
consumo dos produtos citados acima provavelmente não causará um efeito
imediato e observável. Entretanto, após ingerir essas substâncias
durante muitos anos, os pensamentos da pessoa se tornam cada vez mais
turvos e embaçados, e as capacidades de concentração e de julgamento se
tornam diminuídas. Em outras palavras, a mente que antes era ágil se
torna apática. O que acontece quando uma população é severamente sedada e
envenenada dia após dia? Ela se torna inerte, dócil como um zumbi. Em
vez de fazer as perguntas importantes e buscar uma verdade mais elevada,
a massa idiotizada simplesmente realiza suas tarefas cotidianas e
absorve tudo aquilo que a grande mídia lhe diz. É isto que a elite está
procurando criar?
Entretanto, ainda existe uma esperança. Muitos dos
efeitos negativos das substâncias descritas anteriormente são
reversíveis. E VOCÊ é quem decide o que entra no seu corpo. Este artigo
oferece uma rápida visão geral dos perigos que cercam o consumidor
desavisado, porém existem toneladas de informações para você basear suas
decisões esclarecidas. Seu corpo é um templo. Você permitirá que ele
seja contaminado?

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