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AS PROVAS DE UMA CONSPIRAÇÃO (Proofs of a Conspiracy – Against All the Religions and Goverments of Europe,)

Um dos 117 ritos maçônicos vigentes hoje em todo o mundo é o dos Iluminados da Baviera, ou Illuminati. Os rumores sustentam que a Fraternidade tem influenciado ao longo da história o controle sobre o curso dos acontecimentos mundiais. Há também autores que afirmam que os Illuminati colocaram Hitler no poder e, hoje dominam as orientações empresariais, políticas e cientificas. Fundada por Adam Weishaupt, um obscuro professor de Direito da Universidade de Ingosladt, na Bavária, Alemanha, a sociedade secreta Antigos Visionários Iluminados da Bavária se baseava nas fontes que seu fundador bebera. Era uma mistura de preceitos maçons, sufismo – e misticismo islâmico – e como Weishaupt tinha sido originariamente Jesuíta, usava de disciplina mental de Santo Inácio de Loyola. Em seu Proofs of a Conspiracy – Against All the Religions and Goverments of Europe, Carried on The Secret Meetings of Freemasons, Illuminati and Reading Societies(Provas de uma conspiração Contra Todas as Religiões e Governos da Europa, Planejadas durante as Reuniões Secretas das Sociedades dos Maçons, Illuminati, Leitora), publicado em 1798, John Robinson afirma que os Illuminati juraram ódio ao altar e ao trono, bem como esmagar os Deus dos cristãos e destruir todos os reis da Terra, em outras palavras, os membros desse rito maçônico estariam buscando controlar o mundo. De fato, muitos autores afirmam que Hitler teve relação com os Illuminati. Há duas teorias principais sobre o tema. Uma das teses é que o Fuhrer foi uma simples marionete nas mãos da organização. Em sua escalada ao poder, foi apoiado nos âmbitos político e financeiro pela Fraternidade. Depois foi aconselhado a agir como agiu, desencadeando a Segunda Guerra Mundial. Em seguida os Illuminati o fizeram cair. A outra versão sustenta que os Illuminati teriam apoiado Hitler até ele chegar a Chancelaria, mas quando conquistou essa posição, o Fuhrer decidiu seguir o seu próprio caminho. Para tanto se protegeu com sua própria organização armada, a SS, dirigida por Heinrich Himmler. Não podendo se vingar pessoalmente, os Illuminati teriam optado por satanizar sua imagem pública. Dessa maneira, a Ordem advertia a todos os futuros colaboradores de seus planos sobre o destino que os aguardava se um dia também lhes ocorresse traí-los. Os Illuminati se infiltraram no próprio Vaticano, a Opus Dei é controlada pela organização. Antes da canonização do fundador da Opus Dei, José Maria Escrivã, a associação Católicos pelo Direito de Decidir publicou nota afirmando que “ a evidencia atual é que o Opus tem uma influencia cada vez maior. Com sua filiação à Obra(Opus Dei), um crescente número de intelectuais, médicos, parlamentares, juizes e jornalistas dão ao Vaticano uma força poderosa e oculta que pretende impor seu código moral não somente ao católicos, mas através das leis e da política.
Adam Weishaupt foi educado em um colégio de jesuítas e acabou obtendo o título de professor dos cônegos. No decorrer dos anos os conceitos do catolicismo acabaram não lhe agradando mais. Isso o levou a tornar-se aluno particular do filósofo judeu Mendelsohn, que o converteu ao gnosticismo.
Em 1770, Weishaupt provavelmente foi procurado pelos sócios-capitalistas da casa Rothschild, que se haviam reunido antes, para que ele fundasse em Ingolstadt, a “Ordem Secreta dos Iluminados da Baviera”.

Breve explicação:

É necessário não confundir os Iluminados da Baviera de Weishaupt com o grupo de pessoas denominadas Illuminati dos quais falamos antes. Os verdadeiros Illuminati tinham-se infiltrado na “Confraria da Serpente” na Mesopotâmia, conforme já mencionei. Eles nunca eram mencionados e jamais apareciam pessoalmente em público. Uso o termo de Illuminati neste livro porque ele é empregado pelos iniciados para designar esse grupo de pessoas que agem secretamente. Adam Wieshaupt utilizou entretanto o nome de Iluminados para designar sua ordem cujas finalidades eram semelhantes a dos Illuminati, que já existiam antes (talvez para que essa designação de Iluminados pudesse criar uma confusão para o público entre aqueles que procuravam saber demais?). Para prevenir qualquer confusão, designarei, o grupo de Weishaupt pelo nome de “Iluminados da Baviera” e os outros pelo nome de Illuminati.
Os Iluminados da Baviera estavam organizados em círculos imbricados uns nos outros (como as bonecas russas). Desde que um iniciado provasse sua faculdade de guardar um segredo, ele era admitido num círculo mais restrito e ligado aos segredos ainda mais profundos. Somente aqueles que se encontravam nos círculos menores conheciam a verdadeira finalidade dos “Iluminados da Baviera”. Diziam aos membros dos graus inferiores que não existia graus superiores e se lhes ocultava ao mesmo tempo a identidade do grão-mestre, como aconteceu na “Estrita Observância”. Os Iluminados da Baviera eram divididos em 13 graus, simbolizados pelos 13 degraus da pirâmide dos Iluminados, representada “na cédula de um dólar”.

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Eles copiaram dos jesuítas seu sistema de espionagem para testar as fraquezas dos membros que alcançavam o título de “patriarcas”. Essa política da ordem permitia-lhes colocar os patriarcas nas posições onde seu talento era explorado ao máximo. Lançar o descrédito tornou-se também uma das táticas para assegurar-se de que nenhum dos patriarcas se desviasse da ordem.
Weishaupt sabia como atrair à sua ordem as melhores e mais esclarecidas mentes, as quais escolhia na alta finança, na indústria, na educação e na literatura. Ele utilizava a corrupção pelo dinheiro e pelo sexo para controlar as pessoas de posição elevada.
Isso feito, ele sabia chantagear as pessoas que o procuravam, dando-lhes postos de direção para ficar seguro de poder tê-las sob seu controle. Os Iluminados da Baviera puseram-se a aconselhar pessoas do governo, servindo-se dos adeptos (dos graus superiores). Isto, bem entendido, secretamente. Esses “especialistas” sabiam como dar conselhos aos políticos em exercício, para que adotassem certas formas de política que correspondesse ao que eles visavam.
Isso era feito, no entanto, com tanta sutileza que aqueles que recebiam os conselhos acreditavam serem eles os próprios autores das idéias que colocavam em prática.
Alegava-se como pretexto para explicar a existência dos Iluminados da Baviera, que eles eliminariam o que a sociedade tinha de ruím e levariam o ser humano ao seu estado natural e feliz. Isso significava que eles iriam sujeitar a monarquia e a Igreja, o que lhes valeu perigosos adversários. Isso demonstra mais uma vez, que manter o segredo era a diretriz mais importante da ordem.
Nós reconhecemos que ela era verdadeiramente a ideologia de Weishaupt, devido a um documento que era conhecido pela designação Novo Testamento de Satã, severamente guardado pelos Iluminados da Baviera. É intencionalmente que apresento aqui esse documento, pois existem sempre aqueles que duvidam da veracidade dos Protocolos dos Sábios de Sião. Talvez seja mais fácil para essas pessoas aceitarem meu plano e a continuidade do livro se não empregar a palavra judeu. Esse documento só se tornou acessível ao público em 1875: um mensageiro dos Iluminados da Baviera, durante sua cavalgada de Frankfurt a Paris, foi atingido por um raio; esse incidente permitiu que se tomasse conhecimento de uma parte das informações relativas a uma conspiração mundial.

Eis o conteúdo desse documento:

O primeiro segredo para dirigir os seres humanos e ser senhor da opinião pública é semear a discórdia, a dúvida e criar pontos de vista opostos, o tempo necessário para que os seres humanos, perdidos nessa confusão, não se entendam mais e se persuadam de que é preferível não ter opinião pessoal quando se tratar de assuntos de Estado. É preciso atiçar as paixões do povo e criar uma literatura insípida, obscena e repugnante. O dever da imprensa é de mostrar a incapacidade dos não-iluminados em todos os domínios da vida religiosa e governamental.
O segundo segredo consiste em exacerbar as fraquezas humanas, todos os maus hábitos, as paixões e os defeitos até o ponto em que reine total incompreensão entre os seres humanos.
É preciso principalmente combater as personalidades fortes, que são os maiores perigos. Se demonstrarem um espírito criativo, elas produzem um impacto mais forte do que milhões de pessoas deixadas na ignorância.
Invejas, ódios, disputas e guerras, privações, fome e propagação de epidemias (Por exemplo a AIDS) devem esgotar os povos a tal ponto que os seres humanos não possam ver outra solução senão que a de submeter-se plenamente à dominação dos Iluminados.
Um estado esgotado por lutas interinas ou que caia no poder de inimigos estrangeiros depois de uma guerra civil, em todos os casos, está fadado ao inaquilamento e acabará ficando no poder destes.
É preciso habituar os povos a tomar a aparência do dinheiro como verdade, a satisfazer-se com o superficial, a desejar somente tomar seu próprio prazer, esgotando-se em sua busca sem fim de novidades, e, no fim das contas, seguir os Iluminados.
Estes conseguiram sua finalidade, remunerando bem as massas por sua obediência e sua atenção. Uma vez que a sociedade esteja deprevada, os seres humanos perderão toda fé em Deus.
Objetivando seu trabalho pela palavra e por escrito e dando prova de adaptação, eles dirigirão o povo segundo sua vontade.
É preciso desabituar os seres humanos a pensar por si mesmos: dar-se-á a eles um ensinamento baseado no que é concreto e ocuparemos sua mente em disputas oratórias que não passam de simulações. Os oradores entre os Iluminados aviltarão as idéias liberais dos partidos até o momento no qual os seres humanos se sentirão tão cansados que se aborrecerão de todos os oradores, seja qual for o seu partido. Por outro lado, é preciso repetir incessantemente aos cidadãos a doutrina de Estado dos Iluminados para que eles permaneçam em sua profunda inconsciência.
A massa, estando cega, insensível e incapaz de julgar por si mesma, não terá o direito de opinar nos negócios de Estado, mas deverá ser regida com mão forte, com justiça, mas também com impiedosa severidade.

Para dominar o mundo, é preciso empregar vias indiretas procurar desmantelar os pilares sobre os quais repousa toda a verdadeira liberdade – a da jurisprudência, das eleições, da imprensa, da liberdade da pessoa e, principalmente, da educação e da formação do povo – e manter o mais estrito segredo sobre todo o empreendimento.
Minando intencionalmente as pedras angulares do poder do Estado, os Iluminados farão dos governos seus burros de carga até, que de cansaço, eles renunciem a todo o seu poder.
É preciso exarcebar na Europa as diferenças entre as pessoas e os povos, atiçar o ódio racial e o desprezo pela fé, a fim de que se abra um fosso intransponível, para que nenhum estado cristão encontre sustento: todos os outros Estados deverão negar-se a ligar-se com ele contra os Iluminados, por medo que essa tomada de posição os prejudique.
É preciso semear a discórdia, as perturbações e as inimizades por toda a parte da Terra, para que os povos aprendam a conhecer o medo e que não sejam capazes de opor a menor resistência.
Toda a instituição nacional deverá preencher uma tarefa importante na vida do país para que a máquina do Estado fique paralisada quando uma instituição se retire.
É preciso escolher os futuros chefes de Estado entre aqueles que serão servis e submissos incondicionalmente aos Iluminados e também aqueles cujo passado tenha manchas escondidas. Eles serão os executores fiéis das instruções dadas pelos Iluminados. Assim, será possível, a estes últimos contornar as leis e modificar as constituições.
Os Iluminados terão em mãos todas as forças armadas se o direito de ordenar o estado de guerra for conferido ao presidente.
Pelo contrário, os dirigentes “não iniciados” deverão ser afastados dos negócios de Estado. Será suficiente fazê-los assumir o cerimonial e a etiqueta em uso em cada país.
A venalidade dos altos funcionários do Estado deverá impulsionar os governantes a aceitarem os empréstimos externos que os endividarão e os tornarão escravos dos Iluminados; a consequência: as dívidas de Estado aumentarão sensivelmente! Suscitando crises econômicas e retirando repentinamente da circulação todo o dinheiro disponível, isso provocará o desmoranamento da economia monetária dos “não iluminados”.
O poder monetário deverá alcançar com muita luta a supremacia no comércio e na indústria a fim de que os industriais aumentem seu poder político por meio de seus capitais. Além dos Iluminados – de quem dependerão os milionários, a polícia e os soldados – todos os outros nada deverão possuir.
A introdução do sufrágio universal (direito de voto a todos os cidadãos) deverá permitir que somente prevaleça a maioria.
Habituar as pessoas à idéia de autodeterminar-se contribuirá para destruir o sentido de família e dos valores educativos. Uma educação baseada sobre uma doutrina enganadora e sobre ensinamentos errôneos embrutecerá os jovens, pervertendo-os e os tornando depravados.
Ligando-se às lojas franco-maçônicas já existentes e criando aqui e acolá novas lojas, os Illuminatti atingirão a finalidade desejada.
Ninguém conhece sua existência nem suas finalidades, e muito menos esses embrutecidos que são os não-iluminados que são levados a tomar parte das lojas franco-maçônicas abertas, onde nada se faz senão jogar-lhes poeira nos olhos.
Todos esses meios levarão os povos pedir aos Iluminados para tomarem a rédea do mundo. O novo governo mundial deve aparecer como protetor e benfeitor por todos aqueles que se submeterem livremente a ele (à ONU) . Se um estado rebelar-se, é preciso instigar seus vizinhos a guerrear contra ele. Se eles desejarem aliar-se, é preciso desencadear uma guerra mundial.
Coralf: Maitreya, der kommende Weltlehrer. Maitreya, o futuro mestre do mundo – Konny-Verlag, 1991, p.115 e s.
É muito fácil reconhecer que o conteúdo do “Novo Testamento” de Satã” é quase o mesmo dos “Protocolos dos Sábios de Sião”, com a única diferença de que os judeus foram trocados pelos Iluminados. Nós já vimos por ordem de quem Adam Weishaupt fundou a ordem dos Iluminados da Baviera, e é fácil concluir de onde vem o Novo Testamento de Satã.
Os conspiradores tinham reconhecido a força e a influência das lojas franco-maçônicas já existentes e começaram a infiltrar-se nelas segundo um plano preciso para obter o seu controle (§11 dos protocolos).
As lojas que foram infiltradas foram designadas pelo nome de “Lojas do Grande Oriente” (Lodges of the Grand Orient).
Um cérebre orador francês, o Marquês de Mirabeau, endividou-se seriamente levando uma vida dispendiosa e foi então contactado por Weishaupt por ordem dos emprestadores judeus. Nisso, Moses Mendelsohn fez Mirabeau conhecer a esposa do judeu Herz. Em seguida, percebeu-se que ela estava mais freqüentemente em companhia de Mirabeau do que de seu marido. Com isso Mirabeau sofreu uma chantagem e acumulou dívidas; logo encontrou-se sob o controle absoluto dos Iluminados da Baviera. Pouco depois, foi obrigado a familiarizar-se com o iluminismo.
Ele recebeu a missão de persuadir o Duque de Orleans, que era então o grão-mestre dos franco-maçons na França, a transformar as “Lojas Azuis” em “Lojas do Grande Oriente”.

Mirabeau organizou um encontro em 1773 entre o duque de Orleans, Talleyrand e Weishaupt, que iniciou os dois na franco-maçonaria do “Grande Oriente)”.
Quando a declaração da independência americana foi assinada em 1.º de maio de 1776, Adam Weishaupt levou ao fim seu plano bem pensado e introduziu oficialmente a ordem dos Iluminados da Baviera. Esta data é dada erroneamente como sendo a data da fundação da ordem. Mas os mais importantes anos da ordem foram os seis anos que precederam sua instauração oficial.
Entre outros membros da ordem, constam Johann Wolfgang von Goethe, o duque Carlos Augusto de Weimar, o duque Fernando de Brunswick, o barão de Dahlberg (vago-mestre geral de Thurn und Taxis), o barão de Knigge e muitos outros…
Em 1777, Weishaupt foi iniciado na loja franco-maçônica de “Theodoro do Bom Conselho” (“Theodore of Good Council”) em Munique, onde logo infiltrou toda a loja.
Em 16 de abril de 1782, a aliança entre franco-maçons e os Iluminados da Baviera foi selada em Wilhelmsbad. Esse pacto estabeleceu uma ligação entre mais ou menos três milhões de membros das sociedades secretas dirigentes. Um acordo do Congresso em Wilhelmsbad tornou possível a admissão dos judeus nas lojas, enquanto que estes últimos tinham, nessa época, poucos direitos.
Controlando os Iluminados da Baviera, os Rothschild exerciam agora uma influência direta sobre outras lojas secretas importantes.
Todas as pessoas presentes juraram como bons conspiradores guardar segredo absoluto: de fato, quase nada transpareceu desse encontro. Perguntaram ao conde de Virieu, um dos franco-maçons participantes do congresso, se ele poderia dizer algo das decisões tomadas. Ele respondeu:

Não posso revelar-te, posso somente dizer-te que é bem mais sério que possas imaginar. A
conspiração que se desenvolveu aqui foi tão perfeitamente imaginada que não há possibilidade para a monarquia e a Igreja escaparem disso.

Outra pessoa presente, o conde de Saint Germain, advertiu mais tarde sua amiga Maria Antonieta do complô de morte que deveria derrubar a monarquia francesa. Não levaram em conta, infelizmente, seu conselho.
Alguns segredos subversivos começaram a manifestar-se apesar de tudo, o que teve como conseqüência que em 11 de outubro de 1785, o Eleitor da Baviera ordenou uma invasão da casa do sr. Zwack, principal assistente de Weishaupt. Pilharam muitos documentos que descreviam o plano dos Iluminados da Baviera, a “Nova Ordem Mundial” – (Novus Ordo Seclorum).
O Eleitor da Baviera decidiu então publicar esses papéis com o nome de “Escritos originais da ordem e seita dos Iluminados”.
Esses escritos foram, em seguida, divulgados tão largamente quanto possível para advertir os monarcas europeus. O título de professor foi retirado de Weishaupt, que desapareceu com o duque de Saxe-Gotha, outro membro dos Iluminados da Baviera. Como eles não se opuseram ao rumor que a ordem dos Iluminados estava aniquilada, isso permitia-lhes continuar trabalhando em segredo para ressurgir, mais tarde, com outro nome. No espaço de um ano, vimos aparecer publicamente a Deutsche Einheit (Unidade Alemã), que expandiu a propaganda dos Iluminados entre os círculos de leitores existentes.
Foi aí que nasceu o grito de guerra: “Liberdade, igualdade, fraternidade”.
Os monarcas europeus não estavam nada conscientes do perigo, o que teve como conseqüência o nascimento da Revolução Francesa e o aparecimento do regime do terror.

Adolf Hitler oferece seus serviços

Assim como acabamos de examinar, o futuro da Alemanha já estava determinado após o tratado de Versalhes, que a obrigava a pagar reparações num montante de 123 bilhões de marcos-ouro e a dar anualmente 26% do valor de suas exportações. A derrocada da moeda alemã, seguida da exigência dos pagamentos de reparações, estavam pois, previstos. Caminhava-se para a inflação crônica!
Nesse caos, a Alemanha pediu um adiantamento para todos os pagamentos de reparações, em dinheiro líquido para os dois anos seguintes. Os vencedores rejeitaram a oferta. Eles votaram em 9 de janeiro de 1923 três contra um (a Inglaterra votou “não” por ordem da “City”) para declarar que o Reich alemão estava atrasado nos seus pagamentos de reparações. Dois dias mais tarde as tropas francesas e belgas ocuparam Ruhr. Mas os operários alemães apelaram para uma greve geral nessa região e a ocupação dos aliados malogrou. As tropas saíram desse impasse quando a Alemanha declarou estar de acordo em aceitar o compromisso conhecido pelo nome de plano DAWES.
O “Plano Dawes” tinha sido elaborado por J. P. Morgan, colega de Rothschild e devia conceder à Alemanha crédito de US$ 800 milhões nos quatro primeiros anos. O “Plano Dawes” malogrou assim que os pagamentos das reparações da Alemanha aumentaram.
Ele foi trocado pelo “Plano Young”, que era o nome do agente Morgan (Owen Young). Para melhor roubar o país os banqueiros internacionais criaram na Suiça o “Banco para Pagamento Internacional de Contas”. Isso facilitaria os pagamentos das reparações das dívidas da Primeira Guerra Mundial; bastava uma transferência de valores da conta de um país para a conta de outro país, pois os dois tinham uma conta nesse banco. Nesse caso os banqueiros se prevaleceram mais uma vez usufruindo dos custos e das comissões das transações.
O professor Quingley relata:

É preciso notar que esse sistema (os planos Dawes e Young) foi instaurado por banqueiros internacionais e que o emprétimo de dinheiro para a Alemanha lhes rendeu muito.

É uma das melhores demonstrações do sistema de Maquiavel. De um lado os banqueiros sustentaram todos os partidos que fizeram a guerra e de outro, emprestaram também dinheiro aos alemães para os pagamentos das reparações.
Qualquer coisa que a Alemanha pudesse fazer, sabia-se bem a quem ela recorreria para emprestar dinheiro. Era exatamente o mesmo grupo que havia programado a Primeira Guerra Mundial, que a havia financiado, dirigido e enchido os bolsos.
Mas o jogo ia mais longe. Era preciso realizar ainda grandes projetos e seguir metas importantes. Era a vez da Segunda Guerra Mundial! Os enormes capitais americanos que foram transferidos para a Alemanha desde 1924 sob a cobertura do “Plano Dawes” e do “Plano Young” constituíam a base sobre a qual Hitler iria construir toda sua máquina de guerra.
Assim o expôs dr. Anthony C. Sutton em Wall Street and the Rise of Hitler:

O envio de dinheiro fornecido à Alemanha, antes de 1940, pelo capitalismo americano, tendo em vista o preparo para a guerra, só pode ser qualificado de fenomenal. Sem nenhuma dúvida, foi decisivo para a preparação militar da Alemanha. Provas permitem compreender que o setor influente da economia americana estava, certamente, lúcido sobre a natureza do nazismo, prontos a auxiliá-lo e sustentá-lo financeiramente por interesse pessoal, plenamente consciente de que isso acabaria numa guerra na qual seriam implicados a Europa e os Estados Unidos […]

Conhecendo os fatos, é impossível pleitear a ignorância. As provas tão cuidadosamente estabelecidas que atestam que os meios bancários e industriais americanos estavam largamente implicados para instaurar o terceiro Reich estão agora acessíveis ao público. Podemos encontrá-las nas prestações de contas e nos relatórios sobre as auditorias do governo publicadas entre 1928 e 1946 pelas diferentes comissões do senado e do congresso. Entre as provas as mais importantes se encontram aquelas fornecidas pelo sub-comitê do congresso investigando sobre a propaganda nazista (House Sub-Comitee Investigate Nazi Propaganda) em 1934 pelo relatório sobre os cartéis publicados em 1941 pela comissão econômica provisória nacional do congresso (House Temporary National Economic Commitée) assim como pelo sub-comitê do Senado para a mobilização de Guerra, em 1946 (Senate Subcommitée on War Mobilization 1946).
Uma parte desta fascinante história, é revelada pelo historiador G. Edward Griffin: “Os anos precedentes da Segunda Guerra Mundial viram nascer um cartel internacional, tendo como sede central a Alemanha, que controlava a indústria química e farmacêutica no mundo inteiro e com o qual 93 países cooperaram.

Era uma força política e econômica poderosa em certos lugares da Terra. Esse cartel denominava-se I. G. Farben. As iniciais I. G. (Interessengemeinschaft, que quer dizer, Grupos de interesses) significam simplesmente que se trata de um cartel […] Até a declaração da Segunda Guerra Mundial, o grupo I. G. Farben tinha se tornado o grupo industrial mais importante da Europa e o empreendimento de química mais importante do mundo. Ele fazia parte de um cartel de um poder e de um tamanho gigantesco, fato único em toda a história.
I. G. Farben havia desenvolvido em 1926 um método para obter gasolina a partir de carvão e concluiu em 1949, um contrato de licença com a Standard Oil (de Rockefeller). Esta última deu à I. G. Farben 546.000 de suas ações ordinárias no valor de mais de US$ 30 milhões.
Dois anos mais tarde, I. G. Farben assinou o contrato ALIG com Alcoa-Aluminium. I. G. Farben produziu quase a metade da gasolina alemã e, mais tarde, construiu refinarias bem ao lado dos campos de concentração.
Os prisioneiros foram obrigados a trabalhos forçados enquanto se produzia nessas refinarias o gás para as câmaras de gás. O grupo I. G. Farben foi um dos mais importantes trustes controlados pelos Rothschild e despendiam enormes somas de dinheiro na economia alemã e particularmente aos futuros SS. O comitê diretor do I. G. Farben contava entre seus membros Max e Paul Warburg do Federal Reserve, que possuíam grandes bancos na Alemanha e nos Estados Unidos. Dois outros membros do conselho de administração foram C. E. Mitchell, membro do conselho de administração do Federal Reserve e do National City Bank e H. A. Metz do Bank of Manhattan.
Herman Schmitz, presidente do I. G. Farber fazia parte, ao mesmo tempo, do comitê diretor do Deutsche Bank e do “Banco para o Pagamento Internacional de Contas”.
Os irmãos Averell e Roland Harriman (iniciados em 1917 na Skull & Bones) contribuíram fortemente para financiar, pelo Union Bank, os nazistas. Da mesma forma as filiais da ITT e da General Electric sustentaram diretamente os SS do Reich.
James Martin, chefe de serviço dos negócios referentes à guerra econômica do Ministério da Justiça, fez buscas sobre a organização referente a indústria nazista e citou os fatos seguintes no livro All Honorable Men (p. 70):

O principal agente de ligação entre Hitler e os barões endinheirados da Wall Street foi Hjalmar Horace Greely Schacht, presidente do banco do Reich, cuja família estava estreitamente ligada à elite das finanças internacionais. Schacht foi o cérebro do “Plano Young” (plano de reconstrução por intermédio do agente Morgan, Owen Young) e também do “Banco para o Pagamento Internacional de Contas”. O plano concebido por Schacht funcionou com perfeição e contribuiu para tornar explosivos os acontecimentos na república de Weimar. Dr. Fritz Thyssen, industrial alemão, explicou que ele se voltou para o partido nazista quando verificou que deveria fazer isso para impedir o afundamento total da Alemanha, lutando contra o plano Young. […] A aceitação do plano Young e dos seus princípios financeiros acentuou cada vez mais o desemprego; podia-se contar brevemente com um milhão de desempregados.

Eis aí um solo fértil que a “Sociedade Thule” só tinha que utilizar, servindo-se da ferramenta de que ela dispunha na pessoa de Adolf Hitler.
Após o crash em 1931, a indústria alemã quase foi a bancarrota. Fritz Thyssen aderiu oficialmente ao partido nazista e sustentou Adolf Hitler. A maior parte de sua fortuna escoou através do Bank voor Handel, que por sua vez controlava o Union-Bank.
O Union-Bank era uma aliança de Thyssen e Harriman. Lancemos uma olhadela sobre a lista dos diretores: quatro entre oito eram membros da Skull & Bones, e dois eram nazistas. Harriman financiava, ao mesmo tempo, os soviéticos e os nazistas por intermédio do Brown Bros. Harriman Bank.
Um dos mais próximos colaboradores foi Prescott Bush, pai de George Bush, ex-presidente dos Estados Unidos. Prescott e George Bush são, ambos, membros da Skull & Bones.
Até 1936, mais de 100 firmas americanas estavam implicadas na construção da máquina de guerra alemã. Entre outras, a General Motors, Ford, Internacional Harvester e Du Pont. Os investidores, em todo o caso não visavam a nada de negócios no curto prazo pois o contrato entre essas firmas e o governo alemão estipulava que estas não tinham o direito de tirar um Pfennig da Alemanha.
Os lucros só apareceriam cinco anos mais tarde, quando os Japoneses atacaram Pearl Harbour arrastando, com isso, os Estados Unidos para a guerra. Com toda evidência, isso tudo já havia sido preparado nos mínimos detalhes. Entretanto, só os iniciados estavam a par dos fatos.

Des Griffin resume os últimos acontecimentos assim:
Os banqueiros internacionais e seus agentes estão na origem da situação que conduziu à
Primeira Guerra Mundial; eles retiraram disso um bom despojo; eles financiaram a revolução russa e obtiveram o controle desse grande país; eles manipularam os acontecimentos na Europa pós-guerra, de forma a “provocar uma situação” (segundo as próprias palavras de Edward Stanton) que os levou, financeiramente falando, “ao sétimo céu”; eles utilizaram os fundos americanos que lhes permitiram embolsar enormes comissões para “equipar a indústria alemã com instalações técnicas de alto nível”, e elevá-la assim, largamente, em segundo lugar na situação mundial. Esses abutres sem escrúpulos que detinham os monopólios manipularam e utilizaram os alemães, explorando-os tanto e tão bem que mereciam seu ódio para sempre. Enquanto colocavam os pés sobre a indústria alemã, sempre lutando ao mesmo tempo contra o povo alemão, eles iriam permitir a entrada de um homem forte no cenário político. Este, por sua vez, ganharia as massas para sua “causa” prometendo-lhes libertá-los das rapinas financeiras internacionais. A Alemanha dos anos 30 era uma bomba de efeito retardado, fabricada pelos banqueiros internacionais. Ela estava a espera de uma pessoa como Hitler, que iria entrar em cena e tomar o poder.
20 A Primeira Guerra Mundial vista pelos Illuminati

Visto exteriormente, o mundo encontrava-se em paz no início do século XX. Mas isso era só na aparência, pois já há muito tempo, se preparava secretamente um banho de sangue que o mundo não iria esquecer tão cedo.
Os Illuminati sabiam que para encaminhar bem seu plano, visando a uma Nova Ordem Mundial,
devastações e crueldades seriam necessárias, e não se pouparia nenhuma nação.
A maior parte dos historiadores está de acordo quanto ao fato de que a causa da guerra não passou de uma simples diferença entre a Áustria e a Sérvia. O assassinato do arquiduque Franz Ferdinand, que deveria suceder ao trono da Áustria, e de sua esposa Sophia, executado pelos sérvios da sociedade secreta oculta “Mão Negra” em Sarajevo, desencadeou a Primeira Guerra Mundial. Os poderes invisíveis usaram esse atentado para realizar a guerra mundial que Albert Pike havia anunciado há mais de 40 anos.
Conhecemos, no conjunto, o desenrolar das batalhas, não vou examinar pois o que se passou no lado da Rússia. Se bem que a Rússia possuía o maior exército do mundo, ela possuía um equipamento de miséria para fazer face a um grande conflito. Antes de estourar a guerra de 1914, a coroa britânica tinha assegurado à Rússia seu auxílio total e de seu sustento militar em caso de guerra. No início da guerra, essa assistência se encontrava reduzida a 10% dos auxílios dados antes da guerra. É evidente que os detentores dos monopólios do dinheiro, em perfeito acordo com o plano descrito por Pike, queriam mergulhar a Rússia numa situação muito perigosa. Ao mesmo tempo, enquanto milhões de russos já haviam tombado nas batalhas, os agentes de Rothschild tinham realizado um bom trabalho, acentuando a situação já desatrosa dos russos. A filosofia dos Illuminatti se alimenta da miséria e da insegurança, e seus esforços foram recompensados; a cena estava aberta para uma revolução que deveria acontecer após a derrota sofrida pelos alemães.
A revolução estourou em fevereiro de 1917, o czar foi destronado, e o príncipe Georgi Luwow se encarregou dos negócios de Estado num governo provisório que não teve êxito, portanto, não impedindo que o país afundasse na decadência.
Gostaria, presentemente, de retomar o capítulo: “A revolução bolchevista e seus segredos” no momento em que Trotski e seus rebeldes deixaram Nova Iorque no S. S. Kristianiafjord com US$ 20 milhões em ouro.
O vapor fretado por Jacob Schiff foi retido em 3 de abril de 1917 pelas autoridades canadenses em Halifax, na Nova Escócia. Podia-se acreditar que o plano dos Illuminati estava condenado ao fracasso.
Mas Jacob Schiff usou de sua influência e a de seus amigos entre os Illuminati no governo americano e na Inglaterra tão bem que a viagem pode retomar seu rumo pouco depois.
Chegando à Europa, Trotski foi diretamente para a Suiça, para lá encontrar Lênin, Stálin, Kagonowitsch e Litwinow, a fim de regulamentar os detalhes de sua estratégia.
É interessante notar aqui que os representantes eminentes e os agentes de todas as nações participantes da guerra podiam encontram-se abertamente num país neutro, a Suiça. A Suiça existe, na sua forma atual, desde 1815, ano do congresso de Viena, quando lhe haviam assegurado uma neutralidade permanente.
Um acaso? Ou então um lugar tão seguro e tão pequeno no centro da Europa que se presta perfeitamente para os planos daqueles que vivem da guerra?
Os conspiradores viram-se então obrigados a resolver o seguinte problema: como dirigir-se da Suiça para a Rússia com os rebeldes e seus armamentos? A solução foi dada pelo agente dos Rothschild, dirigente da polícia secreta alemã: Max Warburg. Ele amontoou-os todos num vagão de estrada de ferro lacrado e encarregou-se de sua travessia até a fronteira russa. Quando o trem parou pela primeira vez na Alemanha, dois oficiais alemães subiram para escoltá-los. Eles haviam recebido ordem do general Erich Ludendorf.
Max Warburg era irmão de Paul Warburg, primeiro presidente do Federal Reserve Bank.
Em julho de 1917, o complô sustentado pelos banqueiros internacionais sofreu um início de revés de fortuna. Lênin teve de fugir com alguns outros para a Finlândia. Em compensação, em novembro de 1917, seus esforços foram definitivamente coroados de sucesso.
Se tomarmos em consideração o sustento financeiro que juntou-se à formação recebida em Nova Iorque, não há do que espantar-se. Por ocasião da sangrenta guerra civil que sucedeu à revolução bolchevista, Lênin era o chefe incontestável das atividades políticas, e Trotski foi encarregado da parte militar da organização, que era, de fato, o “Exército Vermelho”.
Esse nome do “Exército Vermelho” (tradução literal: escudo vermelho) não é um nome dado sem razão ou encontrado por acaso. O “Exército Vermelho” bolchevista sob a direção de Trotski era o instrumento mortal dos banqueiros internacionais, eles mesmos sob o domínio dos Rothschild .

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Que esse exército usasse o emblema ou o escudo vermelho não poderia ser mais que adequado. Entretanto, e isso tornou-se um fato histórico, a maioria dos rebeldes sob o comando de Lênin era judia. O Times escreveu também em 24 de março de 1919: “uma das características mais interessantes do movimento bolchevista é a alta porcentagem de elementos não-russos na equipe dirigente. Sobre mais ou menos trinta comissários ou dirigentes que formam o aparelho central bolchevista 75% pelo menos são judeus”.
Segundo os escritos do general A. Nechvolodov, os serviços secretos franceses verificaram que Jacob Schiff havia dado diretamente outros US$ 12 milhões aos revolucionários russos. Esse general cita como outros financiadores da revolução bolchevista: Felix Warburg, Otto Khan, Mortimer Schiff, Jerome H. Hannauer, Max Breitung nos Estados Unidos e Max Warburg, Olaf Aschburg e Jivtovsky na Europa.
O embaixador do império russo nos Estados Unidos, Bakhmetiev, explica que, após a vitória bolchevista, 600 milhões de rublos em ouro foram transferidos da Rússia para o Khun Loeb Bank em Nova Iorque entre 1918 e 1922.
O livro Der plombierte Zug (O trem blindado), de Michael Pearson, prova que – segundo os dados do Ministério das Relações Exteriores – até 5 de fevereiro de 1918, os alemães puseram 40.580.997 marcos alemães à disposição para a propaganda na Rússia e para “fins particulares”. No mesmo documento, é dito que o tesouro alemão havia liberado cerca de 15 milhões de marcos para a Rússia no dia seguinte ao da tomada do poder por Lênin.
O massacre sangrento sofrido por milhões de russos e a escravidão de milhões de outros seres humanos não interessou nem um pouco aos banqueiros internacionais, que só tinham uma finalidade em mente : o domínio do mundo.

Financiamento da Revolução Bolchevista

Coronel House

Max Warburg
$ 6.000.000 Paul Warburg

Jacob Schiff
$ 20.000.000

Hitler 

TROTSKI

LÊNIN
N.E.P.

Alfred Milner
Rothschild Vanderlip
$ 5.000.000 Harriman
Rockefeller
J. P. Morgan

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21 A “Ochrana” (ex-serviço secreto russo)

A revolução bolchevista não foi, entretanto, somente sustentada pelos Estados Unidos e pela Alemanha. A “Ochrana”, os serviços secretos fundados pelo último czar, comportavam várias organizações que assumiam todas as funcões usuais com seus agentes secretos, seus agentes duplos, sua polícia secreta, seus informantes. A Ochrana era, portanto, uma associação subversiva e criminosa, o que simplificava o trabalho dos Illuminati.
Enormes somas de dinheiro passavam entre as mãos dos banqueiros internacionais – notadamente entre aqueles de Alfred Milner, que foi responsável, mais tarde, pelo grupo secreto da Round Table – para que a Ochrana delas se utilizasse, na qual muitos membros se haviam introduzido no movimento bolchevista. Agentes da Ochrana infiltraram-se nos círculos mais íntimos do partido bolchevista e dirigiram muitas de suas atividades.
A infiltração foi tão importante que, em 1908, quatro membros entre cinco do comitê do partido bolchevista de São Petesburgo perteciam à Ochrana. Estes faziam passar o dinheiro que eles recebiam dos banqueiros internacionais aos bolchevistas, que podiam então facilmente oprimir os mais fortes de seus adversários, os mencheviks assim como o partido socialista. Dois agentes da Ochrana que trabalhavam para o Pravda, um como editor e o outro como diretor financeiro, sustentaram-nos em seus inícios.
Como dizem, Josef Stálin também foi membro da Ochrana; ele era um importante agente de ligação entre a polícia czarista e os bolchevistas.
Após a queda do czar em 1917, a Ochrana foi oficialmente dissolvida, mas ela foi modificada até 1921, com o nome de TSCHEKA, num serviço secreto que comportava dez vezes mais membros que a Ochrana anterior. Em 1920, foi-lhe dado o nome de GPU e em 1934, NKWD (Comissão do Povo Para os Negócios Internos).
A NKWD tinha sob seu controle o sistema russo dos campos de concentração, erigido sob Lênin e que teve seu apogeu sob Stálin. Os campos eram uma parte da economia soviética e quase metade da exploração do ouro e do cromo baseava-se no trabalho forçado dos ocupantes dos campos.
Até 1950, os campos de concentração custaram a vida de mais ou menos quatro milhões de seres humanos.
Só a Primeira Guerra Mundial custou a morte de 10 milhões de soldados russos, sem falar dos milhões de civis. Registrou-se até 1950 por volta de 40 milhões de mortos devido ao sistema comunista. Esse total de mortos representava o mesmo número de vivos que a ex-RFA possuía na época. E essas são apenas cifras oficialmente declaradas!
A KGB atual saiu, afinal de contas, da NKWD. Com seus 90.000 oficiais superiores e uma forte tropa de fronteira de 175.000 homens, era, em 1982, o maior serviço secreto do mundo e continuaria sendo ainda por mais uma década.
O “GOSBANK” o banco central russo, tinha um financiamento idêntico àquele do Federal Reserve Bank. Como este último, ele possuía o dinheiro do “nada”, e representava o sonho de todo o capitalista financeiro. O GOSBANK controlava as transações financeiras soviéticas ainda mais de perto do que os bancos centrais o fazem nos países do Ocidente. Com efeito, todas as transações entre as empresas soviéticas passavam pelo GOSBANK, que podiam assim controlá-las.

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22 O petróleo russo

A Standard Oil (de Rockefeller) comprou dos russos, após a revolução bolchevista, 50% dos imensos campos petrolíferos caucasianos, se bem que eles eram oficialmente nacionalizados.
Em 1927, a Standard Olil construiu a primeira refinaria na Rússia, fez em seguida um acordo com os russos para vender seu petróleo nos mercados europeus e passou US$ 75 milhões aos bolchevistas.

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23 A declaração Balfour

A instauração do regime de marionetes sob Lloyd George em Londres provocou uma reviravolta na política oficial contra o sionismo. Isso repercutiu fortemente quando o novo ministro das relações exteriores, Arthur Balfour, escreveu a seguinte carta, em 2 de novembro de 1917, a Lionel Rothschild:

Caro barão Rothschild,

Tenho o prazer de transmitir-vos em nome do governo de Sua Majestade sua nota de
simpatia pelas aspirações judias sionistas apresentadas ao assentimento do gabinete
que as aprovou.
O governo de Sua Majestade considera favoravelmente o estabelecimento na Palestina
de uma pátria nacional para o povo judeu e empregará todos os seus esforços para
facilitar a realização desse objetivo, ficando entendido que nada será feito que possa
prejudicar os direitos civis e religiosos das comunidades não-judias na Palestina, assim
como com os direitos e o estatuto político dos quais os judeus poderiam usufruir em
em qualquer outro país.
Ser-vos-ei reconhecido por fazer chegar esta declaração ao conhecimento da organiza-
ção sionista.

Com minhas sinceras saudações,

Arthur James Balfour

É interessante saber que no momento em que a carta foi escrita, a Palestina era ainda um território turco. Eis aí uma nação que promete um país que é propriedade de uma segunda nação a uma terceira nação.
Alguns anos mais tarde, os turcos foram vencidos e a Inglaterra obteve o controle sobre o Egito e a Palestina, a França sobre o Líbano e a Síria.
Rothschild tomou parte ativa nessa transação: ele serviu-se de sua influência nos Estados Unidos para implicar este último, ao lado dos Aliados, na Primeira Guerra Mundial, e isso numa época na qual os Aliados não se encontravam numa posição de força em relação à Alemanha e à Turquia.

FONTE: TRECHO DO LIVRO “AS SOCIEDADES SECRETAS E SEU PODER NO SÉCULO XX” AUTOR:JAN VAN HELSIG

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