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Como nos dias de Noé,o retorno dos Nefilins- Parte 3: O retorno dos gigantes

 DEPOIS DO DILÚVIO

“E também depois…”

No último artigo, “Anjos caidos ou setitas?” nós exploramos a importância de compreendermos de forma correta a passagem do livro de  Gênesis capítulo 6.
 
A primeira investida ocorreu antes do Dilúvio de Noé, que matou to­das as coisas vivas na Terra, segundo o Gênesis. As palavras “e também depois disso” – isto é, depois do Dilúvio – nos dizem que houve uma se­gunda investida.
Agora saltemos à frente no tempo, 436 anos depois do Dilúvio, para encontrarmos referência a esses gigantes. Aqui, Abraão entra na his­tória. Com Sara, sua esposa, ele regressa de sua temporada no Egito. A es­se tempo, segundo somos informados, várias tribos diferentes desse povo estão habitando na terra dos cananeus e adotaram diferentes nomes em atenção a seus vários antepassados (ver Figura 4). Lemos em Gênesis 14:5:
E no décimo quarto ano chegou Codorlaomor e os reis que esta­vam com ele e derrotaram os rafaim em Asterote-Carnaim, e os zuzim em Ham e os emim na planície de Cariataim.
Os rafaim eram descendentes de um certo Rapha, que em hebraico significa “temível; gigante”. Observamos que eles são mencionados em Deuteronômio, capítulo 2, juntamente com outro ramo desses gigantes conhecidos como enacim(Ou anakins em outras versões, muito parecido com os anunakis dos sumérios).
Passamos, pois viramo-nos e seguimos o caminho do deserto de Moabe.
Os emim, dantes, habitavam nela, povo grande, numeroso e alto como os enacim; também eles foram considerados rafaim como os enacim; e os moabitas lhes chamam emim.
Deuteronômio 2:8, 10, 11
Em hebraico, emim significa “os terríveis”, e os enacim descendiam de um certo Enac que, traduzido, significa “de pescoço longo; gigante”. Enac era filho de Arba, que em hebraico significa “a força de Baal”.
Arba era um dos “filhos de Het”. Sete anos antes da construção de Zoã no Egito (Gênesis 23:2, 3) ele construiu Hebrom, que passou dali em diante a ser chamada Quiriate-Arba, cujo significado é cidade de Arba.
Enac, seu filho, teve três distintos descendentes, nos dias de Moisés e Josué, que eram gigantes. Os nomes deles eram Aimã, Sesai e Tolmai e moravam em Hebrom cerca de 1.490 a.C.

 

Neste ponto eu gostaria de abordar a história de Moisés e Josué. De­pois do Êxodo do Egito, os filhos de Israel, conduzidos por Moisés, pe­rambularam no deserto durante 40 anos. Finalmente, estavam preparados para entrar na Terra Prometida, que havia sido dada a Abraão, e dela to­mar posse. Antes de invadi-la, Moisés enviou 12 espias para observar a terra e o povo. O registro encontra-se no Livro dos Números:
Moisés os enviou para explorar a terra de Canaã: “Subi ao Neguebe, e em seguida escalai a montanha. Vede como é a terra; co­mo é o povo que a habita, forte ou fraco, escasso ou numeroso; como é a terra por ele habitada, boa ou má; como são as cidades por ele habitadas, campos ou fortalezas.
Sede corajosos. Trazei produtos da terra.”
Era a época das primeiras uvas. Subiram eles para explorar a ter­ra, desde o deserto do Zim até Reobe, à entrada de Hamate.
E subiram pelo Neguebe e vieram até Hebrom; estavam ali Aimã, Sesai e Talmai, filhos de Enac. Hebrom foi edificada sete anos an­tes de Zoã, no Egito.
Depois, vieram até ao vale de Escol e dali cortaram um ramo de vi­de com um cacho de uvas, o qual trouxeram dois homens numa va­ra, como também romãs e figos…
Ao cabo de quarenta dias, voltaram da exploração da terra, cami­nharam e vieram a Moisés, e a Aarão, e a toda a congregação dos filhos de Israel… e mostraram-lhes os frutos da terra.
Relataram-lhes o seguinte: Fomos à terra a que nos enviaste, e verdadeiramente, mana leite e mel; este é o fruto dela.
O povo, porém, que habita nessa terra é poderoso, e as cidades, mui grandes e fortificadas; também vimos ali os filhos de Enac. Então, Calebe acalmou o povo reunido diante de Moisés: “Devemos marchar, disse ele, e conquistar essa terra: realmente podemos fazer isso.” Os homens que o haviam acompanhado disseram: “Não po­demos marchar contra esse povo, visto que é mais forte do que nós.” E puseram-se a difamar diante dos filhos de Israel a terra que ha­viam explorado: “A terra que fomos explorar é terra que devora os seus habitantes. Todos aqueles que lá vimos são homens de grande estatura. Lá também vimos gigantes (Nephilim), os filhos de Enac, descendência de gigantes (Nephilim). Tínhamos a impressão de ser­mos gafanhotos diante deles e assim também lhes parecíamos.”
Livro dos Números 13:17-33
Doze espias foram enviados. Desses, dez informaram que não havia como tomarem essa terra, pois estava repleta de gigantes, descendentes de Enac e muitos outros indivíduos bem grandes. Apenas dois homens dentre os doze, Josué e Calebe, acreditavam que poderiam derrotar esses povos possantes. Mas os filhos de Israel deram ouvidos aos outros dez e, em consequência, queriam apedrejar Moisés e Aarão e Josué e Calebe e voltar ao cativeiro no Egito. Posteriormente, entretanto, sob a liderança de Josué, os israelitas de fato invadiram essa terra e derrotaram os gi­gantes que ali habitavam.
Um detalhe interessante na passagem narrada em Números é a re­ferência ao cacho de uvas que os exploradores apanharam e trouxeram a fim de ressaltar a riqueza da terra. Foram necessários dois dos espias pa­ra carregar apenas um cacho de uvas numa vara. Era um cacho de uvas muito pesado. Estariam esses gigantes, descendentes de homens-espírito (filhos de Deus; anjos) e de mulheres humanas praticando engenharia genética ou modificação genética? Por serem descendentes desses homens-espírito, seriam sobre-humanos e sobrenaturais. Teriam poderes e conhecimento superiores àqueles dos homens comuns.
Pessoas grandes necessitam de alimentos de maior volume. Se dois homens israelitas fortes e fisicamente capazes carregaram um só cacho de uvas numa vara apoiada em seus ombros, é porque ele deveria ser extre­mamente pesado.
Nos capítulos seguintes revelaremos outros indícios que insinuariam que esses Nephilim de fato praticavam engenharia genética.
Anteriormente neste capítulo, observamos em Deuteronômio refe­rência a vários ramos desses Nephilim conhecidos como emim e enacim. Mais à frente, no mesmo registro, somos informados da existência de ou­tras tribos aparentadas com essas monstruosidades:
Hoje, passarás por Ar, pelos termos de Moabe, e chegarás até de­fronte dos filhos de Amon; não os ataques e não os provoques, pois nada te darei da terra dos filhos de Amon para possuir; foi aos filhos de Ló que eu a dei como propriedade. Era também consi­derada como terra dos rafaim (de gigantes); outrora os rafaim a habitavam, sendo que os amonitas os chamavam de zomzomim. Povo grande, numeroso, e alto como os enacim; mas o Senhor os destruiu
Como destruiu os horeus diante deles... E os avim que habitavam em Haserim.
Deuteronômio 2:18-23
Os horeus, os zomzomim e os avim são aparentados com os Nephilim, descendem deles, e foram destruídos e expulsos por Josué e os filhos de Israel quando estes tomaram posse da terra.
Em hebraico, horeu é troglodita, que significa homem das cavernas, aquele que habita em caverna. Os horeus habitavam o monte Seir e eram aparentados com os emim e os rafaim. Suas habitações escavadas ainda podem ser encontradas nos penhascos de arenito e nas montanhas da Idumeia, mas especialmente em Petra.
Em hebraico, zomzomim significa “poderoso, vigoroso”; e esse povo também era aparentado com os rafaim e habitava a região posteriormen­te ocupada pelos amonitas, também chamados zozim, cujo significado é “proeminente, forte, gigante”.
E por último, os israelitas derrotaram Og, rei de Basã.
Nesse tempo, tomamos todas as suas cidades; nenhuma cidade houve que lhe não tomássemos: sessenta cidades, toda a região de Argobe, o reino de Og em Basã.
Todas estas cidades eram fortificadas com altos muros, portas e ferrolhos; tomamos também muitas outras cidades, que eram sem muro…
Porque só Og, rei de Basã, restou dos rafaim; seu leito é o leito de ferro que tem nove côvados de comprimento e quatro côvados de largura, em côvado comum.
Deuteronômio 3:4,5,11
Assim, aqui ficamos sabendo da completa destruição de todas as tri­bos de gigantes aparentados que haviam ocupado essa terra durante um certo período. Nessa última passagem temos mais uma sólida prova do tamanho enorme dessa gente onde se faz referência às medidas da cama do rei Og. Se dermos ao cúbito hebraico 25,025 polegadas (63,5 centí­metros), verificamos que a cama de Og tinha 5,70 x 2,54 m. Prova adicional de que essas pessoas eram de fato gigantes na terra (ver Figura 5).

Quase todos esses povos monstruosos foram derrotados pelos is­raelitas sob a liderança de Josué nessa época. Mas alguns remanescentes subsistiram, conforme o atesta o Livro de Josué:
Naquele tempo, veio Josué e eliminou os enacim da região mon­tanhosa, de Hebrom, de Debir
Nem um dos enacim sobreviveu na terra dos filhos de Israel; so­mente em Gaza, em Gate e em Asdode alguns subsistiram.
Josué 11:21, 22
Iniciamos este capítulo mostrando que, na época em que Abraão viajou através de Canaã, esses povos gigantes já habitavam a região. Ou seja, por volta de 1.912 a.C., mais ou menos 436 anos depois do Dilúvio de Noé. Como eles já existiam em grande número, podemos pressupor que tinham começado a se multiplicar em algum momento no decorrer desses 400 anos. De maneira que houve uma segunda investida de seres sobrenaturais “caídos” que tinham procriado com mulheres durante es­se período para produzir essas tribos de gigantes. Quando Moisés e Jo­sué chegaram ao local e derrotaram esses seres enormes, mais 461 anos haviam passado, o que nos leva ao ano 1.451 a.C. De modo que esses se­res sobrenaturais tiveram todo esse tempo para multiplicar-se e fazer cres­cer sua população.
Tivemos os emim, uma tribo de estatura gigante que habitava ao les­te do Mar Morto. Em tempos antigos, toda a terra de Canaã era domina­da por essa tribo de gigantes. Os rafaim habitavam no norte. A seguir, os zozim, depois os emim, com os horeus no sul. Posteriormente, o reino de Basã abrangia os territórios dos rafaim; o dos amonitas, o território dos zozim; os moabitas, o dos emim; e Edom abrangia as montanhas dos horeus. Os emim eram aparentados com os enacim e eram, geralmente, cha­mados pelo mesmo nome, mas os moabitas referiam-se a eles como os “gigantes” ou os “terríveis” (ver Figura 4).
Há outras passagens não citadas que mencionam os rafaim, outro ramo dos Nephilim. Mas acredito que suficientes indícios foram estabe­lecidos para nos dar uma ampla descrição da existência desses gigantes e das regiões que habitavam.
Para concluir, vamos sintetizar os detalhes principais deste capítulo.
Vimos que um grupo de seres sobrenaturais, chamados filhos de Deus, tomaram mulheres humanas para esposas e geraram prole. O re­gistro afirma que escolheram “esposas”, o que sugere poligamia. Os filhos que produziram eram sobre-humanos em tamanho e caráter e eram monstros de iniquidade.
 
De modo que, desde o tempo de Abraão (1.912 a.C.) até a entrada de Josué na Terra Prometida (1.451 a.C.) e até o tempo de Davi (974 a.C.), havia muitos desses gigantes na Terra. É um período de quase mil anos. Mas a Terra que aqui descrevemos era chamada Canaã.  Acreditamos que esses Nephilim e seus ra­mos aparentados tenham se deslocado e povoado outras áreas do mundo então conhecido. Na verdade, posteriormente nesta série, acredito que provaremos que isso realmente aconteceu.
 PROBLEMAS GENÉTICOS

Dos 12 espias enviados por Josué à Terra Prometida, dez tinham re­ceio de invadi-la. O cacho de uvas que foi carregado por dois dos ho­mens numa vara era tão pesado que sugere engenharia genética. Além disso, um dos gigantes morto posteriormente pelos homens de Davi ti­nha seis dedos em cada mão e em cada pé. Isso também não sugere mo­dificação genética?
 
Golias de Gate tinha pouco mais de 4 metros de altura. Seu peso po­de muito bem ter sido cerca de 270 quilos, ou talvez mais, dado que sua cota de malha pesava mais de 70 quilos!
Não esqueçamos Og, rei de Basã, cuja cama media 5,7 m de com­primento por 2,5 m de largura. Como você se sentiria se de manhã acor­dasse ao lado de um sujeito assim? A força de Og e a força do seu povo são percebidas nas 60 “cidades de gigantes de Basã”, cujas ruínas existem ainda hoje. Uma descrição pormenorizada dessas cidades encontra-se em um livro escrito pelo dr. Josias Leslie Porter e que se intitula Giant Cities of Bashan and Syria’s Holy Places (publicado em Londres em 1865).
  
Espetacular escultura do Nefilim Gilgamesh(Ninrode Bíblico)

segurando um Leão com apenas uma das mãos 
como fazemos com gatinhos( Museu de Londres)
Segue Abaixo o Livro de Caio Fábio: NEPHILIM

 Caio Fabio – Nephilim
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* * *
Pesquisas
1.     John E. Mack, Abduction: Human Encounters com Aliens, Ballantine Books, NY, 1994, p.411.
2.     C.D.B. Bryan, Encontros Imediatos do Quarto Grau: Alien Abduction, UFOs, e da Conferência do MIT., Alfred A. Knopf, New York, 1995, p.4.
3.     Jim Marrs, Alien Agenda, HarperCollins Publishers, New York, p.213-218. 
4-  Google 
5- Caio Fábio, Nephilim

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3 Comentários

  1. Ninguem sobreviveu ao dilúvio, somente os 8 escolhidos por Deus (Noé e os outros), então eles não sobreviveram, lembrados que no artigo anterior é mostrada uma passagem bíblica que permite uma margem de interpretação de que os Anjos podem se materializar, portanto chega-se a conclusão de que eles se reproduziram novamente.

    E pq Deus não uso o Dilúvio para destruir todos denovo?

    Simples, Deus afirma que nao vai amaldiçoar a terra outra vez por causa do homem, […] nem tornarei a mais ferir todo vivente, como fiz. (Gênesis 8,21)

    • Tenho duvidas :
      1- os gigantes podiam ter filhos com mulheres normais ? Se eram hibridos como isto era possivel ?
      2 – os gigantes eram do sexo masculino ? Nao havia mulheres gigantes entre eles ?
      3- ha entre nos hoje descedentes destes gigantes ?

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