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Convulsão no mundo árebe: Advertência, as ações islâmicas serão aniquiladas caso seus líderes persistirem em planejar a destruição de Israel

A proteção profética
de Deus está pairando sobre a nação de Israel hoje, como nos dias do
Velho Testamento. Nenhuma arma pode destruir essa nação, ou ficaria
provado que Deus é incapaz de cumprir suas promessas e é um mentiroso, o
que é totalmente impossível. A  recente revolução no mundo àrabe, a guerra contra o Iraque, o fim de Bin Laden, o incidente com os navios com
ativistas que transportavam ajuda humanitária para a Faixa de Gaza está
despertando a fúria das nações islâmicas contra Israel e poderá ser
usado para colocar definitivamente a Turquia na órbita russo-iraniana.


Em 31 de maio de 2010, comandos navais israelenses
desceram por cordas de helicópteros e entraram a bordo de navios turcos
que transportavam ativistas que estavam decididos a romper o bloqueio
de armas estabelecido pelo Egito e Israel na Faixa de Gaza. No sexto
navio em que os soldados desceram, eles ficaram sob forte ataque. A
batalha que ocorreu a bordo resultou na morte de dez ativistas e
diversos soldados feridos.

Vamos seguir a história:

“Comandos navais israelenses invadiram durante a
noite uma flotilha de navios civis que levavam suprimentos de ajuda
humanitária para a cercada Faixa de Gaza, matando pelo menos dez
pessoas e ferindo dezenas. Quando a estimativa do número de mortos na
invasão da flotilha em alto mar subiu para 19 na mídia turca e
israelense, a censura militar israelense impôs uma proibição à
reportagem do número total de mortos e feridos… O Exército de Israel
admitiu dez mortes na operação — com relatórios sugerindo que nove dos
mortos eram turcos.”
Reportagens posteriores indicaram que o navio em que o
conflito ocorreu tinha bandeira turca; se esse relatório for
verdadeiro, então a Turquia se sentirá ainda mais pressionada a
abandonar sua posição pró-Ocidente e se mover totalmente para a órbita
diplomática russo-iraniana. É óbvio que esperamos ver exatamente esse
realinhamento acontecer, pois a Turquia é mencionada como uma das nações
que marcharão sob a liderança russa contra Israel, em cumprimento à
profecia de Ezequiel 38-39.
“Um porta-voz do governo israelense disse que as
tropas foram atacadas com facas e canos metálicos ao descerem por corda
dos helicópteros e entrarem nos navios. Ele disse que os disparos
começaram quando um dos civis tomou a arma de um dos soldados. No total,
dez soldados ficaram feridos, incluindo pelo menos um que foi atingido
por um disparo. Dois dos ativistas mortos tinham disparado contra os
soldados com pistolas, disse o Exército. As imagens de televisão da
invasão noturna em águas internacionais mostraram os barcos israelenses
se aproximando de pelo menos um navio e soldados descendo por cordas dos
helicópteros para o convés do navio, em uma caótica luta corporal com
bastões e punhos. As imagens das macas ensanguentadas e das pessoas
feridas no convés após a invasão também foram transmitidas pela
televisão.”

Como usual, apareceram relatos conflitantes:

“Um repórter que estava em um dos barcos afirmou que os israelenses dispararam contra o barco antes de virem a bordo.”
“Eles planejaram este ataque’, disse a porta-voz
militar israelense, a Ten-Cel. Avital Leibovitch. ‘Nossos soldados foram
feridos por essas facas e objetos metálicos cortantes, bem como pelas
armas de fogo.'”
“O presidente da Autoridade Palestina, Mahmud Abbas descreveu a invasão como ‘um massacre’ e declarou três dias de luto.”
Uma enorme repercussão diplomática não tardou a
acontecer. O primeiro-ministro de Israel, Netanyahu, cancelou seu
encontro que estava agendado com o presidente Obama na terça-feira, dia 1
de junho. Ele também cancelou outras reuniões e viajou de volta para
Israel.
Resumo da notícia: “Netanyahu cancela encontro agendado com Obama”, CNN News, 31 de maio de 2010.
“O primeiro-ministro israelense Benjamim Netanyahu
cancelou o encontro agendado que teria nesta semana com o presidente dos
EUA Barack Obama, representantes do governo israelense disseram na
segunda-feira. Os dois líderes deveriam se encontrar na terça-feira
durante uma visita de Netanyahu a Washington. O primeiro-ministro também
decidiu encerrar mais cedo sua visita ao Canadá e retornar a Israel, de
acordo com uma declaração via correio eletrônico feita por seu assessor
de imprensa.”
“O cancelamento do encontro por Netanyahu ocorreu
imediatamente após a condenação internacional a Israel, depois que
soldados israelenses invadiram uma flotilha que levava ajuda humanitária
aos palestinos em Gaza, deixando pelo menos nove mortos na violência
que ocorreu.”
Outros eventos se seguirão e causarão ainda mais
repercussões diplomáticas — como as ondas que ocorrem quando uma
pedrinha é atirada nas águas paradas de um lago.
Vinte e quatro horas mais tarde, a verdade começou a
se tornar clara com relação à flotilha que foi interceptada e invadida
pelos comandos israelenses — e não é aquilo que a grande mídia está
reportando.
Resumo da notícia: “A verdade sobre Israel e daqueles que desafiaram o bloqueio aos palestinos”, The Daily Jot News, 1 de junho de 2010.
“Um incidente internacional está sendo formado após o
ataque israelense aos seis navios cargueiros na costa de Gaza. Uma
tremenda pressão da opinião pública — não a verdade — poderá iniciar uma
onda de protestos diplomáticos contra Israel. Mas você precisa saber a
verdade. Esses assim chamados navios cargueiros tentaram furar um
bloqueio militar que foi estabelecido pelo Egito e por Israel para
impedir o grupo Hamas de se refortificar. A Marinha de Israel advertiu
repetidas vezes os navios a não furarem o bloqueio. Os cerca de 700
ativistas pró-palestinos transportavam itens proibidos de entrar em Gaza
e ignoraram as advertências, esperando criar um conflito internacional
que poderia então ser usado como uma alavanca de relações públicas
contra Israel.”
Esta linha de raciocínio foi exatamente a que
apresentamos em 31 de maio, em um Alerta de Notícia. Achamos que a
história real foi que esse incidente poderia muito bem ser usado pelos
inimigos de Israel para fomentar uma guerra regional que facilmente
poderia se expandir e se transformar em uma Terceira Guerra Mundial.
Também achei naquele momento que uma arapuca tinha
sido armada para Israel e, por alguma razão incompreensível, Israel se
permitiu cair nela. Afinal, ninguém conhece melhor a esperteza e o ódio
genocida que arde nos corações e mentes dos povos islâmicos contra
Israel do que os líderes israelenses.
Então, por que Israel fez os comandos transportados
pelos helicópteros de ataque Black Hawk descerem nos conveses dos
navios da flotilha, de uma maneira que os propagandistas inimigos
facilmente poderiam retratar aquilo como um “ataque” contra civis? Essa
tática caiu como uma luva nas mãos dos líderes palestinos. Na verdade,
as matérias de notícias em todo o mundo usaram a palavra “ataque” para
descrever a ação israelense.
Até mesmo o jornal Jerusalem Post usou o termo
“invasão” para descrever a ação do comando israelense! Esta palavra é
um sinônimo para “ataque”. A operação parece ter sido desastrosa e está
sendo útil nas mãos dos inimigos mais implacáveis de Israel.
Em primeiro lugar, por que os navios tiveram de ser
abordados? As forças armadas de Israel possuem um dos mais incríveis
conjuntos de armamentos sofisticados no mundo e, aquilo que não têm, os
EUA podem fornecer. Acredito que Israel ou os EUA possuem uma arma que
pode arruinar os propulsores navais, paralisando os navios na água.
Deste modo, a Marinha poderia ter impedido os navios de furarem o
bloqueio e, ao mesmo tempo, evitado a óbvia armadilha que os palestinos
criaram.
Agora, vamos retornar ao artigo em destaque, para
vermos que Israel tentou chegar a um acordo com os ativistas, o que
teria evitado o derramamento de sangue.
“O apresentador cristão de notícias Earl Cox reporta
de Israel: ‘Israel fez repetidas propostas para os navios, para que
eles se dirigissem ao porto israelense de Asdode e desembarcassem aquilo
que os ativistas chamavam de ajuda humanitária. Israel garantiu a
entrega de todos os itens classificados como humanitários pela passagem
da Faixa de Gaza. A confrontação que ocorreu foi uma orquestração armada
pelos ativistas radicais para desacreditar Israel e criar uma simpatia
pelos palestinos. Os integrantes da flotilha claramente escolheram o
caminho da confrontação. Eles portavam bastões de aço, facas e, em
alguns casos, pistolas e outras armas, infligindo o primeiro golpe,
ferindo os militares israelenses que embarcaram nos navios para fazer a
inspeção.”
Portanto, está provado que os ativistas islâmicos
naqueles navios não tinham as necessidades humanitárias dos palestinos
de Gaza em seus corações; caso contrário, teriam aceito a generosa
oferta de Israel. O que eles queriam era criar um incidente que pudesse
ser usado com grande força contra Israel. O sangue de civis derramado é
útil nessas situações e, aparentemente, foi útil aqui.
Israel claramente não esperava o tipo de problema que encontrou.
“A AP reporta que os comandos israelenses, armados
com fuzis de paintball e pistolas como reservas, não esperavam uma
resistência violenta ao embarcarem no sexto navio. Entretanto, os assim
chamados ativistas de paz, surraram os soldados com bastões, tentaram
esfaqueá-los, arrancaram seus capacetes, tentaram enforcá-los e
dispararam tiros reais contra eles.”
Mais uma vez, não culpo os israelenses por sua ação,
mas questiono a tática usada. Eles poderiam ter paralisado aquelas
embarcações sem que ninguém morresse. Meu coração realmente se comove
pelo povo de Israel por causa desse incidente. Os cristãos nascidos de
novo não somente têm o amor de Jesus Cristo em seus corações, mas também
amam Israel e o povo judeu, a nação escolhida de Deus.

A Guerra Regional Está Próxima?

A indignação internacional continua a ser lançada
contra Israel. As repercussões diplomáticas continuam a ocorrer de forma
insidiosa; um dia, toda a região do Oriente Médio poderá explodir nas
chamas reais de uma guerra. A Turquia lidera as acusações a Israel por
causa desse incidente extremamente lamentável.
Resumo da notícia: “Primeiro-ministro turco critica Israel pelo ‘massacre sangrento’ nos navios”, Voice of America, 1 de junho de 2010.
“O primeiro-ministro turco disse que Israel deveria
ser punido pelo ataque mortal contra os navios que levavam ajuda
humanitária para a Faixa de Gaza. Em um emocionado discurso diante do
Parlamento na terça-feira, o primeiro-ministro Recep Tayyip Ergodan
chamou a invasão de ‘massacre sangrento’ e um ato de ‘terror de Estado’.
Ele disse que o assalto era uma infração à Lei Internacional e
prejudicava a paz mundial.”
O primeiro-ministro turco está aqui envolvido em uma
hipérbole retórica, e está exagerando grandemente os fatos! Mas, veja o
seguinte: Ergodan é um muçulmano fundamentalista e quer pintar um quadro
ruim de Israel para ter a justificativa de levar a Turquia, um
país-membro da OTAN, totalmente para fora da órbita ocidental e para
dentro da órbita russo-iraniana.
Logicamente, a Turquia é uma das nações que
participará na invasão a Israel, em cumprimento a Ezequiel 38-39.
Ergodan está furtivamente movendo a Turquia para a órbita islâmica e não
perdeu tempo em aproveitar a oportunidade para fazer um duro ataque
verbal contra Israel.
O Irã é a antiga Pérsia e é outra nação que marchará
junto com a Rússia na invasão a Israel. Portanto, não devemos ficar
surpresos ao ouvirmos o presidente iraniano agredir retoricamente Israel
por causa dessa confrontação que resultou no derramamento de sangue.
Resumo da notícia: “‘Comandos israelenses são cães selvagens’, diz Ahmadinejad”, The Jerusalem Post, 1 de junho de 2010.
“O presidente iraniano exigiu na terça-feira uma
forte resolução do Conselho de Segurança da ONU contra Israel por causa
da invasão a uma flotilha de ajuda humanitária que se dirigia à Faixa de
Gaza. Em um discurso transmitido pela emissora estatal de televisão, o
presidente iraniano Mahmoud Ahmadinejad propôs que o Conselho de
Segurança adote uma resolução que ‘decepe’ as mãos de Israel, evitando
assim que cometam mais ‘crimes’… Pelo menos nove pessoas morreram
quando comandos da Marinha israelense invadiram as embarcações da
flotilha que se dirigia para Gaza.”
“Ahmadinejad, que também é conhecido por sua retórica
anti-Israel, chamou os comandos israelenses que desceram por corda dos
helicópteros nos navios da flotilha de ‘cães selvagens’ e criticou
Washington por sua posição ‘fraca e tendenciosa’ de suporte a Israel.
Ele advertiu Israel contra futuras invasões a Gaza, dizendo que uma
‘tempestade de fúria das nações da região o desarraigará’.”
Este cenário é exatamente o que os estrategistas
islâmicos esperam obter: outra “tempestade de fúria” de todo o mundo que
envolva os países da região em uma guerra que venha a desarraigar
Israel.
Neste ponto, gostaríamos de lembrar nossos leitores
que o Irã está seguindo um plano que foi delineado em março de 2003, em
resposta à invasão do Iraque sob a liderança dos EUA. Os iranianos
formularam um plano para derrotar os EUA nos “pântanos do Iraque” e
depois levar a batalha em direção ao Ocidente, para o Mediterrâneo e
confrontar Israel.
Pedimos que você separe um momento para ler o artigo N1910, intitulado “Estaria o Irã Acendendo Múltiplas Fogueiras no Oriente Médio?”
Falando resumidamente, o Irã planejou se opor à
invasão do Iraque pelos EUA fazendo primeiro os americanos afundarem nos
pântanos do Iraque e depois acendendo muitas fogueiras no Oriente
Médio. Os locais em que o Irã planejou iniciar outras guerras são:
  1. Afeganistão
  2. Azerbaijão
  3. Israel.
Obviamente, o Irã foi bem-sucedido em inflamar esses
países e/ou regiões e o Islã parece ser a força crescente no Oriente
Médio hoje. O Afeganistão é, no máximo, um empate sangrento. Se o
Azerbaijão é considerado parte de uma região da antiga União Soviética,
então o Irã conseguiu incitar a guerra.
A fronteira final do Irã em sua estratégia é Israel.
Os eventos parecem estar quase saindo de controle aqui também. Acredito
que posso ver a mão do Irã por trás dessa flotilha de ativistas
islâmicos. Certamente, nenhum outro líder político já usou linguagem
inflamatória como tem feito o presidente iraniano.
Ao vermos os desdobramentos dos eventos após esse
incidente com a flotilha, tenha em mente a questão muito maior de uma
guerra total irrompendo no Oriente Médio que então explodirá para fora,
envolvendo todo o mundo com uma combinação de ação militar, ameaça de
ação militar nuclear e ataques terroristas em cada país onde ainda
existem líderes eleitos.
No fim dessa Terceira Guerra Mundial, o Anticristo
aparecerá caminhando. Este é o plano dos Illuminati e parece estar
operando perfeitamente bem até aqui. A Terceira Guerra Mundial ameaça
irromper; ela pode demorar semanas, ou meses para irromper de verdade,
mas a não ser que esse círculo concêntrico de “fúria” seja contido, uma
guerra global pode estar visível no horizonte.

Exatamente como a Bíblia prediz!

Quando a poeira começou a abaixar, os analistas
puderam ver que Israel foi pego em uma situação em que sempre perde,
enquanto o grupo palestino radical Hamas desfruta de uma situação em que
sempre ganha. Os propagandistas islâmicos claramente obtiveram uma
vitória em arruinar a reputação internacional de Israel.
Resumo da notícia: “Ataques aos navios da ajuda humanitária a Gaza são uma vitória para o Hamas”, editorial escrito por Stephanie Gutmann, www.Telegraph.co.uk, 31 de maio de 2010.
“Sei que em algum lugar, os caciques do Hamas estão
se congratulando pelo trabalho bem-feito. A questão dos navios com ajuda
humanitária a Gaza, que atingiu um clímax nesta manhã, quando
marinheiros israelenses embarcaram em um navio e mataram ‘ativistas’
indubitavelmente será marcada com vários ‘X’ na coluna de vitórias na
guerra da organização terrorista contra Israel. As imagens em vídeo dos
soldados da tropa de elite aplicando uma gravata nas velhinhas que
calçavam sandálias de palha teriam sido boas (e, aparentemente, eram um
dos objetivos de propaganda dessa entrega de ‘ajuda alimentar’
desnecessária), mas as manchetes falando de ’16 ativistas mortos por
comandos judeus’ são incomparavelmente melhores.”
A citação seguinte revela que o Hamas planejou essa confrontação antes da partida dos navios.
“Na verdade, no sábado passado, o líder do Hamas,
Ismail Haniyeh, tornou essa estratégia bem clara quando disse aos
repórteres: ‘Se os navios chegarem, será uma vitória para Gaza. Se eles
forem interceptados e aterrorizados pelos sionistas, também será uma
vitória para Gaza, e eles se moverão novamente em novos navios para
romperem o cerco a Gaza.'”
Depois de chamar a confrontação naval de “um
massacre”, Abbas, o presidente da Autoridade Palestina, acusou Israel de
praticar terrorismo de Estado, outra elevação da retórica ao público.
Resumo da notícia: “Israel comete terrorismo nacional”, The Jerusalem Post, 2 de junho de 2010.
“Israel executa terrorismo nacional, o presidente
Mahmoud Abbas, da Autoridade Palestina, acusou na abertura de uma
conferência econômica em Beersheba na quarta-feira… De acordo com
Abbas, o povo palestino está encontrando diariamente ocorrências do
terror de Israel. ‘Estamos falando de assassinatos, barricadas,
expulsões, ocupação e bloqueio’, ele disse. Além disso, a Rádio Israel
reportou que Abbas disse: ‘O sangue inocente derramado não terá sido em
vão.'”
Durante uma situação de crise como esta, a retórica
ao público é muito importante. Na verdade, a retórica pode ser vista
como um termômetro da guerra vindoura. Os palestinos, em cooperação com
muitas outras nações islâmicas, planejam a total aniquilação de Israel.
Como um ninho de víboras que se levanta contra sua presa, os muçulmanos
planejam manter a guerra contra Israel até que o povo judeu tenha sido
totalmente exterminado.
Mas, o Deus de Israel, o Deus Todo-Poderoso, predisse
esta atual obsessão com Israel e Jerusalém e também qual será o
resultado final. Somente podemos fazer uma advertência em alta voz a
todos os inimigos de Israel: Deus está observando cada palestino e
cada muçulmano que tem ódio em seu coração contra Israel; Ele está
tomando nota de cada atentado terrorista e cada ataque terrorista
bem-sucedido.
Como Deus prometeu em Joel 3:2:
“Congregarei todas as nações, e
as farei descer ao vale de Jeosafá; e ali com elas entrarei em juízo,
por causa do meu povo, e da minha herança, Israel, a quem elas
espalharam entre as nações e repartiram a minha terra.”
Portanto, quando os muçulmanos assassinam judeus
indiscriminadamente, e tentam executar a tarefa de aniquilação total que
Adolf Hitler falhou em realizar, estão embarcando em uma missão
impossível e estão se preparando para receber a maior das aniquilações
proféticas de Deus.
Desde 1948, os povos islâmicos tentam coletivamente
destruir o minúsculo Israel, atacando-o em seis grandes guerras e em
incontáveis atos de terrorismo. Mas eles não conseguirão ser
bem-sucedidos, pois Deus colocou Sua face contra eles e está protegendo
Israel pelo poder Onipotente de Sua mão! Você pode considerar este
artigo como uma advertência aberta a todos os líderes islâmicos que eles
devem parar de atacar o povo de Deus. Deus declarou repetidas vezes no
Velho e no Novo Testamento que restaurará Israel em sua terra nos
“últimos dias” e que restaurará Seu noivado com a nação. Em outras
palavras, Deus vai lidar novamente com Israel, como Seu povo escolhido.
Sendo este o caso, vamos primeiro examinar algumas
das promessas que Deus fez a Israel, antes de Josué liderar a nação na
entrada na Terra Prometida. No livro de Deuteronômio, lemos promessas
como a seguinte:
“E o SENHOR hoje te declarou
que tu lhe serás por seu próprio povo, como te tem dito, e que guardarás
todos os seus mandamentos.” [Deuteronômio 26:18].
Deus prometeu que, se os judeus guardassem Seus
mandamentos, Ele os exaltaria sobre todas as nações da terra e os
abençoaria em todos os aspectos da vida e dos negócios. (28:1-14).
Deus prometeu que não haveria derrota militar.
Pense nesta promessa! Deus lutará por Israel, dando-lhe a vitória,
especialmente em situações em que os israelitas estivessem em terrível
desvantagem numérica! Na verdade, Deus deu algumas interessantes
compreensões da totalidade da vitória que Ele lhes daria quando
prometeu: “O SENHOR entregará, feridos diante de
ti, os teus inimigos, que se levantarem contra ti; por um caminho sairão
contra ti, mas por sete caminhos fugirão da tua presença.” [Deuteronômio 28:7].
Novamente, em Deuteronômio 7:23. Deus prometeu fazer
grande confusão se estabelecer no meio dos inimigos de Israel, quando
Israel estivesse tomando posse da Terra Prometida. [Nota: O comentário
bíblico diz que o significado de pânico está na língua original.].
O minúsculo Israel, que é do tamanho do estado
brasileiro de Alagoas, está cercado por diversos povos islâmicos hostis
que querem ver Israel ser aniquilado e lançado no mar. Nunca na história
moderna tão poucos dominaram tantos de forma tão completa. Os judeus
estão em desvantagem numérica na proporção de 1 para 52, porém mesmo
assim dominam e derrotam seus vizinhos. O quão humilhante deve ser para
os países árabes não conseguirem derrotar um inimigo tão pequeno! Além
disso, não fez diferença que os árabes tenham conseguido trazer a antiga
URSS para o seu lado no conflito. Embora os países árabes tenham sido
treinados e equipados pelos russos desde a Segunda Guerra Mundial, nunca
foram capazes de derrotar Israel.
Alguém aqui consegue sentir a presença do Deus Todo-Poderoso?
Certamente, qualquer pessoa que considere a questão
pode chegar a esta única conclusão. Pode parecer que se os árabes
alinhassem 200 milhões de pessoas com alguma arma, poderiam massacrar
Israel pela superioridade numérica. Todavia, não conseguem fazer isso e
a proteção de Deus é a única razão por que eles não podem vencer.
Hoje, os países islâmicos estão tentando ganhar na
mesa de negociações aquilo que nunca conseguiram no campo de batalha.
Além disso, quando não estão negociando, estão assassinando homens,
mulheres, crianças e bebês judeus inocentes, ou estão usando o dinheiro
do petróleo para comprar armas de destruição maciça de modo a aniquilar
os 6,6 milhões de judeus.
Deus tem muito a dizer sobre como tratará Israel após
restaurá-lo em sua terra, nos “últimos dias”. Deus protegerá Israel
como fez no tempos do Velho Testamento, antes de Israel começar a pecar
terrivelmente contra Seus mandamentos.
Entretanto, Deus também irá demonstrar de forma
majestosa Seu poder e glória nos “últimos dias”, agitando os povos em
volta de Israel a atacá-lo, somente para que Deus possa livrá-lo
milagrosamente. A peça central do amor e preocupação de Deus por Israel é
Jerusalém. Veja os planos de Deus para Jerusalém nestes “últimos dias”:
“Eis que eu farei de Jerusalém
um copo de tremor para todos os povos em redor, e também para Judá,
durante o cerco contra Jerusalém. E acontecerá naquele dia que farei de
Jerusalém uma pedra pesada para todos os povos; todos os que a
carregarem certamente serão despedaçados; e ajuntar-se-ão contra ela
todo o povo da terra.” [Zacarias 12:2-3].
Agora, apelo a todos para que compreendam o que Deus
está predizendo nesta incrível profecia, feita quase 2.500 anos atrás!
Após trazer Israel de volta à sua terra, Deus fará a seguinte situação
aparecer:
A pequena Jerusalém será o centro da atenção e da
agitação, para todos os povos que estiverem ao seu redor. As nações
islâmicas que vivem ao redor de Jerusalém ficarão poderosamente agitadas
por causa do controle israelense sobre Jerusalém.
As nações islâmicas que estão ao redor de Jerusalém
virão contra ela de tal forma que parecerá que Jerusalém está cercada,
sitiada. Essas nações virão em ondas sucessivas contra Jerusalém. Quando
uma onda for aniquilada, outra tomará seu lugar, e Deus aniquilará a
todas elas.
Mais tarde, na Grande Tribulação, sabemos que isso
acontecerá literalmente, isto é, uma força inimiga massacrante sitiará
Jerusalém e começará a entrar na cidade, quando o Messias descerá do céu
para destruí-la proferindo uma palavra. Essa aniquilação está predita
em Apocalipse 16:16 e é chamada de Batalha do Armagedom.
Certamente, os jornais do dia contam uma história que
corresponde exatamente ao quadro profético descrito nos parágrafos
anteriores. As nações islâmicas têm Israel e Jerusalém completamente
cercados de uma maneira tão massacrante que o cidadão israelense mediano
deve se sentir sitiado. Além disso, os palestinos foram manipulados a
criar um Estado islâmico dentro do minúsculo Israel, o que é similar a
ter um punhal colocado a poucos centímetros do coração da nação judaica.
Na verdade, quando o “Processo de Paz” estiver totalmente implementado,
Israel estará quase que segmentado, o norte separado do sul por uma
estreita faixa de terra de alguns quilômetros de largura. Não é
necessário ser um gênio militar para compreender que, quando isto
acontecer, Israel estará em sério perigo, militarmente falando. Se um
ataque vier de dentro do Estado islâmico recém-criado, as forças
islâmicas terão pouca dificuldade em separar o segmento do norte de
Israel do segmento do sul. As forças islâmicas poderão derrotar Israel
antes que suas forças armadas possam ser totalmente mobilizadas (são
necessárias 72 horas para mobilizar as forças de reserva de Israel).
Yasser Arafat deixou bem claro que buscou no Alcorão
sua estratégia para lidar com Israel. No Alcorão, o profeta Maomé diz
que, se os muçulmanos enfrentarem um inimigo que seja forte demais e não
possa ser derrotado, eles devem procurar a paz. Depois que a paz for
obtida, os muçulmanos devem secretamente acumular forças e, ao mesmo
tempo, tentar atrair o inimigo a um falso senso de segurança. Em
seguida, no momento certo, as forças islâmicas devem entrar em ação,
derrotando totalmente o inimigo. Este era o estratagema de Arafat e ele
foi pego em uma gravação explicando-o para os outros muçulmanos!
Todavia, Israel persistiu em lidar com aquele homem! Agora, vamos retornar à profecia anterior.
O ponto final que Deus mostra é que todos que
tentarem destruir Jerusalém serão despedaçados. A figura aqui é de uma
pessoa que cai sobre um grande rochedo e é despedaçada. Portanto,
Ahmadinejad, Abbas e Assad correm o risco de terem esse destino.
Em Amós 9:11, Deus prediz que, nos últimos dias, fará a adoração no templo do Velho Testamento ser restabelecida. (“levantarei o tabernáculo caído de Davi”).
Em seguida, no verso 12, Deus diz que o Israel restaurado possuirá o
restante de Edom. O povo de Edom era descendente de Esaú, o irmão mais
velho de Jacó e a terra atual em que eles habitam é o leste do rio
Jordão, que é principalmente o território da Jordânia, habitada pelos
palestinos.
No verso 14, Deus prediz que Seu recém-restaurado
Israel será próspero em sua agricultura e economia. Em seguida, no verso
15, Deus diz: “E plantá-los-ei na sua terra, e não serão mais arrancados da sua terra que lhes dei, diz o SENHOR teu Deus.”
Depois que Deus restaurar Israel de volta à sua
terra, nos “últimos dias”, assumirá pessoalmente a responsabilidade de
protegê-lo, de forma que promete que os judeus não serão mais
desarraigados de sua terra.
Daniel 12:1 apresenta um interessante quadro de como
será a proteção de Deus. Falando do fim dos tempos, Deus prediz que
Israel enfrentará uma ameaça tão grande de aniquilação que Miguel, o
grande príncipe angelical, terá de se levantar de seu trono para livrar
Israel.
Todos os líderes de países islâmicos que atualmente
estão fazendo projetos contra Israel deveriam levar em conta essas
advertências. É claro que eles não farão isso, pois desprezam o Deus de
Israel, o Todo-Poderoso Criador. Eles estão literalmente lutando contra
Deus. É por isto que nunca conseguiram derrotar Israel no passado, e
nunca conseguirão no futuro. Todos seus projetos e esquemas não somente
resultarão em derrota, mas também na aniquilação de suas próprias
nações!
Considere o livro do profeta Obadias. O verso 15 muda
abruptamente a ênfase para o “dia do Senhor”, que é o período do fim
dos tempos. Todo o livro foi escrito para os edomitas, os descendentes
de Esaú, que afligiram Israel durante toda sua história. No verso 15,
Deus prediz que trará juízos sobre Edom e toda a casa de Esaú (que são
os povos árabes que vivem imediatamente ao redor de Israel). Deus está
dizendo que Seu julgamento físico começará a cair sobre essas nações
pelo modo como sempre maltrataram Israel no passado (e, aparentemente,
também no presente).
Mas, Deus usa uma linguagem extremamente forte aqui.
Ele diz, no verso 16, que esses povos serão forçados a beber do cálice
do julgamento e serão destruídos (“serão como se nunca tivessem
existido”). Que coisa terrível! Isto significa que todo homem, mulher e
criança de origem edomita será morto? Tratamos esse assunto sombrio no
artigo N2095,
que incentivamos você a ler agora, pois acreditamos que seu cumprimento
literal esteja muito próximo e que a presença de cercas, barreiras e
estradas controladas em volta das cidades e aldeias palestinas é
evidência que Israel esteja prestes a aniquilar os palestinos, em
cumprimento literal desta profecia de Obadias!
No verso 17, Deus diz que, no Monte Sião, que está em
Jerusalém, haverá livramento, o monte será santo novamente e a “casa de
Jacó possuirá suas antigas herdades”.
Agora, esta é uma tremenda afirmação! O que pode
significar que o Monte de Sião será santo novamente? Acredito que
provavelmente significa que os judeus poderão reconstruir o templo no
Monte do Templo, que é o Monte Sião. Isso também provavelmente significa
que o Domo da Rocha islâmico será derribado. É interessante que o Plano
da Nova Ordem Mundial prevê essa destruição na página 233 de um livro
inacreditável intitulado The Armageddon Script, de Peter Lemesurier (leia a resenha)!
O autor Lemesurier diz claramente que essa
destruição permitirá aos judeus reconstruírem seu Templo, assim
avançando a “iniciativa messiânica”. Isto significa que essa destruição
ocorrerá após o Cristo da Nova Ordem Mundial aparecer, e convencer os
judeus que ele é seu longamente aguardado Messias. Esta é apenas outra
emocionante ocorrência em que o Plano da Nova Ordem Mundial corre em
paralelo com a profecia bíblica.
Agora, vamos retornar ao livro do profeta Obadias. O
verso 18 diz que um “fogo” sairá da casa de Jacó e uma “chama” da casa
de José, o que, é lógico, refere-se a toda a nação de Israel. Essa chama
de fogo evidentemente explode a partir da nação de Israel e consome
totalmente a “casa de Esaú”, sem deixar sobreviventes.
Subitamente, todos os inimigos ao redor de Israel
serão aniquilados por algum tipo de fogo que sairá de Israel. Antes de
estudarmos a possibilidade de qual será esse “fogo”, precisamos olhar de
perto o resultado dessa devastação da casa de Esaú. Os verso 19-21
predizem que os israelitas possuirão imediatamente todo o território que
era habitado pela casa de Esaú.
Agora, vamos falar desse “fogo” que explodirá a
partir de Israel e consumirá a casa de Esaú. Vários anos atrás, li um
editorial no Boston Jewish Advocate. O autor judeu foi bem claro
em descrever a ameaça mortal que existiria se as nações islâmicas algum
dia possuíssem armas nucleares táticas. Basicamente, seria o fim de
Israel. Embora Israel estivesse trabalhando no desenvolvimento de
armamentos antimísseis, não seria possível evitar disparos de artilharia
com carga nuclear. Além disso, o armamento antimíssil não seria
suficiente para lidar com o grande número de mísseis lançados contra
Israel. O autor dizia que os líderes militares israelenses esperavam que
esse cenário aparecesse por volta do fim da década passada, no mínimo. A
opinião daqueles líderes militares era que Israel teria de perpetrar um
ataque preventivo antes que os árabes pudessem possuir as armas táticas
nucleares.
E isto significava a total aniquilação das nações
islâmicas; não apenas “vencer” outra guerra contra elas. Desde que
retornou à sua terra, cada guerra que Israel lutou somente armou o
cenário para a próxima. No caso com as armas nucleares, Israel precisará
aniquilar totalmente seus inimigos, pois caso contrário eles
responderão rapidamente com armas nucleares. Aniquilação total.
Israel já decidiu recorrer às armas nucleares diante
de uma ameaça que seja considerada massacrante. Durante a Guerra do
Golfo, de 1990-1991, o governo israelense advertiu Saddam Hussein,
presidente do Iraque, que se ele lançasse qualquer arma de natureza
biológica ou química, Israel responderia com aniquilação nuclear.
Portanto, a decisão já está tomada e está apenas aguardando o momento
exato para ser colocada em prática.
Agora, precisamos retornar à nossa discussão do
“Processo de Paz”, que agora está em curso entre o minúsculo Israel e
seus vizinhos islâmicos. O processo proposto de “Terra em Troca de Paz”
não faz sentido militar, como qualquer pessoa com o mínimo de
conhecimento de estratégia sabe muito bem. Todavia, o velho general
Rabin seguiu exatamente esse plano suicida. Por quê?
Acho que, e esta é apenas minha opinião, Israel e
seus generais criaram uma cilada para os árabes, mirando diretamente nas
instruções do Alcorão de tentar usar o “Processo de Paz” como um
estratagema para aniquilar seu inimigo no tempo correto, quando ele
abaixar a guarda. Acredito que Israel tenha decidido dar a aparência
para os árabes que concorda com suas exigências insistentes para a
criação de um Estado Palestino dentro do interior de Israel, sabendo
muito bem que eles usarão esse Estado como um meio para poderem destruir
Israel. Com o mundo inteiro testemunhando a cumplicidade dos árabes, em
se preparar para o ataque, Israel atacará preventivamente. Sempre que
possível, longe da terra de Israel, os generais israelenses usarão seus armamentos escalares para aniquilar totalmente a Jordânia, possivelmente o Egito, talvez a Síria e partes do Iraque.
Nas Escrituras, Deus prediz julgamentos dos “últimos dias” contra as seguintes nações:
Isaías 13 — um julgamento contra a antiga Babilônia, que é o Iraque atual, “Estariam os EUA Cumprindo os Julgamentos de Deus Contra o Iraque, Conforme Isaías 13?”
Isaías 15-16 — julgamento sobre Moabe, que está ao leste do rio Jordão, e é uma das províncias atuais da Jordânia.
Isaías 17
julgamento sobre Damasco, capital da Síria. Damasco é conhecida como “a
cidade mais continuamente ocupada do mundo”. Desde que foi fundada,
Damasco nunca deixou de ser habitada. Todavia, a predição de Deus é que
Damasco deixará de ser uma cidade e se tornará um montão de ruínas.
[Isaías 17:1].
Isaías 19 — julgamento de destruição contra o Egito.
Cada um desses versos inicia com uma frase padrão de
julgamento de Deus: “Peso”. E esses julgamentos ainda não se cumpriram.
Em contraste, as predições similares de julgamentos encontradas em
Isaías 21-23 já foram historicamente cumpridas.
Também acho muito interessante que as nações listadas
acima não aparecem na relação de nações que marcharão junto com a
Rússia, a partir do sul e do norte de Israel, como predito em Ezequiel
38-39!
Teremos de esperar para ver se minha teoria está
correta. Entretanto, compreenda o seguinte: no fim dos tempos Israel
será constantemente atacado e sua derrota parecerá iminente.
Inicialmente, o ataque coordenado dos países islâmicos fará parecer que
Israel será aniquilado, quando a chuva de 50 mil mísseis cair sobre
Israel. Entretanto, Deus prometeu que lutará por Israel, aniquilando
seus inimigos de longa data. Como e quando o “fogo” e “chamas”
explodirão a partir de Israel é uma questão aberta para conjetura até
que realmente aconteça.
Mas, sei o seguinte: todos os líderes árabes que planejam a destruição de Israel embarcaram em uma missão impossível. Os esforços deles somente resultarão em sua própria destruição.
Vamos permitir que Bill Lambert, o líder ocultista da
Casa da Teosofia tenha a última palavra. Em seu seminário “Eventos
Possíveis e Prováveis no Futuro”, realizado na sede da Casa da Teosofia,
em Boston, em 18 de agosto de 1991, Lambert afirmou que o Oriente Médio
seria a chave para o aparecimento do Cristo da Nova Ordem Mundial. Ele
disse:
“O ímpeto para este tipo de acordo é possível somente
por causa de um temor generalizado de guerra. Esse temor precisa ser
mantido até que as mudanças políticas e religiosas tenham sido
instituídas.”
Observe Israel, uma das chaves de Deus para
determinarmos a iminência da Nova Ordem Mundial. Verdadeiramente, o fim
dos tempos está sobre nós.

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