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A verdade sobre Martin Luther King Jr, também conhecido como Michael King

Se você quer saber como uma porcaria como Barack Obama foi possível sem que nenhum peso pesado no establishment político o desmascare pelo fato de sua documentação toda estar vedada ao público, por suas associações com comunistas e racistas negros e por seu anti-americanismo, islamismo e socialismo explícitos, conheça Martin Luther King. Obama já está quase todo aqui em rascunho —
inclusive na idolatria enauseante que a esquerda lhe presta e que a
Direita (com excessão de uns gatos pingados marginalizados) não tem
culhão para expor.
Live Leak, 17 de setembro de 2008
Tradução, links ,notas e fotos: DEXTRA
Em 31 de janeiro de 1977,
Coretta Scott King obteve de um tribunal federal uma ordem para que
fossem lacradas, por 50 anos, 845 páginas de documentos do FBI a
respeito de seu marido “porque a publicação delas destruiriam sua
reputação!” Muitas pessoas alegam que há neste arquivo informações
importates que deveriam ser disponibilizadas ao público. A côrte disse
que o arquivo é de pouca importância, mas outros afirmam que, se isto
for de fato verdade, por que privar o público das informações?

A ordem para “grampear” King foi
dada pelo então procurador federal Bobby Kennedy, em 1963. Antes que os
arquivos fossem finalmente lacrados, parte das informações vazaram e
foram corroboradas por pessoas ligadas a King. Estas afirmações estão
incluídas nas Atas do Congresso, que estão disponíveis ao público. O que
se sabe sobre King é tão chocante que é até dífícil imaginar que há
ainda mais coisas — mas os arquivos permanecem lacrados, até para a
mídia.
King esteve filiado a mais de 60 grupos comunistas (Ata do Congresso de 29 de maio de 1968, pg. E4785).

Washington Observer Newsletter informou que “Quando os
agentes do FBI mantinham King sob vigilância, eles o observaram
encontrando-se com um conhecido agente de espionagem soviética no
Aeroporto Kennedy, em Nova Iorque. Eles também obtiveram provas de que
King estava recebendo grandes quantias em dinheiro de um notório agente
comunista americano, que dá a King instuções, que ele implicitamente
obedece.” (Ata do Congresso, 11 de abril de 1968, pg. E3005)
Quando agentes do governo
invadiram a Conferência do Fundo Educacional do Sul (carimbada pelo
Subcomitê de Segurança Interna do Senado como “uma correia de
transmissão comunista para o Sul”), foi encontrado um cheque feito para
Martin Luther King, Jr. — para ser sacado –, com as assinaturas de
James Dombrowski e Benjamin Smith (este, um agente oficial de Fidel
Castro). Ambos foram identificados como agentes comunistas e o cheque
estava especificado como sendo para “Despesas em Nova Iorque”, com a
data de 7 de março de 1963.


O jornal The Tennessean publicou uma foto de King, no final de semana do Dia do Trabalho de 1957, em que ele está sentado ao lado de Abner Berry, membro do Comitê Central do Partido Comunista e articulista do jornal comunista The Daily Worker; Aubrey Williams, um membro do Partido Comunista; e Myles Horton, diretor da escola comunista Highlander Folk, localizada em Montegle, Tennesse. Rosa Parks [ Nota do Tradutor: a Virgem Maria da hagiografia do movimento pelos Direitos Civis] também era aluna desta escola de treinamento comunista.

King frequentemente falava de amor. Entretanto, depois de se enfurecer
com uma mulher (uma entre várias envolvidas em uma orgia), ele ficou
violento, começou a surrá-la e xingá-la, esmurrando ela na cama. (Ralph
Abernathy,And the Walls Came Tumbling Down [E ruíram-se as muralhas] (New York: Harper &Row 1989)
King esteve envolvido em uniões homossexuais ilícitas — Carl Rowan,
um colunista sindicalizado negro, ficou indignado quando soube que
havia uma escuta nos quartos do hotel de King e que havia “pelo menos 15
rolos de fitas-cassete só de conversas entre King e Abernathy que
poderiam levar à conclusão de que havia um relacionamento homossexual
entre os dois pastores.” (Breaking Barriers: A Memoir [Quebrando as Barreiras: Memórias], de Carl Rowan – Boston: Little, Brown, and Company, 1991). Ele  pôs a culpa pela escuta em Hoover, até saber que, na verdade, ela tinha sido ordenada por Bobby Kenney. Tony Brown, um talk show host negro, descreveu em seu livro The Worst Kind of Uncle Tom uma
amostra de uma das conversas entre King e Abernathy. Usando a gíria
negra de rua, King pede para que Abernathy se aproxime para que o sexo
oral pudesse ser executado. (Não vamos publicar a citação exata) [Nota do tradutor: O livro a que o autor do artigo se refere não consta no artigo sobre seu suposto autor na Wikipedia, nem é encontrável pelo Google. Este trecho, portanto, deve ser visto com ressalvas]. 
Na Igreja de Riverside, Nova
Iorque, em 4 de abril de 1967, King disse que os soldados americanos
servindo no Vietnam eram “como nazistas” e que os militares
americanos eram “os maiores disseminadores de violência no mundo hoje!” Esta afirmação é uma desgraça para todos os militares, brancos ou negros. A revista Life,
de 21 de abril de 1967 descreveu o discurso de King como uma “difamação
demagógica que soava como um roteiro para a Rádio Hanói!” [Nota do Tradutor: Este é o tipo de lixo que um outro agitador racial esquerdista travestido de líder religioso, Jeremiah Wright, já disse sobre as Forças Armadas de seu país]
King apoiou a admissão da China
Vermelha à ONU e disse que os americanos “não deveriam se comprometer
com o anti-comunismo.” (Ata do Congresso de 2 de maio de 1967, p. H4973)
Os comunistas nos Estados Unidos
receberam ordens para se congregarem em torno de King. A Ata do
Congresso de 30 de março de 1965 cita Karl Prussian, um contra-espião
dentro do Partido Comunista: “Em todas estas reuniões do Partido
Comunista, o Rev. Martin Luther King sempre era destacado como o
indivíduo em torno do qual todos os comunistas deveriam se congregar.”
King usava a palavra
não-violência, mas onde ele ia havia confrontos. King escreveu: “O
objetivo de nosso programa de ação direta é criar uma situação prenhe de
crise. Nós que exercemos a ação direta não- violenta não somos os
criadores de tensões. — Os negros terão mais saúde mental se não
reprimirem sua raiva.” Em Chicago, ele falou diante do West Side Club
sob uma placa que dizia “Burn, Baby, Burn.” [Nota do tradutor: para fazer justiça a King, o restante da última citação é:
… mas a expressarem [sua raiva] de forma construtiva e usarem sua
energia pacificamente, mas de forma enérgica, para esmagarem as
atividades de uma sociedade opressiva.” Até aqui tudo bem. Mas aí ele
diz: “A desobediência civil pode utilizar a militância desperdiçada
em distúrbios para se apossar de roupas ou produtos que muitos nem querem.” Este
tipo de morde-e-sopra, cheio de apelos à paz entremeados
de senhas veladas para violência, são típicos de demagogos malandros do
terceiro-mundo, como um Lulinha paz-e-amor, que pede calma no campo ao
mesmo tempo em que dá milhões para a quadrilha do MST e ameaça pôr a CUT
“na rua” para defendê-lo, ao sentir-se ameaçado de impeachment].

Em Nova Iorque, King ameaçou uma
ativista dos direitos civis. Se ela não fizesse sexo com ele, ele
pularia do décimo-terceiro andar do hotel; e, na Noruega, King estava nu
quando foi parado pela polícia, enquanto perseguia uma mulher no
corredor do hotel. [Nota do tradutor: faltam referências aqui.Este trecho também deve ser visto com ressalvas]
Na morte de King, Henry Winston,
presidente nacional do Partido Comunista Americano, liderou uma
delegação de seis homens ao funeral de King. A União Soviética também
enviou mensagens de condolências. Encontros em memória de King
aconteceram em toda a União Soviética: fábricas, prefeituras e teatros,
até na Universidade de Moscou. Waldeck Rochet, secretário-geral do
Partido Comunista Francês mandou suas condolências e o jornal comunista
da Polônia O Trabalhador enviou condolências à Coretta King.
William Patterson, secretário do Departamento Negro do Partido Comunista
Americano, enviou um telegrama a Coretta King, desejando-lhe o melhor:
“Esta noite nós nos juntamos a toda a humanidade progressiva na
manifestação de nossa profunda dor e angústia com o assassinato
monstruoso de seu ilustre esposo.”  [Nota do tradutor:
observe que até hoje os mesmos esquerdistas anti-americanos que veneram
King também beijam os sapatos de Barack Obama; certamente por
perceberem, conscientemente ou não, que ambos encarnam valores
diametralmente opostos aos dos Estados Unidos]
O deputado Buchanan, falando
diante do Congresso, anunciou quem havia se beneficiado com o
assassinato de King: “A mão que assassinou Martin Luther King serviu
bem  à causa do mundo comunista e nenhuma outra causa que eu conheça.”
Certamente, as pessoas que possuem estas crenças comunistas/socialistas/
uni-munidalistas se beneficiaram, sim, com a morte e King, por meio da
aceitação de suas opiniões por mais pessoas na sociedade.
Este não é o tipo de homem que
nenhum homem ou criança de nenhuam raça deveria ter como herói. Os
arquivos não serão abertos antes do ano de 2027. Até lá, será que os
Estados Unidos terão se tornado tão degenerados que que não se
importarão mais com as calúnias dele contra nossas Forças Armadas, seu
comportamento misógino, seu estilo de vida homossexual “secreto” e suas
atividades subversivas contra os Estados Unidos e suas tradições de
decência cristã? Só podemos orar para que os Estados Unidos não sucumbam
a idéias tão anti-americanas. Entretanto, ao promoverem King como um
herói para a juventude americana, sem lhes permitir que conheçam a
verdade sobre seu caráter, nós, na prática, acabamos dando entrada a
este tipo de mentalidade, mais cedo ou mais tarde. Abram-se os arquivos
agora e que se deixem os americanos julgarem por si mesmos. Martin
Luther King Jr. : herói ou traidor? — nós acreditamos que tenha sido
esta última coisa.

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5 Comentários

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  3. ¨Eu tenho um sonho…¨, esse mundo é uma mentira mesmo, já ñ me decepciono com mais nada. Ouvi falar tbém que ele era maçon.

  4. Em quem acreditar então?

  5. É gostei de tudo isso mas, fiquei satisfeito com as últimas palavras heroi ou vilão, vamos aguardar até 2027.

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