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Como nos dias de Noé, o retorno dos Nefilins- Parte 12 : A Pirâmide do Apocalipse

MONUMENTOS, PINTURAS, TEXTOS ANTIGOS  E A BÍBLIA SAGRADA PARECEM PROVAR A PRESENÇA DE SERES DIFERENTES DE NOSSA RAÇA DENTRO DE NOSSAS CULTURAS…

QUEM ERAM?
DE ONDE VIERAM?
QUAL ERA SUA MISSÃO?
ELES IRÃO RETORNAR?

COMO NOS DIAS DE NOÉ: O RETORNO DOS NEFILINS!
Durante quase 5.000 anos, as pirâmides têm formulado mais pergun­tas do que fornecido respostas. Muitos livros foram escritos suge­rindo fatos incríveis relativamente à sua construção e características astronômicas. Descobrimos que as Pirâmides de Gizé estão alinhadas com determinadas constelações de estrelas. Descobriu-se ainda que ou­tras estruturas semelhantes no México e no Camboja também têm rela­ção com a astronomia.
A Grande Pirâmide de Gizé é constituída de aproximadamente 2,3 milhões de blocos de pedra que pesam 2,5 toneladas cada. Alguns dos blo­cos chegam a pesar 50 toneladas. Contudo, apesar do vasto número de blocos utilizados e dos extraordinários pesos em questão, a precisão ma­temática da disposição da estrutura é espantosa. Outras construções igual­mente intrigantes espalhadas pelo mundo suscitam as mesmas perguntas.
Quem as construiu? Como teriam seus construtores adquirido tais conhecimentos de matemática e de astronomia? E que tecnologia avan­çada empregaram?

A grande pirâmide de gizé

Dizer, simplesmente, que os egípcios as construíram não é uma res­posta satisfatória. Pois, se o homem apareceu na idade da pedra, avançou até a do bronze e depois à do ferro, isso nos apresenta as pirâmides mais velhas surgindo subitamente em alguma época entre as idades da pedra e do bronze.

Equivale a dizer que em algum momento do passado o homem in­ventou a roda. Mais tarde, outro homem construiu uma carroça. Mas en­tre a roda e a carroça encontramos um Mercedes Benz novinho! É uma comparação realística quando se reflete sobre a construção das pirâmides.
Apesar de todos os livros recentes sobre o tema, as pirâmides per­manecem um quebra-cabeça envolto num enigma e cercado de um pa­radoxo. Sim, os autores desses livros descobriram e fizeram gráficos da significação astronômica desses monumentos. Revelaram seus alinha­mentos geométricos e propriedades matemáticas. E a conclusão a que chegaram é que alguma civilização perdida ou raça do povo avançado e desconhecido foi responsável por essas construções gigantescas.

Contudo, todos esses escritores têm algo em comum. Deixaram de nos dizer quem eram esses construtores e onde obtiveram seu conheci­mento e perícia.
Quando um ou dois desses respeitados autores realmente se aven­turam a imaginar quem possam ter sido esses misteriosos arquitetos e construtores, suas especulações equivalem a pouco mais do que castelos de areia erigidos no terreno alagadiço da eternidade.
É minha convicção que os indícios apresentados neste estudo consti­tuirão respostas satisfatórias a todas essas perguntas.
Enterrada em antigos textos hebraicos, despercebida e amplamente desconsiderada pelos especialistas, encontra-se uma riqueza de informa­ções relativas a uma raça secreta de seres sobre-humanos e supranaturais conhecidos como os Nephilim.
Na primeira parte deste estudo oferecerei um estudo pormenorizado desses seres desconhecidos, o qual revela:
•   Quem eram eles
•   De onde vieram
•   Onde adquiriram o conhecimento matemático e astronômico
•   Como tinham a força necessária para construir esses monumentos co­lossais
•   Por que escolheram a forma de pirâmide
•   Por que as pirâmides estão alinhadas com corpos celestiais
•   Para onde foram esses seres

Na segunda parte do estudo mostrarei como essas pirâmides anti­quíssimas pressagiam um acontecimento futuro. Analisando os textos antigos, proporcionarei um exame das profecias do Livro das Revelações [Apocalipse] e dos sinais que, segundo somos informados, precederiam esses acontecimentos iminentes. No decurso de tudo isso, juntaremos os detalhes e as informações necessárias que permitirão ao leitor fazer uma avaliação do futuro.
Finalmente, depois de uma viagem a uma época que precedeu o co­meço do nosso mundo, e de outra viagem de volta para divisar o que jaz à frente, esta obra culminará num fenômeno nunca antes intentado ou explorado: A Pirâmide do Apocalipse.
Convidamos agora o leitor a participar de uma excursão através do tempo e do espaço que poderá mudar para sempre suas percepções da vida.

 
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ERA UMA VEZ

Muitas pessoas têm conhecimento das prodigiosas realizações de en­genharia relativas à construção da Grande Pirâmide de Gizé. Para aqueles que não têm, eu gostaria de transmitir uma síntese simples e su­cinta de alguns desses fatos.

Na margem ocidental do rio Nilo, não muito distante da antiga Mên­fis e quase em frente ao Cairo atual, situa-se a última das sete maravilhas do mundo antigo: a Grande Pirâmide. É a maior de todas as pirâmides e a primeira a ser edificada. Sua construção incorpora uma riqueza de conhecimentos de matemática e astronomia, o que indica que seus cons­trutores possuíam surpreendente sabedoria.

A pirâmide original foi construída de granito e rocha calcária e tinha um acabamento exterior liso de calcário, característica que a teria torna­do impossível de ser escalada. Algumas lendas dizem que seu cimo era feito de ouro. Em sua forma original, deve ter sido um espetáculo a ins­pirar um temor reverencial. Mas o passar do tempo e o desgaste de incontáveis tempestades desfizeram o exterior de calcário e nos deixaram com aquilo que temos hoje. Agora podemos chegar ao cimo usando os blocos como degraus, uma façanha impossível em sua forma original. Clarence Larkin, o respeitado arquiteto e especialista em escatologia, fez as seguintes observações:

• A base da Grande Pirâmide ocupa uma área de aproximadamente 52.600 metros quadrados. Consiste de cerca de 2,3 milhões de blocos de pedra que pesam em torno de 2,5 toneladas cada, alguns chegando a pesar até 50 toneladas. Alguns blocos enormes de 100 toneladas es­tão situados dentro da estrutura da pirâmide a uma altura de 46 metros. A base da pirâmide é um quadrado e seus ângulos retos têm uma precisão de até um vinte avos de grau. Os lados são triângulos equiláteros e estão voltados exatamente para o norte, sul, leste e oeste verdadeiros da Terra.
•   Dando ao cúbito hebraico a equivalência de 63,5 centímetros, verifica­mos que a extensão de cada lado da base é de 365,2422 côvados, o nú­mero exato de dias do ano solar (incluído o dia adicional que ocorre a cada quatro anos).
•   A rampa dos lados da pirâmide é de tal ângulo que os lados encontram-se no cume à altura predeterminada de 232,52 côvados. Se o dobro da extensão de um lado da pirâmide fosse dividido pela altura, teríamos o número 3,14159, o qual, multiplicado pelo diâmetro de um círculo nos dá a circunferência deste.
. O perímetro da base da pirâmide (365,242 x4 = 14609,68) é exata­mente igual à circunferência de um círculo, cujo diâmetro é o dobro da altura da pirâmide (232,52 x 2 x 3.1416 = 14609,68). De maneira que, aqui, nestes algarismos, temos a solução para o problema de como qua­drar o círculo (ver Figura 1).

O ângulo de rampa dos lados é 10 para 9. Ou seja, para cada 3,048 me­tros que subirmos, nos elevaremos 2,743 metros em altura. E se multi­plicarmos a altura da pirâmide por 10 elevado à potência de 9, teremos 91.840,000, o que, em milhas, é a distância exata do Sol à Terra.
•   O ano dos astros denomina-se ano “sideral” e o ano das estações é cha­mado “equinocial”. Diferem, os dois, em cerca de 50 segundos por ano. Em outras palavras, em sua ascensão e ocaso, os astros sofrem um re­tardamento de cerca de 50 segundos a cada ano. Para que os anos “si­deral” e “equinocial” coincidam novamente serão necessários 25.827 anos, período que é conhecido como um ciclo. Se somarmos as diago­nais da base da pirâmide em polegadas, teremos 25.827, número idên­tico ao de anos do ciclo.

A Grande Pirâmide jaz no centro exato do mundo. Está a meio cami­nho entre a costa ocidental do México e a costa oriental da China. Entre o cabo Norte da Noruega e o Cabo da Boa Esperança na África do Sul. Situa-se na interseção do paralelo 30 (latitude) com o meridiano 30 (longitude).

Durante milhares de anos, a Grande Pirâmide foi a mais alta edifi­cação do mundo até o homem moderno começar a levantar arranha-céus como o World Trade Center. Se a comparássemos com um arranha-céu, a Grande Pirâmide teria 42 andares. Existe nela pedra suficiente para er­guer uma muralha de 1,80 m de Nova York a Los Angeles.

Os pesquisadores Alan e Sally Lansburg oferecem as seguintes esta­tísticas relativamente a essa incrível edificação:

De alguma maneira, os construtores sabiam que o mundo era redondo, mas achatado nos pólos, o que ocasionava um certo grau de latitude mais longa no topo e na parte inferior do globo; que ele completava uma rotação em um dia num eixo inclinado 23,5° em relação à eclíptica, pro­duzindo o dia e a noite, e que essa inclinação dava origem às estações; que a Terra girava em torno do Sol uma vez a cada ano de 365 dias e uma fração.

Também deveria ser do conhecimento dos projetistas que o pólo nor­te celestial da Terra descrevia um lento círculo em torno do pólo da eclíp­tica, fazendo as constelações aparentarem “deslizar para trás” (a pre­cessão dos equinócios), e trazerem uma nova constelação do Zodíaco por trás do sol no equinócio a cada 2.200 anos aproximadamente num grande ciclo de cerca de 26.000 anos. Também esses fatos eram parte das mensurações interiores da pirâmide.”

Pedem-nos que acreditemos – com todas as consequências que isso necessariamente acarreta – que o homem primitivo, que vestia peles de animais e perambulava em estado selvagem, construiu a Grande Pirâmi­de. E, contudo, esses mesmos construtores ainda não haviam inventado uma simples roda!

De um ponto de vista astronômico, aprendemos alguns fatos ex­traordinários.

Existem quatro corredores ou poços de mina longos e estreitos cons­truídos dentro da Grande Pirâmide: dois na face norte e dois na face sul. Os dois do norte apontam para duas estrelas distintas: um deles para a be­ta da Ursa Menor e o outro para a alfa da constelação de Draco (Dragão).

Os poços da face sul apontam para Sirius e Zeta Orionis. Na tradição egípcia antiga, Sirius está relacionada com a deusa Isis. E a Zeta Orionis, que é a estrela mais brilhante dentre as três no cinturão de Orion, é iden­tificada com Osíris, o deus da ressurreição e do renascimento na remota época chamada “Zep Tepi” ou “Primeiros Tempos” (ver Figura 2).

Semelhantemente, monumentos antigos no México e em Angkor Wat, no Camboja, têm ligações celestiais com Órion, Draco, Leão e Aquário.

Em Nazca, no Peru, encontramos um imenso agrupamento de es­tranhas linhas e desenhos que só se tornam discerníveis quando obser­vados do ar. Essas linhas cobrem uma ampla área de 60 quilômetros quadrados e de maneira alguma poderiam ser obra de seres humanos. Existem ali vários esboços de Macaco, Beija-Flor, Baleia, Aranha, Cão e Condor, todos delineados na terra áspera. Dezenas de linhas e traçados geometricamente perfeitos marcam a paisagem com linhas entrecruza­das. Algumas das linhas assemelham-se a pistas que poderiam ser utili­zadas para pouso ou decolagem de aeronaves. A mais longa dessas linhas mede quase 23 quilômetros. Mas o que significam? Como surgiram e quem as fez? Uma vez mais, eruditos e especialistas chegam à mesma conclusão: não sabem explicar. A especulação impera.

Em Baalbek, no Líbano, existe um templo antigo conhecido como o templo de Júpiter. Agregados aos alicerces desse templo há três enormes blocos de pedra de cantaria que pesam 800 toneladas cada. Não muito longe dali encontra-se outro gigantesco bloco de pedra chamado Pedra do Sul, de 1.000 toneladas. Este é o peso conjunto de três aviões jumbo 747. Como os construtores conseguiram cortar blocos tão grandes e, mais especificamente, como os colocaram em posição?

Muito tem sido escrito sobre a construção e os paralelos astronômi­cos e propriedades matemáticas dos muitos monumentos que existem na Terra. Estudiosos cartografaram e tomaram as medidas dessas estru­turas e registraram seus correlatos celestiais com precisão minuciosa. Muitos livros que contêm os detalhes mais sutis de sua construção e configuração estelar são encontrados frequentemente em livrarias em toda parte.

Que mensagem estão nos transmitindo essas construções? Existirá algo que possamos aprender com elas, algo que até agora nos iludiu? Se as muralhas desses monumentos pudessem falar, que informações ines­timáveis nos transmitiriam? Será que pressagiam acontecimentos futuros? Acredito que sim. E procuraremos agora desvelar o enigma das pirâmides identificando seus prováveis arquitetos

A Grande Pirâmide de Gizé, os templos do Egito e os grandes monu­mentos do México, do Peru e do Camboja têm todos, uma coisa em comum: são alinhados com as estrelas.
De onde seus construtores receberam essa informação astronômica? E por que seus arquitetos estavam aparentemente obcecados pelos cor­pos celestes e suas posições? É crença geral que os antigos egípcios e ou­tras culturas possuíam tal conhecimento e construíram esses grandes monumentos. Mas sugerir que a tecnologia e o conhecimento matemáti­co mais a capacidade física para construir esses edifícios saíram da cabe­ça de pessoas simples que viviam em algum lugar do deserto está além da lógica e das probabilidades. Dar crédito a tal idéia seria o mesmo que con­vencer-se de que se você der uma chave de fenda a um chimpanzé ele se­ria capaz de construir um aparelho de televisão. Contudo, essas estruturas antigas parecem ter simplesmente surgido do nada numa época em que o homem supostamente encontrava-se em algum ponto entre a idade da pe­dra e a idade do ferro. A maioria dos estudiosos afirma que a Grande Pi­râmide foi construída por Khufu, conhecido pelos gregos como Quéops. Mas se ela foi construída durante o reino de Khufu, que abarcou 23 anos e utilizou dois milhões de blocos, o término do trabalho exigiria que a ca­da cinco minutos um bloco fosse assentado no lugar.

Os muitos mo­numentos que construíram são, frequentemente, reflexões terrestres de configurações estelares!

VOCÊ SABIA?

Experiência: Regeneração de Plantas
Entre as muitas provas que colocam de manifesto o poder “mágico” das pirâmides encontram-se as que são realizadas com plantas, tanto no interior das habitações com espéceis cultivadas em vasos, como em campo aberto. Em ambos os casos o crescimento das plantas é mais rápido e vigoroso se as mesmas estiverem no interior da pirâmide. A experiência necessita um tempo dilatado de vários dias, ainda que o efeito vivificador se faça notar muito rapidamente. Em nossa prova utilizaremos uma planta comum de interior.
experiencia plantas piramide
Colocamos a pirâmide orientando um de seus lados ao Norte. No interior colocaremos no centro a planta a tratar.
piramide de cristal
Neste caso não é necessário utilizar o taco suporte, pois a altura das folhas ficaria então excessiva.
Transcorrido o tempo suficiente, a planta “reviverá”, mostrando-se mais colorida e vigorosa que antes.
Quando a planta estiver em perfeito estado poderemos ficar surpreendidos dos efeitos conseguidos sobre ela.
Você Sabia  se colocarmos uma fruta debaixo de uma pirâmide ele demorará muito mais a apodrecer? não sei porque…
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Pirâmides de Gizé
Mistérios ainda não desvendados

Mistérios Fantásticos
O Engenheiro e autor do livro “The Órion Mystery” da editora Heinemann Robert Bauval, descobriu brilhantemente junto com Adrian Gilbert que as 3 Pirâmides de Gizé foram construídas como uma imagem espelhada do que hoje em dia chamamos de Cinturão de Órion.

São aquelas 3 estrelas que estão na mesma direção (vendo do ponto de vista da Terra) da nebulosa de Órion.
Os Egípcios apontavam essas 3 estrelas como o lugar de onde verami os “Deuses”, eles ainda acreditavam que os espíritos dos Faraós vinham de lá.

Elas também seguem um padrão que homenageia as Três Estrelas do Cinturão de Órion que na época dos antigos Egípcios eram chamadas de “Sah” com suas Três Estrelas denominadas como Alnitak (a mais brilhante) Alnilam (a do meio) e Mintaka (a menos brilhante e ligeiramente inclinada com relação ás outras duas), vejamos algumas ilustrações que provará isso:

Vejam isso, as Pirâmides de Gizé é como uma imagem espelhada no solo do deserto das três estrelas do cinturão de Órion

Essa imagem deixa esse fato mais claro


Mais clareza que isso impossível né?
Exatamente na mesma direção de Anitak está a Nebulosa de Órion
Assim no platô de Gizé temos uma reprodução da imagem espelhada dessas estrelas, que seguem em tamanho o equivalente ao brilho de cada uma delas, a mais brilhante é reproduzida em pedra como a maior Pirâmide, isto é “Quéops” (tem a ponta semi destruída), depois vem Alnilam reproduzida como a Pirâmide de “Quéfren” no meio (junto a Esfinge) e finalmente temos Mintaka reproduzida em pedra na Pirâmide de “Miquerinos” a menor em tamanho dentre as três.
Claro que esses nomes, que deram as Pirâmides baseados em antigos monarcas egípcios, está inteiramente incorretos, seus nomes eram de fato Alnitak, Alnilam e Mintaka respectivamente.
As Pirâmides na Terra reproduzem com perfeição o conjunto que as três estrelas formam no céu.
O tamanho e posição de cada uma tem relação perfeita com os três astros.
Essa correlação foi primeiramente notada modernamente pelo pesquisador, arquiteto e engenheiro Robert Bauval que junto com Adrian Gilbert lançou o livro “The Órion Mystery” da Editora Heinemam, que explica a teoria da Correlação de Órion.
Constelação do Cinturão de Órion, chamada pelos antigos Egípcios de “Sah”

Tem mais.
Pois além dessas três estrelas mais duas estão reproduzidas no solo do deserto, são as estrelas Rigel e Betelgeuse igualmente brilhantes e pertencentes a constelação de Órion.

Mas ainda não acabou!

Pois as Pirâmides no solo Egípcio estão de uma maneira tal com relação ao Nilo que corresponde exatamente com o braço da Via Láctea com relação as estrelas de Sah (Órion) no céu.

E o solo em que elas estão assentadas?
Ele foi nivelado com tal precisão que o erro no nível é de apenas 2 centímetros.
E esse solo é de Granito sólido.
Como foi possível fazer isso há mais de 5 mil anos? Como talharam a pedra bruta com dezenas de quilômetros de extensão?
Com quais métodos? Mistério…
E se levar ainda os diversos cálculos de suas proporções o conjunto de Gizé torna-se ainda mais Sobrenatural.
Pirâmides e sua correlação com Órion
A Esfinge é outra grande testemunha desses prodígios pois ela é comprovadamente mais velha do que achava a “*Arqueologia Ortodoxa”.(*leia-se PseudoArqueologia)

Pesquisas recentes feitas de 1991 até 1993 por um grande expedição de cientistas comprovaram o que já se suspeitava desde a década de 50, a de que a grande esfinge e os prédios do complexo de Gizé são muito mais velhos do que diz os Egiptólogos antiquados.

Esse monumento chamado modernamente de Esfinge era conhecida antigamente pelos Árabes como: “Abu al-hol” que quer dizer:
“O Pai do Terror”
Esfinge antigamente conhecida pelos Árabes como “Abu al-hol” (O Pai do Terror)
Em 1991 até 1993 foi feita uma minuciosa pesquisa de geologia para comprovar o que um egiptólogo chamado Schwaller de Lubicz e sua filha Lucy de Lubicz já tinham suspeitado em 1950 sobre as marcas de desgastes que existem na Esfinge, essas marcas eram comprovadamente feitas por erosão formadas pela água.

Mas como? Era impossível ter tais desgastes se realmente essa construção tem apenas 5 mil anos…

Esfínge no inicio do século, ela estava coberta pela areia, segundo estudos recentes esse monumento tem mais de 10 mil anos
Então em 1991 uma expedição formada pelo Egiptólogo John Anthony Wes (foi ele que reacendeu a polemica) mais o Dr. Robert M. Schoch (professor de Geologia com PhD pela Boston University, nos EUA) e mais equipe fizeram sérios estudos usando a mais sofisticada tecnologia, e comprovaram que aquelas marcas eram de fato feitas por chuvas e que, calculando esse desgaste, confirmaram que a Esfinge tem no mínimo 10 mil anos de idade, outras partes do complexo de Gizé (Templos junto a Esfinge) também tem os mesmos desgastes mas aparentemente as Pirâmides não! Por que?
Esfinge, é mais antiga do que as Pirâmides de Gizé…
Esfinge e as suas companheiras mais jovens as Pirâmides
Em Serapeum em Saqqara, que fica muito próxima de Mênfís, se encontram 21 enormes Sarcófagos de Granito sólido lapidados na rocha maciça que pesam mais de 100 toneladas cada.
A matéria prima foi extraída (acreditam) há cerca de 800 quilômetros de distancia, nas pedreiras de Assuão.

O Engenheiro de projetos e Gerente de processos a laser de uma Empresa Aeroespacial norte-Americana da qual atualmente é Gerente Sênior, o Inglês Christopher Dunn em seu livro (“The Giza Power Plant”) fez diversas pesquisas sobre os métodos de perfuração e tratamento de pedras no Egito antigo.

E sem sombra de duvida provou por “A” + “B” que com certeza os construtores usavam de maquinaria tipo moderna na construção das Pirâmides, templos e utensílios durante as dinastias mais antigas.
Sarcófagos de Granito puro lapidados na rocha maciça que pesam mais de 100 toneladas em Serapeum em Saqqara (Egito)

Aqui veja o tamanho de um deles perto de uma pessoa, esses Sarcófagos pesam em média 100 toneladas ou mais
O Engenheiro de projetos, o Inglês Christopher Dunn dentro de um dos Sarcófagos de Serapeum em Saqqara.

Isso claro se baseando que estes mesmos Egípcios não tinham poderes psíquicos…

O mesmo especialista citou os cântaros e estatuetas feitas de Diorita, um mineral de cor escura considerada uma das pedras mais duras do Planeta, o detalhe é que tais cântaros e estatuetas foram esculpidas diretamente na rocha maciça, é com um nível de perfeição espantoso.

Como? A resposta nem ele tem…

Isso por que, por mais sofisticada que seja a tecnologia de perfuração e tratamento de pedra atualmente, não é possível fazer tais trabalhos, pois os cântaros (por exemplo) têm aberturas que só cabem um dedo, mas seus interiores é oco!

Aqui as evidências que Dunn encontrou nas Pirâmides de Gizé, vejam que é muito Nítida o uso de Maquinaria tipo moderna na construção de tais obras, isso há mais de 5 mil anos. (no mínimo)

Os Sarcófagos, mesmo os das Pirâmides, são feitos de Granito Sólido e trabalhados de forma tão perfeita que é impossível qualquer uma das maquinas atuais fazer um trabalho igual, pois eles são talhados na rocha pura e não tem emendas.

O interessante é que não se pode encontrar em nenhum lugar do Egito qualquer evidencia sobre as ferramentas usadas para cortar e depois talhar as pedras que foram usadas para construir as Pirâmides, Templos, estatuas e utensílios, tais como cântaros e pratos .

Segundo o mesmo engenheiro o corte dos blocos das Pirâmides de Gizé é perfeito e não há sinais de terem sido arrastados, contestando assim a nefasta “Arqueologia Materialista/Naturalista/Ortodoxa”.

“E essas afirmações são de um perito em perfuração e construção, acostumado com os varios minerios e emprego de maquinário da mais alta tecnologia disponível no mundo para tratamento de pedras”
Estátuas feitas de Diorita, um tipo de rocha que tem a dureza quase semelhante ao Diamante! Como os antigos Egípcios das mais antigas dinastias eram capazes de trabalhar esse tipo de Rocha? Christopher Dunn só vê uma resposta plausível, eles possuíam algum tipo de maquinário que era ainda mais avançado que as disponíveis na atualidade.
Mais um detalhe… especialistas em construção e Arqueólogos concordam:
“Os construtores das piramides  tinham ferramentas e conhecimento superiores e que sumiram sem maiores explicações …”
Tem lógica isso?

Não é certo que quanto mais o tempo passa mais sofisticada deve ficar a tecnologia?

Por que então essa “sumiu” se a civilização Egípcia prosseguiu ininterrupta desde os tempos antigos?

Claro que todas as perguntas ficam esclarecidas quando paramos de ser estúpidos e admitimos a existência dos NEFILINS( GIGANTES,TITANS, DEUSES)…

Logicamente que nada que vemos em Gizé e cercarias poderia ser feito sem o emprego de métodos e tecnologia muito superior a conhecida na Terra, mesmo no tempo atual…

Gizé, construção só pode ser possível se for admitido o emprego de tecnologia tipo moderna.
A partir de V dinastia a qualidade das obras se tornou muito inferior as dinastias anteriores, isso é claro de se ver… E todos concordam.

Mas por que?

Bem essa resposta a atual ciência ainda não respondeu…

Os Egípcios se referem em seus textos constantemente há uma distante “Era Dourada” chamada Zep Tepi que quer dizer: A primeira vez de Osíris

Eles sabiam perfeitamente que no passado os “Deuses” habitaram aquelas terras e governaram o mundo “Numa era distante” (isso é no mínimo curioso não é mesmo? E eu acho que merece mais investigação)

Os ”*Arqueólogos” Ideológicamente motivados são tão ridículos, é inacreditável que sejam levados a serio. (*Leia-se Pseudoarqueólogos)
Pirâmides de Gizé, mais misteriosas do que se poderia supor

Por exemplo:
Segundo esses “Arqueólogos” os antigos Egípcios só dispunham de cinzéis e serras feitos de cobre primitivo.

Como então cortavam pedras maciças com tais ferramentas?

O engenheiro Christopher Dunn afirma que querer cortar e depois talhar rochas do tipo Granito com ferramentas feitas de cobre, e ainda por cima cobre primitivo (mais mole que o cobre normal) é o mesmo que querer cortar um cano de alumínio com manteiga!

Não existem registros escritos que expliquem como as Pirâmides de Gizé foram construídas, tudo que dizem a respeito são especulações… inclusive dos “*Arqueólogos

Estes mesmos “*Arqueólogos” insistem em dizer que as Pirâmides de Gizé são túmulos gigantes, e atribuem cada uma delas a Faraós obscuros, não existe muita informação sobre Quéops, Quéfren e Miquerinos nos textos Egípcios.

E os motivos que levaram esses “Arqueólogos ” a dizer que tais construções tão suntuosas eram deles é simplesmente ridículas.
Vejam só:

No caso da “Grande Pirâmide” a maior de todas, e que foi construída como representação na terra da estrela Alnitak de Sah (Cinturão de Órion) os “*Arqueólogos” atribuíram a Quéops só por causa de algumas marcas em alguns blocos de pedra de calcário que tinha símbolos que a identificava como vindo de uma pedreira que estava ativa (acham) na época dele.

São sinais feitos de acre vermelho, e foi entre muitas marcas é que se “Achou”(?) alguma referencia sobre ele mas que até hoje é motivo de controvérsias.

Pirâmides de Gizé, elas riem da cara dos “homens de inteligencia”
No caso da Pirâmide Alnilam aquela do meio que é atribuída a Quéfren os “Arqueólogos” supuseram que pertencesse a Quéfren, só por que encontraram uma estatueta de uns 15 centímetros do faraó feita de Diorita enterrada numa cova num dos corredores de um templo que fica ao lado da Pirâmide…
Nem na própria Pirâmide foi!
Pirâmide de Alnilam em destaque, construída por Quéfren? Eu acho que não…
E quanto à Esfínge, que também é atribuída a ele, é um fato comprovado que não há evidencia alguma que tenha sido feita por Quéfren, nem uma evidência esculpida nem pintada ou escrito que identifique a Esfinge a Quéfren ou a qualquer outra pessoa, a construção dela e dos templos a sua proximidade, são um mistério ainda não solucionado.

E finalmente os “*Arqueólogos” atribuem a construção da terceira e menor Pirâmide aquela que representa a estrela Mintaka à Miquerinos, só por que encontraram o seu nome escrito com acre vermelho no teto da câmara funerária de uma pirâmide secundaria do conjunto a ele atribuído.

Entenderam? Secundaria!

É ou não é ridículo que todos aceitem essas versões como uma verdade comprovada e definitiva?

Deixando claro aqui que em nenhuma das três Pirâmides foi encontrada nenhuma múmia ou maiores evidencias que um dia elas tenham servido de túmulos para qualquer pessoa muito menos para esses três…

As evidencias são justamente ao contrario.

Pirâmide Gizé, construtores desconhecidos, donos desconhecidos…
Uma Estela do inventario (Coluna Tumular) tem inscrição que diz ser a Grande Pirâmide (Alnitak) mais antiga que a época de Quéops, e era tida como o Templo de Isís.

Quéops então construiu uma Pirâmide para si junto ao monumento e depois outra para sua filha, isso bate pois de fato a Grande Pirâmide é acompanhada por três minúsculas pirâmides em sua base.

Pequenas Pirâmides na base das maiores, essas sim seriam os tais “túmulos” faraônicos que os *arqueólogos materialistas ateus tanto falam.
O historiador Árabe Masoudi (que viveu em 900 D.C.) afirma que viu velhos documentos que atestam que a Pirâmide de Alnitak (Quéops) era um monumento cuidadosamente planejado e construído para representar as leis básicas da natureza, e que é um código de ”Sabedoria” .
Pirâmides, segundo historiador árabe Masoudi elas são um código do conhecimento

Os Antigos Egípcios deixam claro em seus escritos que os “Deuses”(ENTENDA-SE ANJOS DECAÍDOS) eram os verdadeiros donos das terras em que habitavam, e falavam abertamente que estes a tinham governado no passado distante.

Eles também acreditavam que os espíritos dos Faraós vinham de Sah (Cinturão de Órion) e bom repetir que a estrela representada no solo de Gizé pela maior Pirâmide Alnitak é justamente a estrela que esta na frente da nebulosa de Órion em relação a Terra.

Abu Simbel, erguido por Ramsés II demonstra bem como era forte a crença do povo egipcio pela existência dos Deuses
Em 1987 foi feita uma datação da idade das Pirâmides pelo método do Radiocarbono. E os resultados indicam que elas são no mínimo 450 anos mais antigas do que a Egiptologia ortodoxa/materialista havia determinado, isto é:
A idade verdadeira destas construções está entre 5 mil ou 6 mil anos.
No livro de Timaeus Platão comenta que com certeza houve uma época e cultura muito superior na Terra e que esta procedeu sua época.

Filósofos Gregos comentam também sobre arquivos históricos Egípcios que ficavam em “Cidades” subterrâneas e que eram guardados por uma enigmática Academia de Sacerdotes Superiores Egípcios chamada “ON”

A Grande Pirâmide de Alnitak (Quéops) é ainda por cima um verdadeiro enigma pois possui características muito diferentes das outras, mesmo considerando suas “Irmãs” de Gizé.

Pois esta possui por exemplo buracos perfeitos que varam milhares de blocos de pedra desde a “Câmara da Rei” até o lado de fora.

Esses “Respiradouros” como foram chamados pelos “*Arqueólogos” que dizem, servia para ventilar o defunto(?)

Comprovadamente são virados para a constelação de Sah (Órion) isso há cerca de 10 mil e 500 anos atrás.

Esquema interior da Grande Pirâmide de Alnitak (Quéops)
Robert Bauval explica bem isso no seu livro “The Órion Mystery”, pois foi por causa do fenômeno da “Precessão” (fenômeno em que a terra modifica sua posição de rotação pelo espaço como um pião durante o Giro) que tem um ciclo de 26 mil anos o que muda a configuração das estrelas vista a partir do solo da Terra, foi isso que causou a aparente declinação da Pirâmide, tirando-a da “Prumo” com relação a essa constelação.
Mas é bom registrar que é fato comprovado que o governo Egípcio age muito estranhamente não permitido que maiores estudos sejam feitos para esclarecer as duvidas levantadas.

Eles por exemplo não deixam examinar as Pirâmides de Gizé para saber como são constituídas internamente.

Em 1986 um arquiteto e Egiptólogo Francês chamado Gilles Dormion (escreveu o livro : La Chambre de Khéops,analyse architecturale da editora Fayard) fez investigações preliminares na Pirâmide de Alnitak (Quéops) e detectou o que seria novas câmaras ainda ocultas.

Depois em 1998 (13 anos depois) tendo a ajuda de Jean-Yves Verd`Hurt (Perito Geofísico da sociedade de Safege) que trabalha na elaboração do traçado dos TGVs (“Trens Balas da França”) conseguiu confirmação disso usando microgravimetria para medir a densidade dos materiais de construção.

Este é um moderno equipamento de Geo-radar que foi aplicado a cada 50 centimetros sobre o solo da “câmara da rainha” comprovando assim que existe mais câmaras a serem descobertas dentro da Pirâmide, o que também foi confirmado por uma equipe do Japão.

Em 2004 o Egiptólogo também francês chamado Jean-Pierre Corteggiani (membro do Instituto Francês de Arqueologia Oriental sediada no Cairo capital do Egito a “Ifao”) que já apóia o trabalho dos dois egiptólogos citados há 17 anos, deu uma entrevista ao jornal francês de maior circulação, o “Le Monde”.

Nessa entrevista ele revela que as autoridades do governo Egípcio o chamado “Conselho Supremo de Antiguidades do Egito, a C.S.A.” cujo chefe na época  era DR.Zahi Hawass estavam impedindo o prosseguimento das investigações.
Dr.Zahi Hawass do Conselho Supremo de Antiguidades do Egito, a C.S.A.
(
atitudes suspeitas.
..)

Segundo Corteggiani estas “Autoridades” simplesmente não discutiam nenhum dos pontos da pesquisa eles se limitavam a alegar que os dois pesquisadores são amadores, e que nem queriam ouvir falar disso! (fazer mais pesquisas nas pirâmides).

Não ouve debate algum, o que é extremamente suspeito, pois os mesmos pesquisadores (Dormion e Jean-Yves) encontraram câmeras de dispensa desconhecidas dentro da Pirâmide de Meidum (Pirâmide de pouca importância, é uma copia inspirada pelas de Gizé) com os mesmos métodos e tiveram todas as autorizações que necessitavam, e depois ainda foram felicitados pelo secretario geral dos serviços do mesmo conselho!

Mas por que a mudança agora?

Corteggiani não soube dizer, mas comentou que “Deve haver interesses que escapam do meu entendimento” o que é muito grave, já que este está acostumado em lidar com tal “Conselho” há muito tempo.

Os Egiptólogos apenas necessitavam fazer uma minúscula abertura o suficiente para caber uma fibra Ótica que então filmaria esse outro recinto desconhecido, comprovando sem duvida alguma a descoberta, mas não receberam autorização e foram proibidos de continuar com as pesquisas.

Corteggiani comenta que isso de forma alguma tem lógica já que uma nova descoberta importante na Grande Pirâmide só poderia ter repercussões econômicas positivas para o Egito, estimulando o turismo.

Comprovar a existência de novas câmeras nas Pirâmides só ajudaria no turismo, então por que não deixam investigar?

O mesmo aconteceu com a equipe do Egiptólogo John Anthony West que após comprovar ser a Esfinge mais velha da que se pensava, foram expulsos do País!

Voltando aos “Respiradouros” É fato que em nenhuma Pirâmide ou tumba do Egito foi provido de ventilação de espécie alguma.

Por que só na “Grande Pirâmide de Alnitak” (Quéops)?

E para que precisaria o defunto de ventilação?

Será que os antigos Egípcios eram assim tão burros? Ou será que quem se faz de burros são os *Egiptólogos? (*esses idolatras do materialismo/ateísmo)

E se fazem… por que?
Será que os construtores dessas obras magníficas eram tão burros a ponto de construírem “respiradouros” para defuntos? E por que só, e apenas, na Pirâmide de Alnitak? (Queóps)

E finalmente para dar o golpe final e definitivo nesses pretensos “*Profissionais” (arqueólogos ideologicamente motivados)

Eu vou contar uma historia engraçada que ocorreu em 1978…

Nesse ano os Japoneses (que se trata de um povo pratico e objetivo como os antigos Egípcios) resolveram ver se realmente era possível construir uma Pirâmide como as de Gizé, só com os recursos que os Egiptólogos Ateus/Materialistas dizem que os antigos Egípcios possuíam.

Então eles pediram autorização para o Governo Egípcio para fazer ao lado da Grande Pirâmide de Alnitak (Quéops) uma replica em escala que seria equivalente a ponta destruída desta.

Grande Pirâmide de Alnitak (Quéops) tem a ponta semi destruída como podem notar nessa imagem
Eles calcularam que seguindo as explicações dos ortodoxos, para fazer essa ponta, isto é uma Pirâmide de 18 metros, os Egípcios antigos com o numero de pessoal e recursos apontados pelos Arqueólogos demorariam cerca de 4 meses, já que os Egiptólogos dizem ter levado 20 anos para fazer a Pirâmide toda empregando 200 mil pessoas.
Em 1978 uma equipe de japoneses, liderada pelo professor Sakuji Yoshimura da Universidade de Waseda tentaram erguer uma Pirâmide usando apenas métodos que os egiptólogos dizem, foram usados pelos antigos… resultado: FRACASSO

Então os Japoneses começaram a fazer a Pirâmide em escala menor, mas com a mesma proporção de recursos que os antigos (segundo os *Arqueólogos) tiveram no passado para fazer a Pirâmide inteira, e teriam que terminar no prazo assim como a Grande Pirâmide foi terminada no passado.

Para cortar os blocos os cinzéis e serras de cobre não prestaram (logicamente…), usaram então de ferro (o que já contesta uma das afirmações dos ortodoxos/materialistas) mas mesmo assim não conseguiram blocos maiores que uma tonelada (os blocos das Pirâmides chegam a pesar mais de 80 toneladas).

O transporte Pluvial usando barcos de madeira e cordas, como do Egito antigo, foi impossível!

Usaram então um barco a vapor… (mais um mito materialista que cai…)

Para arrastar os blocos de apenas uma tonelada pelo deserto, equipes de 100 homens usando trenós e troncos de Árvores tentaram mas não conseguiram, foi usado então tratores e caminhões…

Com as pedras no lugar do teste só conseguiram eleva-las meio metro do chão, tiveram então que usar guindastes e helicópteros!

Mas mesmo assim não conseguiram terminar há tempo, pois o prazo estabelecido espirou…
Não foram capazes de construir nem a ponta semi-destruída da Piramide de Quéops, imagine a Pirâmide inteira
Blocos da grande Pirâmide de Alnitak (Queóps) os Japoneses bem que tentaram, mas foi impossível construir uma Pirâmide em escala menor seguindo as teorias dos Egiptólogos sobre os recursos que os antigos Egípcios possuíam, e isso em 1978!


Conclusão:

Todas as hipóteses da Arqueologia ortodoxa/materialista foram reprovadas!
Nenhuma se mostrou aceitável! E isso em 1978!!
Em Síntese:

Ou os Arqueólogos, Governantes e lideres de instituições de ensino são todos retardados, ou então temos que admitir uma enorme conspiração internacional que com a maior cara de pau quer enfiar goela a baixo de todo o mundo explicações “Forçadas” por algum motivo que parece ser inconfessável…

Mas qual é esses motivos? Bem isso é uma longa historia.

A Esfinge, mais de 11 mil anos guardando os segredos dos DEUSES CONSTRUTORES(SENTINELAS, VIGILANTES, NEFILINS), segredos esses ainda longe de serem decifrados…
Esfinge, mistérios inescrutáveis

Costas da Esfinge, marcas de erosão por água atestam que ela tem mais de 10 mil anos (no mínimo)

Templo de Abu Simbel, pelo jeito foi como os egípcios antigos contaram mesmo, os Deuses é que construíram as Pirâmides…

Templo de Nefertari, as mulheres também são poderosas e GIGANTES!

Fontes:

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Comentário

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4 Comentários

  1. Olá! gostei eu gostei do seu artigo, mas só gostaria de fazer um pedido sem ofensas rs, não escreva "Deuses" Com "D" maiúsculo, pois parece que esta creditando que nefilins eram deuses (com "d" minúsculo, indicando falso rs).
    a nossa compreensão eles são seres híbridos meio demônios, meio homens portanto lhe faço esse pedido, escreva com "d" minúsculo hehe abraço

  2. É sem duvida a erosão nas esfinge e templos proximos comprovariam o diluvio biblico?! Outro detalhe, a engenhosidade humana é incrivel, MIcheangelo fez a pietá, em um bloco unico de marmore aos 23 anos!!! com um talento nato gigantesco e um técnica impressionantemente impecável, em 1499…. O que de certa forma dá para deduzir que: o avanço intuitivo e manual da humanidade é inverso a capacidade tecnologica… como num vortice que se dobra sobre si mesmo, então é sua "força" é inversamente proporcinal em ambas dimensões, passado e futuro.

  3. CLINTON
    Foram acrescentados mais dados ao post

  4. Isto é obvio que os anjos caídos passaram para a humanidade um pouco do conhecimento dos céus, porque as piramides do Egito são obras primas…
    Fico imaginado como então deve ser nos céus já que as piramides foi uma copia mau feita…
    imagina os céus

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